Reclamações públicas

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Falta de celeridade e respeito ao cliente

Desde o dia 28/11 que tento, sem sucesso, obter qualquer resposta por parte da seguradora relativamente ao meu processo. O acidente ocorreu em 14/11 e, quase um mês depois, continuo sem relatório pericial mesmo informado que estava pronto, sem prazo de reparação e sem qualquer informação clara ou transparente sobre o estado do processo. Considero absolutamente inaceitável que, após tantos contactos, não tenha havido sequer um retorno. Além da falta de comunicação, houve erros sucessivos na gestão do processo, incluindo a atribuição de um veículo de substituição totalmente inadequado: forneceram-me um carro manual, quando o meu veículo é automático, sendo que existe disponibilidade comprovada de um modelo equivalente na locadora. Esta situação contraria a legislação aplicável, nomeadamente o Decreto-Lei n.º 72/2008, o Decreto-Lei n.º 291/2007 e o princípio da reposição integral dos danos, que obrigam a seguradora a garantir meios de mobilidade compatíveis com o veículo seguro. A utilização forçada de um veículo manual colocou a minha segurança — e a da minha bebé de 8 meses — em risco real, tendo quase provocado um acidente. Informei várias vezes sobre a minha situação familiar e a presença de uma bebé, ressaltando desde antes da atribuição do veículo que precisava de máxima celeridade no processo, precisamente porque dependo de um carro adequado para situações de urgência relacionadas com a minha filha. Também não é aceitável que tentem justificar atrasos com a questão da matrícula, uma vez que essa divergência foi corrigida no início do processo e existe prova fotográfica clara da matrícula correta. Não existe qualquer fundamento para atribuir-me responsabilidade por esse ponto. Além de todos estes problemas, a seguradora está a violar o dever de informação previsto no artigo 7.º do Decreto-Lei n.º 72/2008 ao não fornecer o relatório pericial nem qualquer previsão de reparação. Perante esta situação, deixo registado o seguinte: Solicito: Substituição imediata do veículo de cortesia por um modelo automático equivalente ao meu; Regularização retroativa do período em que fui obrigada a utilizar um veículo inadequado; Envio imediato do relatório pericial e indicação formal do prazo de reparação; Justificação oficial para a ausência de resposta desde 28/11 e para a gestão manifestamente deficiente do processo. É inadmissível que uma situação simples, que deveria ter sido tratada com profissionalismo e celeridade, tenha sido conduzida desta forma.

Encerrada
A. F.
10/12/2025

O dinheiro sumiu!!!

Bom dia. Foi pago 700 euros para o cartão de crédito Universo. Por alguma razão vocês não repassaram o valor pago. O Universo não recebeu. Agostinho Figueiredo.

Resolvida
T. C.
09/12/2025

Premio nao recebido

Boa tarde, o meu namorado ganhou 750€ de uma aposta e fez o levantamento, isto dia 06 outubro. Na altura verificamos que estava a demorar, ele falou com o suporte disseram para aguardar x dias uteis... fomos aguardando e nada. Entretanto, ate ao dia de hoje ainda nao tem o dinheiro, ja tentamos falar com o suporte, via chat, via e-mail via telefone e mandam-nos fazer e enviar varios documentos e nao resolvem a situaçao ou entao dizem que o fizeram e nada. Ja mandamos o extrato ds conta em questao e mesmo assim nada. É uma falta de respeito, esta casa de apostas é sem duvida alguma uma casa que nao é de confiança.,

Encerrada
I. S.
09/12/2025

Cobrança

Exmos. Senhores, Recebo constantemente mensagens da empresa INTRUM por falta de pagamento de uma fatura. No entanto os valores das mensagens são sempre diferentes, inclusive já fiz um pagamento e continuam a enviar mensagens. Ligo e não atendem. Cumprimentos.

