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Falta de Respeito com Consumidor
Fiz uma compra de 01 óculos de visão com grau ao shopping Cascais pois estava a residir lá e mediante está compra não fui informada de seguro nem nada por quem me vendeu para possível danos futuros.Em janeiro de 2018 fiz minha mudança para o Porto e para minha tristeza tenho problemas com o óculos quando fui a mesma loja no Bolhão ao Porto perguntar oque poderia ser feito, a atendente me diz se tinha seguro eu fico perplexa?!Que Seguro?Então ela me explicou muito bem atenciosa e explicou que deveria ligar a loja de Cascais e reclamar disto, então o que me disseram foi que eu poderia ir em qualquer loja ao Porto e levar o óculos que concertariam sem custo algum. acontece que me trocaram a armação e 1 semana depois me quebra ao mesmo local e estou indo trabalhar sem óculos ou seja...Que produto é este que vcs fabricam?Estou em Tondela e liguei a loja de voces cá e a moça me diz que não tem está armação a loja nenhuma como assim?Que falta de respeito está Não?! Ou seja eu compro uma coisa na loja que a curto prazo quebra por má qualidade de materia prima e sou obrigada a fazer e ter gasto com outra armação ?Vocês não tem o devido respeito de se ter ao menos um estoque uma armação das que fazem de reserva de tantas vendas que fazem para dar respaudo a um cliente?Ou sou a minoria?Eu não vou pagar por outra armação nova quero o modelo da qual eu fiz , e exigo tal é direito meu!
Produto marca Continente - Rissóis de leitão
Faço esta reclamação por ter encontrado algo inadmissível dentro de um produto da marca Continente, supostamente certificado pela norma 9001, como representam na embalagem do mesmo. Espera-se pela certificação da norma que os produtos sejam de qualidade, bem como o processo para produzir os mesmos.Enquanto comia uns rissóis de leitão pré-fritos, feitos no forno, da marca continente, pude observar, ainda a tempo, que dentro de um deles se encontrava algo invulgar de espessura um pouco mais rija e cor branca. Maior foi o espanto quando retirei esse pedaço fora do normal e o virei ao contrário, deparando-me com bastantes pêlos agarrados a esse pedaço. Considero absolutamente nojento e inadmissível que se deixem passar coisas destas durante o processo de produção.Decidi deitar fora e não pensar mais no assunto. Até que outro familiar comeu mais um e encontrou um osso, de tamanho considerável, dentro de um rissol.Esta falta de atenção não é tolerável e poderia levar a certos perigos, como engasgamento, além da falta de higiene revelada.
Reparação cobrada dentro da Garantia
Comprei um anel banhado a ouro branco a 6-1-2018, que teve que ser trocado por tamanho inferior, que me veio a ser entregue em meados de Fevereiro (não me deram talão da troca, só tenho o talão da 1º compra). A 25-08-2018 o anel, já amarelo, partiu. Dirigi-me à loja para deixar para repararem. Informaram que ia demorar porque a fábrica/fornecedor estava fechada para férias. No dia 3-09-2018, recebi um sms da loja a dizer que o anel estava reparado. Dirigi-me à loja nesse dia onde-me foi cobrado 10 €. Questionei o porquê de não me ter sido dado orçamento da reparação para eu aceitar 1º, e não me souberam responder. Disseram-me que nem chegaram a enviar o anel para a fábrica/fornecedor e por isso não abrangia a garantia, logo eu tinha que pagar. Paguei os 10 € para ter o anel de volta. Que remédio. Mas um anel partido e amarelo ao fim de 8 meses da compra deveria abranger a garantia. Até porque mostrei outro anel de ouro branco que uso à 7 anos que se encontra em perfeitas condições. Desta forma não foi mau uso dado.
