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Problema com Credibom sobre um empréstimo automóvel
Venho por este meio tentar que me ajudem eu tinha uma carrinha financiada pelo banco Credibom na altura da pandemia sem como pagar as prestações devolvi a carrinha a onde me foi explicado que eu iria ter de pagar na mesma o crédito mas com parcelas baixas assim que a carrinha fosse para leilão eu pagava 250 euros de prestação, no entanto alguns meses depois veio uma carta a dizer que a carrinha tinha sido vendida ok até aí tudo bem até que veio a carta para começar a pagar as prestações que na altura me disseram que tinha de o fazer o seja as prestações são de 219 euros. Se eu não tinha 250 também não tenho 219 por 30 euros tinha ficado com ela. Liguei disse que não tinha esse dinheiro porque pelo valor da diferença tinha ficado com a carrinha disseram me que não podiam fazer nada se não iria para tribunal e me faziam a penhora de bens e afins. Gostaria de saber se ah como fazer algum para que isso não acontece até porque eu quero pagar só não consigo pagar o que eles querem que pague . Na altura quando entreguei a carrinha foi me dito que eu poderia vir a pagar 100 ou 150 euros pois não iria ser o valor de 250 euros nem parecido pois se eu estava a entregar e porque não despendia desse valor e agora estão me a cobrar um valor com uma diferença de 30 euros não tem lógica. Obrigada e agradeço que me possam ajudar a resolver a situação .
Saldo cativo
Venho por este meio fazer uma reclamação ao Novo Banco por me retirarem um valor exorbitante de 283€ no dia 03/09/2021 onde se encontra como cativo 07/09/201.Liguei pra linha directa ao qual me foi informado que esse valor está cativo devido a uma penhora por terceiros.Também liguei ha minha advogada Inês Espírito Santo ao qual me foi informado que o Banco Banco não podia fazer essa penhora de saldo.Eu João Zorro encontro me numa insolvência desde Maio de 2021 ora pois bem só pode haver aqui uma falha de comunicação entre instituições Bancárias.Eu só recebi este mês 530€ tive uma penhora de 283€ fiquei com 250€ eu com 3 filhos e com a escola aí ha porta o que faço com este grave erro.
compra de viatura
Na passada sexta feira dia 3 , vi num anuncio do Standvirtual, de um anunciante profissional, o Rocha Automóveis,uma viatura Opel Corsa no valor de 1750€, anunciado como tendo 187 mil KM, enviei mensagem mostrando bastante interesse na compra, pois precisava com urgencia de um carro.Nessa manha após trocas de emails e telefonemas, mesmo sem ver a viatura decidi compra-la, e disseram-me que teria que fazer uma transferencia imediata do valor.Além dos 1750€ que são o valor do carro, paguei mais 500€ de uma suposta garantia extra que cobria todos os componentes do carro.Dia 5 de Setembro surgiu uma possibilidade de me disponibilizarem uma viatura para eu andar a custo zero, e na segunda de manha, liguei para o Rocha Automóveis, pedindo desculpa, mas que queria anular a compra, disponibilizando-me a pagar algum valor de despesas ou caução pelo transtorno. Disseram-me que teria que ser tratado com quem me fez a venda e teria que aguardar até ao fim do dia.Ao fim da tarde desloquei-me ao Stand pessoalmente, e a viatura estava lá no parque, e veriquei que a mesma não tem 187 mil KM, mas sim mais de 390 mil KM.Até estava disposta a resolver tudo sendo eu penalizada pois fui eu que desisti da compra, mas depois de ver que estava a ser burlada, exigi a devolução do meu dinheiro.Recusaram-me a faze-lo, e afirmaram que não fazem devoluções de dinheiro. Descobri que desde o inicio estava a ser enganada, pois logo quando exigiram uma transferencia imediata era para a mesma não poder ser cancelada, porque quando fosse ver o carro, ao ver que tinha mais km, eu não o iria querer.Mesmo que não tivesse desistido da compra, quando chegasse lá ao ver que o carro não tinha os KM pelo que o comprei não o iria querer, ou seja desde o inicio que me estavam a enganar.Ao fim do dia fui apresentar queixa na GNRTenho os dados do anuncio, o comprovativo de transferencia e um papel que me enviaram por mail depois da transferenciaO papel que me enviaram depois de fazer a transferencia foi uma declaração de reserva da viatura, num valor de 500€ acima do valor da mesma, ou seja o que paguei dos 2250 foi o valor da viatura mais 500 de uma garantia extra, e enganaram-me , passando-me um papel sem minha autorização ou assinatura como esses 2250 serem um valor de reservaQue posso fazer para resolver?
