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Enganada no Seguro
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação relativamente ao processo de acionamento do seguro associado ao equipamento adquirido, bem como à interpretação que está a ser feita das respetivas condições contratuais. Nas Condições Gerais do seguro é referido que a Seguradora "suportará os custos de substituição por outro equipamento igual, OU caso este não se encontre disponível, por outro com caraterísticas técnicas semelhantes, tendo como valor de referência máximo o valor do Equipamento Segurado". Do ponto de vista da língua portuguesa, a redação adotada, e em particular a utilização de vírgulas e da conjunção alternativa, conduz à interpretação de que a limitação do "valor de referência máximo" se aplica ao segundo cenário. Esta ambiguidade resulta da forma como a cláusula foi redigida e apresentada, e não deve por isso ser imputada ao consumidor. Acresce ainda que, no momento da contratação do seguro, a informação transmitida pelo operador da loja foi determinante para a decisão de adesão, tendo me sido explicado, de forma clara, que em caso de sinistro o equipamento seria substituído por outro igual, desde que continuasse a ser comercializado e independentemente de eventuais variações de preço, sendo apenas equacionada a substituição por equipamento semelhante e tendo como referência o valor pago, no caso de o modelo deixar de existir no mercado. Ainda que reconheça que essa informação foi prestada verbalmente, é inegável que contribuiu para a formação de uma expetativa legítima quanto ao alcance da cobertura contratada, coerente com a leitura literal e gramaticalmente plausível da cláusula constante das Condições Gerais. Existe assim uma discrepância evidente entre a redação efetiva ao contrato, a informação comercial prestada no ato de venta e a interpretação restritiva agora da Seguradora. Não está em causa a obtenção de qualquer vantagem indevida, mas o cumprimento daquilo que, à luz da redação contratual e da informação prestada no momento da compra, foi me dito. Cumprimentos.
Troca de produto
Boa tarde, Solicito ajuda para resolução do problema que foi criado pelo Balcão do Apoio ao Cliente, da Worten, no Centro Comercial Colombo. Passo a explicar: - no dia 26/07/2025 ofereceram-me uma máquina de costura, acompanhada do talão de troca com o número 1356/AT, com o código de barras nr. 25072501720310505247. - tive que proceder à devolução da máquina de costura, pois já tinha uma, pelo que no dia 28/07/2025, fui à Worten do Centro Comercial Colombo e devolvi a máquina. O funcionário deu-me a NC com o número AUDO15/031096, referente à factura nr. FT AUDO17/044281. Perguntei se só me davam este documento e o funcionário disse que sim, pois bastava apresentar este documento, já que tinha validade até 28/07/2026. - no dia 27/12/2025 tive necessidade de efectuar umas compras na Worten, pelo que utilizei o valor da NC. Para meu espanto, a funcionária da caixa disse-me que eu não podia utilizar a NC, pois tinha que ter um cartão. Ora não me foi dado qualquer cartão. Na NC. há referência ao cartão Dá com o número 6570134684. - Foi chamado o Gerente de Loja, que me disse que eu tinha que ligar para a linha de apoio do cartão Dá para eles me darem os números que faltavam para eu poder realizar a compra. Como o dia 27/12/2025 era sábado e isto foi por volta das 17h, tentei ligar para a linha de apoio, mas não estava a funcionar. Pelo que fui ao balcão de apoio ao cliente para resolverem o problema, que tinham criado. A funcionária fez um pedido interno de resolução e disse-me que não sabia quanto tempo é que isto ia demorar para ser resolvido. - Pedi o livro de reclamações, e foi efectuada a exposição por escrito, no dia 27/12/2025. - Nesse dia estive mais de 1hora na loja para tentar resolver o problema. Já escrevi para a Worten, para o cartão Dá e já foi várias vezes ao Apoio ao Cliente na Worten do Colombo, para tentar resolver este assunto e não consigo. Grata pela atenção, os meus cumprimentos.
