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Dificuldade dos técnicos de instalação
Exmos. Senhores, Venho por este meio, informar, que presenciei a instalação de cabo da empresa Vodafone na Vila-Mateus em Cruz-Quebrada no dia 8-09-2026, pelas 18:30. Por um técnico da empresa e fiquei indignada de ver , um técnico sozinho a fazer um trabalho de uma considerável extensão. Sendo por isso necessário um outro técnico. Para além do perigo que esta tarefa confere, na utilização de um escadote de altura de grande envergadura em escadas e espaços reduzidos sem qualquer tipo suporte. O abuso desta empresa nos trabalhadores é sub-humano e não garante a segurança dos mesmos Cumprimentos.
Reclamação – Recusa de reembolso da subscrição eDreams Prime no valor de 89,99 €
Venho apresentar uma reclamação contra a eDreams relativamente à cobrança de 89,99 € referente à subscrição eDreams Prime e à posterior recusa da empresa em proceder ao respetivo reembolso. A minha adesão paga ao eDreams Prime teve início em 27/08/2026, pelo valor de 89,99 €, conforme consta expressamente da comunicação enviada pela própria eDreams: “A tua adesão paga começa a 27-08-2026 pelo valor de 89,99 €.” Após a cobrança, solicitei o cancelamento e o reembolso dentro do período de 14 dias. No entanto, a eDreams recusou o pedido, alegando que a subscrição seria uma renovação e que, de acordo com os seus Termos e Condições, este tipo de subscrição não seria reembolsável. Considero esta justificação contraditória com os próprios Termos e Condições do eDreams Prime. Na cláusula 4.2 – Direito de Retratação, os Termos e Condições estabelecem que o consumidor dispõe de um período de retratação de 14 dias a contar da data de adesão ao Prime (a partir da Data Efetiva), podendo exercer esse direito sem indicar qualquer motivo. A mesma cláusula estabelece ainda que este direito é independente e adicional à possibilidade de cancelar a renovação automática. No meu caso, a própria eDreams informa que a minha adesão paga teve início em 27/08/2026, pelo valor de 89,99 €. Assim, não compreendo por que motivo a empresa considera que o período de retratação já teria terminado. A eDreams parece estar a considerar um eventual período experimental/gratuito anterior para efeitos do prazo de retratação. Contudo, os próprios Termos e Condições distinguem o Período de Retratação do Período Experimental, sendo precisamente essa distinção que pretendo que seja esclarecida. Solicitei à eDreams que me indicasse concretamente: qual é a Data Efetiva que está a considerar; qual a data em que, segundo a empresa, começou o período de 14 dias; qual a disposição contratual que permite contar um eventual período gratuito anterior como início desse prazo; e como essa interpretação é compatível com o e-mail enviado pela própria eDreams, no qual consta que a minha adesão paga começa em 27/08/2026 pelo valor de 89,99 €. Apesar disso, a eDreams manteve a recusa e informou que considera o assunto encerrado. Considero que a situação merece análise, uma vez que existe uma aparente contradição entre a informação fornecida ao consumidor, os próprios Termos e Condições da eDreams e a resposta dada pelo serviço de apoio ao cliente. Solicito a intervenção da DECO e a análise da situação, nomeadamente quanto ao meu direito ao reembolso da quantia de 89,99 €, tendo em conta que o pedido foi efetuado dentro dos 14 dias seguintes ao início da adesão paga, conforme indicado pela própria eDreams. Solicito ainda que a eDreams seja instada a apresentar uma fundamentação clara e concreta para a recusa do reembolso e, caso não exista fundamento válido para a recusa, que proceda ao reembolso dos 89,99 €, sem substituição por voucher ou crédito. Junto à reclamação as comunicações trocadas com a eDreams, incluindo o e-mail que indica o início da adesão paga em 27/08/2026, os Termos e Condições aplicáveis e a resposta através da qual a empresa recusou o reembolso. Com os melhores cumprimentos, Karen Oliveira
Falta de Acordo com SNS
Exmos Srs Preciso com urgência efetuar uma ecografia mamária, desloquei-me ao hospital com P1 do SNS, para efetuar a marcação. Qual o meu espanto quando na recepção me dizem "no Algarve não temos acordo com SNS, se pretender por esse meio terá de se deslocar a outra zona do país, Lisboa ou Porto, que lá sim temos acordos, ou então fazer aqui mas pelo sistema privado de seguros de saude" O mesmo hospital cria acordos diferentes dependendo da zona, se não tenho seguro nem condições para pagar 80€ por um exame, que posso fazer gratuito, pois tenho P1, qual a solução ? Ainda me disseram, "o Algarve não precisa de acordos porque a maior parte das pessoas não são de cá nem SNS TÊM " QUE estado de saúde é este que diferencia zonas do pais? Mais grave ainda é que obtive a mesma resposta em todos os hospitais e clínicas da região Onde posso fazer o exame sem sair do Algarve e com P1?
