Reclamações públicas

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A. M.
12/10/2018

Equipamento danificado na reparação

Venho, pela presente, reclamar do serviço de reparação da XIAOMI, efetuado a um equipamento que ainda se encontrava dentro do período de garantia (adquirido há menos de 1 mês) Passo a expor o sucedido: Adquiri um equipamento XIAOMI MI A1 no mês de Setembro deste ano. Sucede que, passados poucos dias, o telemóvel caiu ao chão e, infelizmente, partiu o ecrã. De imediato, contactei a XIAOMI PORTUGAL (no site da marca consta um número de telemóvel, para o qual liguei. Fui atendido por uma gravação, a solicitar o envio de e-mail para colocar a questão que pretendia. Assim o fiz, tendo enviado um e-mail a solicitar assistência técnica para o equipamento que ainda estava dentro do período de garantia. Após algumas trocas de e-mails, procedi ao envio do telemóvel (com custos próprios) para a morada que me indicaram - MI STORE – APARTADO 20 – EC VILA NOVA DE CERVEIRA – 490-909 VN CERVEIRA. Nessa sequência, o equipamento foi rececionado no dia 21 de setembro, o que foi confirmado através de e-mail. Posteriormente, no dia 1 de outubro recebi a indicação de que a reparação estava concluída com sucesso e iriam enviar, à cobrança, o equipamento. O telemóvel foi recebido no dia 11 de Outubro, via correio CTT expresso, tendo liquidado o valor de Eur.70,00. Qual não é o meu espanto quando verifico que o equipamento foi enviado em condições defeituosas. De facto, o ecrã foi substituído, mas provavelmente ao efetuarem a substituição do ecrã danificaram bastante o chassis do equipamento, quer de um lado, quer do outro. Podem verificar o estado que o equipamento me foi enviado pelas fotos que anexo. Não é aceitável o sucedido, nem me parece que seja esta a imagem que a marca pretende passar aos seus clientes.Estou atualmente com um equipamento novo danificado por vós e o qual não estou a dar utilização.Tenho enviado emails (pois não têm contactos telefonicos) sem sucesso

Encerrada
A. D.
11/10/2018

Devolução do valor da compra ou troca do produto

A minha mulher Olga Marques ,fez uma compra on line , verificou que os tamanhos eram pequenos , fez a devolução atraves dos ctt e apos contatos com a empresa ,para a devolução do valor ou do envio do produto com o tamanho acima foi bloqueada e nao conseguiu mais o contato com a empresa. Aguardamos ate esta data e nao enviaram qq produto a substituir o anterior.

Encerrada
A. C.
11/10/2018

problema com compra online

comprei umas cadeiras para computador online , pelo preço que estava anunciado no site . Paguei e recebi a factura da compra . mas os artigos nunca foram entregues em vez disso devolveram me o dinheiro para a conta bancária.

