Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
Empresa a pior
tanto mal fizeram que conseguiram que saísse. Fui chefia em Loures e as queixas contra na altura o Pedro Santos por nada fazer e privilegiar as chefias de secção eram muitas. Os Rh sabiam das queixas contra Nádia, Claúdia Frasquilho e contra também colaboradores de caixas mal-educados. Mas o que o Ikea fez foi pressão, pressão, ameaças e darem notas negativas e depois colocaram o amigo para subir para team leader, edilson. Agora tem um Miguel Andrade que é um autoritário e manipulador. A pior empresa para trabalhar isso sim.
Problemas com a entrega
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente a uma encomenda de sabrinas da marca PAEZ, efetuada através da vossa loja online. De acordo com a informação disponibilizada no momento da compra, o prazo de entrega indicado era de 5 dias úteis, estando a entrega prevista para o dia 26 de dezembro. No entanto, até à presente data (9 de janeiro), a encomenda ainda não foi entregue. Mais informo que não recebi qualquer atualização, aviso ou informação sobre o estado da encomenda, nem sobre eventuais atrasos, o que me causa um compreensível desagrado, sobretudo tendo em conta o prazo inicialmente anunciado. Solicito, assim, esclarecimentos urgentes sobre o estado da minha encomenda e uma indicação concreta de quando a mesma será entregue. Caso tal não seja possível, agradeço que me informem sobre os procedimentos para eventual cancelamento e reembolso. Fico a aguardar umat resposta com a maior brevidade possível.
Desmarcação do voo 4 vezes e não atendem nem remarcam
Bom dia comprei um voucher na skydive maia para fazer salto de para quedas, entretanto marcaram o salto e desmarcaram mais de 3 vezes, tento falar com a empresa ninguém atende o telemóvel , não respondem aos e mails, já nos deslocamos a loja mas está fechada. Como esta situação se mantem há muito tempo, venho por este meio pedir o reembolso, uma vez que a empresa não se disponibiliza a resolver a situação. Tenho como comprovativo os e mails da desmarcação do voo por parte deles 3 vezes. Fundamentação legal: Nos termos do art.º 4.º e 8.º do Decreto-Lei n.º 24/2014, na falta de cumprimento do contrato por parte do prestador, o consumidor tem direito à resolução do contrato e ao reembolso integral. A cláusula “vouchers não reembolsáveis” não é aplicável quando é o fornecedor que impossibilita a prestação do serviço, configurando cláusula abusiva nos termos dos art.º 19.º e 25.º da Lei de Defesa do Consumidor.
filas e má educacao
Boa tarde, Fui de tarde ao Lidl em Alcochete e a mulher da caixa não era simpática e de má cara, porque reclamei das filas. Denoraram imenso a abrir outra caixa e o rapaz que veio só a falar com outros por aquele aparelho.
Burla online
No passado dia 08/12/2025 fiz uma compra de dois casacos no valor de 102,85€ na loja online dianalisboa.com, mas as imagens do site e das redes sociais não correspondem aos produtos enviados. Os artigos que recebi são de péssima qualidade, as cores e os materiais não têm relação com o que é descrito. O serviço ao cliente é arcaico e os emails de contacto publicados são inúteis, pois a mensagem vem devolvida. O site menciona que as Devoluções são gratuitas, mas a Política de Reembolsos refere que os custos são a cargo do comprador, e a dita morada europeia não existe (as encomendas vem da China). Não cumprem com os prazos de entrega declarados e ainda paguei o Envio Premium, mas demorou exatamente 30 dias a chegar. Neste momento espero informações sobre a devolução do dinheiro, mas sem grande esperança.
