Reclamações públicas

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A. D.
22/04/2026

Allianz: uma sucessão de erros e desrespeito absoluto

Reclamação: Ineficiência de Canais Digitais e Falha no Apoio ao ClienteAssunto: Impossibilidade de pagamento, falhas recorrentes nos canais digitais e atendimento inadequado – Apólice de Acidentes de Trabalho (AT) Exmo. Srs., Venho, por este meio, apresentar a minha profunda insatisfação com os serviços prestados pela Allianz Portugal, empresa da qual sou cliente de Seguro de Acidentes de Trabalho (obrigatório por lei) há vários anos. Apesar da minha fidelidade à companhia, a experiência acumulada tem sido marcada por um total desrespeito ao consumidor e falhas operacionais graves, que listo abaixo: - Inoperacionalidade dos Canais Digitais: Tanto a APP quanto o site da Allianz apresentam falhas constantes. É impossível realizar o login com sucesso; ora o sistema indica que a apólice "não está ativa" (o que é falso), ora apresenta mensagens de erro de ligação à internet, mesmo com a rede a funcionar perfeitamente. - Impossibilidade de Pagamento: No momento, a minha intenção é antecipar o pagamento do prémio do seguro. No entanto, devido à falha nos canais digitais, estou impedido(a) de cumprir com as minhas obrigações financeiras por responsabilidade exclusiva da seguradora. - Atendimento ao Cliente (Linha de Apoio): O atendimento telefónico tem sido desrespeitoso e pouco resolutivo. Salvo uma rara exceção, encontrei profissionais desatentos, sem capacidade de escuta ativa e que se limitam a transferir a culpa dos erros sistémicos para o cliente. - Ausência de Resposta por E-mail: Enviei diversas comunicações por escrito relatando estas dificuldades, mas não obtive qualquer solução ou feedback adequado até à data. É inadmissível que um seguro de caráter obrigatório seja gerido com tal negligência técnica e humana. Exijo uma solução imediata para o acesso à minha área de cliente, bem como a emissão dos dados para pagamento da minha apólice. Aguardo uma resposta célere e profissional, sob pena de levar esta reclamação às entidades reguladoras competentes.

Encerrada

Solicitação de esclarecimento sobre dívida reportada ao banco de Portugal

Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar, com caráter de urgência, a prestação de esclarecimentos completos relativamente a uma alegada dívida associada ao meu NIF:228580340 Tomei conhecimento, através do mapa da Central de Responsabilidades de Crédito, da existência de um montante em incumprimento atribuído à vossa entidade. No entanto, não reconheço qualquer relação contratual direta convosco, pelo que exijo a apresentação de prova documental detalhada. Assim, solicito o envio dos seguintes elementos: 1. Cópia do contrato original que deu origem à dívida; 2. Identificação da entidade credora inicial; 3. Comprovativo da cessão de crédito para a vossa entidade (caso aplicável); 4. Extrato detalhado com discriminação de valores (capital, juros, encargos e datas); 5. Comprovativo de que sou o legítimo titular da referida obrigação; 6. Indicação da data de último pagamento e evolução da dívida até à data atual; 7. Data e fundamento legal da comunicação ao banco de Portugal. Informo que, até à receção e validação de toda a documentação acima solicitada, não reconheço a dívida nem assumo qualquer responsabilidade pela mesma. Adicionalmente, reservo-me o direito de apresentar reclamação junto das entidades competentes caso não seja dada resposta clara e fundamentada no prazo legal. Aguardo resposta escrita no prazo máximo de 10 dias úteis. Com os melhores cumprimentos, Luis Miguel Novais Mansilha Soares NIF:228580340 Contacto: 916926020

