Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
A. S.
24/09/2026

Cor mudou em 4 meses

Comprei um equipamento no início do ano a Apple o novo modelo iPhone 17 pro mudou de cor (laranja) fui fazer reclamação na loja oficial , disseram que não pode raia fazer nada . Liguei para a Apple disseram da mesma forma porque seria um problema estético . Minha questão é : visto que o equipamento é de um valor de luxo , deveriam da garantia e não alegar que é da capa de proteção que usávamos até para proteger os mesmos . Uma assistência péssima

Em curso
R. M.
24/09/2026

Mensagens de pagamento enquanto tudo pago

Exmos, senhores a coisa de um ano eu tive uma dívida a Nos na qual eu tive 6 meses a pagar até me tiraram do ordenado, e agora durante umas 3 semanas ando a receber mensagens de ameaças que vão a tribunais, que tenho que pagar um valor absurdo enquanto nunca mais tive nada da nos depois de ter pago a dívida, já lhes liguei elas dizem que realmente tá tudo pago, mas não paro de receber mails, e mensagens a mesma. E assim isto mexe com o psicológico de uma pessoa e demais, isto tem que ser resolvido. Ruben Monteiro

Em curso
R. N.
24/09/2026

Encomenda não entregue

Minha encomenda não foi entregue e a empresa não me responde.

Em curso

Vale de correio ajudas de funeral

Boa tarde estou aqui para fazer uma reclamação dos CCT de Palmela o vale foi lançado no dia 7 de agosto pela segurança social e até agora não recebi e o que dissem nos correios é que tenho que esperar já fui os correios de de Palmela umas 5 vezes perguntar o que se está a passar já telefonei para a segurança social e me dissem que isto agora é como os CCT gostaria da vossa ajuda obrigado

Em curso
T. F.
21/09/2026

Recusa de garantia legal e irregularidades no processo de avaliação do equipamento

Exmos. Senhores, Eu, Tomás Saias Siragusa Ferreira, venho apresentar reclamação contra a NOS Comunicações, S.A., relativamente à recusa de acionamento da garantia legal do meu iPhone 15 Pro. Equipamento: iPhone 15 Pro IMEI: 354133891608383 Data de compra: 29/05/2024 Local de compra: Loja NOS Olhão Em agosto de 2026, cerca de 2 anos e 3 meses após a compra, o equipamento deixou de funcionar devido a uma avaria da placa principal (motherboard), ficando completamente inutilizado. Dirigi-me inicialmente à NOS de Olhão e posteriormente à Loja NOS do Fórum Algarve, em Faro, para acionar a garantia. Foi-me informado que o terceiro ano de garantia não seria aplicável porque não tinha ocorrido qualquer avaria durante os primeiros dois anos e que, por esse motivo, a NOS não teria responsabilidade pela atual avaria. Contesto esta posição. Nos termos do artigo 12.º, n.º 1, do Decreto-Lei n.º 84/2021, de 18 de outubro, o profissional é responsável pelas faltas de conformidade que se manifestem durante o prazo de três anos. O facto de a avaria ocorrer após os primeiros dois anos altera as regras relativas ao ónus da prova, previstas no artigo 13.º, mas não elimina o terceiro ano de responsabilidade. A situação tornou-se ainda mais preocupante devido às circunstâncias relacionadas com o relatório técnico. Na Loja NOS do Fórum Algarve, questionei os três funcionários presentes sobre o motivo da recusa da garantia, mas nenhum me soube explicar ou fundamentar concretamente a decisão. Solicitei o relatório técnico e, inicialmente, nenhum funcionário conseguiu aceder ao mesmo. Posteriormente, foi localizado um relatório anexado ao meu processo, tendo sido constatado que correspondia a um iPhone 17 e não ao meu iPhone 15 Pro. Após insistência, foi solicitado o relatório correto. Foi-me indicado que seria enviado no prazo de 24 a 48 horas, mas apenas o recebi cinco dias depois. O relatório posteriormente enviado indica que o equipamento se encontra “fora de garantia”, conclusão que contesto e cuja fundamentação técnica solicito, uma vez que a avaria ocorreu ainda dentro do prazo legal de responsabilidade de três anos. Tenho conhecimento de que, após os primeiros dois anos, o ónus da prova relativo à falta de conformidade passa a caber ao consumidor. No entanto, isso não significa que a NOS possa recusar automaticamente a garantia apenas porque a avaria ocorreu no terceiro ano. Nos termos do artigo 15.º do Decreto-Lei n.º 84/2021, em caso de falta de conformidade, o consumidor tem direito, nas condições legalmente previstas, à reparação ou substituição do bem. O artigo 18.º estabelece ainda que a reparação ou substituição deve ser efetuada gratuitamente e num prazo razoável. Solicito, por isso: Que a NOS reveja a decisão de recusar a garantia; Que seja indicada a fundamentação técnica concreta para a conclusão de que o equipamento se encontra “fora de garantia”; Que seja efetuada a reparação do equipamento sem qualquer custo para mim, ou, caso legalmente aplicável e tecnicamente justificado, a sua substituição; Que a NOS esclareça como foi possível existir inicialmente no meu processo um relatório técnico referente a um iPhone 17, equipamento diferente do meu; Que seja apresentada uma resposta escrita e devidamente fundamentada à presente reclamação. Considero particularmente preocupante que a recusa da garantia tenha sido inicialmente justificada com a alegação de que o terceiro ano não seria aplicável por não terem existido avarias nos primeiros dois anos, e que, posteriormente, tenha sido identificado no meu processo um relatório pertencente a outro equipamento. Solicito, assim, a intervenção e análise da DECO Proteste, no sentido de me auxiliar na defesa dos meus direitos enquanto consumidor e na resolução desta situação junto da NOS. Disponho do relatório técnico, comprovativo de compra e restante documentação relacionada com o processo, que poderei disponibilizar para análise. Com os melhores cumprimentos, Tomás Saias Siragusa Ferreira

