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Problema com Roupeiro
No passado dia 15 de Abril eu e a minha esposa deslocamo-nos à loja da empresa na Zona Industrial de Oiã para adquirir um roupeiro. O processo de compra foi acompanhado pelo colaborador Ricardo Martins, que nos ofereceu o transporte e a montagem do artigo por 50 euros cada. Após perguntarmos se seria fácil montarmos nós o roupeiro, sem a ajuda de um profissional, este respondeu É fácil de montar. Depois desta resposta, optámos por aquirir apenas o serviço de transporte e montariamos nós o artigo. Pedimos ao senhor que indicasse à transportadora que teríamos disponibilidade para receber o artigo no dia 22 de Abril, o que ele apontou. Fechada a encomenda, com mais outros artigos para além do roupeiro, ainda nos informou que seria a transportadora a contactar-nos para a entrega desta.No dia 22 de Abril, durante a tarde, telefonamos para a loja (onde efetuamos a compra) para saber o estado da entrega. Foi-nos informado que esta já tinha sido despachada para a transportadora e que teriamos que contactá-la através do número 707 917 070 para poder obter essa informação. Após contacto, a funcionária da TNB revelou que não havia qualquer informação da nossa entrega, sendo que esta poderia ter chegado no dia passado e ainda não teria sido processada. Ainda nos adiantou que, se esse fosse o caso, a partir de segunda-feira, dia 24 de Abril, seriamos contactados assim que tal processo finalizasse.No dia indicado, tentamos várias vezes contactar a TNB, sem qualquer resposta. Voltamos a contactar a vossa loja de Aveiro, para que nos pudessem ajudar, pelo que obtivémos a mesma resposta: dado que a encomenda já tinha sido despachada para a transportadora, a MOVIFLOR já não podia fazer nada. No final do dia conseguimos finalmente contactar a TNB, que já marcou nova data para a entrega: dia 29 de Abril entre as 9h e as 13h.Chegado o dia e a hora, recebemos (finalmente!) o Roupeiro em casa. Um dos funcionários apenas nos advertiu que Montar este armário, para quem não tem experiência, vai demorar um dia inteiro. Durante esse dia foi-nos impossível montar o armário por motivos de força maior.Nos três dias seguintes conseguimos montar práticamente todo o armário. O PROBLEMA foi quando, ao seguir as instruções do manual de instruções (o que sempre fizemos), no processo de montar a segunda porta, esta RACHOU no local onde se encontrava aparafusada uma das peças de encaixe da porta. No momento em que nos apercebemos disto, apenas pousamos a porta por cima de umas mantas e não lhe mexemos mais. Dia 3 de Maio contactamos novamente a loja para saber como nos poderiam resolver a situação. Indicaram que teriamos que enviar um e-mail ao Senhor Bruno para o endereço spv@moviflor.pt (serviço pós-venda) a indicar o PROBLEMA, a URGÊNCIA, dados da fatura e fotos do dano. Ainda nos indicaram que, caso não fôssemos contactados, para voltar a ligar para a loja. Enviamos então e-mail com todos os dados indicados. Contactamos novamente a loja dia 5 de Maio, pois ainda não tinhamos tido nenhum contacto por parte do serviço pós-venda. Comprometeram-se a contactar o Sr. Bruno do serviço pós-venda para acelerar o processo. Dia 6 de Maio, enquanto que colocavamos algumas cruzetas no armário (que estava funcional mas sem uma porta), um dos apoios da vara que segura as cruzetas caiu levando esta e toda a roupa consigo ao chão. Com isto tudo, lembrei-me da fragilidade dos encaixes do roupeiro e comecei a recear que este não fosse seguro e pudesse cair durante os próximos dias. Liguei novamente para a loja a exigir a devolução do dinheiro e que me viessem buscar o armário. A funcionária disse que nada podia fazer, apenas o Sr. Bruno. Além disso, mais uma vez, comprometeu-se a notifica-lo novamente sobre a urgência do assunto. Por esta altura, tivemos que meter a porta debaixo da cama, pois estava a ocupar metade do quarto. Dia 10 de Maio enviei novo e-mail ao Sr. Bruno, reencaminhando o que lhe tinha enviado anteriormente, pedindo que me contactasse até às 12h do dia seguinte, senão iria pedir ajuda à DECO para resolver o assunto. Este contacto, não chegou e por isso estou aqui.Este assunto fez-me gastar mais de 10 euros a ligar para a transportadora, inumeros minutos gastos do plafônt do meu tarifário móvel, dores de cabeça devido ao nervosismo, uma noite sem sono com receio que me caisse o armário e, como me mudei recentemente para esta casa, não posso trazer as minhas coisas na totalidade da casa dos meus pais para aqui.
