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Recusa de embarque de menor desacompanhado
Exmos. Senhores, no dia 1 de julho de 2026, desloquei-me de Viseu para Lisboa para que o meu filho, de 8 anos, embarcasse no voo TP11, utilizando o serviço de Menor Desacompanhado da TAP Air Portugal. Ao chegarmos ao balcão de Serviços Especiais da TAP, no Aeroporto de Lisboa, fomos informados de que seria necessária uma autorização emitida por um notário para que o meu filho pudesse viajar. Esta exigência causou-nos estranheza, uma vez que sou a mãe da criança e o respetivo passaporte já contém a autorização para viajar desacompanhado. Acresce que o pai da criança encontrava-se à sua espera no Aeroporto do Recife para o receber à chegada.Perante essa informação, saímos imediatamente do aeroporto e dirigimo-nos ao cartório notarial mais próximo, onde consegui obter a autorização solicitada. Regressámos ao balcão da TAP por volta das 17h00. Apesar de o voo se encontrar atrasado, com previsão de partida para as 17h45, o atendimento que recebemos foi profundamente insatisfatório. O colaborador da TAP presente no balcão efetuou diversas chamadas telefónicas, a partir do seu telemóvel, para solicitar assistência, mas ninguém atendeu. Tentou repetidamente, sem qualquer sucesso. Durante todo esse tempo, não surgiu qualquer outro colaborador para prestar apoio ou procurar uma solução. Posteriormente, uma funcionária da TAP dirigiu-se ao balcão e informou-nos, de forma pouco prestável e sem demonstrar qualquer vontade em resolver a situação, que já não seria possível o embarque do meu filho, alegando que restariam apenas cerca de 10 minutos e que, devido à localização da aeronave, não haveria tempo suficiente para que chegasse à porta de embarque. O que torna esta situação ainda mais grave é o facto de o voo não ter descolado às 17h45, mas apenas às 18h44. Ou seja, existiu tempo mais do que suficiente para permitir o embarque da criança, caso tivesse existido vontade e diligência por parte da TAP em encontrar uma solução. Inclusive, o novo bilhete que fomos obrigados a adquirir para o voo do dia 2 de julho foi comprado muito antes da descolagem efetiva do voo TP11. Considero que a TAP não envidou os esforços mínimos para resolver uma situação que foi, em grande medida, criada pela própria companhia. O resultado foi um transtorno completamente evitável para toda a nossa família. Importa ainda salientar os prejuízos que esta situação nos causou. Para nos deslocarmos até Lisboa, utilizámos um automóvel emprestado, que tivemos de levantar em Castelo Branco, uma vez que residimos em Viseu. Após a recusa de embarque, fomos obrigados a regressar a Viseu no próprio dia 1 de julho e a repetir toda a viagem no dia seguinte, voltando novamente a Lisboa para que o meu filho pudesse finalmente embarcar, regressando depois a Viseu. Esta situação implicou despesas significativas e totalmente inesperadas, nomeadamente: Aquisição de um novo bilhete de avião; Custos acrescidos com combustível; Pagamento de portagens em várias deslocações; Tempo perdido em viagens desnecessárias; Elevado desgaste emocional para toda a família, em especial para uma criança de apenas 8 anos. Entendo que esta situação revela uma grave falta de diligência e de assistência por parte da TAP, sobretudo tratando-se do transporte de um menor desacompanhado, um serviço que exige especial cuidado, responsabilidade e profissionalismo. Assim, solicito que a TAP proceda à análise deste caso e apresente uma solução adequada, incluindo o ressarcimento integral dos prejuízos financeiros que me foram causados, bem como uma resposta fundamentada relativamente à atuação dos seus colaboradores. Caso não seja apresentada uma solução justa e satisfatória, verei-me obrigada a recorrer aos meios legais competentes para defesa dos meus direitos e dos direitos do meu filho. Aguardo a vossa resposta com a maior brevidade possível. Já abri recalmação no próprio sitio online da Tap, mas a resposta foi curta e extremamente insatisfatória. Tenho todas as provas de tudo que foi citado nesta reclamação. Com os melhores cumprimentos, Natally Diniz.