Encomenda não foi entregue pelo estafeta
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação relativa a um serviço de entrega prestado através da plataforma Glovo. No dia em causa, efetuei uma encomenda no valor total de 44,03€, a qual não foi entregue no destino. O estafeta associado à encomenda, identificado na aplicação como Ricardo, não efetuou a entrega dos produtos. Durante o período previsto para a entrega, enviei mensagens ao estafeta através do chat da aplicação Glovo, não tendo obtido qualquer resposta. Apesar da ausência total de entrega e de contacto por parte do estafeta, o pedido foi dado como entregue no sistema da aplicação, situação que não corresponde à realidade. Ainda assim, o valor da encomenda foi integralmente cobrado. Perante esta situação, solicitei apoio junto da Glovo através da própria aplicação, tendo trocado várias mensagens com o apoio ao cliente, as quais junto em anexo. Em todas as respostas recebidas, a Glovo recusou proceder ao reembolso ou a qualquer tipo de compensação, alegando que o pedido não cumpria os requisitos necessários, sem nunca esclarecer quais são esses requisitos nem fundamentar a decisão face aos factos apresentados. Considero esta situação grave, uma vez que fui cobrada por um serviço que não foi prestado, sem qualquer explicação clara, transparente ou verificável, ficando a suportar um prejuízo financeiro injustificado. Acresce ainda a preocupação com a segurança e fiabilidade do serviço, dado que uma encomenda pode ser assinalada como entregue sem confirmação efetiva do cliente. Solicito, assim, a intervenção da vosso entidade no sentido de analisar a situação descrita e apoiar na defesa dos meus direitos enquanto consumidora. Com os melhores cumprimentos, Raquel Gonçalves
Produto falso, impossibilidade de estorno do dinheiro ou outra situação possível
O meu filho comprou no dia 21/07/2025, uma capa para o Iphone através na Fnac, em marketplace. A capa veio e passado uma semana começou a apresentar sinais de desgaste. Uns dias mais tarde, a capa estava com danos injustificáveis para o uso e para o fato de ser um artigo, supostamente, "novo e original". Fomos à loja da Apple, para pedir uma orientação e disseram-nos que a capa não é da Apple porque as capas originais não se estragam assim tão facilmente e nada puderam fazer, obviamente, porque não foi comprada neles. Até aqui tudo certo. Decidimos então ir à Fnac e expor o assunto, até porque foi "a eles" que comprámos a capa. Responderam-nos que nada há a fazer porque a capa foi comprada em marketplace! Respondi que essa postura deles era inaceitável porque foi comprada no site, que é domínio deles e que deviam pelo menos chegar à fala com o fornecedor relatando o assunto, já que o meu filho enviou um email à empresa mas não responderam. O funcionário respondeu que vai ser muito complicado porque o fornecedor já não está no site da Fnac e nestes casos é muito difícil. A empresa em questão é a Vie Reel. Gostaria do vosso auxílio nesta matéria, porque para mim não faz sentido comprar um artigo, sob domínio de uma outra loja(Fnac), ser burlada e não ter a hipótese de devolução do dinheiro ou até de expor a situação. Isto não é só comprar, ser enganado e calar. Esta postura por parte da Fnac, é inaceitável e de uma total desresponsabilização, respeito ou defesa dos (também) seus clientes!
Incumprimento de compromisso assumido por chamada gravada / Envio de produto errado
Encomenda n.º: 8691478 No dia 6 de janeiro, entrei em contacto telefónico com o apoio ao cliente da Worten, relativamente à encomenda n.º 8691478, numa chamada com duração aproximada de 1 hora e 30 minutos, a qual me foi expressamente indicado que se encontrava gravada. Durante essa chamada, a Worten informou-me inicialmente que a única solução possível seria a devolução do valor pago, solução essa que recusei, uma vez que: o produto entregue não correspondia ao produto que efetivamente adquiri; o erro no envio foi exclusivamente da responsabilidade da Worten; a simples devolução do dinheiro deixava-me claramente lesado, pois o produto correto já não se encontrava disponível nas mesmas condições. Perante a minha recusa em aceitar apenas a devolução do valor, a Worten apresentou então uma solução alternativa, garantindo-me que: eu deveria proceder à devolução do produto enviado incorretamente; após a devolução, bastaria voltar a contactar o apoio ao cliente; seria então atribuído um voucher de acompanhamento de preço, que me permitiria adquirir o produto correto, independentemente de este pertencer à categoria outlet / caixa aberta. Esta garantia foi determinante para que eu aceitasse avançar com a devolução, deixando claro que só concordei com o procedimento após a apresentação expressa deste plano de substituição, e não com uma simples devolução do dinheiro. Cumpri integralmente o procedimento acordado: efetuei a devolução do produto no dia 7 de janeiro; após a devolução, voltei a contactar a Worten no mesmo dia da devolução para solicitar o voucher prometido entretanto abriram um novo caso para analise como se nao tivesse nenhum registo. No dia 8 tornei a ligar minha surpresa, fui informado de que não existia qualquer registo interno desse compromisso apresentado no dia 6, tendo sido aberto um registo de reclamação no dia 8 de janeiro, com o n.º 17337872. Em contacto telefonico a Worten tentou alterar a posição inicialmente assumida, afirmando que “o procedimento de substituição não existe, apenas devolução”, o que contraria diretamente o compromisso que me foi garantido na chamada do dia 6 de janeiro, chamada essa gravada pela própria empresa. Importa reforçar que: o erro no envio do produto é imputável exclusivamente à Worten; segui rigorosamente todas as instruções que me foram dadas; a Worten assumiu um compromisso claro, que criou uma expectativa legítima e vinculativa; não posso, nem devo, ser prejudicado por falhas internas de registo, comunicação ou alteração posterior de procedimentos. Nos termos da Lei de Defesa do Consumidor e do Decreto-Lei n.º 84/2021, quando o bem entregue não corresponde ao contrato, cabe ao vendedor repor a conformidade sem custos e sem prejuízo para o consumidor, não sendo aceitável que este suporte consequências de erros do fornecedor. Assim, solicito formalmente: O cumprimento do compromisso assumido pela Worten na chamada gravada de 6 de janeiro, A atribuição do voucher de acompanhamento de preço, conforme garantido, A possibilidade de adquirir o produto correto, sem qualquer prejuízo financeiro para mim. Caso esta situação não seja resolvida de forma célere e conforme a lei, reservo-me o direito de escalar a reclamação junto da ASAE, Direção-Geral do Consumidor e demais entidades competentes, bem como de solicitar formalmente o acesso às gravações das chamadas, que comprovam o compromisso assumido. Aguardo resolução adequada.