obras no condomínio
Sou arrendatário de uma fracção de um condomínio de seis prédios em Lisboa. Recebi um aviso relativo obras de conservação no condomínio, que apresentava um calendário e indicava um método de intervenção bastante distintos do que veio a suceder numa das fachadas dos edifícios.Foram montados andaimes em todos os prédios e, pior, foi feita a cobertura com redes de todos eles. Ao longo de quase cinco meses, os habitantes foram privados do usufruto das janelas, da mera abertura das mesmas e do direito à privacidade. Isto para não falar dos riscos na segurança, por acesso fácil aos apartamentos, e de saúde dos residentes.Escrevi à empresa Habitalimpa, gestora do condomínio, na expectativa de que o mesmo cenário não se repetisse na minha fachada e que a intervenção fosse feita prédio a prédio, e não em todo o condomínio. Não recebi resposta. Ao verificar que o método iria ser o mesmo,.voltei a escrever, de novo sem resposta.Ora a situação impede o usufruto normal do imóvel arrendado e causa prejuízos relevantes nas condições de habitabilidade (privação de luz, de arejamento e de vista), durante previsivelmente um período de tempo análogo ao da outra fachada (entre 4 e 5 meses), sendo que o definido pelo aviso da empresa seria de cerca de mês e meio.
Compra de uma cama
Boa tarde!Venho por este meio fazer uma reclamação à empresa Feira dos Sofás.No dia 15/04/2018 efectuei uma compra de uma cama Verona e o seu respectivo estrado na loja da Feira dos Sofás em Leça da Palmeira, com o número de encomenda GF18004863. Fui informada pela funcionária da loja que a cama não levaria os 45 dias úteis a ser feita, pelo que a cama só chegou ao armazém ao 42º dia (12/06/2018) e com defeito. Até à data contactamos várias vezes a loja e disseram-nos que mal a cama tivesse pronta nos ligavam. Dado que o prazo de entrega estava a terminar voltei a ligar uma última vez (12/06/2018) e para meu espanto a cama já se encontrava no armazém e nada me tinham dito.Fui buscá-la no dia seguinte (13/06/2018) ao armazém da Maia. A cama encontrava-se super embalada e só a desembrulhei em casa. Foi aí que reparamos que a cama se encontrava em mau estado, estalada e esburacada. Dirigi-me no dia 17/06/2018 à loja de Leça com as fotografias dos defeitos em que enviei via email ao funcionário, que por sua vez abriu uma ocorrência e nos informou que seríamos contactados nos próximos dias por uma equipa técnica para agendar o dia da recolha da cama.Passou essa semana e nada. Na semana seguinte liguei para a loja de Leça e disseram-me que iam ser breves. Efectuei mais dois telefonemas, um em cada semana e o discurso era sempre o mesmo. No dia 17/7/2018 contactaram-me. Passado 1 mês. Quando achava que este problema não podia piorar eis que ele piora e o telefonema que recebi não foi para agendarem o dia da recolha mas sim para me dizerem que a responsabilidade dos danos era minha, que a cama estava naquele estado por minha causa. Não queria acreditar no que estava a ouvir, e fiquei furiosa. Como é que uma empresa como esta procede desta forma, enganando os clientes e não dando o mínimo de credibilidade/seriedade aos mesmos.Dirigi-me de imediato ao armazém da Maia com a cama, onde fomos (mal) recebidos pelo sr.Domingos Franco, responsável do armazém, que se recusou a arranjá-la e muito menos a trocá-la dizendo que a cama nunca sairia do armazém naquele estado mas que se iria responsabilizar por uma parte da cama (a que se encontrava esburacada) e pela outra não (a que estava do tipo roída). Achei que não fazia sentido nenhum levar a parte mais estragada da cama embora e a outra ser arranjada, e foi quando o sr. Domingos disse que seria muito difícil arranjar a tal parte roída daí ele não se querer responsabilizar. Ao fim de algum tempo e de alguma insistência nossa para solucionar o problema, o sr. Domingos ficou com a cama completa para reparação. Foi aberta outra ocorrência com o nº GA180070 indicando que a cama só sairia do armazém após o cliente a verificar. Entretanto fiz uma reclamação via email e no site da feira dos sofás e não obtive respostas.Encontramo-nos no dia 06/09/2018, mais de um mês à espera sem qualquer contacto por parte da empresa.