Em curso
G. A.
21/09/2026
MEO

Reclamação relativa ao fim da fidelização e atendimento na MEO

Exmos. Senhores, Venho pedir a vossa ajuda relativamente a uma situação que tive com a MEO. Sou cliente MEO há cerca de 8 anos e, durante todo este tempo, nunca tive problemas relevantes com o serviço. Sempre que a minha fidelização estava a terminar, era normalmente contactado pela MEO, muitas vezes cerca de dois ou três meses antes, para apresentar novas propostas e condições. Nessas situações, acabei sempre por renovar com a MEO. A minha última fidelização terminou no dia 17/09/2026. Até essa data, desta vez, ninguém da MEO me contactou para apresentar qualquer proposta de renovação ou tentar manter-me como cliente. Na aplicação my MEO aparecia que a minha fidelização terminava em 17/09/2026. Antes dessa data, aparecia também o valor de 0,38 € associado a uma eventual saída antes do fim da fidelização e, depois do dia 17/09, a situação passou a aparecer como “sem fidelização”. Neste momento já não consigo consultar a informação antiga que aparecia na aplicação, mas atualmente o contrato aparece efetivamente como “sem fidelização”. Perante a falta de qualquer contacto da MEO e considerando que a minha fidelização tinha terminado, no dia 18/09/2026 fiz um contrato com a NOS. No dia seguinte, 19/09/2026, fui à MEO e fui atendido por um funcionário/técnico que tentou convencer-me a não mudar de operador. Durante a conversa, disse-me várias vezes: “Porque vais para um serviço mais fraco?” Disse também que na MEO tinham possibilidade de me fazer uma proposta em que eu pagaria cerca de 8 € menos, teria melhores serviços e ainda teria acesso a um cartão de telemóvel. Expliquei várias vezes que não pretendia aceitar a proposta e que a minha decisão estava tomada. Expliquei-lhe também que, para mim, a questão não era simplesmente o preço ou a qualidade do serviço. Durante cerca de 8 anos fui cliente MEO, sempre renovei quando fui contactado e nunca tive problemas relevantes com a empresa. Ao longo desses anos, entre várias renovações de dois anos, mantive os mesmos equipamentos apesar de toda a evolução tecnológica que entretanto aconteceu, e nunca fiz disso uma reclamação. O que me desagradou desta vez foi precisamente a falta de preocupação da MEO em contactar um cliente de longa data quando a fidelização estava a terminar. Anteriormente a MEO contactava-me com antecedência para apresentar propostas. Desta vez, nem sequer se deram ao trabalho de me ligar. Só depois de eu ter contratado outro operador é que apareceram propostas segundo as quais eu poderia pagar menos 8 € e ainda ter mais serviços. Disse várias vezes ao funcionário que não era uma questão de continuar a negociar e que a minha decisão estava tomada. Cheguei inclusivamente a dizer que, para mim, “não é não”, porque não fui eu que falhei com a MEO. Apesar disso, continuou a insistir e, posteriormente, disse-me que eu iria ter mais uma fatura da MEO, referindo que poderia ser a 19/10 ou posteriormente, com acertos e valores relacionados com os equipamentos. Disse-me ainda, num tom que considerei bastante arrogante: “Podes pesquisar no Google onde quiseres, tens de dar 30 dias.” É precisamente esta parte que pretendo esclarecer. Eu percebo que o facto de a fidelização terminar não queira necessariamente dizer que o contrato desaparece automaticamente nesse dia. O que não percebo é qual é exatamente a situação do meu contrato e por que motivo tenho de pagar mais 30 dias, principalmente tendo em conta que: * a minha fidelização terminou em 17/09/2026; * no dia 18/09/2026 contratei a NOS; * atualmente a MEO apresenta o contrato como “sem fidelização”; * não fui contactado pela MEO antes do fim da fidelização para qualquer proposta; * só depois de contratar outro operador me foram apresentadas condições bastante mais vantajosas. Assim, gostaria que a DECO PROteste me ajudasse a esclarecer: 1. Se, tendo terminado a minha fidelização em 17/09/2026, a MEO pode exigir que continue a pagar o serviço durante mais 30 dias; 2. Se esses 30 dias são realmente obrigatórios no meu caso e qual a razão; 3. Se a MEO tinha obrigação de me informar previamente de que o contrato iria continuar automaticamente após o fim da fidelização; 4. Se a informação que aparecia na aplicação my MEO, nomeadamente a indicação de que estava “sem fidelização”, tem alguma relevância nesta situação; 5. Se a MEO pode cobrar mensalidades até 19/10/2026 e, caso possa, quais os valores que legalmente pode cobrar; 6. Se os valores relativos aos equipamentos que o funcionário mencionou podem realmente ser cobrados e em que condições. Quero deixar claro que não saí da MEO por estar descontente com o serviço. Pelo contrário, depois de cerca de oito anos de cliente, sempre mantive os serviços e sempre renovei quando fui contactado. A minha decisão desta vez deveu-se sobretudo à forma como a situação foi tratada. Durante oito anos fui um cliente que ficou, renovação após renovação, mas desta vez, quando chegou ao fim da fidelização, ninguém se preocupou em contactar-me. Quando finalmente decidi mudar, já depois do fim da fidelização, apareceram propostas melhores e disseram-me que afinal podia pagar menos e ter mais serviços. Para mim, isso chegou demasiado tarde. Além disso, considero que a forma como o funcionário me falou sobre os 30 dias e sobre a futura fatura não foi a mais adequada. Em vez de me explicar claramente a situação, limitou-se a dizer que “tenho de dar 30 dias” e que podia pesquisar onde quisesse. Não pretendo criar qualquer conflito com a MEO. Apenas quero perceber quais são os meus direitos e se a MEO está efetivamente a proceder de forma correta neste caso. Agradeço, por isso, a análise da DECO PROteste e a indicação sobre a melhor forma de proceder perante a MEO. Com os melhores cumprimentos, Gabriel Andrade N.º de cliente MEO 138 020 31 02 N.º de conta 141 860 88 09