Resolvida
D. R.
09/12/2025

Cancelamento da adesão ao cartão Unibanco

Exmos. Senhores, Tal como dialogado anteriormente, por e-mail e chamada telefónica, envio novamente: No passado dia 27/11/2025, fui abordado por uma colaboradora, pois pretendia a angariação de clientes para o Unibanco. Com o intuito de apenas ajudar a ganhar comissão e como seria “apenas preencher um pequeno formulário” e poderia cancelar, dei a oportunidade para tal. Rapidamente percebi que pretendiam todos os meus dados, inclusive solicitaram o cartão de cidadão, que agora, ao receber o e-mail de confirmação, verifiquei que utilizaram-no para assinar digitalmente a documentação sem o meu consentimento. Não me foram apresentados quaisquer documentos ou dadas quaisquer cópias dos documentos assinados, nem foram apresentados documentos de normas e regulamentações do cartão nesse momento de forma a os poder consultar para verificar as condições e tomar uma decisão final. Além disso, foi ainda fotografado o meu cartão de cidadão sem me solicitarem qualquer tipo de consentimento e relembro que, segundo o artigo 5°, nº2, que regula o cartão de cidadão, é interdita a reprodução do cartão de cidadão por qualquer meio sem o consentimento do titular, o que torna este ato ilegal. Depois de receber via e-mail os documentos relacionados com a adesão, solicito, dentro dos 14 dias estipulados na Carta de Aceitação que, apesar de ter cancelado a adesão após envio do e-mail anterior a 27/11, recebi a carta de aceitação via e-mail no dia 4/12/2025. Como tal, solicito novamente que cancelem qualquer contrato e que não seja dada continuidade a este processo. Não autorizo que seja realizada qualquer tipo de transferência para a minha conta e não pretendo prosseguir com este contrato. Mais informo que continuo a receber e-mails vossos relativos à adesão tais como o e-mail da carta de aceitação bem como o e-mail com a apólice de seguro recebido ontem.

Encerrada
V. G.
09/12/2025

Recurso Hierárquico/Reclamação da Decisão de Anulação da Contestação e Reiteração da Validade do Cer

ASSUNTO: Recurso Hierárquico/Reclamação da Decisão de Anulação da Contestação e Reiteração da Validade do Certificado Energético (CE) EXMO. SENHOR PRESIDENTE DO CONSELHO DIRETIVO DO FUNDO AMBIENTAL Diva Vilaça Gomes da Silva, na qualidade de candidato ao PAE+S 2023, com os números de candidatura 068504 e 042242 vem, pelo presente meio e dentro do prazo legal, interpor RECURSO HIERÁRQUICO (ou RECLAMAÇÃO, consoante a fase processual aplicável e o Aviso de Abertura), contra a decisão de anulação da contestação apresentada em 07 de Novembro de 2025, e, simultaneamente, reiterar a argumentação sobre a validade do Certificado Energético, com base nos seguintes factos e fundamentos de direito: I. Da Irregularidade da Anulação da Contestação e Violação do Direito de Defesa 1. O Candidato apresentou, em 07 de Novembro, uma contestação formal à decisão de não aceitação do Certificado Energético (CE) fundamentada na legislação em vigor. 2. O Candidato foi notificado da anulação da referida contestação, sem que lhe tenha sido apresentada qualquer fundamentação de facto ou de direito que justificasse tal anulação. 3. A anulação de um ato processual sem a devida fundamentação e sem a análise do mérito da matéria contestada constitui uma grave irregularidade administrativa e uma violação do direito de defesa e do princípio da Audiência de Interessados, consagrados no Código do Procedimento Administrativo (CPA). 4. O Fundo Ambiental, enquanto entidade da Administração Pública, está vinculado ao princípio da legalidade e ao dever de fundamentação dos seus atos. A anulação da contestação, nos termos em que foi efetuada, é nula ou, pelo menos, anulável, devendo ser imediatamente revista para que o mérito da contestação seja apreciado. II. Da Validade Legal do Certificado Energético (CE) – Reiteração da Contestação A recusa do Certificado Energético (CE) , emitido em fevereiro de 2021, baseia-se na entrada em vigor do Decreto-Lei n.º 101-D/2020 a 1 de julho de 2021. Contudo, esta interpretação é contrária à letra da lei e ignora a norma de direito transitório aplicável. O próprio diploma invocado pelo Fundo Ambiental, o Decreto-Lei n.º 101-D/2020, de 7 de dezembro 1, estabelece de forma inequívoca a salvaguarda da validade dos documentos emitidos sob a legislação anterior. O Artigo 44.º, n.º 4, do Decreto-Lei n.º 101-D/2020 1 determina expressamente que: "A entrada em vigor do presente decreto-lei não prejudica a validade dos certificados energéticos e dos planos de racionalização energética emitidos ao abrigo de legislação anterior." Uma vez que o CE do Candidato foi emitido em fevereiro de 2021, sob a égide do Decreto-Lei n.º 118/2013, a sua validade é expressamente mantida pelo novo regime legal. A recusa do documento, neste contexto, carece de fundamento legal e constitui um erro de direito. III. Pedido Face ao exposto, e com o devido respeito, requer-se a V. Exa. o seguinte: a) Que seja revogada a decisão de anulação da contestação apresentada pelo Candidato, por manifesta irregularidade processual e falta de fundamentação. b) Que seja deferido o presente Recurso/Reclamação e, em consequência, seja aceite o Certificado Energético como documento válido para as candidaturas 068504 e 042242. c) Que seja dada a devida continuidade à análise da candidatura em causa. Com os melhores cumprimentos, Porto, 09 de Dezembro de 2025 Diva Silva Referências [1] Decreto-Lei n.º 101-D/2020, de 7 de dezembro. Diário da República n.º 237/2020, 1.º Suplemento, Série I de 2020-12-07. Disponível em:

Encerrada
J. Z.
06/12/2025

Serviço atendimento Caixa Direta

Exmos. Senhores, Sou vosso cliente Caixa Geral de Depósitos há longos anos. No passado dia 2 de dezembro tentei abrir o serviço Caixa Direta. Dirigi-me aos balcões da vossa Agência na Avenida Almirante Reis, próximo do Areeiro e fui atendido por um dos funcionários. O funcionário em causa explicou-me os procedimentos e disse que era tudo "muito simples". Eu mencionei-lhe que precisava urgentemente de começar a agendar uma transferência mensal e ela disse que era "muito simples" fazê-lo no Portal Caixa Direta. Saí do balcão e uma pessoa próxima alertou-me que eu precisava dos números matriz. Confirmei que não me tinham sido dados. Tive assim de voltar à Agência e lá mos deram, sendo que a funcionária em causa disse-me que, na maioria dos casos, nem era preciso ter esse número matriz. Finalmente, em casa, lá consegui aceder à Caixa Direta. Depois, apesar de a ajuda de pessoas próximas, não consegui agendar a transferência. Liguei para os números de assistência da Caixa Direta e, em duas ocasiões, fui assistido por duas assistentes distintas, que me prestaram um péssimo serviço. Nunca, na minha vida, fui tão mal atendido telefonicamente, por qualquer serviço. Fui enxovalhado, trataram-me com uma monstruosa arrogância e fizeram de tudo para não me resolver os problemas, tendo eu alertado que os mesmos eram urgentes. A minha companheira estava ao meu lado e meti em alta voz, pois ela percebe melhor o funcionamento dos serviços Caixa Direta. A pessoa em causa não deixava a minha companheira falar, estava sempre a interromper, com uma enorme prepotência. Finalmente, das duas vezes em que falei com as funcionárias de atendimentos, as mesmas desligaram o telefone na minha cara, sem qualquer aviso, e sem me resolverem o problema. Finalmente, dirigi-me de novo à Agência em causa, tendo sido informado que afinal tinha de ser dada uma autorização no meu dispositivo telefónico, o que foi finalmente dado. Em resumo, passei um dia inteiro a tratar de uma questão que deveria ter sido resolvida logo pela funcionária da Agência. Fui tratado de forma miserável e incompetente pelos serviços de atendimento Caixa Direta. No inquérito de satisfação dei a nota 0 em 5. Se pudesse daria a nota 0 em 1000, de tão péssimo que foi o serviço. Irei avisar todos os meus amigos do péssimo serviço Caixa Direta. Com os melhores cumprimentos João Diogo Zagalo de Figueiredo Alves Pereira