Comboio Intercidades com fracas condições de higiene e falhas em pontualidade
Visto ser um cliente assíduo da CP, utilizando o Intercidades para atravessar de Lisboa ao Porto frequentemente. Deparei-me, pela quarta vez, com inúmeros problemas de higiene e pontualidade no serviço:- A última viagem que apanhei que partia de Lisboa - Santa Apolónia tinha estipulada a partida para as 21:30h. Quando eram 21:30h o comboio ainda estava com as luzes desligadas. O comboio apenas partiu às 21:45h. - Nessa mesma entrada no comboio reparei que haviam baratas a circular em toda a carruagem, havendo, inclusive, pessoas a ir para o bar com receio destas. Esta situação repetiu-se nessas quatro vezes que viajei.- De igual escassez de higiene estavam as casas de banho, extremamente sujas a um nível deplorável e já para não referir que a própria carruagem tinha lixo espalhado em vários locais. Esta situação repetiu-se nessas quatro vezes que viajei.- O comboio apenas chegou às 01:25 a Porto - Campanhã (quando o objectivo seria chegar às 00:50h). Esse chegada atrasada é também recorrente, sendo neste caso ainda pior pela hora tardia a que o próprio comboio já estava estabelecido chegar.Como sei que não são os comissários de bordo os responsáveis pela questão da higiene, apenas avisei os outros clientes da situação das baratas e fracas condições de higiene tendo alguns deles falado com os funcionários - que, como é obvio, não resolveram o problema. Relativamente à falta de pontualidade, resta-me apenas apresentar esta queixa por ser uma situação regular.Uma das razões pelo qual considero de extrema falta de respeito pelos clientes é o serviço da CP se apresentar como um monopólio dos serviços ferroviários, praticando preços altíssimos que, como visível pelas condições deploráveis apresentadas, não estão ao nível do serviço prestado.
Incumprimento ordem de reparação
Após ter observado a publicidade consubstanciada no site da worten e nas lojas físicas, onde se pode ler que “reparamos smartphones, computadores e eletrodomésticos, não importa onde comprou”, e considerando que uma marca como a worten é garante de fiabilidade, dirigi-me no dia 3/08 à worten resolve do Forum Coimbra. Fui atendido por um funcionário que me questionou qual era o problema do Pc, ao que respondi que não ligava. Perguntou se não seria da bateria, tendo eu retorquido que não sabia. Indaguei-o ainda se após a emissão do orçamento, caso não optasse por reparar o Pc se teria de despender qualquer valor, ao que me informou que não. Referiu que no dia seguinte provavelmente não me conseguiria dar resposta, mas que no domingo, quando fosse trabalhar dir-me-ia alguma coisa. No dia 7 de agosto, como não obtivera resposta, dirige-me ao balcão da worten onde fui informado que tinham enviado o Pc para o centro de reparações deles pois estavam com algumas dúvidas e que lá tinham outro tipo de ferramentas para aquilatarem em concreto qual o problema do PC, que entretanto me contactariam. Na semana seguinte, na ausência de contacto, dirigi-me novamente ao balcão suprarreferido, tendo o funcionário (não o mesmo que das outras vezes), após consultar o Pc e mostrar um semblante de estupefação, referido que o PC estava para Asus e que já os tinham interpelado no sentido de emitirem o orçamento. Informaram-me que o Pc se encontrava na Asus desde o dia 12. Questionei então qual o motivo para o Pc ter sido enviado apenas nesse dia, já que o entregara no dia 3 e que tinha urgência naquele serviço, visto tratar-se de uma ferramenta que utilizo no meu dia a dia. Referiu que deram ordem para ir para a Asus no dia 4, mas que depois o processo de transporte pode demorar. Referi que se era para enviar para a Asus eu próprio o poderia ter feito, que era meu entendimento que me deveriam ter questionado acerca do meu interesse em enviar o Pc para a marca. De referir que a publicidade refere que reparam qualquer marca, pelo era meu entendimento que seria arranjado na loja. O funcionário retorquiu dizendo que assim também ficava a saber qual era a anomalia do Pc. Proferiu ainda que não podia agilizar mais, a única coisa que poderia fazer era solicitar urgência, referindo que o cliente já se deslocara várias vezes à loja, para ver se emitiam o orçamento com maior celeridade, mas para estar descansado que entretanto me contactariam. Fiquei a aguardar pelo contacto que nunca aconteceu. Na ausência de contacto por parte dos serviços