Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
M. E.
15/04/2026
Asfalto Vibrante - Lda

Problemas graves no veículo após compra

Cerca de um mês após a compra do veículo, começaram a surgir problemas mecânicos graves. Desde então, o carro tem apresentado falhas constantes, deixando-me várias vezes parada na estrada, tendo inclusive sido necessário empurrá-lo em algumas situações. Até à data, já passaram mais de 7 meses desde a compra, e o veículo foi encaminhado três vezes para a oficina do stand. No entanto, regressou sempre sem resolução do problema, mantendo exatamente as mesmas falhas. Foi indicado que a reparação implica a abertura do motor. Importa referir que o veículo já apresentava problemas desde a altura da compra. Ainda assim, está a ser exigido o pagamento de valores adicionais, sendo alegado que a garantia apenas cobre até 1000€, ficando o restante valor da reparação a meu cargo. Esta situação é inaceitável, uma vez que já foram pagos cerca de 7500€ pelo veículo, que deveria ter sido entregue em condições normais de funcionamento. Não é razoável suportar custos adicionais elevados para corrigir defeitos que já existiam. Atualmente, o veículo continua a apresentar falhas graves, ficando frequentemente imobilizado sempre que é utilizado, o que compromete totalmente a sua utilização e segurança. Pretende-se a resolução definitiva do problema sem qualquer custo adicional, ou, em alternativa, a substituição do veículo ou devolução do valor pago.

Em curso
R. G.
14/04/2026

Reclamação – Apoio Extraordinário à Renda / Valores em Atraso

Exmos. Senhores, Venho por este meio expor e denunciar uma situação de incumprimento por parte do Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU), no âmbito do Apoio Extraordinário à Renda. Apesar de a minha situação ter sido entretanto corrigida — tendo inclusive sido retomado o pagamento do apoio no ano de 2026 — subsistem valores em atraso desde setembro de 2025 que, até à presente data, não foram regularizados. A reclamação formal apresentada através do Portal da Habitação, com o código REC378681184, foi submetida em 10/10/2025 e encontra-se em estado “Em Revisão” desde 07/11/2025, sem qualquer atualização, decisão ou esclarecimento, decorridos vários meses. Importa salientar que: • A situação que originou o erro foi devidamente corrigida; • O próprio sistema já reconheceu essa correção, tendo sido retomado o pagamento do apoio; • Não obstante, os valores em atraso continuam por liquidar, sem qualquer justificação por parte das entidades competentes. A ausência de resposta e de decisão administrativa constitui: • Violação do dever de decisão em prazo razoável; • Violação dos princípios da legalidade e da boa administração; • Omissão administrativa injustificada; • Prejuízo financeiro direto. Face ao exposto, venho por este meio exigir: A análise e decisão imediata da reclamação apresentada; A regularização integral dos valores em atraso desde setembro de 2025; O pagamento dos respetivos montantes em dívida com a maior brevidade possível; Uma resposta formal, clara e fundamentada. Informo ainda que, caso esta situação se mantenha sem resolução, irei proceder ao envio da presente exposição para as entidades competentes de supervisão e defesa dos direitos dos cidadãos, bem como recorrer aos meios legais adequados.

Em curso
A. V.
14/04/2026
MEO

Publicidade enganosa

Boa tarde..subscrevi a 17 de Janeiro o pack promocional sport tv durante um mês. Cancelei a 16 de Fevereiro. No entanto, cobraram o pack nos dois meses seguintes. Na app meo, só aparece as condições favoráveis da campanha. , a duração da promoção, mas não a parte mais importante, a suposta fidelização à asort tv durante dois meses. Isso é enganoso para os consumidores. Pretendo a restituição do valor pago indevidamente. Neste caso, gostaria de saber se posso rescindir o contrato sem penalizações. Melhores cumprimentos, Ana Veríssimo Nif 205182615 Cliente 1286918461 Conta 1428169649