Encerrada
R. C.
06/12/2025

Burla e retirada de fundos sem autorização

Vou entrar com uma acção no ministério público contra a entidade Hipay, visto ser a única entidade que conhecemos que retirou fundos da nossa conta. Eles aconselham a fazer uma coisa que nao da em nada queixa a desconhecidos. Quem tiver interessado em meter uma acção conjunta contra a esta entidade para fazermos volume de valor lesado, podem me contactar.meu mail renato.crespo@sinalcabo.pt enviem o vosso contacto o meu advogado entra em contacto e ajuda no processo. Estas entidade vão ter de acabar.

Encerrada
A. M.
04/12/2025

Reclamação por contactos indevidos relativos a dívida já liquidada

Venho por este meio apresentar reclamação referente à atuação da entidade Servdebt - Servdebt, Capital Asset Management, S.A.. Apesar de a dívida em questão, referente ao contrato aos processo  terem sido integralmente liquidada em [2024/2025], e de eu possuir comprovativo de quitação de ambas , continuo a ser contactado de forma insistente por parte dessa instituição — através de chamadas telefónicas, — exigindo o pagamento de um valor que já não é devido. Solicitaram pagamento de juros de uma dívida já paga. Não apresentando nenhum documento legal,não sabem explicar que valor supostamente estão a cobrar,cada ligação é uma história diferente.Questionei na data de hoje 03/12/2025 às 15:30 ás 16: 00 qual o valor que estão a cobrar..a pessoa não sabia. Informei que tenho as notificações de NOTA DISCRIMINATIVA DA CONTA FINAL liquidadas foram pagas e que a Servdebt não retirou meu nome do Banco de Portugal no qual recebi a resposta de que as notas dos agentes de execução não valem nada.Como é possível um cidadão pagar a dívida e não ter seu nome retirado  conforme manda a lei portuguesa??Como é possível não haver punição a empresas que agem desta forma.  Mediante esta resposta não posso aceitar cobranças que considero indevidas e sem justificação. Solicito A regularização imediata da situação interna, garantindo que o meu nome não permanece associado a qualquer dívida inexistente;A cessação imediata de todos os contactos relacionados com estas dívida já liquidada;A confirmação por escrito da atualização dos vossos registos, de modo a evitar futuros incidentes;A apuração das razões pelas quais fui indevidamente contactado após a liquidação total da obrigação.

Resolvida Pedido de intervenção à DECO PROteste
L. G.
04/12/2025

Reclamação – Procedimento desproporcional na validação de IBAN – Processo 25AA268330/001

Estou a pedir apoio relativamente a um procedimento que considero abusivo por parte da seguradora Via Directa – OK! Teleseguros (processo de sinistro n.º 25AA268330/001). A seguradora está a exigir um comprovativo de IBAN com timbre bancário e data inferior a um ano, alegando motivos de RGPD. No entanto, este IBAN é exatamente o mesmo onde a seguradora já cobra os prémios da apólice através de Débito Direto, o que significa que a titularidade da conta já foi validada pelo banco e pela própria seguradora. Ou seja, não se trata de um IBAN novo ou desconhecido: é o IBAN que a seguradora utiliza há anos na execução do contrato. A invocação do RGPD não tem fundamento, porque o tratamento de dados para cumprimento de contrato é legal e já está a acontecer. O problema agrava-se porque o titular da conta (meu pai) não tem homebanking e necessita de percorrer 20 km até à agência bancária apenas para obter um documento redundante, que nada acrescenta em termos de segurança ou verificação. Na minha opinião, este procedimento é desproporcional, penaliza o segurado e contraria princípios de boa-fé e minimização de dados. Peço apoio da DECO para perceber se esta prática é admissível e quais os passos que posso seguir para fazer valer os meus direitos. Obrigado.

Encerrada

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