Resolvida

Não contagem de tempo de serviço- CGA

Eu, Paula Maria Silva Garrido Correia Parro, subscritora n.º 800571, venho por este meio apresentar reclamação relativamente à não contagem de 9 anos e 8 meses de tempo de serviço prestado no Ensino Particular, pela CGA. Esse tempo de serviço encontra-se devidamente reconhecido pela DREC, em documento oficial já apresentado. Posteriormente, foi-me solicitado pela CGA um documento emitido pelo Externato onde exerci funções durante esse período que dissesse que tinha tido sempre horário completo, sem faltas injustificadas. Importa referir que o referido estabelecimento de ensino encerrou há cerca de 25 anos, o que dificultou bastante a localização do processo e da documentação necessária. Ainda assim, após vários esforços, os documentos acabaram por ser encontrados. A escola onde atualmente exerço funções remeteu à CGA toda a documentação solicitada, nomeadamente comprovativo de que durante esse período tive sempre horário completo, sem faltas injustificadas e com os respetivos descontos para a CGA. Contudo, apesar de toda a documentação já ter dado entrada na CGA, até à presente data não obtive qualquer resposta, nem foi efetuada a contabilização do referido tempo de serviço. Assim, solicito a urgente análise deste processo, bem como a regularização da situação, procedendo-se à contagem do tempo de serviço devidamente comprovado e ao esclarecimento formal sobre o estado do processo. Com os melhores cumprimentos, Paula Maria Silva Garrido Correia Parro

Resolvida

Indemnização Sinistro

Reclamação formal – Regularização insuficiente de sinistro - Apólice MR64789182-Processo MR64789182 Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente ao processo de sinistro associado à minha apólice de seguro multirriscos n.º MR64789182 participado por mim na sequência de ocorrência verificada durante a primeira semana de fevereiro de 2026, na minha residência situada em São Paulo, Rua Principal N2 - 3360-030 CRV Penacova Conforme oportunamente comunicado, na sequência das tempestades que afetaram Portugal nesse período, bem como dos sucessivos cortes e reposições no fornecimento de energia elétrica, ocorreram danos em diversos equipamentos elétricos e eletrónicos, designadamente: - Motor do portão elétrico - Central GPRS do sistema de alarme - Sirene exterior do sistema de alarme - Bateria sistema alarme De acordo com os elementos técnicos disponíveis, tais danos resultaram de sobretensões e perturbações na rede elétrica, diretamente associadas às condições meteorológicas adversas verificadas. Sucede que, não obstante os prejuízos efetivamente sofridos e devidamente documentados, foi-me atribuída uma indemnização no valor de apenas 100€, montante esse que considero manifestamente insuficiente, desadequado e desproporcional face aos danos reportados e comprovados. Importa salientar que: - Os equipamentos danificados são essenciais ao funcionamento e segurança da habitação; - Foram apresentados (ou encontram-se disponíveis) orçamentos/relatórios técnicos que evidenciam custos de reparação/substituição significativamente superiores; - Não foi, até à presente data, apresentada fundamentação clara, detalhada e tecnicamente sustentada que justifique a limitação da indemnização ao referido montante. Neste sentido, venho solicitar: 1. A reapreciação integral do processo de sinistro; 2. A apresentação de fundamentação detalhada da decisão tomada, incluindo critérios de avaliação, eventuais exclusões contratuais aplicadas e cálculo do valor indemnizatório; 3. A revisão do valor da indemnização, de forma a refletir adequadamente os prejuízos efetivamente sofridos. Caso não seja apresentada uma resposta satisfatória no prazo legalmente previsto, reservo-me o direito de recorrer às entidades competentes, designadamente a Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões, bem como a outras vias de resolução de litígios e defesa dos direitos do consumidor. Sem outro assunto de momento, aguardo a vossa resposta com a maior brevidade. Com os melhores cumprimentos, Maria Fátima Simões 938886785 sergiomiguelcarvalho1976@sapo.pt

