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Recebi uma encomenda por engano muito inferior ao valor pago
Paguei uma máquina de soldar da Festool por 50 euros e enviaram-me uma caixa de ferramentas no valor de 5 euros
Práticas agressivas na venda de aparelho auditivo e recusa da resolução dentro do prazo legal
Quero reportar uma situação grave ocorrida com uma pessoa idosa da minha família, de 72 anos, diabética e vulnerável, relacionada com a venda forçada de um aparelho auditivo. No dia 21.03.2026, foi contactada por telefone para um alegado rastreio auditivo gratuito. Apesar de inicialmente recusar, acabou por aceitar devido à insistência, acreditando tratar-se de uma consulta legítima, tendo-lhe sido oferecido transporte de ida e volta. Foi então conduzida para uma tenda na zona de Santo António, ilha da Madeira, onde permaneceu das 11h00 às 15h00, sem que lhe fosse permitido regressar a casa apesar de o solicitar repetidamente. Durante esse período, estando sem comer e com problemas de saúde, foi sujeita a forte pressão psicológica para adquirir um aparelho auditivo com valor superior a 7000 EUR. Foram feitas afirmações alarmistas e enganosas, incluindo que, caso não adquirisse o equipamento, poderia ficar surda, desenvolver Alzheimer ou até ficar acamada. Após cerca de quatro horas sob pressão, acabou por assinar um contrato de crédito com a Credibom para possibilitar a compra do aparelho. No dia 24.03.2026, dentro do prazo legal de livre resolução, tentámos devolver o aparelho e cancelar o contrato na loja física da Madeira. A empresa dificultou o processo e recusou aceitar a devolução, alegando a falta de um acessório que nunca foi entregue. Com orientação da DECO, o equipamento foi enviado por correio registado para a sede, mas a empresa recusou recebê-lo, encontrando‑se a encomenda ainda nos CTT. Consideramos existir a prática de métodos comerciais desleais e agressivos, coação e aproveitamento da vulnerabilidade de uma pessoa idosa, que foi literalmente recolhida na sua própria casa para ser conduzida a este processo de venda. Solicito apoio para: Garantir a aceitação da devolução do equipamento; Assegurar o direito à resolução do contrato de crédito dentro do prazo legal; Apoiar os procedimentos necessários para responsabilização da empresa. Trata-se de uma situação que coloca em risco outros consumidores, especialmente pessoas idosas. O mais preocupante é que, após contacto com diversas entidades competentes, fomos informados de que situações semelhantes estão a acontecer frequentemente, todos os dias. A pergunta que deixo é: como é possível que isto esteja a acontecer repetidamente sem que sejam tomadas medidas eficazes? Quem presencia estas práticas e nada faz torna-se cúmplice destes esquemas.
Reclamação — Recusa Indevida de Reembolso
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação formal relativamente à recusa de reembolso de despesas médicas referentes a sessões de psicoterapia realizadas a 10/11/2025, 17/11/2025 e 24/11/2025, no valor total de 180€ (três sessões de 60€ cada). I. DOS FACTOS 1. O reclamante realizou três sessões de psicoterapia nas datas de 10/11/2025, 17/11/2025 e 24/11/2025, no valor de 60€ cada, totalizando 180€. 2. Ao tentar submeter o pedido de reembolso através da aplicação da ASISA/AdvanceCare, o reclamante deparou-se repetidamente com impedimentos técnicos que impossibilitavam o envio das despesas pela via digital. Esta situação foi reportada à ASISA em múltiplas ocasiões, tendo sido recusado um método alternativo de submissão. 3. O reclamante submeteu o pedido de reembolso em 12/12/2025, dentro do prazo de 90 dias contados da data da última despesa (24/11/2025), conforme exigido pelo artigo 22.º, n.º 4, alínea e) das Condições Gerais. 