da worten, dirigi-me no dia 4 de setembro, cerca das 21h, à worten resolve do Forum Coimbra. O funcionário que me atendeu pediu a ordem de reparação e novamente referiu que não entendia. Que ainda não me tinham contactado certamente porque dizia que o PVP era superior ao valor do artigo. Mas que por outro lado tinha uma outra orientação que falava em 11 euros, pelo que se assim fosse eu certamente quereria arranjar. Eu respondi que se fosse 11 euros claro que queria. Porém, ele disse que o motivo da impossibilidade da reparação era a avaria numa placa e que a ASUS já não fabricava esse componente. Fiz então menção ao prazo de 30 dias que não tinha sido respeitado e que apresentaria uma reclamação. O funcionário falou num prazo de 75 dias, ao que disse que não, que aquilo que eu tinha assinado eram 30 ao invés de 75dias, e que mesmo apesar da minha insistência, das minhas deslocações aos serviços deles, nãoo obtivera qualquer resposta. Quando voltei a falar na reclamação voltou a arreferir que o Pc não tinha arranjo e que efetivamente a única falha deles foi não me terem dado conhecimento dessa situação. Referi que apresentaria uma reclamação por escrito, para ser ressarcido dos danos causados, pois sinto-me desconsiderado, ao que me disse que não teria qualquer possibilidade, pois entreguei um PC avariado, como é que poderia ter direito ao que quer que fosse. Questionei então para que assináramos o documento, se é apenas para responsabilizar o cliente, não obrigando a empresa a qualquer obrigação. É então um procedimento de “faz de conta”, questionei eu. Riu-se e encolheu os ombros. Sinto-me tratado com desconsideração, fui penalizado por todo o tempo que estive à espera sem poder utilizar o Pc ou eventualmente ter aproveitado outro negócio apelativo, inclusivamente na vossa empresa. Já me questionai reiteradamente se para solicitar um orçamento é necessário efetuar todas estas diligências, o que seria se fosse para reparar o PC.
Problema pós-venda com máquina de lavar roupa HOTPOINT
Em 20/09/2017 (há menos de um ano) comprei na WORTEN uma máquina de lavar roupa da marca HOTPOINT, a qual me foi indicada pelos assistentes como uma opção com excelente relação qualidade / preço. Em Julho de 2018, durante uma lavagem, um dos três batentes do tambor da máquina partiu e ficou à solta na máquina. No dia 11 de Julho de 2018 apresentei um pedido de reparação na WORTEN. Poucos dias depois a reparação foi feita, tendo até sido alterado outro batente que de acordo com o técnico também estava prestes a partir.No entanto, após um ciclo de lavagem, mais dois batentes ficaram partidos, sendo um destes batentes um dos novos, notório pela cor mais limpa.Desloquei-me novamente à WORTEN para pedir nova reparação. Dois dias depois, um representante da marca HOTPOINT ligou-me a indicar que os problemas verificados se deviam a desgaste da máquina por utilização e que, portanto, a garantia não cobria nova reparação. No dia seguinte, a WORTEN ligou-me, indicando que na sequência da decisão da HOTPOINT, iria encerrar o processo. Neste momento, tenho uma máquina que não posso usar pois o tambor apresenta 1 batente em vez de 3, estando inclusivamente esse ultimo batente a oscilar (provavelmente partirá se a máquina for novamente usada).Na minha opinião, não faz sentido o argumento de desgaste para este caso porque: - Um dos batentes que se partiu era um batente novo, instalado pelo técnico no dia anterior. Alegar desgaste após um único ciclo de operação é simplesmente ridículo. Se tal fizesse sentido, então a máquina de lavar roupa tem que ser categorizada como DESCARTÁVEL. - Podendo até assumir que o caso anterior se deveu a uma má instalação por parte do técnico, falta ainda explicar como é que, com menos de 1 ano e sendo usada em média uma vez por semana, a alegada máquina robusta e de excelente relação qualidade / preço começa a apresentar quebras nos batentes. Não poderá ser isto um problema técnico nos batentes? Ou até mesmo no tambor? Nada disto foi investigado, tendo desde logo sido concluído que se tratava de desgaste.De referir que, no ato de compra, nunca foi mencionado pelo assistente que após um ano ou mais seria necessário fazer a troca dos batentes do tambor. Tampouco é referido na ficha técnica da máquina que tal possa acontecer. Portanto, o que eu reclamo é que me resolvam este problema sistemático. Se para tal for necessário trocar a máquina, que seja.