Faturação elevada
Venho, por este meio comunicar a Vossa Ex. que as contas de faturação da água tem sido elevadas, sendo impossível o gasto deste, devido a fatores tais como:- Não possui maquina de lavar roupa- Havendo duas pessoas residentes, o que não justifica o elevado gasto de aguaO consumo de água apenas se gasta em casa de banho ( Higiene Pessoal, uso sanitário, etc. ) e para lavagem da louça manualmente. Com duas pessoas residentes neste apartamento, o gasto não é tanto como se fossem quatro pessoas. Deverá haver algum problema ou algum tipo de engano perante este caso.Liguei para as águas do marco, estes disseram que os dados estavam corretos, para verificar as fugas de água e que não poderiam fazer nada em relação ao problema
Pagamento de mensalidade
Venho por este meio manifestar a minha indignação e o meu protesto para uma situação que, no meu entender, é no mínimo escandalosa. No dia 10 de maio deste ano recebi uma mensagem no telemóvel para regularizar o pagamento da mensalidade do meu Cartão Oney Auchan no valor de 5,20€. Cartão esse que já nem me lembrava que tinha e já não usava há alguns anos.No dia 25 do mesmo mês recebo nova mensagem a relembrar que o pagamento dos 5,20€ (uma fortuna!!!) estava em falta, alertando para a possibilidade da indisponibilidade temporária do Cartão Oney Auchan.No dia 12 de junho deste ano recebo nova mensagem para liquidar o valor em atraso no valor de 17,68€(?????).No dia 25 de junho recebo outra mensagem a dizer que faltam 2 dias para ser comunicado à CRC do BPortugal e para regularizar o valor de 17,68€.No dia 24 de julho recebo mensagem a solicitar a liquidação do montante em atraso de 17,68€.É verdade que o montante solicitado não foi liquidado atempadamente por mim . Tratava-se de um cartão que já não usava há alguns anos e por isso pensei que até já estava desativado, porque até ao dia 10 de maio deste ano nunca me tinham solicitado qualquer pagamento associado a este cartão.A minha indignação e o meu protesto prende-se com o facto de me ter sido comunicado, no dia 2 de agosto, que os meus cartões de crédito foram bloqueados, pelo Banco de Portugal por uma dívida de 17,68€(!!!!!!!!!!). Nesse mesmo dia paguei o valor em falta.Num pais em que os grandes empresários devem milhões a tudo e a todos e nada lhes acontece, bloquearem os cartões de crédito a quem tem uma divida de 17,68€ é no mínimo surreal e uma palhaçada total.Não sei se esta minha reclamação vai ser encaminhada para algum serviço ou instituição competente, mas não podia deixar de manifestar a minha indignação.Com os melhores cumprimentos,A. C.
Seguro de Telefone
Olá boa tarde,Venho por este meio comunicar a situação que tenho com a seguradora do meu telefone.Comprei um Smartphone Samsung Galaxy Ultra S21 5G, no dia 1 de Fevereiro na loja Worten da Covilhã. Foi-me sugerido um seguro que recusei mas perante a insistencia dos vendedores lá acedi. Passado um mês ou dois o telefone caiu ao chão. e estalou toda a capa traseira ficando o telefone completamente funcional e sendo apenas um dano estético. Comuniquei o incidente à Worten e à seguradora. foi acionado o seguro e deixei o telefone na worten para a seguradora o levantar. Passados 3 ou 4 meses após me ter sido dito várias vezes que o telefone estava quase a ser devolvido reparado, recebi um mail a dizer que a avaria tinha sido considerada inviável para reparação (relembro que é um dano estético e que a samsung me comunicou que era uma avaria que seria arranjada num samsung center no prazo máximo de um dia). Pediram-me para efectuar o pagamento das mensalidades em falta restantes até ao fim do contrato para me devolverem o valor do Smartphone na Totalidade, depois de me terem pedido uma caução de 100 euros que também já paguei. Agora dizem que me vão devolver o valor do telefone em cartâo. Também não entendo. Mas esse mesmo cartão (supostamente enviado dia 26 de Agosto) ainda não chegou, fui informado na linha de apoio ao cliente que poderia demorar até 1 mês a chegar a casa.Sinto-me enganado pois paguei o telefone, o seguro até ao fim, a caução e estou desde final de Abril ou inicio de Maio sem telefone. Quando sempre me foi dito que tudo seria resolvido no prazo máximo de 1 mês. ando com um telefone antigo , pouco funcional e emprestado desde então. Como é sabido todos os dias são impigidos seguros com promessas não reais aos compradores de tecnologia e não só nas lojas Worten, Fnac, etc... está na altura de algo mudar e pelo menos informarem as pessoas em conformidade e com a realidade. Obrigado pela vossa ajuda e atenção.
