Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
Diversas faltas de conformidade
Assunto: Reclamação – Falta de Conformidade / Rádio Popular – TV ELECTRONIA SMART E24 (Encomenda n.º 25138914) Exmos. Senhores, O meu nome é Sandra Vidal e venho solicitar o apoio da DECO relativamente a uma situação de falta de conformidade não resolvida pela Rádio Popular, apesar das diversas tentativas de resolução extrajudicial já realizadas. 1. Descrição dos factos Adquiri online à Rádio Popular uma televisão ELECTRONIA SMART E24, associada à encomenda n.º 25138914. Após a receção e subsequente desembalamento cuidadoso, verifiquei um dano na moldura do ecrã, apenas visível após remover a película protetora. Reportei o problema de imediato, solicitando a substituição do produto. Contudo, a Rádio Popular recusou a restituição do bem, alegando que o consumidor teria apenas 24h após a entrega para denunciar qualquer dano — prazo esse manifestamente ilegal. 2. Contactos já efetuados Até ao momento, já tomei as seguintes diligências: Diversas trocas de emails com a Rádio Popular, enviando fotografias e descrevendo o defeito. Submissão de reclamações através do Livro de Reclamações Eletrónico (sem obter resolução adequada). Apresentação de pedido junto do Centro de Arbitragem de Lisboa (sem qualquer resposta material até à data). A empresa mantém sempre a mesma posição: recusa de substituição com fundamento no alegado prazo de 24h. 3. Fundamentação jurídica A posição da Rádio Popular viola várias normas de proteção do consumidor: O dano constitui falta de conformidade existente no momento da entrega, nos termos dos arts. 12.º e 13.º do DL 84/2021. Opera a presunção legal de que a desconformidade já existia no momento da entrega. O prazo de 24h é nulo e ilegal, por violação: do art. 16.º do DL 84/2021, do art. 8.º da Lei 24/96, e das regras sobre cláusulas contratuais gerais (DL 446/85). Em compras online, é legítimo detetar defeitos apenas após desembalamento, conforme art. 14.º, n.º 2, do DL 24/2014. 4. Pedido Face ao exposto, solicito o apoio da DECO para que a Rádio Popular: Reconheça a existência de falta de conformidade, e Proceda à substituição da TV por um bem novo, sem qualquer custo, ou, em alternativa, Efetue a resolução do contrato, com reembolso integral do montante pago. Junto fotografias do defeito e as comunicações relevantes. Agradeço o apoio da DECO na defesa dos meus direitos enquanto consumidora. Com os melhores cumprimentos, Sandra Vidal Email: sandravidal1973@hotmail.com Telefone: 936 256 894
Alteração contratual não assinada por mim!
Exmos. Senhores, Na qualidade de cliente com o NIF 255555903, venho, por este meio, questionar o motivo da vossa decisão unilateral de alteração do serviço contratado em 12 de dezembro, dado que nunca demonstrei qualquer interesse em alterar os serviços inicialmente contratados nem assinei , nem ativei nada para vocês Endesa tomei conhecimento por email de um contrato enviado que foi ativado o serviço da Endesa sem o meu consentimento e mudança de fornecedor de gás para a Endesa. Considerando o exposto, venho reiterar que não aceito qualquer alteração contratual e que já tratei de tudo não preciso de vocês mas sim preciso a indemnização para mim , porque por muito que queira vou informar quem de direito e informando que não me pode ser aplicada qualquer penalização. Esta situação é uma grave violação dos meus dados, e grave violação do meu direito enquanto consumidor por me ter sido ativado um serviço para o qual não prestei qualquer consentimento. E dada uma indemnização por direitos de assinatura e grave violação! Cumprimentos.
Reembolso incorreto
Shein reembolso incorreto Comprei artigos na loja online Shein com um valor final de 90,39€, já com descontos aplicados, que estou a pagar através da Scalapay. Devolvi artigos no valor de 30,62€, mas a Shein está a indicar que o reembolso é 0€, alegando retirada de cupão. Isto é incorreto, porque eu paguei efetivamente por esses artigos e estou agora a pagar prestações por produtos que já devolvi. O apoio da Shein não corrige o erro. Alegando que o valor está correto mas este é referente a outra devolução já finalizada.