Reclamação voo cancelado - TAP não quer pagar indemnização
Boa tardeAgradeço a vossa melhor atenção à reclamação em causa, que resulta do comportamento inaceitável por parte da TAP relativamente ao cumprimento da legislação - Regulamento (CE) n.o 261/2004 do Parlamento Europeu e do Conselho, que estabelece as regras comuns para a indemnização e assistência aos passageiros dos transportes aéreos em caso de recusa de embarque e de cancelamento ou atraso considerável dos voos.Dia 8 de Junho eu e o meu marido tinhamos voo marcado para Marrakech (saida 9H25) e chegados ao check-in fomos informados que o nosso voo (TP1454) tinha sido cancelado. Justificação - nenhuma. Não foi para além disso dada qualquer informação sobre os direitos do passageiro conforme é exigido pela legislação. Apresentaram apenas como solução irmos: Lisboa-Paris-Casablanca-Marraquexe, isto é passarmos de 1 voo de 1h30m para chegar de manhã ao destino, para 3 voos viagem com duração de cerca de 9h (TP442, AT765, AT405) o que apesar do incomodo e pedido de alternativas, que nos foram negadas, aceitámos!Depois de cerca de 5 horas de espera no Aeroporto, embarcámos para Paris, mas após cerca de 1 hora dentro do avião fomos informados que este tinha 1 problema técnico, que tinhamos de sair do avião porque o voo tinha sido cancelado - 2º voo cancelado no mesmo dia! Nova solução dada irmos no dia seguinte, 9 de Junho à tarde, chegando ao destino no final do dia... 2 dias de férias estragados com estes cancelamentos e despesas efectuadas e não gozadas!Também neste ultimo cancelamento, realço a completa ausência de informação relativamente aos direitos dos passageiros, e aos múltiplos pedidos que ao longo dessas horas fiz para nos colocarem noutro voo para Marrocos / Marraquexe ou Casablanca (para no mínimo conseguirmos chegar dia 8 ao destino), a resposta foi “a solução que lhe podemos dar é só esta não temos autorização para ver outras alternativas”.Como se não bastasse no regresso a Lisboa tentamos efetuar o check-in on line e verificamos ter inacreditavelmente havido antecipação de 1 hora na hora de partida do voo, que não nos foi comunicada, e que posteriormente já no aeroporto foi atrasada cerca de 1 hora.Após voltarmos fiz a 1ª reclamação à TAP dia 17 Junho (no local proprio do site da TAP para o efeito).Depois de diversos contactos telefonicos e mais 1 reclamação a pedir resposta, a resposta da TAP é dada somente dia 8 de Agosto dando apenas como opções para compensação do cancelamento, a escolha entre milhas ou vale viagem, não a indemnização em dinheiro conforme tinhamos solicitado, e apenas a compensação para o cancelamento do voo TP1454.Reclamei novamente quer pela indeminização em dinheiro do voo TP1454, que entretanto pagaram, quer pela devida indeminização pelo cancelamento do 2º voo TP442 o voo de reencaminhamento. A resposta da TAP a esta reclamação foi não reconhecerem ter de pagar as indeminizações pelo cancelamento deste 2º voo porque segundo eles:“de acordo com a legislação vigente, as indemnizações são pagas no cômputo do percurso, ou seja tendo em conta o ponto de partida e o ponto de chegada, independentemente no número de irregularidades existentes.”Ao longo deste ultimo mês tenho feito reclamações sucessivas à TAP evidenciando, através de excertos da legislação enviados (e que abaixo anexo), a exigencia às transportadoras aéreas do pagamento de indeminização por voo e não por percurso, bem como da prestação da informação aos passageiros dos seus direitos:Artigo 1.o Objecto 1. O presente regulamento estabelece, nas condições a seguir especificadas, os direitos mínimos dos passageiros, em caso de: b) Cancelamento de voosArtigo 2.o Definiçõesl) «Cancelamento», a não realização de um voo que anteriormente estava programado e em que, pelo menos, um lugar foi reservado.Artigo 3.o Âmbito1. O presente regulamento aplica-se: a) Aos passageiros que partem de um aeroporto localizado no território de um Estado-Membro a que o Tratado se aplica2. O disposto no n.o 1 aplica-se aos passageiros que: a) Tenham uma reserva confirmada para o voo b) Tenham sido transferidos por uma transportadora aérea ou um operador turístico do voo para o qual tinham reserva para outro voo, independentemente do motivo.Artigo 5.o Cancelamento1. Em caso de cancelamento de um voo, os passageiros em causa têm direito a:c) Receber da transportadora aérea operadora indemnização nos termos do artigo 