Informação errada no centro de responsabilidades do banco de Portugal
Boa tarde, Venho por este meio efetivar uma reclamação, dado ja ter perdido dinheiro pelas vossas informações no mapa central de responsabilidade.de créditos.Eu deixei de estar insolvente no dia 8 de Fevereiro do presente ano.Foi solicitado a CGD que retirasse a informação de incumprimento e actualizasse o mapaDepois de diversos contactos que encetou junto da CGD estiveram até o mês de maio para regularizar a informaçãoNeste entretanto fui solicitando creditos em diversas financeiras, sendo-me sempre negado pela falsa informação da vossa parte, que me dava como insolvente e perdi imenso dinheiro e tempo reorganizar a minha vida.Pior, em Maio retiraram a informação é finalmente poderia recompor a minha vida, despois disso consegui um cartão de crédito e tudo estava a correr bem, sendo que no mês de junho mancharam o meu mapa de responsabilidades de credito com a indicação de insolvência, sendo esta uma falsa informação.Já fui outra vez ao balcão para pedir a atualização da informação no mapa de respo debilidades e nada acontece e ando mais a perder dinheiro e tempo da minha vida, por vossa incompetênciaServe o presente para solicitar que retirem os dados de insolvência que são completamente falsosVenho também pedir pars ser ressarcida pelo o dinheiro que me fizeram perder nestes 7 meses e pelo tempo que andei a passar dificuldades, por vossa causaPeço a maior brevidade no tratamento deste caso.Os meus dados, Aida Álvares Pereira San Emeterio, NIF 217878679, 916998907.
Entidade Patronal
Boa tarde caríssimos,Não sei quem de momento se encontra á frente da empresa, pois soube que o Sr. José Figueiredo e o Sr. Lourenço Brito abandonaram a empresa.Quero expressar com muito desagrado, tudo o que me aconteceu nos últimos meses que estive a trabalhar. Pois encontro-me de baixa psiquiátrica desde Março, grande parte com a ajuda das entidades de chefia nesta mesma empresa.O Sr. Lourenço de Brito, sempre mostrou e fez por mostrar que eu não era colaboradora para trabalhar na empresa dele, visto que sou Lésbica e tenho família. O mesmo é super preconceituoso e super Homofóbico. Infelizmente para ele eu sempre fui uma pedra no seu sapato. Tinha vezes que se fazia de bonzinho / sínico e até falava minimamente bem . Chegou até a tirar-me da linha e a colocar-me como Gestora de Processos, que não durou nem 2 Meses, pois no entretanto tive Covid. Ah outra, que queria que trabalha-se mesmo com o Covid, porque era teletrabalho, mas eu mal me mexia. Recebia chamadas atras de chamadas durante essa baixa de covid, para trabalhar porque o covid não retirava as capacidades de ninguém de trabalhar num PC, alegava ele. Estive o mês inteiro de Janeiro de baixa de Covid, assim que regressei, fui chamada a reunião, para ser informada que tinha descido de posto, pois o meu trabalho não estava a ter frutos. O que seria natural porque eu basicamente tive um tempo pouco de acompanhamento e depois o de adaptação foi interrompido pelo covid. Mas não alonguei, acatei e comecei de novo a trabalhar em linha 8 horas sobre 8 horas, os 5 dias da semana, sabendo também a empresa, colegas e superiores que eu estava a meio de uma depressão e a tomar medicação e o estar em linha 8 horas só pioraria o meu estado. Mas ninguém se mostrou preocupado com isso. A empresa sempre teve a campanha de que quem poria pessoas a trabalhar la, que daria um bónus de 300 euros. Coloquei algumas pessoas mas só duas é que ficaram pelo menos os 3 meses para que então efetivamente me fosse pago tal valor, que daria o total de 600 euros. Que inclusive iria servir para uma ajuda num tratamento de saúde de família.Finais de Fevereiro contactei com os recursos humanos ou quem nos era indicado como tal Benedita