Fraude bancária sofrida e não ressarcimento por conta do banco
Olá, Venho, por este meio, reclamar e solicitar ajuda, relativamente a um conjunto de transações não autorizadas realizadas no cartão associado à minha conta Millennium BCP, as quais o banco se recusa a reembolsar, apesar de não ter apresentado qualquer prova técnica da suposta Autenticação Forte do Cliente (SCA) exigida pela Diretiva PSD2. 1. Resumo cronológico dos factos • Data das transações: 04/11/2025 • Transações indevidas: – 5,00 € – Coinbase – 45,00 € – Coinbase – 280,00 € – Revolut – 280,00 € – Revolut • Todas as transações foram efetuadas via Apple Pay. • O Millennium enviou um SMS de alerta por suspeita de fraude. Assim que recebi o alerta, contactei imediatamente o Millennium, declarei que não reconhecia nenhuma das operações e procedi ao bloqueio imediato do cartão, seguindo exatamente as orientações fornecidas pelo próprio banco. As transações encontravam-se inicialmente em estado “pendente”. Após a análise interna, o Millennium informou que: «as operações só poderiam ter sido efetuadas mediante Autenticação Forte enviada por SMS e/ou pelo aplicativo, pelo que são consideradas válidas.» Contudo, esta afirmação não corresponde aos factos: • não recebi qualquer SMS de autenticação forte, • não recebi qualquer notificação do aplicativo para autorizar operações, • não validei qualquer transação por biometria, código ou confirmação no Apple Pay, • never iniciei nem autorizei qualquer operação ou pagamento, • o único SMS recebido foi o alerta de possível fraude enviado pelo próprio Millennium. Além disso, importa referir que: Ao seguir a orientação do Millennium para bloquear de imediato o cartão, o mesmo foi automaticamente removido do Apple Pay, tornando impossível consultar posteriormente qualquer histórico de autorizações. Assim, apenas o banco detém os registos técnicos das operações, que até ao momento não foram apresentados. O Millennium não forneceu: • logs de envio e entrega de SMS, • registos do Device Account Number utilizado, • prova de autenticação biométrica ou por código, • identificação do dispositivo utilizado no Apple Pay, • logs de autorização no aplicativo, • timestamp detalhado de validação, • nem qualquer elemento técnico obrigatório em situações deste tipo. De acordo com a Diretiva Europeia PSD2 e com o Regime Jurídico dos Serviços de Pagamento: 1. Cabe ao banco demonstrar que a operação foi autorizada pelo cliente. 2. O ónus da prova da Autenticação Forte é exclusivamente do banco. 3. Na ausência de prova técnica inequívoca, as transações devem ser reembolsadas. Até ao momento, o Millennium não apresentou qualquer prova técnica, limitando-se a declarações genéricas que não respondem às questões essenciais. Solicito, assim, a intervenção do Provedor, nomeadamente para: 1. Determinar que o Millennium apresente todos os registos técnicos associados às operações, incluindo: • logs de envio e entrega de SMS de autenticação forte, • registos de autenticação no aplicativo, • Device Account Number utilizado no Apple Pay, • confirmação do método de autenticação, • identificação do dispositivo, • timestamps completos, • eventuais IPs envolvidos. 2. Determinar a revisão da decisão, dado que não existe qualquer prova de que as operações tenham sido autorizadas pelo cliente. 3. Garantir que o processo seja analisado conforme a PSD2 e a legislação portuguesa aplicável, assegurando a proteção do utilizador de serviços de pagamento. Trata-se de um caso que me deixou profundamente inseguro quanto à proteção dos meus meios de pagamento. Segui todas as instruções do banco, apresentei provas, incluí o boletim de ocorrência policial, mas até ao momento não obtive qualquer esclarecimento técnico que sustente a decisão do Millennium. Segue também alguns anexos relevantes para a resolução do caso, como: • Prints do alerta do Millennium • Histórico de SMS da operadora (prova da ausência de autenticação forte) • Prints dos movimentos “pendentes” • E-mails enviados ao Millennium • Respostas do Millennium • Boletim de ocorrência policial • Documentos adicionais relevantes Agradeço a atenção e aguardo uma solução. Com os melhores cumprimentos, João Vieira
Falta de resposta da seguradora bloqueia reparação e deixa lesada sem viatura á 4 meses
Desde 27/08/2025 que estou privada do meu carro devido a um sinistro já participando e aceite pela seguradora. A ordem de reparação só foi emitida a 15/10/2025, quase dois meses depois da entrada do veículo na oficina. Entretanto, após a primeira tentativa de entrega, o carro foi-me devolvido em condições perigosas: traseira a bater no chão, amortecedores completamente degradados e problemas graves na suspensão/eixo. O mecânico confirmou no momento que o veículo não estava apto a circular, que seria necessário aditamento. A oficina comunicou à seguradora as peças necessárias, as avarias adicionais e a descrição das condições graves do carro. A oficina informou-me também que enviou pedido ao perito para nova peritagem e aguardava resposta da seguradora. No entanto, quando contacto a seguradora, a resposta é sempre a mesma: “Está em pedido interno.” “Lamentamos, mas ainda não temos resposta.” "Tem de aguardar.” Fui ainda induzida em erro por um colaborador que afirmou que o perito me iria ligar até de manhã do dia seguinte. Não só essa chamada nunca aconteceu, como outra colaboradora da mesma seguradora me disse que essa informação era falsa e que o perito nem sequer tem de falar comigo, e sim com a oficina. Ou seja, a oficina confirma os problemas e diz que reportou tudo, mas a seguradora alega que não recebeu nada ou que continua “em análise interna”, sem prazo, sem solução e sem viatura de substituição. Já passaram 4 meses sem carro, sem resposta, sem prazos e sem qualquer reembolso das despesas enviadas no dia 28/10, às quais também nunca obtive resposta. Estou completamente refém de uma situação que não depende de mim: – A oficina diz que aguarda a seguradora. – A seguradora diz que aguarda resposta interna. – Eu estou há quase 4 meses sem o meu veículo, sem alternativas e sem qualquer avanço real. Peço à DECO Proteste ajuda urgente para resolver esta situação, pois estou a ser seriamente prejudicada pela ineficácia da seguradora e pela ausência total de prazos ou responsabilidades claras.