Encerrada
P. M.
10/10/2018

Problemas com as Reservas

Comprei, em fevereiro, um pack de talões de 9 noites por 32€, em estadias em hotéis selecionados à empresa Lugar ao Sol. Foi um colega de trabalho que me enviou por Instant Messenger que me disse que depois haveria lugar a mais algumas despesas de alimentação, mas que ficaria em conta.Como se pode ver no site da empresa http://www.lugaraosol.pt/hoteis são alguns hotéis com preços mais ou menos atrativos mas que não vendem em época alta ou datas festivas ou que obrigam a vender 3 dias ao fim de semana. Digamos que os preços ficariam, geralmente, ao mesmo preço duma compra normal, mas com uma refeição incluída (sem bebidas).Digo “os preços ficariam” porque foi-me impossível até à data fazer qualquer reserva. Numa primeira tentativa com dois hotéis disse ao que ia, ou seja, disse que queria reservar com o programa “Lugar ao Sol” e prontamente me disseram que não tinham vagas, isto terá sido em abril. Como na zona não havia mais hotéis de interesse pelo programa acabei por fazer uma compra normal noutro hotel na zona pretendida. Mais recentemente, em setembro, tentei reservar para dois hotéis de Trás-os-Montes, mas desta vez não disse ao que ia, ou seja, perguntei por vaga para quarto, ao que ambos me disseram que tinham disponibilidade para as datas pretendidas, mas quando referi que era para utilizar o pack talões “Lugar ao Sol” aí já não podiam reservar. O Hotel Convento Balsamão disse que estavam a rever o acordo com a empresa e que até lá não podiam aceitar reservas. O Grande Hotel Dom Dinis disse que para talonário não porque tinha um número limitado para o “Lugar ao Sol” e que já tinham vendido tudo, mas se quisesse podia fazer a reserva, mas sem o talonário.Solicitei o reembolso do valor pago à empresa, por total inutilidade do programa, ao que me responderam que “O reembolso só é possível ser feito nos primeiros 14 dias apos a compra segundo as normas legais em vigor.” e que iam apurar o que se terá passado.Em relação ao Hotel Balsamão, não apuraram nada e que no Hotel Dom Dinis “Na data pretendida, havia a reserva de 3 grupos que esgotava o restaurante. Ora como o nosso programa exige fazer a refeição no hotel já não haveria condições pra prestar um serviço de qualidade e rápido. Daí, o hotel ter disponibilizado a venda direta do quarto mas sem refeição ou seja, fora do âmbito dos talonários. Nestes casos, é importante sugerir outras datas porque pontualmente o hotel ou restaurante pode estar lotado.”, primeiro esta é outra versão de desculpa um pouco mais sofisticada, depois os hotéis só querem vender quando mais lhes convém e isso torna o sistema totalmente inútil. Então se não vendem quando posso e vendem quando não posso. É inútil.Respondi da seguinte forma, mas não obtive mais resposta: “Não foi essa informação que me foi transmitida como já vos tinha informado anteriormente. Relativamente ao Convento Balsamão, qual será a desculpa? A informação que me foi dada foi que o acordo ainda estava a ser revisto.Assim parece que os hotéis arranjarão sempre uma boa desculpa para não vender pelo talonário. Se as datas disponíveis não forem aquelas que tenho disponíveis para estadia e forem as da conveniência do hotel, nesse caso os talões não me servem de nada e por isso insisto no reembolso da importância paga por inutilidade dos talões.O reembolso no prazo dos 14 dias é válido por qualquer motivo e sem qualquer justificação, o chamado prazo de reflexão.Já se o bem em questão se revelar defeituoso ou não tiver a aparência ou funcionar como anunciado, um comerciante tem a obrigação de reparar ou substituir o bem adquirido ou de oferecer uma redução do preço ou o reembolso ao consumidor. Segundo a lei europeia.”

Resolvida

Encomenda de correio normal não chegou ao destinatário

Caros Senhores,Já passou uma semana aquando do envio de um envelope com faturas.O destinatário ainda não o recebeu.Aguardo uma explicação do sucedido o mais breve possível, pois trata-se de conteúdo importante.Atenciosamente,Catarina Lopes.

Resolvida
J. C.
29/09/2018

Cobrança Indevida

Esta empresa envia um e-mail para pedir um valor que supostamente eu tenho a pagar ao Novo Banco, o que não percebo é como essa empresa não tem os meus dados, pois pedem-me o meu NIF, pedem-me o e-mail registado no Novo Banco, o que me deixa desconfiado, porque penso que o banco deveria indicar todos os dados da pessoa que deve, eu como não devo nada ao Novo Banco, muito menos a esta empresa, se realmente existe e quer cobrar uma coisa que eu não devo nem pago.vejam:Exmo. Sr. Joaquim Fonseca, A fim de dar seguimento ao V/ pedido, agradeço que me confirme o e-mail que rececionou o N/ pedido de contacto, uma vez que o seu e-mail não se encontra inserido no sistema do NOVO BANCO. Antecipadamente grata. Com os melhores cumprimentos. A colaboradora, Tânia Pires Neto Tel. 214 791 305 Fax. 214 792 298email. tanianeto@intercobrancas.com