Ok mobility prior velho
Reclamação – Ok Mobility (Prior Velho) No dia em que me dirigi às instalações da Ok Mobility no Prior Velho para proceder à entrega de uma viatura, fui alvo de um tratamento incorreto, contraditório e pouco profissional por parte de uma colaboradora da empresa, situação que considero inaceitável. A viatura encontrava-se alugada em nome da minha esposa, que era a titular do contrato. No entanto, no momento da devolução, foi-me comunicado que não sou condutor autorizado e que, por esse motivo, a empresa pretende cobrar indevidamente uma taxa de 70€ do depósito da Via Verde, alegando que eu conduzi o veículo desde o Aeroporto de Lisboa até às instalações da Ok Mobility no Prior Velho. Importa esclarecer que apenas deixei a minha esposa no aeroporto e conduzi o veículo exclusivamente para proceder à sua entrega, não tendo feito qualquer utilização abusiva ou prolongada da viatura. Mais grave ainda, no dia 2 de janeiro, estivemos nesta mesma empresa para entregar outra viatura com exatamente o mesmo tipo de contrato. Nessa ocasião, um colaborador chamado Miguel Ferrão, plenamente ciente de que o meu nome não constava do contrato, entregou-me as chaves do veículo Skoda, matrícula BM-95-AI, autorizando-me a conduzir até à bomba de combustível, tendo inclusive recomendado a BP do Prior Velho. Após o abastecimento, fomos obrigados a regressar novamente às instalações devido a uma avaria imediata na viatura, o que demonstra que a empresa já tinha aceite, conscientemente, esta mesma situação anteriormente. No episódio atual, a colaboradora Rita Fernandes adotou desde o primeiro momento uma postura arrogante, desrespeitosa e nada profissional. Quando expliquei que não utilizei o veículo durante o aluguer e que apenas o conduzi para a entrega, respondeu-me de forma irónica e ofensiva com a frase: “Então você carregou no botão e o carro apareceu aqui por magia?” Esta atitude é totalmente incompatível com um atendimento profissional, respeitoso e orientado para o cliente, especialmente numa situação em que a própria empresa já tinha agido de forma oposta em circunstâncias idênticas. Considero que: • Existe falta de coerência nos procedimentos da empresa; • A cobrança pretendida é abusiva e injustificada; • O atendimento prestado foi desrespeitoso e impróprio; • O cliente foi tratado com ironia e desdém, o que é inaceitável. Solicito, assim, a anulação imediata de qualquer cobrança associada a esta situação, bem como a avaliação do comportamento da colaboradora envolvida, de forma a evitar que situações semelhantes se repitam com outros clientes. Apresento esta reclamação para que fique registada e para que sejam tomadas as devidas medidas corretivas.