NÃO FIZERAM O REEMBOLSO
Exmos. Srs. da Cecotec, Venho por este meio manifestar o meu desagrado relativamente ao não processamento do reembolso referente à devolução do produto Conga Rockstar 12500 Stellar AquaPet Flex com o número de pedido 198066079225013. No dia 26 de Novembro o produto foi recolhido pela vossa transportadora, e depois de vários emails enviados e tentativas de telefonema efetuados com 15 e 20 minutos de espera que ninguém atende num valor acrescentado, que daqui a bocado as chamadas ficam no valor do aspirador e o reembolso ainda não foi feito. Uma vez que, até à data de hoje, 16 dias após a devolução do produto, o reembolso no valor de 188,90€ não foi efetuado, sem receber qualquer tipo de comunicação ou justificação pelo atraso, V. Exas. incorreram em incumprimento, conforme estabelecido no Decreto-Lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro. De acordo com o Decreto-Lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro, o incumprimento da obrigação de reembolso dentro do prazo legal acarreta consequências específicas. Especificamente, o Artigo 12.º, n.º6, determina que: "O incumprimento da obrigação de reembolso dentro do prazo previsto no n.º1, obriga o fornecedor de bens ou prestador de serviços a devolver em dobro, no prazo de 15 dias úteis, os montantes pagos pelo consumidor, sem prejuízo do direito do consumidor a indemnização por danos patrimoniais e não patrimoniais. Desta forma exijo que me seja reembolsado o valor em dobro, no prazo de 15 dias úteis a contar do presente email, conforme determina a lei. Caso a situação descrita não seja resolvida, informo que terei de recorrer a outras vias de resolução de conflitos que se mostrem adequadas para salvaguardar os meus direitos de consumidor. Obrigado, Paulo Fernandes
Desconto alterado Xmas Promo
No seguimento de um contacto telefónico feito com o Apoio ao a Cliente Lion of Porches, no qual comuniquei que os artigos com as referências: LP006331_599 e LP006332_599 ambos na cor azul marinho iniciaram o dia de ontem (11 de Dezembro de 2025) com uma promoção de 30% (XMAS Promo) e cujo preço final seria de 104,99€, foram ao final do mesmo dia, pelas 21h, alterados e passaram a ter uma promoção menor (de 20%) e o preço alterado para 119,99€, o que vai contra o decreto de lei n°70/2007 do Diário da República. Apesar de ter sido um erro, como confirmado pela colega do atendimento, o preço mais baixo terá que ser assumido perante o comprador. Assim sendo pedi que o valor fosse retificado, o que me foi prontamente negado. Deixo em anexo o print de um dos casacos como exemplo. Relembro que a foto foi tirada no mesmo dia mas em horário diferente.
Serviço de garantia
Gestão de processo e responsabilidade bastante medíocre para o assunto em geral. Automóvel entregue no serviço autorizado que apenas entregou orçamento, faltando diagnóstico técnico adequado justificando razões e anomalias. Exposição á marca para pedido de goodwill/garantia face aos acontecimentos. Verificando o extenso período de espera superior a 30 dias aguardando informação e diagnostico técnico adequado, e a posição de descartar responsabilidade da marca representada pelo serviço autorizado face aos problemas reais existentes nestes carros, inclusive na corrente da arvore de cames, largura da correia e componentes do motor. Apenas existe informação pelo serviço autorizado de comparticipação da marca em 10% desconto nas peças. Diante disso, solicito: Confirmação do processo de goodwill, considerando que a falha é atípica e pode estar relacionada com falha de fabrico que comprometeu a durabilidade técnica dos componentes. Não revejo confiança no estado atual do carro face á viabilidade de componentes como (alternador, bateria, injetores, bombas de oleo, filtros,etc) que derivam de desgaste e anomalia fruto da paragem excessiva, será solicitado verificação do estado dos componentes sendo da inteira responsabilidade da marca e agente autorizado em salvaguardar a instalação de novos em goodwill.