4. Em 15/12/2025, a ASISA recusou o pedido por alegada falta de informação, sem identificar qualquer prazo para entrega da mesma e sem qualquer comunicação escrita nesse sentido. 5. O reclamante procedeu à obtenção de novo relatório médico junto do prestador de saúde e resubmeteu toda a informação em 20/03/2026. 6. Em 24/03/2026, a ASISA recusou novamente o pedido, alegando que haviam decorrido mais de 90 dias desde a data das despesas. Adicionalmente, um colaborador da ASISA indicou por via telefónica que, a partir da primeira resposta da seguradora, contaria também um novo prazo de 90 dias para resubmissão de informação. II. DO DIREITO 1. O prazo de 90 dias previsto no artigo 22.º, n.º 4, alínea e) das Condições Gerais é contado exclusivamente a partir da data de realização do ato médico. O pedido inicial foi submetido em 12/12/2025, dentro desse prazo, tendo a obrigação contratual sido integralmente cumprida pelo reclamante. 2. As Condições Gerais não preveem, em nenhuma das suas cláusulas, qualquer prazo de resubmissão contado a partir de uma resposta da seguradora. A regra invocada verbalmente por um colaborador da ASISA carece de qualquer suporte contratual e não pode, por isso, ser oponível ao reclamante. 3. O artigo 26.º das Condições Gerais estabelece que as comunicações e notificações entre as partes devem revestir forma escrita e ser prestadas por qualquer meio de que fique registo duradouro. Uma instrução transmitida verbalmente por telefone não preenche este requisito e não produz efeitos contratuais. 4. Os impedimentos técnicos da aplicação, reportados pelo reclamante em diversas ocasiões e sem que tenha sido disponibilizado um método alternativo de submissão, constituem um obstáculo imputável à própria seguradora, não podendo o reclamante ser prejudicado por dificuldades que lhe são alheias. 5. Não seria conforme à boa-fé contratual que a seguradora beneficiasse da sua própria recusa, e dos obstáculos técnicos por si não resolvidos, para criar uma situação de incumprimento de prazo por parte do reclamante. III. DO PEDIDO Face ao exposto, vem o reclamante solicitar: 1. A revisão e deferimento do pedido de reembolso no valor de 180€, relativo às sessões de psicoterapia realizadas a 10/11/2025, 17/11/2025 e 24/11/2025; 2. A identificação, por escrito, da cláusula contratual concreta que suporta a regra dos 90 dias contados a partir da primeira resposta da seguradora, invocada em chamada telefónica; 3. Resposta escrita e fundamentada à presente reclamação no prazo de 20 dias, nos termos do artigo 28.º das Condições Gerais. O reclamante reserva-se no direito de, não sendo obtida resposta satisfatória, escalar a presente reclamação ao Provedor do Cliente e à Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF).
Negligência Clínica e Diagnóstico à Pressa (10 minutos)
Procurei esta psiquiatra, Dra Sofia Nava, num momento de vulnerabilidade, pedindo ajuda específica para questões metabólicas e de peso, confiando no vasto currículo anunciado. A experiência foi traumática e clinicamente irresponsável. - Falta de Escuta e Histórico: A médica praticamente não olhou para mim durante as consultas, mantendo o foco exclusivo no computador. Nunca demonstrou interesse pelo meu histórico clínico ou pelas minhas queixas reais. -Diagnóstico 'Flash': Num tempo recorde de 10 minutos (na primeira consulta, porque as restantes foram ainda menos tempo), diagnosticou-me com Fibromialgia — um diagnóstico complexo que exige exclusão de outras patologias e uma análise profunda que nunca existiu. - Medicação Pesada para Diagnóstico Errado: Prescreveu-me Duloxetina, uma medicação fortíssima, ignorando o meu pedido de ajuda para o peso. O resultado foi um ganho de peso drástico (9kg em 3 meses), retenção de líquidos severa e um desequilíbrio metabólico que agora estou a tentar reverter com outros profissionais. - Consultas de 6 