Prestação Deficiente de Serviços de Lavandaria 5aesc El Corte Ingles Gaia Hugo Teixeira Unipessoal
Prestação Deficiente de Serviços de Lavandaria da loja 5 á SEC El Corte Ingles Gaia (Hugo Teixeira Unipessoal, Lda.) – Danos em Peças de Vestuário de elevado valor, Perda de Artigos, não cumprimento de prazos e erros de Entrega ao Longo do Último Ano. Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar reclamação formal contra os serviços prestados pela rede de lavandarias 5 à Sec, nomeadamente na loja do El Corte Ingles de Vila Nova de Gaia, pelos motivos que passo a expor de forma detalhada. Sou cliente habitual da vossa rede há vários anos, tendo confiado inúmeras peças de vestuário para limpeza a seco, engomadoria e outros tratamentos. Contudo, no decurso do ano de 2025, verifiquei uma série de incidentes graves e recorrentes que me causaram enormes prejuízos patrimoniais e não patrimoniais, estimados em centenas de euros sem que tenha obtido uma resolução satisfatória em QUASE todos os casos expostos por parte da referida loja. Os principais factos são os seguintes: 1. Danos em peças de vestuário causados por produtos químicos inadequados: Várias camisas e vestidos foram devolvidos com alteração irreversível da cor, manchas permanentes e descoloração, presumivelmente devido à aplicação de produtos que danificaram os tecidos, violando as Condições Gerais da Prestação de Serviços da Lavandaria e Limpeza a Seco, nomeadamente as alíneas 5 e 13. Exemplos em anexo. 2. Perda de artigos: Pelo menos uma camisa foi extraviada e nunca devolvida, tendo me sido oferecido um voucher de 250 euros para gastar na própria loja que eu não usufrui na sua totalidade, dado que depois de detetar mais um artigo com uma alteração irreversível de cor, deixei de entregar os meus artigos á responsabilidade da loja. 3. Erros na entrega de peças: Em diversas ocasiões, foram entregues camisas ou outras peças a mais, pertencentes a outros clientes, gerando perda de tempo e desconfiança quanto à gestão dos processos internos. 4. Atrasos contínuos na entrega do produto: Nas últimas semanas, era constante o atraso dos artigos de vestuário, tendo ido muitas vezes ao Corte Inglês sem que os produtos estivessem prontos, criando-me despesas extras no transporte e demais custos associados ao parqueamento. Estes incidentes ocorreram de forma recorrente principalmente a partir de Maio do ano transato (2025), apesar das reclamações verbais efetuadas na loja, que não resultaram em qualquer medida corretiva. Tal situação revela uma clara falta de cuidado profissional, violando os deveres de diligência e responsabilidade previstos na lei nomeadamente a Lei de Defesa do Consumidor n.º 24/96 de 31 de julho e pelo Código Civil, estabelecendo que as lavandarias são responsáveis pelos danos causados aos artigos dos clientes, a menos que possam provar que a culpa não lhes é imputável, algo que não aconteceu, nem justificação deram para tal. Em consequência, sofri prejuízos significativos, incluindo o valor das peças danificadas ou perdidas, custos adicionais com substituição de roupa e incómodo pessoal. Exijo, assim: • O pedido formal de desculpas por escrito dado que o/a responsável, nunca, mas nunca se prestou a pedir desculpas ao cliente nas inúmeras situações, deixando para as suas colaboradoras dar a cara. • Exijo uma camisa nova ou a reparação dos danos provocados à camisa da minha esposa da marca Tommy Hilfinger. Ultimo artigo detetado danificado. Mais informo, que com base nos fatos supramencionados, solicitarei uma auditoria à casa mãe 5 á SEC ao seu franchisado, e uma investigação junto da ASAE, pois trata-se de danos sistemáticos em roupas. A empresa alega nas condições gerais do serviço na alínea 16 que as reclamações devem ser apresentadas aquando do levantamento da peça, devendo o cliente examinar a peça e, caso encontre alguma anomalia na mesma, preencher, em conjunto com a lojas 5àsec, o competente formulário. Acontece que todas as minhas peças de vestuário vêm no plástico que me é cobrado e em qualquer momento o permite ao cliente a sua verificação peca a peca, imaginem verificar +30 pecas (camisas e vestidos). Em anos, nunca me foi informado para analisar e verificar cada peca em frente as colaboradoras no ato da entrega, mesmo depois de vários defeitos encontrados. Sinto-me traído pela falta de cuidado e profissionalismo que esperava de um serviço como este. Fomos tolerantes durante muito tempo, até ao momento que vimos muita desorganização, queixas de muitos clientes e acima de tudo, falta de respeito pelos nossos produtos que são de valor elevado. Pior que qualquer indemnização é a imagem criada e o passa palavra puxa palavra no seio da comunidade, tudo aconteceu este ano, até então, tive sempre um excelente serviço. Algo mudou, algo transpôs os procedimentos internos e procedimentos gerais da 5 á SEC. Alguém tem de ser responsável pela destruição dos bens materiais de terceiros, que confiam as suas roupas a outros. A pessoa responsável nunca, mas nunca deu a cara, nem satisfações, demonstrando um total desprezo pelo cliente. Estes foram apenas 2 exemplos de muitos estragos. Aguardo contacto urgente. Com os melhores cumprimentos, Antonio Costa
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