Atraso na emissão da carta de condução
No dia 17 de julho, fiz e passei com sucesso o exame para a categoria C+E. No entanto, passado todo este tempo, continuo sem receber a respetiva carta de condução. Contactei telefonicamente o IMT para perceber o motivo do atraso e fui informado de que existiu um erro na identidade e referência atribuídas pelo centro de exames, sendo-me dito para entrar em contacto com o centro de exames. Após esse contacto, o centro de exames informou-me que é da exclusiva responsabilidade do IMT reenviar a nova identidade e referência para que o pagamento da emissão da carta possa ser feito. Estou, assim, num inaceitável "empurra-empurra" de responsabilidades entre entidades públicas, a ser prejudicado por um erro administrativo interno que não foi da minha responsabilidade. Para tentar resolver a situação de forma pacífica, enviei um e-mail detalhado para vários contatos do IMT, mas, até ao momento, continuo sem resposta nem solução para o meu problema. Peço uma intervenção rápida por parte do IMT para corrigir o erro informático/administrativo na identidade e referência, permitindo finalmente o envio da minha carta de condução, de que necessito para poder trabalhar!
Reclamações por atraso aguardando resposta há meses
Exmos. Srs. Tenho 5 reclamações relativas ao pedido de reembolso, devido ao atraso do comboio, que excedeu 60 minutos. Essas reclamações requerem respostas urgentes, pois aguardo por elas há meses. Sendo um cliente semanal da CP desde há cerca de 5 anos, fazendo o percurso de ida e volta Porto/Lisboa em Intercidades e, na maioria das vezes, no Alfa, considero que estou a ser menosprezado.
Mau serviço prestado
No dia 25 de agosto, pedi uma viagem para o Green Park e o ponto de encontro era na Avenida dos Combatentes. No entanto, o motorista acabou por parar numa rua diferente, escondido por baixo de árvores. Liguei várias vezes, mas o motorista rejeitava sempre as minhas chamadas, dando claramente a entender que pretendia dificultar o encontro para que eu acabasse por cancelar a viagem, ficando assim com o valor cobrado. Durante a viagem, senti um enorme desconforto, pois o motorista passou o tempo todo a olhar pelo retrovisor e a rir-se de forma provocatória, além de optar por um percurso claramente mais longo do que o necessário. Reclamei através da aplicação e obtive uma resposta totalmente insensível. Recusaram-se a devolver o valor, dando claramente prioridade ao motorista em vez de protegerem o cliente. Estou muito desiludida com esta plataforma. Sinto que paguei por um serviço que foi muito mal prestado.
Cobranças de Custos Administrativos indevidos
Boa tarde. Recebi uma cobrança da Ascendi referente a 25,00 € de portagens em atraso, acrescida de 136,64 € de custos administrativos (CA). Contudo, nunca fui anteriormente notificado da existência destas portagens em dívida, pelo que não tive oportunidade de proceder ao seu pagamento atempadamente e evitar a acumulação destes encargos. Nos termos da Lei n.º 25/2006, de 30 de junho, nomeadamente do artigo 10.º, deve existir uma notificação ao titular do veículo para pagamento voluntário. Assim, solicito a revisão desta cobrança e, em particular, que a Ascendi apresente prova das notificações anteriormente efetuadas, bem como a discriminação e fundamento legal dos 136,64 € de custos administrativos. Manifesto a minha disponibilidade para pagar o valor efetivamente devido pelas portagens (25,00 €), mas contesto os custos administrativos enquanto não for demonstrado que fui devidamente notificado e que os mesmos foram legalmente calculados. Solicito, por isso, a intervenção da DECO Proteste para análise e defesa dos meus direitos enquanto consumidor.
Embarque/Desembarque
No dia 24/08/2026, viajei no voo TAP TP1930, de Lisboa para o Porto. O embarque decorreu pontualmente e com normalidade. Passado 15 minutos do encerramento das portas, o comandante informa que aguardava a descolagem de 2 aviões que nos precediam para também o fazer. Decorrida meia hora o avião descola. À chegada ao Porto, após 15 minutos da imobilização, a tripulação informa que o atraso no desembarque se devia à colocação das escadas. Passados mais 10 minutos a tripulação informa que as escadas estavam colocadas mas não havia autocarros para o transporte dos passageiros do avião para o aeroporto. Decorridos 30 minutos lá aparecem 2 autocarros. Ou seja, o voo durou 45 minutos. O tempo passado dentro do avião, entra a descolagem e o desembarque foi de 60 minutos. Não é aceitável nem razoável que no aeroporto do Porto não haja escadas nem autocarros, para já não falar na lástima que é o aeroporto de Lisboa. É surreal. De quem é a culpa? Não há responsáveis por tão grosseira negligência? Será que, no mínimo, não seria devido um pedido de desculpa aos passageiros, que não foi feito, por tão insólita e bizarra situação?