Minutos: As consultas seguintes eram meros atos administrativos de 'passar receita'. Duravam entre 6 a 10 minutos, com um claro objetivo de 'despachar' o paciente, exigindo visitas mensais apenas para renovar a medicação, sem qualquer acompanhamento terapêutico ou avaliação de efeitos secundários. Sinto que fui tratada como um número numa linha de montagem e não como um ser humano. Graças a uma segunda opinião, descobri que o diagnóstico estava errado e que a medicação era totalmente desadequada para o meu caso (Ciclotimia/TDAH). Não recomendo Esta 'profissional' a ninguém que procure um diagnóstico sério e cuidado. Ainda or mais falamos de uma áres muito sensivel e com cuidados redobrados. Com os melhosres cumprimentos, SC
Fidelização escondida
Exmo Senhores, No dia 27 de março de 2026, contacto-vos relativamente à renovação automática do meu contrato. Durante as duas chamadas telefónicas efetuadas fui informada de que a renovação teria ocorrido no dia 19 de março de 2026. No entanto, uma outra colega indicou o dia 1 de março como data de renovação. Estas informações contraditórias reforçam que não houve qualquer aviso prévio claro e adequado, nem por email, nem por carta, antes da renovação ocorrer. Apenas após esta chamada me foi enviado um email a comunicar a renovação. Apesar de existir cláusula de renovação automática no contrato, a lei do consumidor protege-me quando não sou devidamente informada, configurando prática abusiva a renovação sem aviso. Desta forma, invoco o Decreto-Lei nº 24/2014, de 14 Fevereiro, Artigo 5º, nº 7 (que transpõe a Diretiva nº 2011/83/UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de outubro de 2011, relativo aos direitos dos consumidores), especialmente o art.5º/nº7 no qual é referido que “Quando o contrato for celebrado por telefone, o consumidor só fica vinculado depois de assinar a oferta ou enviar o seu consentimento escrito ao fornecedor de bens ou prestador de serviços “.Por não ter assinado nenhum termo onde conste uma fidelização da minha parte com a Medicare , agradeço que me auxiliem face a como devo proceder para efetuar o cancelamento não reconhecendo a renovação! Tatiana Santos
Bom dia, pedi a Medicare para fazer o cancelamento
Bom dia, preciso de cancelar o meu seguro com a Medicare, mas dizem me que não posso cancelar antes de fazer um ano de contrato, pois fique desempregada e não vou conseguir pagar, além de não estar satisfeita, por me terem enganado à cerca dos descontos e muitas instituições nem teem acordo com eles, o que devo fazer? Obrigado
Recusa ilegal de devolução – compra online (direito de livre resolução)
No dia 18/03/2026 adquiri online à entidade Farmaciasdirect.pt uma bomba tira-leite elétrica Philips Avent. Após receção, abri apenas a embalagem para verificar o funcionamento do produto, não tendo sido utilizado. Verifiquei que o equipamento apenas funciona ligado à corrente elétrica, característica essencial que não foi devidamente indicada na descrição do produto. Dentro do prazo legal de 14 dias, exerci o direito de livre resolução, nos termos do Decreto-Lei n.º 24/2014, tendo a empresa recusado a devolução com fundamento na abertura do produto e alegadas razões de higiene. Contudo, a abertura da embalagem para verificação é legalmente permitida, o produto não foi utilizado e não existe qualquer selo de inviolabilidade. Adicionalmente, apesar de recusarem formalmente a devolução, a empresa chegou a agendar recolha do produto através da transportadora CTT Expresso, que se deslocou ao local numa sexta-feira pelas 16:30, sem qualquer aviso prévio de data ou hora, não tendo sido possível efetuar a recolha. Considero que existe incumprimento dos direitos do consumidor, nomeadamente do direito de livre resolução. Pretendo a resolução do contrato e o reembolso integral do valor pago.