dano em casaco
Exmos. Senhores, No dia 18.12.2025, no interior do estabelecimento da Requerida, sito na loja de Rio Tinto, sita na R. Cavadas 486, 4435-648 Baguim do Monte, o casaco do Requerente foi acidentalmente atingido por lixívia, de uma garrafa que se encontrava a vazar, quando retirava uma unidade do local onde se encontrava exposta, ficando danificado e inutilizável. 2. O dano foi reconhecido pela Requerida de imediato, que assumiu a responsabilidade pela ocorrência. 3. O casaco correspondia a um artigo da marca [Polo Ralph Loren], modelo [militar], cujo preço de venda ao público varia, dependendo de promoções, mas que ronda os 400,00, em plataformas diversas online e os 495 €, no site original da Polo Ralph Loren. 4. O Requerente adquiriu o referido bem pelo valor de 305,15 €, em resultado da aplicação de promoções e vales acumulados, na plataforma online ABOUT YOU, circunstância que não reflete o valor normal de mercado do artigo. 5. A Requerida recusou indemnizar o Requerente pelo valor necessário à substituição do bem, propondo apenas a restituição do montante pago (305,00) cuja fatura foi de imediato por mim entregue, exigindo ainda a entrega naquele estabelecimento do casaco danificado. 6. Tal quantia não permite, nas atuais condições de mercado, a aquisição de um bem igual ou efetivamente equivalente, colocando o Requerente numa situação patrimonial inferior à que existiria se o dano não tivesse ocorrido. 7.A Requerida optou por fazer pesquisas de mercado online e encontrar um item igual ou semelhante, por um preço de cerca de 360,00 euros, num qualquer site que desconheço garantias, ao que sugeri adquirirem um, comprovar originalidade e entregar- me, o que negaram referindo não ser da responsabilidade deles efetuar tal ato, que o adquirisse eu. 7. Foi ainda por mim sugerido aceitar o montante de 305,15 € sem a entrega do bem danificado podendo arranjar forma de venda a preço reduzido e assim o refazer o restante em falta, o que foi negado, exigindo a entrega do casaco danificado contra o pagamento dos 305,15. 8. De referir que este modelo de casaco pode aparecer em outras plataformas que desconheço se são fiáveis quanto à originalidade do produto, como era o caso das propostas apresentadas pela empresa podendo na mesma plataforma onde foi adquirido, variar os preços entre os 395, 00 e os 495,00, dependendo das promoções ativas, certo é que com os 305,15, não consigo adquirir algum, passando a ficar lesado por um acontecimento que nao é da minha responsabilidade. 9. Foi submetido pela empresa aos serviços do seguro da mesma, que declinou o pagamento por não se encontrar no âmbito da apólice. Possuo toda a correspondência, via mail, com a empresa, no sentido de resolver a situação. Pedido: Nos termos do artigo 562.º do Código Civil, a indemnização deve reconstituir a situação que existiria se o evento danoso não se tivesse verificado. Não sendo possível a reconstituição natural, dispõe o artigo 566.º, n.º 1, do Código Civil, que a indemnização deve ser fixada em dinheiro, tendo como critério o valor necessário à reposição dessa situação. Acresce que, nos termos do artigo 566.º, n.º 2, do mesmo diploma, a indemnização deve corresponder à diferença entre a situação patrimonial atual do lesado e aquela em que se encontraria na ausência do dano. O critério do valor pago, sobretudo quando resultante de promoções ocasionais, não traduz o prejuízo efetivo sofrido, nem permite a substituição do bem por outro de características idênticas ou equivalentes. O dano patrimonial corresponde à perda do bem e ao custo necessário à sua substituição em condições normais de mercado, sendo esse o critério legalmente relevante, ou seja, que me seja entregue o valor adequado para adquirir um casaco igual, ou um casaco igual e original, conforme o meu, a adquirir pela empresa em questão. Valor: 495,00 euros Cumprimentos.
