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Drive on Holidays Provided Dangerous Tires – Refuses to Reimburse €480 After Authorizing Replacement
We rented a vehicle from Drive on Holidays in Porto and discovered—after a tire burst on the highway—that the tires were in life-threatening condition. Upon inspection by a certified tire shop, all four tires were found to be structurally damaged and dangerously worn down. We were told it was unsafe to continue driving. The rental company authorized us to replace all four tires due to the critical condition, and we paid €480 out of pocket. They confirmed by phone and email multiple separate times that we would be reimbursed. However, it’s now been over three weeks, and despite repeated follow-ups: • Our calls are being declined; • WhatsApp messages are ignored; • On one occasion, they told us reimbursement would happen upon vehicle return—but after we returned it, they suddenly said it’s not possible. The tires were not roadworthy, posing a serious risk to our safety and others. We lost an entire vacation day replacing them and spent €480—money that was promised to be refunded and still hasn’t been. This is an unacceptable and dangerous failure of duty from a professional rental company. We request immediate intervention so our expenses are reimbursed, and action is taken to prevent others from being put at similar risk.
Danos atribuídos e que já existiam
Exmos Senhores No dia 1 de Julho de 2025 aluguei uma viatura automóvel na agência de Faro. A agência não tinha ninguém a falar português. Os colaboradores trabalham com base em aparelhos informáticos tipo telefone e não tablets. Não me forneceram o contrato para ler, quer fosse em papel ou num tablet. O contrato tem partes em inglês e não está escrito de uma forma bem compreensível em português. Não me entregaram fatura do pagamento do aluguer, nem a enviaram para o meu e-mail Nenhum colaborador fez comigo a inspeção à viatura que ia levantar, nem me disseram para fazer um levantamento fotográfico da mesma. Mas no contrato que posteriormente ao levantamento recebi no meu e-mail diz que o cliente é responsável pela verificação do estado da viatura e que deve fotografar o mesmo. Habitualmente as outras empresas do ramo fazem uma vistoria em conjunto antes da entrega do carro e imprimem o contrato ou dão para ler num tablet. Eu tirei algumas fotografias à viatura antes de a levantar, como habitualmente faço. No ato da minha entrega da viatura, um colaborador da Klass Wagen, que não falava português, foi fazer a inspeção à viatura e foi quase direto para um pequeno risco que a viatura tem no para-choques por baixo do farol direito, afirmando que fui eu que fiz esse risco. Esse risco é de difícil deteção e também difícil de causar, uma vez que para causar aquele risco teria que se danificar a parte mais abaixo ou mais acima do mesmo, uma vez que está numa parte reentrante do para-choques e assim protegido e escondido. Não obstante eu afirmar que não fui eu que fiz o risco e que este já existia, confirmado por testemunhas que se sempre me acompanharam desde que eu iniciei o processo de levantamento do carro até à entrega, o colaborador insistiu e perguntou-me pelas minhas fotos de confirmação da existência do mesmo antes de eu levantar a viatura. Mais tarde recebo o documento de receção da viatura com esse dano que me atribuíram. Três dias depois recebo um email com a indicação de que me foi atribuído uma penalização de 580 Euros. Fui analisar as fotos que tirei, antes de pegar na viatura, no meu computador e ao fazer uma ampliação de uma das fotos, verifiquei que o risco/dano já existia. Fiz uma reclamação e apresentei as provas com a foto e os respetivos dados de identificação da data em que foi tirada, mas até ao momento a Klass Wagen não me respondeu, nem me deu indicação da anulação da penalização de 580 Euros (o risco tem menos de 10 cm). Como podem verificar a Klass Wagen, passa toda a responsabilidade para o cliente, não faz a verificação em conjunto com o cliente e atribui danos que já existiam, ou seja há falta da seriedade que a lei portuguesa exige nos contratos e os processos que ela tem não seguem a regra de boa fé que existe nas outras empresas do ramo
Dinheiro retirado sem autorização
Exmos. Senhores, No ano passado, criei uma conta na eDreams e subscrevi o serviço Prime Plus com o objetivo de adquirir quatro bilhetes para outra pessoa. Contudo, presumi que tinha cancelado a subscrição após essa compra e desinstalei a aplicação por falta de uso. Para minha surpresa, no dia de hoje, reparei que foi retirado um valor do meu cartão de crédito pela vossa empresa, sem qualquer aviso prévio ou autorização explícita. O meu cartão ainda se encontrava associado à conta, facto que desconhecia. Não recebi qualquer notificação por email a informar que a renovação do serviço iria ocorrer nem qualquer fatura relativa à cobrança. Esta falta de transparência é inaceitável. Irei continuar a reclamar até o problema estar resolvido e irei longe como apresentar queixa e mesmo tribunal se for necessário.