Fruta podre e caixas
Fui ao Lidl em Alcochete e tem piorado, comprei fruta muita estava podre e também têm a loja muito suja. Nas caixas só abrem mais outra caixa depois dos clientes já estarem descontentes e terem de gritar e depois o atendimento é muito mau , 2 funcionárias lá respondem mal ao cliente e uma das funcionárias que é alta e forte diz mesmo que com ela não fazem farinha, se isto são modos de tratar o cliente e quando veio a responsável aínda aceita estas más educação e não quer saber do cliente.
Defeito de fabrica nas ferragens
Comprei 8 cadeiras de sala de jantar na Feira dos sofas. Fui recolher as mesmas, tentei monta-las, sem sucesso. Todas as cadeiras tem defeito nas ferragens (os buracos das ferragens claramente estão desalinhados tendo uma diferença de pelo menos 1 centímetro entre eles em relação aos buracos das cadeiras), impossibilitando de as mesmas ser montadas. Fui tentar devolve-las e pedir o estorno da compra e o mesmo foi declinado, afirmando que teria que efetuar uma reclamação e aguardar pela resposta. Hoje, continuo a aguardar uma resposta, sem sucesso. Já liguei, não me resolvem o problema, dizem que tenho que aguardar. Entretanto, já paguei, já gastei dinheiro em viagens pra frente e para trás para resolver a questão e continuo sem solução para o problema. Estou sem cadeiras para poder usar.
Worten condiciona resolução do contrato a análise técnica
Exmos. Senhores, Adquiri online à Worten um Grelhador a Carvão FLAMA 4013FL Mastergrill EVO Terracotta, entregue em 17/07/2026. A primeira utilização ocorreu em 09/08/2026, apenas 23 dias após a entrega. Utilizei o carvão e o gel de acendimento fornecidos com o equipamento e segui as instruções do fabricante. Foram grelhadas apenas 6 espetadas de frango, mas o processo demorou aproximadamente 2 horas e 30 minutos. Verifiquei uma distribuição muito irregular do calor, com maior concentração na zona central e um desempenho significativamente inferior nas extremidades, tornando a utilização do equipamento inadequada para a finalidade a que se destina. A falta de conformidade foi, portanto, detetada na primeira utilização e dentro dos primeiros 30 dias após a entrega. No próprio dia 09/08/2026, comuniquei a situação à Worten por email e solicitei a resolução do contrato e o reembolso. O email foi enviado para um endereço que constava da própria fatura da Worten como contacto da empresa. Posteriormente fui informada de que esse endereço já não estaria em utilização, facto que desconhecia e que não me era possível saber, uma vez que era o contacto que constava da documentação fornecida pela própria Worten. Na sequência dos contactos posteriores, desloquei-me em 23/08/2026 à loja Worten do Vasco da Gama, com o equipamento, tendo inicialmente sido recusada a receção do artigo, com o argumento de que tinha sido utilizado e de que o prazo de devolução de uma compra online tinha terminado. Esclareci que não estava a exercer o simples direito de livre devolução, mas sim a reclamar uma falta de conformidade, tendo apresentado posteriormente reclamação no Livro de Reclamações. Após essa reclamação, a Worten contactou-me hoje, 08/09, via telefone e indicou que o equipamento deveria ser encaminhado