Em curso
G. D.
14/04/2026

Bloqueio injustificado de conta e retenção de saldo

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação contra a plataforma Vinted, devido ao bloqueio da minha conta de utilizador alegadamente por “atividade fraudulenta”, situação com a qual não concordo e que considero injustificada. Sempre utilizei a plataforma de boa fé, tendo realizado várias vendas anteriores sem qualquer problema, cumprindo todas as regras e termos de utilização. Os artigos que disponibilizei eram legítimos, de minha propriedade, e descritos de forma transparente. O bloqueio da conta ocorreu após a publicação de um artigo (calças térmicas da marca Under Armour), que se encontrava em estado praticamente novo e foi colocado à venda por um valor acessível. Após essa situação, fui acusado de atividade fraudulenta sem que me tenha sido apresentada qualquer prova concreta. Apresentei recurso junto da plataforma, tendo inclusive fornecido informações adicionais e comprovativos da autenticidade do artigo. No entanto, a conta foi definitivamente bloqueada. Atualmente, encontro-me impedido de: Aceder plenamente à minha conta Contactar o suporte da plataforma Face ao exposto, solicito: A reavaliação da situação e desbloqueio da conta, ou Uma explicação clara, fundamentada e documentada sobre os motivos do bloqueio Considero esta situação lesiva dos meus direitos enquanto consumidor. Aguardo resolução célere da situação. Com os melhores cumprimentos

Em curso
T. P.
14/04/2026

Incumprimento de acordo de troca de produto

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente a uma situação ocorrida com a empresa Adidas, que considero inaceitável e lesiva dos meus direitos enquanto consumidor. No dia 09/03/2026, adquiri através do website oficial um par de sapatilhas de corrida, tamanho 40, seguindo a recomendação expressa no website de adquirir o tamanho habitual. Após experimentar o produto, não detetei qualquer problema inicial. No entanto, após a primeira utilização em corrida, sofri lesões no dedo e unha do pé direito, o que indica claramente inadequação do tamanho ou defeito do produto. Contactei de imediato o apoio ao cliente, tendo explicado a situação e enviado fotografias tanto das sapatilhas como das lesões. Após análise, foi-me comunicado que aceitariam a troca por um tamanho superior, mesmo tendo o produto sido utilizado uma vez, por se tratar de uma situação excecional devidamente comprovada. Seguindo as instruções recebidas, procedi à devolução do artigo. Contudo, para meu espanto, o mesmo foi-me devolvido sem qualquer troca, sob a justificação de que se encontrava "gasto" e "sujo" - argumento que contradiz diretamente a aprovação prévia dada pelos respetivos serviços. Voltei a contactar o apoio ao cliente, reforcei que a utilização tinha sido previamente comunicada e aceite, e enviei novas fotografias que demonstram o agravamento das lesões. Foi-me indicado a a 03/04 que o caso seria novamente analisado. Passados mais de 10 dias desde esse contacto, não obtive qualquer resposta, apesar de já ter solicitado atualização por e-mail. Face ao exposto, considero que: - Houve incumprimento de um acordo previamente assumido pela Adidas; - O tratamento do meu caso tem sido negligente e sem o devido acompanhamento; - Estou a ser prejudicada enquanto consumidora, sem resolução de uma situação validada pela própria marca. Solicito assim, com caráter de urgência: a concretização da troca previamente aprovada por um tamanho superior, ou alternativamente, a devolução do valor pago pelo produto. Aguardo a vossa resposta com a maior brevidade. Tânia Peixoto Nº de encomenda - APT91271647