Embarque/Desembarque
No dia 24/08/2026, viajei no voo TAP TP1930, de Lisboa para o Porto. O embarque decorreu pontualmente e com normalidade. Passado 15 minutos do encerramento das portas, o comandante informa que aguardava a descolagem de 2 avoões que nos precediam para também o fazer. Decorrida meia hora o avião descola. À chegada ao Porto, após 15 minutos da imobilização do avião, a tripulação informa que o atraso no desembarque se devia à colocação das escadas. Passados mais 10 minutos a tripulação informa que as escadas estavam colocadas mas não havia autocarros para o transporte dos passageiros do avião para o aeroporto. Decorridos 30 minutos lá aparecem 2 autocarros. Ou seja, o voo durou 45 minutos. O tempo passado dentro do avião, entra a descolagem e o desembarque foi de 60 minutos. Não é aceitável nem razoável que no aeroporto do Porto não haja escadas nem autocarros. É surreal. De quem é a culpa? Não responsáveis por tão grosseira negligência? Será que, no mínimo, não seria devido um pedido de desculpa aos passageiros, que não foi feito, por tão insólita e bizarra situação?
Péssimo serviço de entrega e de apoio ao cliente!
Fiz uma encomenda na Druni.pt no dia 3 de agosto e, até hoje, 20 de agosto de 2026, ainda não a recebi, estando já muito além do prazo indicado de 3 a 4 dias úteis. Segundo o tracking, a encomenda está no armazém local da minha região desde dia 11, sem qualquer atualização desde então. Contactei a transportadora no dia 13, e garantiram que seria entregue na semana passada, deixando uma nota a indicar urgência. Como não aconteceu nada, voltei a contactar no dia 18 e disseram, mais uma vez, que iriam deixar nota de urgência e pedir informações sobre o estado do pacote, prometendo entrar em contacto nas 48 horas seguintes. Pelas respostas, ficou claro que não sabem onde está a encomenda nem o motivo pelo qual não foi entregue. Aguardei as 48h e não fui contactada por ninguém. Hoje, dia 20, depois de mais de 10 tentativas, consegui finalmente ser atendida pelo telefone. Disseram-me que não houve qualquer resposta, que iam fazer novo pedido de informação, abrir processo e que terei resposta nos próximos 4 dias. Perguntei por que não contactam diretamente o armazém ou comunicam à empresa a possível perda da encomenda, mas apenas se justificaram com processos internos que prejudicam o cliente. Enquanto isto, continuo sem os artigos que comprei e de que precisava com urgência, e também não os posso comprar novamente porque não tenho qualquer confirmação de reembolso. Estou extremamente insatisfeita com este serviço.
Cobrança Indevida
Olá Senhores, já estou a tentar contato com a empresa a 13 dias, já se tornou cansativo, não sei se a intensão da empresa e ganhar no cansaço, tive um problema com a emissão do titulo da portagem, na IC16 a cancela da portagem estava aberta, carreguei o botão do titulo varias vezes, a maquina não me deu o titulo, para evitar qualquer tipo de acidente ou transtorno na via resolvi passar, tentei explicar na saida da via oque havia ocorrido porém o atendente disse que não podia resolver, que eu deveria enviar um email para solucionar o problema e me entregou uma fatura no valor inacreditável de 55,60. Segue em anexo foto da Factura e foto da rota feita por mim no Waze, para analise e recalculo para cobrança com valor real. Salvo minha indignação e repudio a todo esse constrangimento, e solicito quer recuperem as gravações e analisem o caso, pois tentei inúmeras vezes carregar o botão do titulo e nunca jamais iria fazer marcha atras para ir em outra cabine de títulos, colocando minha própria vida em risco numa auto estrada de alto fluxo de transito de viaturas.
Atendimento telefónico
Exms Senhores, Venho por este meio manifestar o meu descontentamento e reclamação contra o atendimento telefónico na linha de apoio a clientes da rede expresso. No dia 18/08/2026 entrei em contacto com o número 217524524 linha de apoio a clientes, atendeu me a operadora Emília Jordão as 12:22 (agradeço que auditem a chamada por favor) além de me desligar o telefone quando eu estava a tentar colocar mais questões pois tinha imensas dúvidas de um erro que cometi aquando da comprar de 2 passagens. A mesma mandou me ler os termos e condições e ainda foi extremamente mal educada quando me diz que já tinha repetido a mesma palavra 3x sendo que eu enquanto cliente MANTINHA a mesma dúvida. Em seguida desliga me o telefone quando lhe pedi o nome a fim de realizar uma reclamação. Péssimo atendimento. Voltei a tentar contactar pois a minha dúvida mantém se e sou atendida pela mesma operadora. Uma empresa prestigiada ter funcionários que mal tratam os clientes é inadmissível e atenção que a operadora é brasileira no entanto eu nada tenho contra brasileiros. Sejam brasileiros ou portugueses ou chineses estão a representar uma empresa devem faze lo com profissionalismo ou caso contrário serem demitidos por justa causa. Agradeço que ouçam a minha chamada. Liliana Cumprimentos
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