Reclamações públicas

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F. S.
20/10/2025

Encomenda chegou atrasada e fria

Exmos. Senhores, Venho pelo presente demonstrar o meu desagrado com o serviço contratado ontem. O pedido foi efetuado às 20h06 entretanto foi tratado junto do MacDonald e emitida fatura que se encontra em anexo com hora de 20H12 sendo que no entanto a encomenda foi entregue por volta das 20h56. Conclusão o pedido vinha gelado e foi diretamente para o lixo. Desta forma peço pf o reembolso do valor total da encomenda. Fico a aguardar resposta, Obrigada Filipa Silva.

Encerrada
C. C.
20/10/2025

Recolha nao efectuada pedido feitoem Agosto 2025

Exmos. Sr. Estou a aguardar recolha desde de agosto de um produto da cecotec a pessoa que enviaram da primeira vez nao vinha identificado e nao quis deixar prova de levantamento, da segunda vez a mesma coisa indiquei que alguma coisa teria que deixar pois nao vinha identificado e nao iria entregar um equipamento de 700e sem prova de entrega. chamou-me RACISTA, porque pedi um comprovativo de recolha!!!! Falei convosco disseram que iam enviar outra pessoa e ate agora nada . há 3 Meses!!!!!! Nº incidencia cecotec 04048646 . Agradeço contacto para virem buscar esta semana o equipamento!!!!!! BR Célia da Costa

Encerrada
A. G.
20/10/2025
MRW

Encomenda sem atualização

Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa ao serviço de transporte prestado pela MRW, referente a uma encomenda expedida pela empresa Tradeinn no dia 06/10/2025. Desde o dia 09/10/2025, não há qualquer atualização no estado da entrega. Já entrei em contacto com os vossos serviços telefónicos, tendo sido informado para “aguardar”. No entanto, até à data, não houve qualquer evolução ou resolução do problema. Também já apresentei reclamação formal, sem qualquer efeito prático. Considero esta situação inadmissível, especialmente tendo em conta que o prazo de entrega previsto foi largamente ultrapassado e que não existe qualquer comunicação proativa da vossa parte. Esta experiência reflete uma profunda falta de respeito pelo cliente e pela qualidade do serviço que anunciam.

Resolvida
M. L.
20/10/2025

publicidade enganosa

No dia 07/10, comprei no site Zoomalia.pt o produto “Aquário Eheim Incpiria 230 LED com móvel”. Tanto o anúncio como a fatura confirmavam que incluía o aquário e o móvel. No entanto, recebi apenas o móvel. A empresa de quem tinha a informação por email de que o produto incluía o aquário, recusa enviá-lo. Considero tratar-se de publicidade enganosa e incumprimento contratual. A situação já foi comunicada ao Centro Europeu do Consumidor Portugal (CEC Portugal)

Encerrada
R. F.
20/10/2025

Malas nao chegaram ao destino

Bom dia Na viagem de volta, de Wroclaw para Lisboa, com transfer em Amsterdam, pois nossas malas ficaram em Amsterdam e não viajaram conosco até Lisboa. Depois de apresentar uma queixa no aeroporto, demorou tres dias ate chegarem a casa dos meus pais, sendo que eu nao pode levar as minhas comigo devolta para o meu trabalho, Suecia, onde nao pode levar as minhas malas e o que tinha dentro delas, coo o meu equipamento de trabalho onde tive de comprar outro, assim como produtos de limpeza higienica e roupa. No caso dos meus pais, tiveram de ficar sem medicação durante dois dias e comprar produtos de higiene e roupa. Para piorar a situação, todas as malas chegaram com estragos; de 4, 3 com rodadas, ficando estas sem elas ou partidas. Agora vou ter de comprar novas malas, pois estou na Suécia sem elas e, além disso, estão estragadas. Já fiz também a reclamação na própria KLM, sob o número C-10231057, pedindo 500 euros de indenização. Cumprimentos Rafael