Solicitação de Reembolso Não Efetivado
Assunto: Solicitação de Reembolso Não Efetivado - Reclamação Formal Prezados, Venho, por meio deste, registrar uma reclamação formal referente a um reembolso pendente. Adquiri duas passagens com a vossa agência, no valor total de 100 euros, parceladas em duas vezes de 50 euros. Efetuei o pagamento da primeira parcela no ato da compra, conforme acordado. No entanto, antes do vencimento da segunda parcela, precisei cancelar a viagem. Realizei todo o procedimento de cancelamento conforme orientações e dentro do prazo, inclusive possuo os comprovantes que confirmam isso. De acordo com as regras da empresa, o reembolso seria efetuado ao final da temporada, dentro de um prazo adicional de até 30 dias úteis. Esse prazo expirou no dia 03 de junho, e até o momento não recebi nenhum valor referente ao reembolso. Entrei em contato com o atendimento da empresa, fui questionado se já havia recebido o valor e, após responder, me informaram que iriam "verificar o reembolso". Desde então, não obtive mais nenhum retorno. Diante disso, solicito uma posição imediata e definitiva sobre meu reembolso. Caso não haja resolução em prazo razoável, tomarei as medidas cabíveis junto aos órgãos de defesa do consumidor. Aguardo retorno com urgência. Atenciosamente, Clayton Mariano de Souza +351 914 293 349 clayton.maristaa@hotmail.com
Fatura com NIF
Exmo. Senhores, No passado dia 08 de Julho de 2025 fiz um pedido de uma refeição vindo do estabelecimento McDonald's através da Uber Eats. Nesse pedido usei o meu perfil "business" onde tenho o NIF e os respetivos dados para emissão de fatura. A fatura da McDonald's veio sem dados (NIF), e a fatura da UberEats também. Entrei em contacto com o apoio ao cliente da Uber Eats que me deu múltiplas vezes a mesma resposta, sem mostrarem qualquer solução. Segundo a plataforma, para ter a fatura corrigida do estabelecimento tenho de me dirigir ao mesmo, para ter fatura corrigida da UberEats não apresentam solução. Dirigi-me ao estabelecimento de onde veio o pedido, estes informaram-me que para qualquer correção da fatura, tem de ser através da UberEats pois todo o processo (faturação / pagamentos) é com a plataforma. Eu preciso das faturas com o NIF, tal como foi requerido no momento em que fiz o pedido.
Publicidade enganosa e 2 jantares pagos e negados
Faço-lhe chegar este relato face à minha impotência para resolver uma situação criada pela Odisseias e que me lesou financeira e psicologicamente. É também um alerta para quem comprar as experiências da Odisseias e a solidariedade para com as centenas de consumidores lesados que se queixaram e, tal como eu, não viram a sua situação resolvida. O relato sucinto da aventura: adquiri em abril um pack da Odisseias para oferecer pelo aniversário à minha companheira. A experiência designava-se “2 Dias com jantar & Spa de Luxo”. Escolhemos, no site, a unidade hoteleira (Monte Filipe Hotel &Spa, em Alpalhão) e marcamos a data de 5 de julho para usufruirmos da experiência. Logo aí, na escolha da data, a primeira surpresa – tínhamos de pagar um valor adicional para a data ser assumida. Marcamos e passado algum tempo recebemos um email de confirmação. Verifiquei a data e nada mais. No dia marcado, apresentamo-nos na unidade hoteleira e, para surpresa nossa, fomos informados pelo membro da receção que o jantar não se encontrava incluído. Contestamos a situação mas em vão… disseram-nos que a informação que tinham recebido da Odisseias era que não havia direito ao jantar. Pedi o livro de reclamações e relatei o sucedido. Na receção ficaram de contactar a Odisseias para esclarecer a situação – o serviço de apoio ao cliente não funcionava durante o fim-de-semana. Na segunda feira seguinte, recebi um telefonema da unidade hoteleira. Tinham contactado a Odisseias e esta empresa justificou o sucedido pelo facto de se ter realizado um upgrade (o tal adicional que tivemos de pagar quando marcamos a data e sem o qual a reserva não podia ser feita). Os dias seguintes foram passados a enviar emails e telefonemas para a empresa e para o Portal da Queixa no sentido da situação ser reposta de alguma maneira. A Odisseias foi inflexível e não apresentou nenhuma sugestão para reverter a situação. Resumindo: paguei cerca de 190 euros (adicional incluído) para usufruir da experiência “2 Dias com jantar & Spa de Luxo” e ficamos sem direito a dois jantares que se encontravam incluídos no pacote adquirido. Quem estava na receção disse que, por esse preço, os jantares deveriam estar incluídos. Acabei por pagar cerca de 190 euros por uma dormida que ficaria por 110 euros. Sinto-me enganado (o termo mais correto seria roubado) pela Odisseias. Aquilo que deveria ter sido um ótimo fim-de-semana, por culpa da Odisseias, transformou-se num embaraço enorme e num pesadelo.
Igualamos o preço - Uma autentica farsa!