Embraigem e bimassa 93-fj-01
Carro ja veio com defeito. Apenas agora detetado . embraigem e bimassa com defeitos. Carro fez cerca de 6000 mil km apenas com 5 meses. Peças avariadas nao circularam 20 mil km segundo o consessionario da SAAB.Todas as 3 entidades descartam-se da responsabilidade. Kit embraiagem e bimassa nao tem 2 anos segundo me foi informado que foi alterado na ultima revisao aos 95 mil km.
Multa
Eu estava a viajar nos autocarros da STCP na cidade do Porto quando um fiscal da empresa 2045 me abordou para verificar se eu estava a viajar cumprindo as normas impostas pela STCP quando verificou, que apesar de eu possuir títulos disponíveis no meu cartão Andante para viajar por algum motivo desconhecido este mesmo cartão não ficou validado, e me pediu a minha identificação. Pedi ao fiscal que me explicasse o que se estava a passar, uma vez que não sou residente da área do Porto e por isso não tenho por habito usar os transportes públicos desta mesma cidade, logo não sei quais são os procedimentos adotados pelos fiscais, e o porque de ele querer os meus dados, uma vez que apenas a PSP e a GNR possuem competências e autoridade suficiente para identificar um cidadão, contudo o fiscal forneceu-me algumas informações que mais tarde verifiquei que tinham sido enganosas e que não retratavam a realidade do processo. Inclusive perguntei ao fiscal se ele me estaria a passar uma multa ao qual o mesmo me respondeu que apenas queria a minha identificação para preencher os meus dados e para me fornecer um notificação para que eu comparece-se junto de uma loja do Andante onde a minha situação seria esclarecida e resolvida, no entanto a informação que obtive junto da loja do andante foi que eu teria de pagar a multa que o fiscal me tinha passado, quando na verdade ele me tinha indicado que aquilo não era uma multa, ou que então podia expor a minha situação à STCP e a situação iria ser analisada. No entanto, obtive informações junto de alguns clientes habituais da STCP e dos transportes do Porto e fui informado que os fiscais em situações como a minha, onde os usuários possuem títulos disponíveis nos passes, contudo o passe não está validado, eles efetuam a validação do mesmo na hora da fiscalização. Assim os principais motivos da minha queixa devem-se ao facto de ter tentado obter esclarecimentos no momento em que ocorreu a situação, sendo que o fiscal me forneceu informações enganosas, ao qual junto o fato dos colaboradores da STCP me terem informado que eles fazem isso para despachar as pessoas. Assim não vejo forma possível de aceitar este comportamento Outro motivo que me leva a efetuar a queixa está relacionado com o facto dos fiscais que regulam os transportes do Porto atuarem de modo diferente perante situações que em tudo são idênticas, isto é, em certas situações o problema é resolvido na hora e noutras, como o meu caso, as pessoas são autuadas sem sequer saberem e sem obterem os devidos esclarecimentos. Para tentar resolver este problema entrei em contacto com a STCP e com a 2045, SA, todavia, da parte da STCP não me adiantaram qualquer informação relativa ao desenvolvimento do processo e da parte da 2045, SA, apenas me informaram que na verdade o comportamento do fiscal que me autuou não tinha sido correto mas que nada havia a fazer.Posteriormente voltei a contactar a STCP via telefone, aconselharam-me a enviar um email mais ainda estou a aguardar a resposta.
cancelamento da inscrição
Bom dia,Venho por este meio solicitar a vossa ajuda na seguinte situação:Em Dezembro do ano de 2014 foi solicitado no balcão do ginásio holmes place em braga o cancelamento da minha inscrição devido a problemas de saúde, nomeadamente uma cirurgia, que me impedia de frequentar o referido ginásio, Foi me dito no momento que estava tratado e nada mais seria precisava fazer. Por minha surpresa e surpresa essa desagradável quando começo a receber telefonemas que tinhas um valor em dívida pendente, logo de imediato foi dãoo por mim que já tinha solicitado o cancelamento e como tal não procederia ao seu pagamento. Pelo que entendi a referida empresa alega que teria de ter feito o pedido por escrito mas a mim nada me foi pedido no momento que procedi ao cancelamento ao balcão. Não fui informada da situação e depois começo a ser incomodada com telefonemas desagradaveis a pedir o pagamento dos valores em divida. Considero que fui mal informada e não tenho qualquer culpa pelo sucedido, e como tal solicito a vossa ajuda na resolução da situação.Obrigada pela atenção.