para assistência técnica/análise da marca, solicitei que essa informação me fosse enviada por escrito. Ainda hoje, recebi resposta escrita da Worten, na qual me informa que posso levar o artigo a uma loja para assistência técnica e que: «“Caso seja detectada não conformidade do artigo em relatório técnico será dada a substituição.”» O problema é que não solicitei a substituição do equipamento. O que solicitei foi expressamente a resolução do contrato e o reembolso integral do valor pago. O artigo 16.º do Decreto-Lei n.º 84/2021 estabelece que, quando a falta de conformidade se manifesta no prazo de 30 dias após a entrega, o consumidor pode solicitar a imediata substituição do bem ou a resolução do contrato. Assim, solicito à DECO esclarecimento e apoio relativamente às seguintes questões: 1. Se, tendo a falta de conformidade sido manifestada apenas 23 dias após a entrega, tenho direito a exercer o chamado direito de rejeição previsto no artigo 16.º do DL 84/2021. 2. Se, tendo escolhido expressamente a resolução do contrato, a Worten pode apresentar a substituição como a solução a aplicar caso o relatório técnico confirme a falta de conformidade. 3. Se a Worten pode condicionar o exercício deste direito à realização de uma análise técnica pela marca/fabricante. 4. Se a análise técnica pode ser realizada exclusivamente para verificar a existência da alegada falta de conformidade, sem que a entrega do equipamento para análise implique a aceitação de reparação ou substituição. 5. Se, sendo a Worten a entidade com quem celebrei o contrato de compra e venda, pode exigir que seja eu a tratar diretamente com o fabricante. Estou disponível para entregar o equipamento à Worten para análise técnica, sem renunciar ao meu pedido de resolução do contrato e reembolso. Pretendo apenas que seja respeitada a opção que exerci enquanto consumidora: resolução do contrato, devolução do equipamento e reembolso do valor pago. Solicito, por isso, a intervenção da DECO no sentido de esclarecer o correto enquadramento legal da situação e ajudar-me a obter da Worten uma resposta adequada ao direito que exerci. Cumprimentos, Ana Gomes
Peça Não Adequada à minha Viatura
Caros Responsáveis da Oficina de Braga e Marca MIDAS, Conforme comunicações anteriores e visto ERRO GROSSEIRO da Oficina de Braga, que colocou caixa de velocidades desadequada para a minha viatura, e visto dificuldade de encontrar a mesma no mercado usado, proponho as seguintes soluções a serem implementadas no máximo nas próximas 2 (duas) semanas até dia 15 de SETEMBRO DE 2026, afim de evitarmos questões legais, reclamações da MARCA e pedidos de indemnizações: 1. Instalação de caixa de velocidades (usada) adequada na oficina em Lisboa (Campo Grande ou Pequeno) com viatura de substituição durante o tempo em que a mesma estiver na oficina até à data pedida acima; 2. Instalação de caixa de velocidades NOVA, nos mesmos termos acima para resolver de imediato esta situação; 3. Devolução do valor da Fatura F92172026/933 (em anexo) para IBAN a indicar e arranjarei outra solução pessoalmente. Tenho toda a confiança que sendo uma MARCA internacional e de confiança, vai proceder com toda a celeridade para satisfação dos seus clientes.