Não Cancelamento de Plano de Saúde Medicare
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente à não concretização do cancelamento do meu plano de saúde Medicare, associado ao contrato n.º 45100234175. Apesar de ter efetuado diversas solicitações de cancelamento ao longo dos últimos meses/anos, o contrato mantém-se ativo até à presente data, sem que tenha sido dada resolução efetiva ao meu pedido. De acordo com a informação prestada, o cancelamento do contrato deveria ser solicitado entre os meses de março e abril, de forma a cumprir o aviso prévio contratual. Ainda assim, mesmo tendo comunicado atempadamente a minha intenção de cancelamento e reiterado esse pedido por diversas vezes, não foi assegurado o tratamento adequado da situação. Importa ainda referir que me encontro, desde agosto de 2024 até à presente data, maioritariamente fora da União Europeia, não tendo qualquer possibilidade de usufruir dos serviços associados ao referido plano. Adicionalmente, poderá ser verificado internamente que não existe qualquer registo de utilização do seguro durante todo este período. Face ao exposto, venho solicitar a imediata regularização da situação, com o cancelamento do contrato. Solicito ainda que a presente reclamação seja devidamente analisada e respondida com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos,
falta de profissionalismo e muitas horas de espera
Exmos Senhores : Só agora apresento a minha reclamação porque, só com um braço, estava muito limitado para escrever e estar à espera que outras entidades respondessem. Tenho 64 anos, uma ataxia, apneia do sono, erisipela nas pernas. Não ando, a minha voz também está comprometida. No passado dia 12 para 13 de Janeiro, contatei SNS24 pelas 23H20 (mais minuto menos minuto), porque estava com uma dor no pescoço que se extendía ao braço, que não respondia aos medicamentos, que tenho acesso sem receita médica, (não recorri mais cedo), na esperança dos comprimidos fazerem efeito. Por ter caído, acelarou a minha intenção de ir ao hospital pensei que tinha agravado o que eventualmente podia ter (já que não conseguia dormir) . Respondi a tudo que me foi solicitado, fui informado, que iria receber uma mensagem no telemóvel , que deveria mostrar no hospital do Barreiro, que tinha de ligar ao 112, assim o fiz. Voltaram a fazer perguntas, onde disseram que NÃO ERA URGENTE QUE APANHASSE UM TAXI, referi várias vezes que não ANDAVA . As dores eram tantas, que me privava de sono e os comprimidos que tomava, não atenuavam a dor. Previa uma noite difícil, decidi então de ir ao hospital, chamando eu a ambulância e pago 32.50€ (se não os tivesse o que aconteceria) , para o médico ver o que se passava,e receitar um medicamento que me podesse ajudar. Telefonei para os Bombeiros (deveria ser bonito se fosse de táxi, como fui aconselhado pelo 112). Depois de fazer a a triagem, fui despejado num corredor. No hospital, depois de ser visto, por um médico, que pediu análises (não sei que análises foram) e verifiquei (não porque mo dissessem), que tinha a tensão alta. Os comprimidos a que fui sujeito, nada surtia efeito. O enfermeiro, referiu, então, tinha que ser o médico a mandar dar outro medicamento. Depois de 09 horas de espera, e quase a desfalecer de dores que uma sra enfermeira, antes de me acalmar, achou por bem em repreender, lá fui visto, agora, por uma médica, que pediu não sei o quê, que a enfermeira me deu numa veia. Este sim (não que dissessem) começou a atenuar as dores, e receitou-me MIODIA (cápsulas de libertação prolongada15mg e solac 400mg) não sei qual o problema de dizer ao doente o que lhe vão fazer. Estive cerca de 09 horas sentado numa cadeira com rodas pequenas (não dá para o utilizador movimentar sem ajuda de uma pessoa) , sem NINGUÉM do hospital chegar por perto (não sei para que serve a triagem, já que contrariou o 112 e não previu a impossibilidade de andar) já que os bombeiros, colocaram numa sala (ou corredor, parece que fui despejado ali, era mais um). A minha SORTE foi a chegada da minha esposa, onde pude ir urinar, e a partir daqui poder estar descansado, que tinha alguém que podia ajudar, na cadeira de rodas. Se telefono para o SNS24 e para o 112, se não resolvem, se é considerado uma NÃO URGÊNCIA, onde me dirijo, e a quem recorrer,numa situação análoga?Já que não existe NENHUM SERVIÇO que me ajude. sempre paguei os meus impostos, estou numa idade que já não tenho paciência destes meninos mimados, que se têm um curso, os meus impostos ajudaram. No momento que necessito, fecham-me as portas. Obrigado.
Dificuldade no cancelamento de seguro de saúde Medicare
Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente à impossibilidade de proceder ao cancelamento do meu seguro de saúde junto da Medicare. Recentemente, entrei em contacto com a entidade com o objetivo de cancelar o referido seguro, porém fui informado que entrariam em contato e que não seria possível concluir o processo diretamente no apoio ao cliente, sem que me fosse apresentada uma solução clara ou alternativa viável para resolver a situação. Importa referir que estou de regresso definitivo ao Brasil, o que torna desnecessária a manutenção de um plano de saúde em Portugal. Acresce ainda o facto de a Medicare não oferecer cobertura no Brasil, o que reforça a falta de utilidade do serviço no meu caso atual. Considero, portanto, esta situação injustificada e lesiva dos meus direitos enquanto consumidor, uma vez que estou a ser impedido de cancelar um serviço que deixará de ter qualquer utilidade para mim. Agradeço desde já a vossa atenção e colaboração.
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