Multa
Eu estava a viajar nos autocarros da STCP na cidade do Porto quando um fiscal da empresa 2045 me abordou para verificar se eu estava a viajar cumprindo as normas impostas pela STCP quando verificou, que apesar de eu possuir títulos disponíveis no meu cartão Andante para viajar por algum motivo desconhecido este mesmo cartão não ficou validado, e me pediu a minha identificação. Pedi ao fiscal que me explicasse o que se estava a passar, uma vez que não sou residente da área do Porto e por isso não tenho por habito usar os transportes públicos desta mesma cidade, logo não sei quais são os procedimentos adotados pelos fiscais, e o porque de ele querer os meus dados, uma vez que apenas a PSP e a GNR possuem competências e autoridade suficiente para identificar um cidadão, contudo o fiscal forneceu-me algumas informações que mais tarde verifiquei que tinham sido enganosas e que não retratavam a realidade do processo. Inclusive perguntei ao fiscal se ele me estaria a passar uma multa ao qual o mesmo me respondeu que apenas queria a minha identificação para preencher os meus dados e para me fornecer um notificação para que eu comparece-se junto de uma loja do Andante onde a minha situação seria esclarecida e resolvida, no entanto a informação que obtive junto da loja do andante foi que eu teria de pagar a multa que o fiscal me tinha passado, quando na verdade ele me tinha indicado que aquilo não era uma multa, ou que então podia expor a minha situação à STCP e a situação iria ser analisada. No entanto, obtive informações junto de alguns clientes habituais da STCP e dos transportes do Porto e fui informado que os fiscais em situações como a minha, onde os usuários possuem títulos disponíveis nos passes, contudo o passe não está validado, eles efetuam a validação do mesmo na hora da fiscalização. Assim os principais motivos da minha queixa devem-se ao facto de ter tentado obter esclarecimentos no momento em que ocorreu a situação, sendo que o fiscal me forneceu informações enganosas, ao qual junto o fato dos colaboradores da STCP me terem informado que eles fazem isso para despachar as pessoas. Assim não vejo forma possível de aceitar este comportamento Outro motivo que me leva a efetuar a queixa está relacionado com o facto dos fiscais que regulam os transportes do Porto atuarem de modo diferente perante situações que em tudo são idênticas, isto é, em certas situações o problema é resolvido na hora e noutras, como o meu caso, as pessoas são autuadas sem sequer saberem e sem obterem os devidos esclarecimentos. Para tentar resolver este problema entrei em contacto com a STCP e com a 2045, SA, todavia, da parte da STCP não me adiantaram qualquer informação relativa ao desenvolvimento do processo e da parte da 2045, SA, apenas me informaram que na verdade o comportamento do fiscal que me autuou não tinha sido correto mas que nada havia a fazer.
Debito em conta indevido - SEPA
Não conheço esta Empresa de lado nenhum e nunca os comprei nada. Não sei como e sem a minha autorização foi-me debitado na minha conta bancária 29,99 € não sei de quê que logicamente revoguei. Passadas duas semanas aconteceu de novo o mesmo débito que foi novamente revogado.
avaliação incorreta para o concurso de assistente operacional
No dia 1 de Setembro de 2015 abriu o concurso para Assistente Operacional no Agrupamento de escolas Lima de Freitas para a ocupação de 11 postos de trabalho, em regime de Contrato de Trabalho em Funções Públicas a Termo Resolutivo Certo.O método de seleção seguiu dois parâmetros: Avaliação Curricular (AC) e Entrevista (E). A Avaliação Curricular (AC) visa analisar a qualificação dos candidatos, designadamente a habilitação académica (HA), a experiência profissional (EP) e a formação profissional (FP).Eu, Márcia Andrade tenho experiência como assistente operacional e não fui selecionada para a segunda fase do concurso. Como tive conhecimento das avaliações dos outros candidatos venho reclamar por haver pessoas com classificações superiores na experiência profissional no qual nunca trabalharam em estabelecimentos de ensino.Como obtive 0 valores na Formação Profissional (FP), venho também reclamar o facto de saber que os estágios profissionais contribuem para a Formação Profissional (FP) e visto que uma das candidatas admitidas tem o 9º ano de escolaridade realizado no IEFP, teve uma nota alta na Formação Profissional por ter realizado estágios profissionais no IEFP enquanto estudava. Posto isto há mais candidatos com mais anos de experiência que foram excluídos logo na 1º fase de seleção.Hoje, 25 de Setembro de 2015, tendo visto a lista de graduação definitiva há candidatos com valores injustos em relação aos meus, pois em alguns casos os estágios profissionais foram reconhecidos como Formação Profissional, enquanto que os meus estágios não tiveram qualquer reconhecimento. A maior consequência desta triste situação é que não fui selecionada para a 2ª fase (Entrevista - E) que me parece ser uma grande injustiça, se é que existe alguma justiça e veracidade na seleção dos candidatos.
Pedido de resolução de pagamento do pagamento de notificação.