Estava a tentar reservar uma casa de férias para o período de 21 a 28 de julho, no Algarve, através da plataforma Airbnb, mas não consegui concluir a reserva devido a erros constantes relacionados com o meu cartão Visa. Entretanto, por acaso, ao pesquisar no Booking.com, encontrei o mesmo alojamento disponível, embora com um preço ligeiramente superior. Consegui efetuar a reserva com sucesso e, de imediato, solicitei a aplicação da política “Igualamos o Preço”. A minha solicitação foi recusada, com a seguinte justificação: "Conforme o regulamento do Igualamos o Preço, é necessário que a mesma acomodação, com as mesmas políticas, datas e condições, esteja disponível por menor preço para podermos igualar o preço. Compreendemos que quando se trata de um apartamento em que há uma única unidade existente, depois que a reserva é realizada ele se torna indisponível e não é possível utilizar o Igualamos o Preço com base em como estava antes da reserva ser completada em outro site. Lamentamos imensamente pelo inconveniente." Ou seja, mesmo tendo eu um PDF com o anúncio mais barato no Airbnb no momento da reserva, a Booking recusou o ajuste porque, após a reserva, a oferta no Airbnb desapareceu (por já estar ocupada). Na prática, isto torna a política completamente inútil para este tipo de alojamentos, o que é a maioria dos casos no segmento de férias — ofertas únicas, que desaparecem após serem reservadas. A política "Igualamos o Preço" é, portanto, ilusória e quase impossível de aplicar. Só funciona se a oferta mais barata ainda estiver online depois da reserva, o que raramente acontece. Para piorar, a resposta da Booking demorou vários dias, o que ainda dificulta mais qualquer tentativa de contestação. Muito dececionado com este tipo de práticas.
Publicidade enganosa e falta de preparo no atendimento
No dia 08/07/2025, realizei a minha primeira compra na plataforma Edreams. Durante o processo de pagamento, foi-me oferecida uma promoção com a subscrição gratuita de 15 dias do serviço “Edreams Prime”, alegadamente exclusiva para novos registos. Com essa adesão, foi-me atribuído um desconto imediato de 108,00 euros. Aceitei a promoção e finalizei a compra. Contudo, para minha surpresa, menos de 24 horas após a transação, foi-me cobrado o valor de 89,99 euros na minha conta bancária, referente à subscrição anual do serviço Edreams Prime. Contactei de imediato a linha de apoio ao cliente. Fui atendida por um colaborador de nome Rubln, que me informou que o sistema identificou uma compra anterior feita em 2024 através de outro registo, cujo bilhete foi enviado para o meu e-mail — facto que confirmo, pois foi o meu pai, Reginaldo Pereira, quem realizou essa compra na altura. Com base nisso, alegou que o período gratuito de 15 dias não era aplicável à minha conta. Contudo, importa referir que o meu registo pessoal na Edreams foi efetuado apenas no dia 08/07/2025, e até essa data nunca havia criado conta na plataforma, o que torna infundada a alegação de que o período de avaliação gratuita estaria expirado. Mais grave ainda, se o sistema “identificou” previamente que não era elegível para a promoção, por que razão a mesma me foi oferecida no momento da compra? Durante o atendimento, solicitei o cancelamento da subscrição e o reembolso, ao que me foi negado. O colaborador recusou-se a enviar qualquer confirmação por e-mail referente ao cancelamento, afirmando que só receberia tal confirmação dentro de 11 meses. Além disso, informou que, caso eu insistisse em falar com um superior, iria encerrar a chamada. Considero esta conduta abusiva, desrespeitosa e uma clara violação dos direitos do consumidor, configurando uma prática enganosa por parte da empresa. Anexo os comprovativos da oferta promocional e da cobrança indevida, e solicito com urgência o reembolso do valor de 89,99 euros, bem como a confirmação por escrito do cancelamento da subscrição. Caso esta situação não seja resolvida em tempo útil, irei proceder com uma queixa formal junto do CACCL – Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo de Lisboa, bem como junto de outras entidades competentes. Sem mais,
Não resolve o problema
No Edreams, você não é respeitado , me deram números e site pra resolver o problema do meu vôo,mais nenhum deles funciona ,fiquei mais de 1 hora na ligação sem ser atendido, nunca mais eu compro nesse site .
Reclamação contra agência de viagens - Pedido de apoio jurídico e mediação
Exmos. Senhores, Sou consumidora afetada por uma viagem organizada pela Top Atlântico para Cuba (Hotel Playa Cayo Santa Maria), realizada entre 10 a 18 de Junho de 2025. A viagem, contratada como pacote turístico 5 estrelas, apresentou falhas graves de higiene, segurança e salubridade, incompatíveis com o que foi contratado. Enviamos documentação detalhada e propusemos uma resolução alternativa razoável (troca por nova viagem), mas a agência continua sem apresentar qualquer resposta concreta. Estou a ser sistematicamente remetida para a APAVT (entidade onde já apresentei uma reclamação formal) sem que a Top Atlântico assuma a sua responsabilidade direta pela má prestação do serviço. Gostaria de obter apoio jurídico por parte da Deco, nomeadamente: Validação do enquadramento legal do pedido de indemnização e proposta alternativa; Mediação junto da Top Atlântico para tentativa de resolução extra judicial; Apoio na eventual preparação de ação judicial e/ou exposição mediática. Poderei facultar toda a documentação (reclamação formal, comprovativos de viagem, fotos, videos, respostas da agência) e aguardo instruções para o efeito. Com os meus melhores cumprimentos,
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