Encerrada
B. S.
28/09/2018

Cobrança sem autorização de pacotes de dados movéis e para comunicar mais um dia

Sempre que terminam os dados móveis, a Vodafone, contra a vontade e sem autorização dos clientes, cobra 1,99€ por 100 Mb. Já entrei em contacto com a empresa e insisti para que me cancelassem esta burla, mas sem efeito. Para além disso, sempre que por alguma razão não efetuo o carregamento do telemóvel e sobra algum saldo, a Vodafone considera conveniente e aceitável retirar (roubar) 50 centimos todos os dias até ao fim do saldo, para continuares a comunicar à borla. O meu pedido à deco é que intervenha nestas duas situações que são constantes e se não são, deveriam ser completamente ilegais. Se um cliente não carrega o seu telemóvel é porque pretende deixar de comunicar, e não cabe à vodafone decidir se deve ou não extender o periodo de comunicações ainda por cima por um valor exorbitante de 50 centimos por dia. O mesmo se passa com os dados móveis, o cliente não tem de estar preocupado por gastar os dados móveis porque vai ser roubado pela empresa que lhe presta o serviço. Só para terem uma noção, no meu caso, já me foram cobrados 50 centimos mais de 50 vezes, o que são 25€ roubados. Quanto aos pacotes extra de dados, acredito que mais de 30 vezes, logo mais 60€

Encerrada
P. C.
27/09/2018

atraso no voo, perda de conexão

Caro senhor(a),No voo UX1156, dia 16 de setembro, à partida de Lisboa, o avião teve uma pane mecânica/eletrica, já na corrida para a descolagem. O avião foi rebocado para o terminal, pois não podia nem se movimentar sozinho.A empresa escolheu não nos desembarcar portanto ficamos dentro do avião por 3 horas sem nem água e informação.A chegada a Madri, meu voo UX3449, para Paris, já havia partido.Caso tivesse voltado ao terminal em Lisboa, poderiam ter me alocado num outro voo, seja para Madri, seja para meu destino final, porém foi escolha da empresa não fazer.Fui realocado num outro voo, para outro aeroporto, em outra companhia, para a manhã do dia seguinte.Era previsto chegar no aeroporto CDG dia 16 de setembro as 22:20, cheguei em ORY dia 17 às 9:20.Mostrei em Madri que havia um voo mais cedo, para CDG, mas não quiseram me colocar nesse voo.Como consequência, tive que pegar um uber para ir ao escritório e cheguei atrasado.Caso tivesse chegado na vespera, ou mesmo no voo anterior, teria pego o transporte publico, portanto esse foi um gasto desnecessário.Ao colocar-me numa outra empresa aérea, as milhas do voo não foram creditadas.Tive que dormir uma noite em Madri, e acordar antes das 5 da manhã para pegar o voo seguinte.As regras europeias 261/2004 são claras, mas a empresa não quer assumir a resposabilidade.Portanto não vejo outra forma que não seja procurar ajuda.

Encerrada
E. A.
25/09/2018

Problem com documentos do carro

O Valorauto diseram que vao tratar dos documentos do carro, depois de comprar o meu carro antigo, mas vi no site das finanças que o carro ainda esta no meu nome

Resolvida
A. C.
25/09/2018

Contraordenação sobre titulo de transporte

No dia 21 do mês de Setembro do ano de 2018, no percurso de Lisboa- Sta. Apolónia até Vila Franca de Xira a bordo do comboio nº4437 saído de Sta. Apolónia às 22:45 onde as bilheteiras já se encontravam fechadas dirigi-me ao segurança que me informou que os títulos de transporte teriam de ser adquiridos com o revisor. Posto isto e não havendo qualquer tipo de informação visual explicita considerei a pari que se nas bilheteiras está disponível como método de pagamento o pagamento eletrónico, o mesmo método de pagamento estaria ao dispor no vendedor equivalente (revisor) repito não havendo nenhuma informação visual imediata contrária a este raciocínio - note-se que encontrei uma referencia ao pagamento em numerário escrita em caracteres de rodapé num quadro de informação mediante inquirir o pessoal da estação no dia seguinte-. Confrontado com o não ser possível efectuar pagamento por cartão o revisor procedeu ao auto de acordo com o previsto no Decreto de Lei nº117/2017, de 12 de Setembro e apresentou me talão da multa como única opção de sanamento do vício.

Encerrada

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