Encerrada
M. B.
14/04/2026

Serviço de revisão e intervenções realizadas na norauto alfragide

No dia 20/03/2026, contratei online o serviço de Eco Revisão Oficial, a realizar nas instalações da Norauto Alfragide, com o objetivo de antecipar a identificação de eventuais anomalias mecânicas e preparar a viatura para uma futura inspeção periódica obrigatória prevista para o mês de junho. Durante a execução da revisão, fui contactado pela Norauto e informado da necessidade de substituição dos quatro pneus — situação da qual já tinha conhecimento — bem como da necessidade de limpeza e substituição do líquido de refrigeração e descarbonização do motor. Autorizei a realização destes dois últimos serviços, optando por adiar a substituição dos pneus para o mês seguinte. No final da intervenção, foi-me entregue o relatório da revisão, no qual todos os pontos de controlo se encontravam assinalados como **“OK”, “Bom” ou “Bom Estado”**, o que naturalmente me levou a acreditar que tanto a revisão como os serviços adicionais haviam sido executados corretamente e sem reservas. Contudo, no dia **11/04/2026**, aproximadamente 20 dias após a revisão, ao sair do trabalho, verifiquei a existência de uma poça de líquido debaixo da viatura. Ao abrir o capot, constatei imediatamente que o depósito do líquido de refrigeração se encontrava completamente vazio, sem que até então tivesse surgido qualquer alerta no painel ou sinal de sobreaquecimento. Uma vez que me encontrava nas proximidades da Norauto, dirigi-me de imediato ao estabelecimento para averiguação da situação. O colaborador que me atendeu confirmou a existência de fuga e chamou um mecânico, que diagnosticou prontamente uma uga no radiador, indicando a necessidade de substituição do mesmo. Por se tratar de sábado, perto da hora de encerramento, fui informado de que nada poderia ser feito naquele momento, tendo ficado acordado o meu regresso na segunda-feira seguinte, dia 13/04/2026, para análise da situação. Aproveitando o regresso já necessário à oficina, adquiri online dois pneus novos dianteiros, bem como os serviços de montagem, equilibragem e alinhamento. Tencionava inicialmente substituir os quatro pneus, porém, perante este novo problema mecânico e a incerteza quanto aos custos de reparação, optei por substituir apenas os pneus dianteiros, os quais se encontravam em pior estado. No dia agendado, entreguei a viatura e informei expressamente que, além da troca dos pneus, deveria ser analisada a questão da fuga no radiador, explicando toda a situação previamente ocorrida no sábado. Mais tarde recebi SMS a informar que a viatura estava pronta para levantamento. Presumi, naturalmente, que a questão da fuga tivesse sido analisada e/ou resolvida. Todavia, ao levantar a viatura, foi-me entregue apenas o relatório relativo à substituição dos pneus. Quando questionei sobre a fuga no radiador, o colaborador foi consultar internamente a oficina e, posteriormente, limitou-se a informar que a Norauto não assumia qualquer responsabilidade pela situação. Questionei então não a eventual responsabilidade por defeito da peça em si, mas sim o facto de ter sido realizada uma intervenção no sistema de refrigeração — nomeadamente limpeza e substituição do líquido — sem qualquer informação ou advertência ao cliente de que, tratando-se de um sistema que utilizava apenas água, poderiam existir riscos acrescidos e problemas ocultos decorrentes dessa substituição. Importa salientar que, nesta terça-feira, dia 14/04, estive em três oficínas afim de orçar o reparo/substituição do radiador e fui informado que a utilização prolongada de água em vez de líquido refrigerante adequado pode originar corrosão, ferrugem, crostas e outros depósitos no circuito de refrigeração. Mais ainda, fui informado, antes da substituição do fluido nestas circunstâncias, é prática recomendada alertar o cliente de que: * pode ser necessária uma limpeza profunda (“flush”) de todo o sistema; * poderá ser necessária desmontagem e verificação de componentes como radiador, bomba de água e termóstato; * mesmo após limpeza, podem surgir fugas posteriormente, uma vez que o novo líquido pode remover depósitos que estariam a ocultar pequenas fissuras ou corrosão; * em certos casos, é aconselhável a substituição preventiva de vários componentes do sistema. Nenhuma destas informações me foi prestada pela Norauto antes da intervenção realizada. Considero, por isso, que houve omissão de informação técnica relevante, impedindo-me de tomar uma decisão plenamente informada quanto à realização do serviço e aos riscos associados. Acresce que, no mesmo dia, ao levantar a viatura, apercebi-me de que o valor faturado era inferior ao montante pago online. Apenas porque questionei essa discrepância fui informado de que o alinhamento não havia sido realizado, alegadamente por impossibilidade técnica, dado que as rótulas e axiais se encontravam “presas”. Ora, esta justificação levanta uma questão ainda mais grave: No relatório da revisão efetuada apenas 20 dias antes, consta expressamente que os seguintes componentes se encontravam em “OK” / “Bom Estado” * Rótulas inferiores * Rótulas axiais * Rótulas superiores * Sinoblocos das barras estabilizadoras * Sinoblocos do triângulo de suspensão dianteira Não é minimamente coerente que componentes atestados como estando em bom estado numa revisão recente impossibilitem, poucos dias depois, a execução de um alinhamento precisamente por apresentarem anomalias. Tal situação coloca inevitavelmente em causa: 1. **A qualidade e rigor da revisão efetuada;** 2. **A veracidade do relatório técnico emitido;** 3. **A competência técnica dos profissionais responsáveis pela inspeção da viatura.** Para agravar ainda mais esta falta de confiança, no mesmo relatório da revisão consta a indicação de ausência da escova limpa-vidros traseira, componente essa que sempre esteve instalada na viatura e continua presente. Este erro factual demonstra, no mínimo, falta de rigor na inspeção realizada. Perante o exposto, concluo que existe um padrão de falta de profissionalismo, negligência técnica e deficiência na prestação do serviço, que compromete seriamente a confiança que qualquer cliente deve poder depositar numa empresa que se apresenta como especializada em manutenção automóvel. Assim, entendo que: * Não me é possível confiar na validade do relatório de revisão emitido; * Não tenho garantias de que os restantes pontos assinalados como “OK” tenham sido efetivamente verificados de forma competente; * A intervenção realizada no sistema de refrigeração foi executada sem informação adequada sobre riscos conhecidos e previsíveis; * Houve omissão de informação relevante ao consumidor e inconsistências técnicas graves entre relatórios e intervenções posteriores. Face a tudo isto, considero que a solução mais prudente será submeter a viatura a nova revisão integral junto de oficina devidamente especializada e de confiança. Solicito, por conseguinte, o reembolso integral do valor pago pela Eco Revisão Oficial, por considerar que o serviço prestado não correspondeu ao nível mínimo de qualidade, rigor técnico e fiabilidade expectável. Reservo-me ainda o direito de reclamar adicionalmente pelos prejuízos sofridos, nomeadamente relativos ao líquido de refrigeração perdido e a quaisquer custos futuros que venham a revelar-se consequência direta das intervenções realizadas. Aguardo resolução célere e adequada da presente reclamação.