7.oArtigo 14.o Obrigação de informar os passageiros dos seus direitos2. A transportadora aérea operadora que recusar o embarque ou cancelar um voo deve distribuir a cada passageiro afectado um impresso com as regras de indemnização e de assistência consonantes com o presente regulamento. Deve igualmente distribuir um impresso equivalente a cada passageiro afectado por um atraso de, pelo menos, duas horas. Os elementos de contacto com o organismo nacional designado a que se refere o artigo 16.o também devem ser facultados ao passageiro em impresso.Adicionalmente pedi que a TAP nos enviasse o(s) comprovativo(s) na lei daquilo que indicam estar na base da sua decisão. A resposta foi: “a nossa posição está justificada no artigo 7º 1 a): “Na determinação da distância a considerar, deve tomar-se como base o último destino a que o passageiro chegará com atraso em relação à hora programada devido à recusa de embarque ou cancelamento” No regulamento, em todo o artigo 7º, que refere o direito a indemnização, nunca refere que as indemnizações são cumulativas, ou seja, no cômputo do percurso é relevante o ponto de partida e o ponto de chegada para efeitos de contabilização da compensação.”Após mais esta justificação inaceitavel, solicitei que me pusessem em contacto com o departamento jurídico, dado o justificativo não fazer qualquer sentido e explicando-lhes que os excertos da legislação por eles enviados não dizerem respeito ao âmbito de aplicação desta legislação mas sim à determinação da distância a considerar para apurar o valor a pagar de indemnização para o voo cancelado, e que o artigo 7º indicado refere claramente o direito a indemnização por voo e não percurso, logo a menção a indemnizações cumulativas só apareceria caso as mesmas não fossem devidas.Adicionei ainda um excerto do Jornal Oficial da União Europeia onde é feita a COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO com as Orientações para a Interpretação do Regulamento (CE) n.o 261/2004 (https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/PDF/?uri=CELEX:52016XC0615(01)&from=EN) e que indica:Qualquer novo direito a indemnização nos termos do artigo 7.o é aplicável ao voo de reencaminhamento aceite ao abrigo do artigo 8.o , n.o 1, alíneas b) ou c), caso este seja também cancelado ou tenha um atraso à chegada (ver secção 04-04-2011). Se houvesse alguma duvida relativamente à intrepertação a dar à lei, esta comunicação da Comissão claramente evidencia que temos direito à indeminização no 2º voo de reencaminhamento que também foi cancelado.Considerando que mais uma vez tivemos uma resposta inaceitável “O processo está finalizado não havendo nada mais a acrescentar.”e em virtude da clara infração à legislação que está a ser praticada pela TAP, informei-os que iria contactar a DECO, pois estamos apenas a exigir o que a lei nos dá por direito.Agradecemos assim a vossa analise deste caso, e o aconselhamento e intervenção no sentido de que a legislação em vigor seja cumprida e que as praticas abusivas que as companhias areas vêm praticando, neste caso a TAP sejam devidamente penalizadas, e o consumidor devidamente protegido e compensadoFicamos a aguardar o vosso contacto e resposta por favorCumprimentos Manuela Andrade
CTT EXPRESSO Encomenda entregue a vizinho
Exmos SenhoresFiz uma encomenda no site da nespresso. Durante o processo escolhi o horário de entrega entre as 19h - 22h de forma a poder receber a encomenda na morada indicada.Acontece que a encomenda foi entregue asegunda-feira, 20 Agosto 2018 a um vizinho da parte da manhã, contra as indicações dadas e pior, código de conduta e boas práticas.Além isso os CTT mentem quando se faz a localização da encomenda, que resulta em:Hora Estado Motivo Local Recetorsegunda-feira, 20 Agosto 201820:10 Entregue - C. O. PERAFITA MANUEL SANTOS07:49 Em distribuição - C. O. PERAFITA -05:07 Receção - C. O. PERAFITA -Ora, eu solicitei um serviço que a nespresso pagou e não foi prestado. um serviço CTT EXPRESSO. Mais grave, a minha correspondência foi parar a casa de um vizinho, o que a meu vêr é gravíssimo. Acrescento que esta prática é frequente. É frequente a correspondência é deixada numa caixa de correio de uma das casas da rua e posteriormente o dono da casa distribuir a correspondência.Solicito aos CTT que se pronuncie sobre os dois casos apresentados.Cumprimentos,Manuel Santos
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