Pedido errado e em más condições
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa a um pedido efetuado no Burger King, através da aplicação, com levantamento no drive-thru. O pedido realizado foi: “Menu Cheeseburger ou Chicken Burger Médio + Mini King Fusion ou Nuggets x4 – Chicken Burger sem alface, batata média, Fanta Guaraná 33cl e Mini King Fusion Dubai Chocolate Branco”. No momento da entrega, na segunda janela do drive, o funcionário limitou-se a entregar um saco e a bebida, sem confirmar o conteúdo do pedido. Ao verificar posteriormente, constatei que o gelado não vinha incluído, apesar de ter sido pago. Dentro do saco encontravam-se apenas o hambúrguer, as batatas e ketchup. Para além da falta de um dos produtos, as batatas estavam completamente frias, demonstrando que não tinham sido preparadas na hora. O hambúrguer estava apenas morno. Devido à má qualidade das batatas, acabei por deitá-las fora, consumindo apenas o hambúrguer. Esta situação é particularmente desagradável, uma vez que se trata do segundo pedido consecutivo com erros. Na primeira ocorrência relevei, mas desta vez, além da falta de um produto pago, a qualidade do restante pedido foi insatisfatória. Acrescento ainda que, no momento da recolha, observei funcionários a utilizar o telemóvel o que demonstra falta de atenção ao serviço!! e talvez por isso as más experiências! Considero esta situação inaceitável, pois paguei por um produto que não recebi e a qualidade do restante pedido não correspondia aos padrões mínimos esperados. Pretendo uma resolução adequada, tendo em conta o produto em falta e as más condições do pedido! Possuo fotografias que comprovam a situação, caso sejam necessárias. Com os melhores cumprimentos.
Mau atendimento e produto não conforme
No dia 05/02/2026, efetuei um pedido de menu normal no Burger King do Rio Sul, com direito a bebida em sistema de refill. Desde o início, verifiquei que não existia ketchup disponível, tendo sido dada uma resposta rude e pouco profissional por parte dos colaboradores quando questionei a situação. A preparação do pedido foi excecionalmente demorada numa hora de pouquíssima afluência. Adicionalmente, a bebida do refill encontrava-se claramente diluída e com sabor alterado, imprópria para consumo. Após comunicar o problema, a resposta do staff voltou a ser desadequada, insistindo que o sistema estava a funcionar corretamente, apesar de a bebida continuar em más condições. Solicitei então uma alternativa viável, tendo-me sido informado que qualquer solução implicaria um pagamento adicional, o que considero inaceitável. Paguei por um produto e não consegui usufruir do mesmo em condições normais, sem que me fosse apresentada uma solução adequada ou compensação. Esta situação revela falta de profissionalismo, má gestão do serviço e incumprimento dos direitos do consumidor, motivo pelo qual apresento esta reclamação e solicito a devolução do valor pago. O staff, que nem identificador visível tinha na farda, identificou-se como: - Josiana - Jessica - Dulcilene Na ausência de resolução, darei seguimento da situação junto do Portal da Queixa e do Portal da Reclamação também.
Instalação não efectuada na data
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação sobre um incumprimento de instalação de serviços por parte da empresa Leroy Merlin Através do programe e-lar da qual tive um voucher, escolhemos o Leroy Merlin como fornecedor e instalador dos equipamentos escolhidos. Após material escolhido e sucessivos acertos em orçamentos de instalação, com visita de técnico, em Novembro ficou fechado com instalação marcada para dia 29 de Janeiro, a qual foi adiada para uma semana depois dia 5 de Fevereiro, confirmei se essa data estava mesmo confirmada porque teria de pedir corte de gás um dia antes. Foi confirmado que seria na data marcada. De forma a ter a certeza, na Segunda-feira dia 2 de Fevereiro liguei para confirmar se a data se mantinha inalterada, confirmaram a instalação e procedi a corte de gás no dia 4 de Fevereiro de forma a minimizar constrangimentos. A data da instalação era dia 5 de Fevereiro entre as 9 e 13h. Não aparecendo nenhuma equipa técnica nem qualquer contacto, confactei a linha de apoio ao cliente da Leroy Merlin que me indicou que não tinha data agendada e que iria ser contactado, após sucessivos contactos da minha parte com a linha de apoio ao cliente, fui informado que houve um reagendamento para dia 11 de Fevereiro, o qual questionei quem o tinha feito e que não tinha sido comunicado, indicando que já tinha procedido ao corte de gás e que não tinha acesso a água quente nem fogão para cozinhar, e que a data apresentada estava fora de questão pelos constrangimentos provocados. Nos sucessivos contatos foram apresentadas reclamações, e sempre com a mesma resposta, para aguardar contacto, mas sem data ou previsão do mesmo. Cumprimentos.