Em curso

Sinistro

Em 11/2025, informei A Lusitânia por e-mail sobre uma infiltração do meu apartamento para apartamento abaixo do meu. Vocês enviaram o perito da UON o Sr. José Luís Mendes. Que fez uma vistoria da qual não concordei e combinei com a Sra. Célia Nogueira, que queria outra peritagem que não concordava com a vistoria feita pelo perito. Em face a minha conversa com. A Sra. Célia Nogueira, via e-mail e também telefone acordamos para o dia: 01.04.2026 o levantamento/quebra da banheira e que o perito estaria presente. Só que o perito não compareceu e nem fui informada da ausência dele. Fiz várias chamadas no dia 01.04.2026 A Lusitânia e que apenas me mandavam esperar o perito. A banheira foi partida pois o perito não apareceu e foram feita fotos do estado interior da válvula da banheira onde estava o problema que causava infiltração e que o Sr. Mendes da UON fez questão de negligenciar… inventando problemas de vedação e até que eu fui informada da vistoria e manifestei compreensão… sendo que só fui informada mais de uma semana depois deste documento emitido pelo perito. No dia 02/04/2026 o sr. Aureo Pereira, envio um técnico ao apartamento onde foi feito fotos e vídeos da minha casa e do teto da vizinha lesada… visto que foi impossível entrar em contato com a gestora de sinistro Célia Nogueira, onde enviei vários e-mail e não obtive resposta. Fui até a Lusitânia na Boa Vista onde também tentaram contato com a gestora e foi sem sucesso. Colocaram em contato com l sr. Aureo Pereira. Também enviei para o e-mail do sr. Aureo o orçamento feito pelo sr. Laurentino, dei início às obras na casa de banho porque esta situação já se arrastou demasiado criando problemas para a inquilina do 7.1 que quer pintar o teto e s mim crise de stress e ansiedade… e despesas desnecessárias para resolver a situação com transparência e honestidade. Neste momento minha casa de banho está a ser arranjada e estou a espera de uma informação da Lusitânia a cerca do processo. Atenciosamente +41763055159 Roberbiana Pereira

Em curso
S. M.
14/04/2026

Assumir responsabilidades

Em março de 2026 foi adquirida uma viatura Peugeot 208, com 19.000 Km, ao ser efetuada a entrega pela transportadora foi verificado que uma roda estava bloqueada, ficou mencionada na guia de transporte. Contactei a Auto1, para reportar a situação (foi enviado vídeo da roda bloqueada, digitalização da guia de transporte e um orçamento do valor da reparação). A resposta da Auto1 foi que não se responsabilizavam pelos danos da viatura, seria eu assumir a responsabilidade. Nos últimos meses várias viaturas adquiridas a Auto1 European Cars B.V. Representação Auto 1, são entregues com problemas mecânicos, nos anúncios da plataforma, nunca são mencionados, após a recepção das viaturas é reportado de imediato as avarias e até a presente data nunca se responsabilizaram pelos danos das viaturas.