Encerrada

Tempo excessivo de reparação

Reclamação Atualizada ‒ Lexus NX 450h+ 2025 Assunto: Falha de garantia e ausência de resposta ‒ Lexus NX 450h+ 2025 Descrição Atualizada da Situação (Outubro de 2025): Adquiri um Lexus NX 450h+ Executive RR em fevereiro de 2025 (no valor de 76 000 €) no concessionário Caetano Auto Faro. Desde maio de 2025 tenho vindo a reportar os seguintes defeitos abrangidos pela garantia: 1. Mala traseira (porta da bagageira): não trancava nem destrancava de forma consistente através do botão na tampa, mesmo quando utilizada corretamente. 2. Sistema de Máximos Automáticos (AHB): o sistema falha de forma intermitente, não ativando em estradas escuras e sem iluminação, mesmo a alta velocidade, e por vezes não desativa perante o trânsito em sentido contrário. 3. Aplicação Lexus: inutilizável devido a restrições regionais, apesar de eu ser um cliente internacional. Apesar de várias deslocações (mais de uma hora de viagem em cada sentido), do envio de vídeos e de múltiplos contactos por escrito, a Lexus e a Toyota Caetano Portugal não repararam as avarias nem comunicaram de forma adequada durante vários meses. Em agosto, a Lexus Japão reconheceu a minha escalada, mas redirecionou-me novamente para a Lexus Portugal ̶ que já se encontrava sem responder há meses. Após as minhas reclamações formais no Livro de Reclamações Eletrónico e no CIMAAL, o concessionário contactou-me no final de setembro. Entreguei o veículo para reparação em 30 de setembro de 2025. - Em 1 de outubro, a equipa de serviço do concessionário informou-me de que tinha sido efetuada uma “reprogramação” da porta da bagageira, mas que não tinha sido detetado qualquer problema no sistema AHB. - Após eu insistir que a falha do AHB era intermitente, um técnico deslocou-se à minha residência, na noite de 3 de outubro, para testar o veículo. O técnico reproduziu imediatamente a avaria e confirmou-a em vídeo. - Posteriormente, o concessionário reconheceu a existência do defeito no AHB e informou que iria “consultar a Lexus para definir uma solução”. Foi-me oferecida a escolha entre deixar o veículo nas suas instalações ou trazê-lo de volta e regressar quando tivessem uma resposta da Lexus. Optei por deixar o meu veículo no concessionário e utilizar o carro de cortesia. No entanto, desde então, não recebi qualquer atualização, prazo, diagnóstico escrito ou plano de resolução. O concessionário mantém o meu veículo há quase três semanas, sem qualquer comunicação, o que considero inadmissível. Este nível de negligência, silêncio e demora ̶ depois de confirmada uma avaria em garantia ̶ viola claramente a legislação europeia e portuguesa de proteção do consumidor. Violação Legal: Nos termos da Diretiva (UE) 2019/771 e do Decreto-Lei n.º 67/2003 (com as alterações do DL 84/2008), o vendedor e o distribuidor têm a obrigação legal de reparar ou substituir, gratuitamente e num prazo razoável, quaisquer bens com defeito. Um atraso de vários meses, seguido de mais de três semanas sem resposta após confirmação do defeito, não cumpre esta obrigação legal. O que Solicito: 1. Confirmação escrita imediata do diagnóstico e do plano de ação para reparação. 2. Reparação integral da avaria do sistema AHB ao abrigo da garantia. 3. Definição de um prazo concreto para conclusão e comunicação da resolução por parte da Lexus Caetano Auto Faro e da Toyota Caetano Portugal. 4. Compensação pela perda prolongada do uso do veículo, pelas deslocações repetidas e pelos inconvenientes sofridos.