Encomenda não entrgue
Boa tarde, Fiz uma encomenda na AliExpress CNPRT28407261234004398555 no dia 02 de Janeiro de 2026 e a encomenda chegou a EcoScooting no dia 16 de janeiro de 2026, estamos a 05 de fevereiro de 2026 e ainda não me entregaram a encomenda nem me enviaram ninguém email. Estou farta de enviar emails a perguntar quando é que vão fazer a entrega e tudo o que dizem é que a encomenda já está com vocês e que vai ser entregue quando for possível. Quero saber quando é que vão fazer a entrega. Aguardo Resposta. Cumprimentos, Daniela Santana.
Brico Depot Gaia - Fiz encomenda e paguei em 8/11/25 - até hoje sem portas e frente de gaveta
Exmos. Senhores, Na sequência da encomenda efetuada na vossa loja - sita em Vila Nova de Gaia -, a 8 de novembro de 2025, referente a mobiliário de cozinha (nomeadamente estruturas, ferragens, portas e gavetas), verifica-se que, volvidos vários meses sobre a data da compra, continuam por entregar as portas e gavetas, componentes essenciais ao funcionamento do conjunto adquirido. Os componentes em falta foram pagos em 8 de novembro de 2025 e apresentam um valor total de 355€ (trezentos e cinquenta e cinco euros). Apesar de sucessivos contactos e promessas de entrega, deslocações foi o cliente novamente informado - em 04 de fevereiro de 2026 - de um novo adiamento de aproximadamente um mês, situação que se reputa como inaceitável e juridicamente insustentável. O atraso acumulado configura incumprimento contratual grave e prolongado, violando o disposto no Decreto-Lei n.º 84/2021, de 18 de outubro, que impõe ao vendedor o dever de entrega dos bens no prazo legal ou contratualmente acordado e em conformidade com o contrato celebrado. A cozinha a que se destinam os componentes em falta encontra-se parcialmente montada (sem portas e frentes de gaveta) desde novembro de 2025, com todos os prejuízos inerentes, quer a nível funcional, quer a nível estético. Acresce que a entrega parcial realizada (estruturas e ferragens) não permite qualquer utilização funcional autónoma do produto adquirido, uma vez que as estruturas são tecnicamente dependentes das portas e gavetas da vossa marca, facto que agrava o prejuízo causado e torna inútil a manutenção do contrato. É, sem margem para dúvidas, inaceitável pretender que o V/ cliente mantenha a sua cozinha nas referidas condições durante quase três meses (período que se prolongará por tempo indefinido até que ocorra a entrega dos componentes em falta - isto apenas e no caso de a entrega algum dia vir a ocorrer, o que muito legitimamente se considera altamente improvável). É igualmente inaceitável pretender que o cliente suporte os custos acrescidos respeitantes à aquisição de portas e frentes de gaveta de outro modelo - com preço superior ao valor pago em novembro de 2025 -, ou seja forçado a arruinar a estética da sua cozinha de forma a enquadrar componentes de cor/ aspeto completamente distinto do encomendado. Note-se que quer o preço, quer a cor dos componentes em questão constituem motivo essencial que presidiu à celebração do contrato de compra e venda com V. Exas. e que, sem se verificarem esses elementos, o negócio nunca teria sido celebrado, nem querido pelo adquirente. Nestes termos, venho comunicar formalmente a V. Ex.as a resolução imediata do contrato por incumprimento imputável ao vendedor. Solicito a restituição integral dos valores pagos pelos componentes de cozinha adquiridos - no valor de 940,74€ (novecentos e quarenta euros e setenta e quatro cêntimos), no prazo máximo legal de 14 dias, colocando-me desde já disponível para proceder à devolução dos bens já entregues, nomeadamente estruturas e ferragens, após desmontagem. Darei início imediato ao processo junto do Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo, bem como à apresentação de reclamação no Livro de Reclamações Eletrónico, sem prejuízo de outros meios legais ao meu dispor. Já contactei formalmente a V/ empresa via formulário disponibilizado no V/ website. Na sequência das avaliações da marca apresentadas no dia de ontem, o cliente veio a receber um telefonema no qual o funcionário da Brico Depôt demonstrou o seu descontentamento relativamente às avaliações e exposição da situação. Não foi dado qualquer esclarecimento. Apenas procurou "tirar satisfações", procurando tirar proveito da debilidade inerente à idade do cliente e assim dissuadi-lo.