Encomenda não recebida
Exmos. Senhores Venho por este meio fazer uma reclamação da empresa DPD, relativamente a uma entrega enviada dia 07.09.2026 pela empresa Leroy Merlin com a referência 09830831005912F a qual paguei portes extra para receber em 24h. Hoje dia 08.09.2026, pelas 9:00 recebi uma mensagem da DPD a confirmar a entrega da encomenda entre as 10:13 e as 11:13 e o respetivo código para fornecer ao condutor. Após várias horas de espera, pelas 15:04 ligo para o apoio ao cliente da DPD para tentar perceber o que se passa com a encomenda, ao que a atendente após eu fornecer todos os dados me diz que a encomenda está danificada e não vai ser entregue hoje, se eu tiver coisas para fazer posso ir, se não tenho que esperar pelo colega e ver se vai fazer a entrega e eu terei que a recusar por estar danificada! A grande questão é mesmo a falta de profissionalismo da empresa e respetivos colaboradores. A partir do momento em que o condutor verificou a anomalia na encomenda o dever era contactar o cliente ou fazer chegar essa informação ao cliente da mesma forma que enviaram a mensagem com hora de entrega e é da responsabilidade do cliente estar no local à hora agendada! Caso a situação tenha a ver com a loja Leroy Merlin relativamente ao estado do produto, a minha questão é quem a recebeu na DPD porque deu entrada de uma encomenda não conforme?? Contudo quero realmente saber quem vai assumir todos os custos deste dia: -5h fora do trabalho à espera de quem não vem! -1 produto que não chegou ao destino -portes extra pagos por ser de caráter urgente para ser entregue em 24h Deixo em anexo prova do que relatei, relembro que eu autorizei a gravação da chamada para o apoio ao cliente DPD. Ana Afonso
Contatos abusivos e fraudulentos
Após ter apresentado uma reclamação sobre esta empresa (CREDIPOUPANÇA) no dia 29 de junho de 2026, devido a contatos abusivos relacionados com falsos pedidos de crédito atribuídos a alguém cuja identidade nem sequer conseguiram confirmar, fui hoje, 8 de setembro de 2026, novamente contactado pela mesma empresa. Desta vez já sabiam o meu nome, o que só aconteceu porque tomaram conhecimento dele através da queixa que apresentei anteriormente. Na primeira ocasião, nem sequer sabiam com quem estavam a falar, agora já sabem porque guardaram o meu registo! Mais uma vez, ligaram-me a afirmar que tinha feito um pedido de crédito online, algo que nunca aconteceu da minha parte. Continuam a inventar estes supostos "pedidos de crédito" e só me conseguiram identificar porque já fiz uma queixa contra eles. Atenção, considero esta situação muito grave e já apresentei várias queixas às autoridades competentes. Se continuarem com estes contatos, tomarei medidas mais drásticas. Numeros conhecidos pelos quais os mesmos tentam contactar e enganar as pessoas: - 916799122 - 910980078
Venda casada
Ontem me dirigi à Casa Peixoto, localizada na Avenida da Circunvalação, para comprar a "Porta de Madeira de Correr Vinyl Touch 1VTH 80 x 200 ALV 40mm Branca", no valor de R$ 119,00. Antes de ir, liguei para a loja para confirmar se havia o produto em estoque. Após a confirmação, fui até lá. Ao chegar ao caixa, fui informado de que seria obrigado a levar a porta junto com o trilho, mas o valor passaria de R$ 119,00 para R$ 190,00. Contestei, pois preciso apenas da porta para substituir uma que já tenho. Tanto no site quanto na loja, a porta e os demais itens (tranca, fechadura, trilho) são vendidos separadamente, sendo opcionais. O atendente foi consultar outro funcionário e, ao retornar, confirmou que eu só poderia comprar a porta com o trilho na loja física, mas que poderia comprá-la individualmente pelo site. Fui ao site e realizei a compra. No fim da tarde, recebi um e-mail informando que o produto estava disponível para retirada na loja. Quando cheguei ao local, ao verificar meu pedido, o funcionário disse que havia corrido um erro no sistema. Após aproximadamente 30 minutos de espera, conseguiram localizar o pedido. Foram buscar a porta, mas, quando ela chegou, estava danificada. Informaram que seria feito um novo pedido e que, para saber quando chegaria, eu teria que ficar ligando para a loja a partir de sexta-feira. Achei uma total falta de respeito e de consideração com o cliente. O correto seria ficarem com o meu contato e me avisarem assim que a porta chegasse. Além disso, devido a todo o inconveniente causado, deveriam ter pedido urgência no processo. Considero essa prática uma venda casada e uma divergência em relação ao que está anunciado na loja e no site.
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