Fui notificado por este srº a pagar uma penhora de uma habitação a qual eu já não estava a residir(mesmo que o contrato estava em meu nome,porque o senhorio não foi homem de palavra, a cancelar o mesmo a quando da minha saída da habitação),sabendo que,quem lá ficou,foi a minha ex-mulher(tenho provas e testemunhas do caso) a residir com os meus filhos(visto que nos tinhamos separados)estou a pagar uma penhora de valor em falta de pagamentos de renda,a quais teria que ser ela a pagar,ou mesmo que não seja,o senhorio deveria dar-me essa informação.Não tenho culpa dos actos dessa senhora,nem muito menos sou como ela(dado que sempre cumpri com o meu dever). Estão-me a penhorar o salário e como tal,tenho vida pessoal e o que ganho não dá para sustentar-me,nem muito menos que seja para pagar a notificação(visto ter deveres com o tribunal de família a pagar pensão de alimentos aos meus filhos,renda e outros).
Resolução contrato no período experimental
Venho por este meio e em nome do meu pai, Cesário Marques Caniço, uma vez que sou eu que administro estas questões, fazer a seguinte reclamação:No passado dia 11 de abril de 2017 foi celebrado na residência do meu pai, entre ele e um comercial da NOS, o Sr. Diogo Dias, um contrato de comunicações eletrónicas de TV + Internet + Telefone + Telemóvel (2 cartões), estando eu presente. De acordo com a informação prestada pelo comercial teríamos um período de 14 (catorze) dias para experimentar o serviço, durante o qual poderíamos resolver livremente o contrato e que poderíamos solicitar a recolha dos equipamentos sem qualquer custo. Os equipamentos foram instalados no dia 15 de abril por um técnico da NOS.No dia 21 de abril foi enviada, via CTT, uma carta registada com aviso de receção (em anexo) para a NOS a cancelar o serviço, ou seja, dentro do período experimental. A carta foi rececionada no dia 24 de abril.No dia 9 de maio o meu pai recebeu um telefonema da NOS para aferirem a satisfação com o serviço, tendo sido eu a falar com a funcionária do call center à qual informei que tinha enviado a carta supra indicada. Após verificação a funcionária confirmou a receção da mesma, por outro departamento que ainda não tinha dado seguimento ao processo. Foi-me referido que teria de pagar o valor da ativação/instalação, no montante de 390,00€, e que essa informação estava e passo a citar explícita na lei, nomeadamente nas Condições Gerais e no Decreto-Lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro.No dia 16 de maio recebi novo telefonema da NOS onde me foi novamente referido que teria de pagar os 390,00€ e que estava explícito na legislação. Fui questionado, novamente, se queria cancelar o serviço. Indiquei que iria verificar essa situação no diploma legal que me foi referido e solicitei que me ligassem novamente. Tendo enviado a carta a cancelar o serviço, praticamente há um mês, pareceu-me muito estranha a questão se queria ou não cancelar o serviço.No dia 22 de maio recebo novo telefonema da NOS a questionar o porquê de cancelar o serviço e se queria efetivamente cancelá-lo, sendo que, ao cancelar seria automaticamente emitida uma fatura no valor de 390,00€ referente à ativação/instalação. Neste telefonema foi-me dada informação relativamente ao serviço que não me foi transmitida pelo comercial que vendeu o serviço. Quanto à legislação, desta vez a base legal foi uma legislação que saiu em agosto, portanto, uma informação vazia de conteúdo. Ao questionar qual o diploma legal, não me foi dada essa informação porque, segundo a funcionária do call center, a mesma não era do departamento jurídico e que teria de contactar a ANACOM. Neste dia recebi um e-mail da NOS (em anexo) a confirmar que iriam desativar o serviço, referindo que me encontro dentro do período de fidelização até 15-09-2019 o que implica o pagamento de 797,50€. Refere, ainda, que caso não entregue os equipamentos terei de pagar uma penalidade de 150,00€ + 100,00€ (tratam-se de duas boxes). É indicado, ainda, o motivo de não agendamento e passo a citar motivo de não agendamento: cliente não aceita. Esta informação não me foi prestada tendo a funcionária do call center indicado que eu iria receber um telefonema para marcar a recolha do material. O mesmo e-mail indica que a data de fim da faturação é 30-06-2017, o que não compreendo tendo em conta que resolvi o contrato com a carta supra indicada, datada de 21 de abril de 2017. Mais informo, que não me foi referido qualquer valor relativo ao custo da devolução dos equipamentos.
A vizinha de cima tem um cano roto acontece que pinga água em minha casa junto à luz est
Pinga água na minha casa de banho por causa do vizinho de cima estamos fartos de falar com o senhorio mas não há meio de virem arranjar já falei com o vizinho que se recusa arranjar a sua conta diz que se paga a renda ñ têm que fazer arranjos a sua conta
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