Reembolsos não recebidos
Fiz duas devoluções à Deporvillage, números R01268304 e R01285881, relativas às compras de número 700872126 e 700875673 respectivamente. As devoluções foram feitas há mais de dois meses e os reembolsos ainda não foram feitos. Não tenho como contactar a empresa a não ser por um assistente de inteligência artificial que apenas responde que dará resposta, mas nem sequer obtive um e-mail de resposta. A situação é exasperante. De acordo com os termos do próprio site, este é o prazo para o reembolso: "Se escolheu um ponto de recolha para a sua devolução, demora entre 10 a 15 dias úteis a receber a nota de crédito após o depósito." ( vide https://www.deporvillage.pt/stc/return ) Os productos foram devolvidos intactos e a própria empresa assim os comprovou, como se pode auferir nos prints que envio. Entretanto, continuam as duas devoluções com o estatuto "devolução aceite" e não se procede ao reembolso. Diante disto, tudo o que tenho a dizer é que a falta de seriedade desta empresa é digna de ser divulgada publicamente e sancionada pelas autoridades competentes. Agradeço para que me instruam a respeito das providências que devo tomar para reaver os meus recursos e fazer uma denúncia na instância adequada. Desde já, agradeço pela vossa atenção e auxílio. Saudações, Carlos Velasco P.S: Também contactei a empresa Hipay, que gerencia os pagamentos MB, e não me puderam ajudar na questão.
Parede cozinha e da casa de banho
Exmos. Senhores, No inicio de janeiro de 2024 reclamei por e-mail á Gebalis que o teto e a parede da cozinha da minha mãe de 82 anos moradora na Rua Armando Lucena na Ajuda estava com uma enorme infiltração de água, após 2 anos de reclamações presenciais e via e-mail, a parede encontra-se num estado deplorável e a infiltração cada vez maior que já atingiu o andar de baixo também. No dia 23 de janeiro deste ano começou a pingar água por cima da sanita da minha mãe, já reclamei via telefone, via e-mail e até á data de hoje a resposta da Gebalis é que já reportaram ao departamento técnico. A minha mãe tem muita dificuldade na sua locomoção, em caso de queda de algum pedaço de parede na casa de banho ou na cozinha com a agua a escorrer pela parede, quem se vai responsabilizar? Ao longo destes dois anos, e após várias tentativas de contacto, foi-me dito que não dão explicações nem acompanham o processo através de via telefónica, e reencaminham-me sempre para os canais digitais, mas nunca dão resposta. Continuam a não responder aos e-mails e a jogar ping-pong com as reclamações. É de lamentar também que no ano passado, de uma das vezes que contatei a Gebalis sobre a parede da cozinha, tenham-me informado que no processo a obra já estava concluída. Em Novembro fizeram nova vistoria à parede da cozinha mas até ao dia de hoje nunca mais fui contactada. Ao longo destes anos sempre que ligo informam-me que vão reforçar o pedido junto á equipa técnica e hoje ao ligar novamente responderam-me que não podem informar-me via telefone, apenas presencialmente, incoerências. Só quando alguma parede sucumbir e magoar a minha mãe de 82 anos é que vão iniciar as obras? Cumprimentos. Elsa Matos
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