Encerrada
P. C.
19/10/2025

PEDIDO REEMBOLSO DE ENCOMENDA DEVOLVIDA EM LOJA

No dia 29-09-2025, tinha duas encomendas (compradas na Worten Online) para levantar numa loja física da Worten, recebi uma e a outra com o n.º 65607235, foi devolvida (nem cheguei a tocar na encomenda que foi devolvida). O funcionário da loja procedeu ao registo da devolução no sistema da encomenda n.º 65607235 e deu-me o talão comprovativo dessa devolução. Da consulta da APP da Worten, verifique a informação de que as devoluções efetuadas em loja com valor superior a € 150,00, eram efetuadas no prazo de 72 horas. No dia 3/10/2025, verifiquei na APP que o estado da encomenda estava como entregue e não constava como devolvida e na APP do meu banco, consultei os movimentos do cartão que efetuei o pagamento da encomenda e não estava registado nenhum reembolso. Nesse mesmo dia contactei a linha de apoio ao cliente da Worten e após o término da chamada, recebi um email com o seguinte teor: “Informo que a encomenda nº 65607235 encontra-se reembolsada no nosso sistema, pelo que, o valor será liberto de forma automática para o mesmo meio de pagamento utilizado. Para esclarecimentos adicionais deverá contactar a sua entidade bancária ou verificar os termos contratuais do seu cartão” Aguardei pelo prazo legal de 14 dias, para a Worten efetuar o reembolso, nos termos do n.º 1 do art.º 12 do Decreto-Lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro. No dia 15/10/2025 voltei a contactar a linha de apoio da Worten e disseram-me que o reembolso estava efetuado. Como nos movimentos do cartão que efetuei a compra, não constava nenhum reembolso, no mesmo dia contactei o meu banco para me informarem se havia algum registo de reembolso da Worten no valor da compra, ao que obtive a resposta de que não. No dia 17-10-2025, voltei a contactar o meu banco, a saber se havia algum reembolso e a resposta foi negativa. Até à data de hoje não foi recebido o reembolso, tendo expirado o prazo legal para o reembolso, sem penalização para o vendedor. Assim, requeiro que o reembolso do valor da encomenda n.º65607235, seja efetuado em dobro, nos termos do n.º 6 do art.º 12 do Decreto-Lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro “O incumprimento da obrigação de reembolso dentro do prazo previsto no n.º 1, obriga o fornecedor de bens ou prestador de serviços a devolver em dobro, no prazo de 15 dias úteis, os montantes pagos pelo consumidor, sem prejuízo do direito do consumidor a indemnização por danos patrimoniais e não patrimoniais.”

Resolvida
L. C.
19/10/2025

Política incoerente e injusta: carro pago antecipadamente não está garantido

Durante a minha última reserva pela Rentalcars, para um veículo da Sixt no aeroporto de Stuttgart, passei por uma situação muito frustrante. O meu voo sofreu um atraso de cerca de 1h30, algo comprovado. Ao chegar ao balcão, fui informado que o carro reservado e pago antecipadamente não estava disponível. Para poder levantar o veículo, tive que aceitar um modelo inferior ao reservado inicialmente e pagar um valor adicional injustificado. É inaceitável que um serviço pago integralmente com antecedência não garanta a disponibilidade durante o período contratado. Hoje em dia, com processos praticamente automatizados e self-service, não existe justificativa lógica para essa situação ou cobrança extra. O atendimento foi cortês, porém inflexível, desconsiderando a razoabilidade da situação e demonstrando falta de empatia com o cliente. Embora a política possa estar descrita nos termos e condições, isso não justifica um tratamento tão incoerente e desrespeitoso. Minha avaliação para Rentalcars e Sixt é negativa. Espero que revejam suas práticas para respeitar melhor os clientes que cumprem suas obrigações e esperam um serviço digno do valor pago.