Quintanilha, que me foi sempre indicado que sim, que o pagamento chegaria tanto no final de fevereiro 300 como no final de Março outros 300. Ate que certo dia, questionei no dia que recebemos o ordenado em fevereiro e a mesma indicou que eu tinha de resolver a situação com o Sr. Lourenço Brito para ligar para ele. Sabendo eu que viria dai tudo menos de bom , mesmo sabendo que chamada gravada sem consentimento não serviria de nada , gravei a mesma pois pra minha própria sanidade mental para perceber posteriormente que teria percebido tudo bem . E assim foi , liguei ao Sr. sempre a gravar onde o mesmo indica que não me pagaram nem me iriam pagar valor nenhum, porque o mesmo não esta distipulado em contrato e que desta forma não o iriam fazer, pois queriam que eu apresenta-se a minha carta de demissão devido ao estilo de vida que eu levava que não era de acordo com as crenças e visão dele. Sendo que também me disse que tudo o que fosse extra vencimento base e sub de alimentação também não iria voltar a receber mesmo que tivesse direito ( referia se a prémios de produtividade ) pois os mesmos não constam em contrato logo a mim nunca mais me seria pago ate eu apresentar a minha carta .Informei o mesmo que estaria a ser muito cruel e que isso não se fazia , disse lhe que durante anos vesti a camisola , não usufrui de ferias , entrava e saia sempre antes e depois da hora , estava sempre pronta a ajudar fosse quem fosse e que a paga seria esta , informei também que estava a contar com o dinheiro por causa de um pagamento de um tratamento de saúde familiar, ao que o mesmo me respondeu que isso seria problema meu e o qual teria de o resolver mas que não viria dinheiro nenhum . A chamada terminou . Tive 3 crises de ansiedade , um ataque de pânico tive de ir ao medico , não consegui trabalhar mais nesse dia . No dia seguinte estava no consultório da minha medica de família a mesma que me estava acompanhar em toda a depressão . A qual ficou incrédula e no estado em que me encontrava não teve outra opção dito por ela se não colocar a baixa psicológica . Assim aconteceu , mas os dias seguintes foram de terror . Recebia constantemente chamadas ameaçadoras do senhor Lourenço Brito para apresentar a carta , sem em tom intimidador e ameaçador . Ao ponto da própria medica indicar para não atender qualquer tipo de chamada que viesse da empresa pois ao encontrar-me de baixa não teria qualquer obrigação legal de atender .Continuo de baixa, passou a psiquiátrica, pois agora sou também seguida por um psiquiatra no hospital Pulido valente . O mesmo indicou me que teria de denunciar a situação tentar , rever o dinheiro que tenho direito e se querem tanto que me despeça que o façam os mesmos com tudo o que tenho direito , inclusive com todo o dinheiro que me devem e com as ferias todas não gozadas quase de 2 anos e meio sem ferias gozadas .Sempre que penso em voltar, tenho varias crises de ansiedade e ataques de pânico pelo terror todo que me fizeram passar. Por isso mesmo também o meu psiquiatra me aconselhou a fazer alguma coisa, sendo que na altura fiz varias queixas na ACT que nunca recebi qualquer tipo de Resposta, e , fiz também noutros órgãos, mas não deu em nada infelizmente.Tenho um colega que foi despedido em fim de contrato alegando extinção de posto dele de trabalho, o que foi mentira pois, o posto dele não extinguiu, ele é que era gay, tinha família e era um entrave para a chefia desta empresa. Foi mal tratado, ameaçado, fechado em salas para intimidação, etc. A diferença entre nós os dois é que eu já me encontro efetiva e eles não querem ser os mesmos a dar o primeiro passo e porque estamos numa pandemia e foi sempre em casa estes acontecimentos mais graves.Quero por favor ajuda para resolução rápida, desta situação toda.