Em curso
T. N.
14/04/2026

Pedido de RESOLUÇÃO POR JUSTA CAUSA E FRAUDE CONTRATUAL

Venho por este meio apresentar uma reclamação que fiz á empresa, sem resposta. "Venho por este meio apresentar reclamação formal e comunicar a resolução imediata por justa causa do contrato de prestação de serviços de segurança instalado a 18 de março, com base nos factos gravíssimos que passo a expor: ​1. Publicidade Enganosa e Preço Adulterado: No dia 16/03, foi-me proposto um pacote de 33€. Embora a vossa publicidade indique a oferta da câmara PTZ, o técnico informou que teria um custo de +4€/mês. Aceitei os 37€, mas o contrato que recebi por e-mail indica 49,20€, um valor que nunca aceitei. ​2. Quebra de Acordo de Carência: Informei o técnico e o comercial que tinha contrato com a Verisure até 23/04. Foi-me garantido verbalmente que o vosso serviço seria oferta até essa data. No entanto, recebi faturas de Março e Abril de ambas as entidades que totalizam 147,46€. E estou a pagar juros de mora agora. Fui induzida em erro para aceitar a instalação antecipada. ​3. Fraude na Assinatura Digital: O técnico solicitou-me códigos via SMS por chamada telefónica, alegando serem para a "ativação do serviço". Verifiquei depois que esses códigos foram usados para assinar digitalmente um contrato que eu não li nem autorizei, com condições falsas: mensalidade de 49,20€ e fidelização de 36 meses (quando o acordado foram 24 meses). ​4. Serviço Deficiente e Falta de Assistência: O equipamento não funciona corretamente devido a uma alteração de internet. O técnico agendou assistência para 23/03, mas não compareceu nem deu explicações até à data. ​Face ao exposto: ​Considero o contrato nulo e resolvido por vício de consentimento e má-fé comercial; ​Exijo a anulação imediata das faturas emitidas indevidamente; ​Solicito a retirada dos vossos equipamentos da minha residência no prazo de 5 dias úteis. ​Informo que já submeti esta queixa no Livro de Reclamações Eletrónico e que o débito direto foi cancelado. Aguardo a confirmação por escrito do cancelamento do serviço sem qualquer custo." Até á data ignorado.

Em curso
M. R.
14/04/2026

Pedido de resolução de conflito – Uniplaces (reembolso de 558€)

Venho por este meio apresentar pedido de intervenção relativamente a um conflito de consumo com a plataforma Uniplaces. No dia 18 de dezembro de 2025, efetuei uma reserva de um quarto em Lisboa através da plataforma, com base num anúncio que indicava o valor de 310€ por mês. Para confirmar a reserva, foi-me apresentado um valor total de 558€, correspondente ao primeiro mês de renda (310€) e à taxa de serviço da plataforma (248€), valor que foi pago. No entanto, apenas após a conclusão do pagamento foram apresentados outros encargos obrigatórios, que não estavam claramente indicados anteriormente, nomeadamente: Taxa administrativa Depósito de segurança Pagamento antecipado do último mês de renda Taxas adicionais de limpeza Estes custos elevaram o valor total do alojamento para mais de 1500€, alterando completamente as condições inicialmente apresentadas. Adicionalmente, a entidade responsável pelo alojamento (AMS Coliving) apenas foi identificada após a conclusão do pagamento, impossibilitando uma avaliação prévia informada por parte do consumidor. Importa referir que: Nunca usufruí do alojamento Nunca tive acesso ao imóvel Cancelei a reserva imediatamente após tomar conhecimento destes custos adicionais A plataforma recusa o reembolso do valor pago, alegando que os custos estavam mencionados no anúncio, o que não corresponde à forma clara, transparente e acessível exigida por lei, sobretudo no momento pré-contratual. Considero que houve: Falta de informação pré-contratual clara e completa Omissão de custos obrigatórios Prática comercial desleal Desequilíbrio contratual em prejuízo do consumidor Situação que poderá violar: Lei n.º 24/96 (Lei de Defesa do Consumidor) Decreto-Lei n.º 57/2008 Decreto-Lei n.º 24/2014 Diretiva 2011/83/UE Desta forma, solicito a intervenção deste Centro para: Mediação do conflito Obtenção do reembolso integral do valor pago (558€) Anexo toda a documentação relevante

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