Resolvida
G. N.
19/10/2025

Cobrança Indevida

No dia 15 de outubro de 2025, realizei uma viagem curta através da aplicação Uber. Após a conclusão da viagem, fui surpreendida com a cobrança automática de uma taxa de limpeza no valor de 20 euros, sem qualquer aviso prévio ou justificação válida. De imediato, contestei a cobrança junto do suporte da Uber, esclarecendo que não houve qualquer tipo de sujidade, dano ou incidente que justificasse tal penalidade. A empresa apresentou duas fotografias genéricas, com o que parecem ser migalhas ou resíduos mínimos, que não foram provocados por mim e que, em todo o caso, jamais poderiam justificar a aplicação de uma taxa tão elevada e desproporcional. Apesar das minhas comunicações, a Uber recusou o reembolso, alegando que a cobrança se mantém válida, sem apresentar qualquer prova concreta ou documentação detalhada que comprove o alegado. A cobrança em causa constitui uma prática comercial abusiva e desleal, violando os direitos do consumidor consagrados no Decreto-Lei n.º 24/2014 (contratos celebrados à distância) e na Lei n.º 24/96, de 31 de julho (Lei de Defesa do Consumidor), nomeadamente: Artigo 8.º e 9.º – Direito à informação clara, verdadeira e comprovada sobre os bens e serviços prestados; Artigo 10.º – Proibição de práticas abusivas ou desleais; Artigo 12.º – Direito à reparação e reposição de valores indevidamente cobrados. A cobrança de 20 euros por alegada limpeza, sem prova objetiva e sem comunicação adequada, configura um encargo não consentido e injustificado, atentando contra os princípios da boa-fé e transparência previstos na legislação portuguesa de defesa do consumidor. Além disso, solicito que seja avaliado o comportamento do motorista, visto que a penalização foi aplicada sem qualquer aviso, diálogo ou evidência concreta, prejudicando injustamente o utilizador. Anexo segue as fotos que o motorista disse que causou o dano ao seu carro, para justificar a cobrança de 20 euros.

Encerrada

Taxas Alfandegárias erradas

Venho por este meio expor uma situação que considero incorreta e solicitar a vossa análise e retificação urgente relativamente ao envio em questão. Recentemente pedi o envio, através da DHL, de item de Inglaterra para Portugal: trata-se de um Apple Watch Ultra que já era da minha propriedade, adquirido anteriormente em nome da minha empresa Insidevet ecografia veterinária móvel , e que foi apenas reenviado para mim um vez que ficou esquecido num Uber. Ou seja, não estamos perante uma compra nova nem perante uma importação de um bem adquirido no estrangeiro com valor comercial associado. Fui surpreendido com a cobrança de taxas alfandegárias relativas a uma alegada importação no valor de 800 euros (valor esse do artigo novo, mas na verdade não há valor de transação comercial ) Gostaria de sublinhar os seguintes pontos: Propriedade prévia do bem: O Apple Watch Ultra já era meu, foi esquecido em Inglaterra (Bristol no interior de um Uber) e foi apenas enviado novamente para mim, não correspondendo a uma aquisição internacional. Neste contexto, não existe valor económico a declarar nem transação comercial a justificar qualquer tributação alfandegária. Inexistência de base legal para tributação: A cobrança de taxas alfandegárias só se justifica quando há efetivamente a importação de um bem novo adquirido no estrangeiro, com valor comercial declarado. O caso em análise é uma simples remessa de um bem já usado e de minha propriedade, pelo que não deveria ter sido objeto de qualquer tributação. Valor indevidamente considerado: Foi cobrada uma taxa aduaneira referente a um valor de importação de 800€. Face ao exposto, venho requerer formalmente a revisão do processo, e a vossa ajuda na anulação das taxas indevidas e do ajuste do preço cobrado pela DHL (uma vez que a DHL me cobrou uma taxa de desalfandegamento também correspondente a 800€) e pela Alfândega para o valor mínimo. A DHL tinha e tem, desde o início do processo toda a documentação em sua posse. Em anexo segue a fatura de aquisição do item, a resposta errada por parte de um colaborador da DHL e o valor que paguei. Agradeço a vossa atenção a este assunto e fico a aguardar resposta célere. Com os melhores cumprimentos Telmo Fernandes

Encerrada

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