Tarifas e Juros Indevido
No dia 27 de agosto efetuei uma compra de takeaway onde havia o saldo de 29.50€ para pagamento, eu tinha um saldo de 29.71€ em conta, valor esse que cobria o saldo do pedido de alimento. O banco recusou minha transferência e a empresa já estava a minha porta com o alimento para receber o valor. No entanto o banco não deixa levantar o saldo de 29.50 e assim transferi o saldo pra o cartão de crédito e tentei efetuar o pagamento e também não foi autorizado. Na altura falei com a MB Way e eles disseram que não tinha problemas operacionais e que seria com o ActivoBank. Nesse tempo todo como não havia outra saida para pagamento tive que levantar o saldo do cartão de crédito uma vez que tinha transferido esse valor para pagamento apenas nessa opção agora. O banco me cobrou diversas tarifas sendo elas 0,21€ de selo, 5,20€ comissão de levantamento e mais 15,00€ de taxa de limite excedido. Resumindo, o banco não libera meu dinheiro e me cobra um valor total de 20,41€ por eu levantado o valor na única forma que ele me deu para pagar meu alimento.
Problema com crédito automóvel
Boa tarde Exmos. Srs., No ano de 2020, foi feito um crédito automóvel que o pagamento iniciava em Março (mes em que iniciaram as moratórias devido à pandemia covid 19), nesse mesmo mes solicitamos o pedido de moratória, cerca de 4 meses depois fui contactada pela vossa financeira e recebi a informação de que a mesma nao havia entrado em vigor.Foi-me pedido na altura que pagasse um valor ao qual nao seria possível de todo o pagamento, disponibilizai-me nessa mesma altura a efetuar um pagamento no valor que me era possível naquele momento pois tinha ficado sem trabalho, tanto eu, como o outro titular do empréstimo. Explicámos diversas vezes a situação, a certa altura foi-nos concedido o pagamento do valor de cerca de 100 euros, pagamento esse que foi efetuado no prazo de 1 semana após este acordo. Mais dois meses se passaram sem qualquer contacto, em que pensei estar tudo solucionado, quando recebi um contacto indicando que o contrato já teria passado para a gestão de divida de crédito, ao entrar em contacto convosco foi-me solicitado o pagamento de cerca de 1000 euros, pagamento este que sem trabalho na altura, nao me era possível efetuar. Nao havendo qualquer contra-proposta ou solução da vossa parte, mesmo eu tendo todo o interesse em efetuar o pagamento, dentro das minhas possibilidades + a prestação mensal acordada. Recebi em Outubro a “visita” de um gestor de crédito na minha residência, que me disse que a única hipótese existente seria a entrega do carro, e que dependendo do valor a que o mesmo fosse vendido em leilão, eu teria que efetuar o restante pagamento do crédito. Para além de ter sido extremamente mal educado, disse-lhe apenas que aceitaria qualquer diálogo e exigência, mas que o mesmo teria que ser feito com outro gestor, visto o mesmo ter sido bastante agressivo, chegando mesmo até a aproximar-se fisicamente de forma bastante imprópria, na presença de vários vizinhos que testemunharam esta situação. Nunca mais recebi nenhum contacto da vossa parte, entrei em contacto novamente com a vossa gestão de dividas e fui informada, ja por outro profissional, mais competente, que me informou de que teria obrigatoriamente que fazer a entrega do carro em questao, nao existindo qualquer possibilidade de acordo. Ao que informei o mesmo que estaríamos disponíveis para fazer a entrega da viatura. O mesmo informou-me de que seriamos contactados para efetuar a entrega do mesmo. Entretanto eu separei-me do segundo titular do crédito e o mesmo me disse que iria entregar o carro, pois ficou com a viatura a seu cargo. Há algumas semanas, ao consultar o meu mapa de responsabilidades no banco de Portugal vejo que o processo convosco se encontra em via judicial, fiquei em pânico com a situação. Desta forma, venho encarecidamente apelar a que me informem em que ponto se encontra de facto a situação, eu encontrei um emprego estável, no qual estou efetiva e o meu salário permitiria-me fazer o pagamento mensal das prestações deste empréstimo, caso exista alguma possibilidade de acordo. Falei com o outro titular em e o mesmo está disponível a ceder-me a viatura para que eu fique a única responsável pelos pagamentos da mesma. Mesmo que sejam acrescidos todos os juros e que o contrato se estenda por mais anos do que o acordado, estou disposta a arcar com essa consequência, no entanto o meu pedido é mesmo no sentido de querer solucionar esta questao da melhor forma possível e cumprir com o dever do pagamento do crédito em questao. Apelo novamente à vossa compreensão, na esperança que possamos resolver esta situação na maior brevidade possível.Aguardo ansiosamente a vossa resposta. Com os melhores cumprimentos, Catarina Coelho
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