Em curso
M. M.
20/09/2026

Impossibilidade de utilizar aplicação na tv adquirida e recusa de reembolso

Exmos. Senhores, Adquiri uma TV Xiaomi 32" (modelo 2026) no dia 18/09/2026 com o objetivo de ver televisão através da APP Vodafone TV. Antes da compra, foi-nos garantido que se tratava de uma Smart TV compatível com essa aplicação e que o novo modelo estava ainda mais otimizado em relação ao de 2025. No entanto, ao ligar o equipamento, percebi que não é possível aceder à APP Vodafone TV neste modelo. Voltei imediatamente à loja para esclarecer a situação e, surpreendentemente, informaram-me que já tinham conhecimento deste problema e sugeriram que podia acionar a garantia, apesar de a TV não apresentar qualquer defeito técnico. Não aceitei esta resposta e pedi o reembolso ou a troca do equipamento, o que foi recusado pela loja. Ainda me sugeriram que vendesse o televisor a terceiros, o que considero uma resposta totalmente inadequada para uma loja. Insisti no meu pedido, mas novamente não aceitaram a devolução, recusando também o direito de rejeição por falta de conformidade logo no dia seguinte à compra. Registei reclamação no livro próprio e agora aguardo uma resolução, esperando o reembolso do valor pago ou a substituição por um produto que cumpra realmente a função pretendida. Toda esta situação foi um enorme transtorno e estou descontente com a postura inflexível e sem soluções apresentadas pela loja. Cumprimentos.

Em curso
S. P.
18/09/2026

Cancelamento da adesão sem a multa proposta pela empresa !

Quero deixar expressamente registado que não autorizei essas alterações contratuais e não dei autorização para a renovação ou prolongamento da minha fidelização. Não considero aceitável que uma terceira pessoa tenha efetuado alterações às condições do meu contrato e que, como consequência, eu tenha ficado sujeita a uma mensalidade significativamente mais elevada e a um novo período de fidelização. Desta forma, não reconheço a nova fidelização que me está a ser imputada e solicito que a NOS apresente a prova da minha autorização expressa para a alteração das condições contratuais e para o prolongamento/renovação da fidelização. Face ao conjunto de situações acima descritas — nomeadamente a oferta da televisão que não foi cumprida, os problemas persistentes com o serviço de internet, a box que não funciona e, principalmente, as alterações contratuais que não autorizei — solicito o cancelamento dos meus serviços NOS sem qualquer penalização, indemnização ou cobrança de encargos relativos ao período de fidelização.

Em curso
S. C.
18/09/2026

Remoção de Cabos de telecomunicações Digi

Exmos Digi, venho por este meio exigir a remoção imediata de uma Cabos de telecomunicações Digi,que foi colocada de forma indevida sem nenhuma autorização prévia Envio em anexo a imagem a comprovar o rolo de cabos colocados e os mesmos fazem passagem pela fachada da minha casa na minha casa Morada: Rua de Angola N7 Peniche Vila Maria Peniche Código postal: 2520-361 Nif: 197118046

Em curso
S. C.
18/09/2026

Remoção de Caixa de telecomunicações NOS

Exmos, Venho por este meio exigir a remoção imediata de uma caixa de telecomunicações da NOS que foi colocada na minha casa sem nenhuma autorização, na Morada Rua de Angola N7 Peniche Vila Maria Peniche Código postal 2520-361

Em curso

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