Código desconto diz expirado mas está dentro da validade
Foi efetuada uma compra com o número 25892687, onde supostamente gerou um código de desconto de cashback com a campanha de black friday. Eu recebi esse código de desconto via e-mail para usar numa segunda compra ate 25/12/2025. Estou a tentar há vários dias efetuar esta segunda compra com a colocação do código para desconto do valor, e o código não é aceite, diz expirado ou inexistente. A verdade é que os dias estão a passar e a validade termina a 25/12/2025. Não atendem o telefone de contacto geral de apoio ao cliente, por várias tentativas de contacto, nem me respondem aos vários e-mails de pedido de esclarecimento deste assunto. Esse cashback de 20€ ganho na compra anterior é meu por direito à campanha que estava a decorrer, tanto é que recebi o código de desconto no meu e-mail ao dia 04/12/2025 para poder usar até dia 25/12/2025, e com esta falta de resolução tenho receio que a data de validade termine e perco o meu desconto de cashback.
Grave falta de transparencia
Após um pequeno sinistro, dirigi-me à MCoutinho Aveiro para proceder ao arranjo da porta do meu veículo, e fui atendida pela rececionista Marisa. Durante o atendimento, perguntei à Marisa se a reparação demoraria muito tempo pois o carro teria de ir à inspeção até dia 30.11. A Marisa sugeriu que a própria MCoutinho levasse o carro à inspeção. No processo de preparar o carro para inspeção foram identificados alguns problemas a reparar (espelho e farolim traseiro), tendo-me sido apresentado um orçamento de aprox300€ para efetuar essas reparações, o qual aceitei e paguei. Durante a reparação foi-me disponibilizado um carro de substituição. No dia 21.11, às14h, recebi uma chamada da Marisa a pedir para eu entregar o carro de substituição nesse mesmo dia, com urgência. Informei que estava a caminho do trabalho, em Albergaria, e que apenas conseguiria deslocar-me à oficina as 19h. Ela disse que não, pois estariam fechados. Sugeri sábado de manhã, mas foi também negado, pois também estariam fechados. Expliquei que não estava a conseguir encontrar solução de momento, porque me estavam a ligar com pouca antecedência. A Marisa demonstrou pouca flexibilidade, chegando inclusive a sugerir que talvez uma amiga minha pudesse ir entregar o carro, o que considerei uma sugestão desadequada. Foi-me então dito que seria organizada a troca dos carros em Albergaria, no meu local de trabalho, o que eu concordei e disse que faria o meu melhor para coordenar, mas ninguém me contactou para concretizar essa troca. No dia 24 de novembro,de manhã cedo, fui à MCoutinho entregar o carro. Fui recebida pela Marisa com total ausência de cordialidade. Ao perguntar como tinha corrido a inspeção, fui informada de que o carro tinha reprovado. Não me foi dada qualquer explicação adicional. Descobri depois que o documento (carta vermelha) que me foi entregue pela Marisa apresentava menções a “reincidência”, algo que não fazia sentido, uma vez que tais observações só surgem quando já houve reprovação anterior pelos mesmos motivos, o que não constava da inspeção anterior do meu carro. Entendi depois, já numa outra oficina, que a MCoutinho tinha levado o carro duas vezes à inspeção, sem o meu conhecimento e sem ter reparado os problemas identificados. Regressei à MCoutinho e fui atendida por um colaborador que se identificou como responsável. Este confirmou que: -O meu carro foi efetivamente submetido a inspeção duas vezes no mesmo dia. -A oficina não me informou da primeira reprovação. -A segunda inspeção ocorreu com os mesmos problemas não reparados. -A decisão de não me informar foi justificada como tentativa de “tentarem resolver tudo sozinhos, sem me maçar”. Esta explicação é inaceitável, dado que: -A oficina não efetuou reparações básicas, nomeadamente algo simples com luzes de nevoeiro. -Ao levar o carro à segunda inspeção sem reparar os problemas, impediram-me de tomar decisões informadas. -Ao reprovar duas vezes, recebi apenas 15 dias para resolver os problemas, em vez de um mês, prejudicando-me gravemente. Toda esta situação originou: -Necessidade de reorganizar a minha vida profissional, e perda de rendimentos; -Custos adicionais, deslocações e tempo perdido; -Stress, preocupação e ausência de informação transparente e honesta por parte da oficina; -Falta de profissionalismo grave por parte da rececionista e da própria gestão da oficina; -Conduta que considero lesiva, negligente e enganadora, com impacto direto no meu dia-a-dia.
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