Resolvida
M. M.
20/04/2026

Cobrança indevida e falha de segurança de dados

No dia 08/04 fui supreendido ao receber uma notificação por email de uma compra feita através da minha conta Klarna. De imediato entrei na app para verificar e constatei que de alguma forma alguém tinha feito uma compra em um site chamado ShopTo.net através da minha conta Klarna. Site esse que eu desconhecia a existência, nem sequer nunca tinha ovudi falar, logo, nunca sequer fiz uma compras nessa empresa. Pois bem, de imediato reportei a situação ao meu banco, e abri um chamado de suporte com a Klarna para informar do ocorrido. Dias depois de avaliarem a situação, a Klarna simplesmente veio com a informação de que a compra foi valida e que foi autenticada por um dispositivo meu ao qual eu já havia feito outra compras, e que eu teria que pagar na mesma por algo que obiviamente eu não comprei e muito menos autorizei. A klarna simplesmente não informa que dispositivo foi esse que ela alega que é meu para provar que realmente eu autorizei a transação, e simplemsnete se recusa a anular a cobrança. Sendo que eu não perdi, não fui roubado, nem cedi meus aparelhos telemovel ou informaticos a qualquer outra pessoa. Eu sou a unica pessoa que utiliza meus aparelhos e que tenho acesso, e em momento algum eu autorizei ou autentiquei qualquer tipo de aprovação de compra através da minha conta Klarna. O que me leva a crer que a própria Klarna é que tenha tido alguma falha de segurança, onde alguém de alguma forma conseguiu ter acesso a minha conta, e realizara compra e autorização sem o meu consetimento, evidenciando assim que seja um metodo de burla ou de hackeamento, a klarna não tomou nenhuma medida de segurança para verificar e/ou cruzar dados para ter a certeza se realmente era o titular(eu) da conta a realizar aquela compra. Um outro fator que mostra a falha na segurança por parte da Klarna, é não ter uma avaliação do meu historico de compras, para identificar que eu nunca antes tinha feito uma compra no site em questão, ou em qualquer outro site de mesmo seguimentos de produtos, e simplesmente aprovar de imediato uma compra altamente suspeita, sem sequer fazer uma verificação de dados, checagem em dupla camada ou algo do tipo para se sertificar que realmente é o titular da conta que esta a fazer a compra. Desde o dia 08/04 já acionei o apoio ao cliente da Klarna por 3 vezes, e todas as vezes eles informam que vãoo avaliar, para alguns dias depois informarem que se recusam a anular a cobrança e que eu terei que pagar por algo que eu não comprei e não autorizei. Dito isto, solicito que a Klarna faça o cancelamento da compra e anulação da cobrança indevida a qual vem me fazendo e se recusa a anular, literalmente querendo me forçar a pagar por algo que obiviamente não foi eu quem comprei ou autorizei. Caso a cobrança não seja cancelada nas próximas 48 horas, irei acionar os meios judiciais para processar a empresa e fazer denuncia contra a Klarna as autoridades e orgão reguladores da UE devido aos seguintes litígios: - Litígios de Serviços de Pagamento (DSP2) Por permitir operações de pagamento não autorizadas. - Litígios de Proteção de Dados Pessoais (RGPD) Por processamento indevido dos meus dados financeiros e falha na verificação e cruzamento de dados de identidade, violando a privacidade do titular. - Litígios de Responsabilidade Civil Contratual: Por causa danos a alguém com quem tem contrato, por falha no dever de cuidado ou segurança (permitir que usem sua conta, seus dados e seu cartão sem conferir a titularidade).

Resolvida

Sinistro habitação- pagamento não recebido

Na sequência da tempestade Kristin bem conhecida por todos, tivemos danos avultados na nossa habitação nomeadamente no telhado. A empresa Generali tranquilidade mais uma vez agiu com lentidão em todo o processo e após o sinistro em 28 Janeiro só em Março fizeram peritagem e ainda não procederam ao pagamento do valor acordado. Nunca enviam qualquer informação escrita sobre o estado do processo e cada vez que ligamos para a linha de apoio esperamos horas para passarem a pessoas diferentes e ficarmos na mesma com o problema por resolver. Supostamente já está tudo aprovado para pagamento há semanas e ainda não recebemos nada! Continuamos sem telhado com agravamento de toda a situação e zero preocupação da companhia! Gostaríamos de finalizar este processo com o pagamento do dinheiro que nos é devido.

Encerrada
P. V.
19/04/2026

Reclamação contra Padel Nuestro – Retenção indevida de valores

Venho por este meio solicitar a vossa intervenção num processo de compra online que se arrasta desde fevereiro de 2026 com a empresa Padel Nuestro (Padelnuestro S.L.), sem que tenha havido entrega do bem ou devolução do valor pago. 1. Contexto da Compra: No dia 20 de fevereiro de 2026, efetuei a encomenda #34000130124 no valor de 210,31 €, paga via MB WAY. Recebi a confirmação de encomenda da Padel Nuestro minutos depois. 2. O Conflito: Após semanas de atraso, contactei a empresa. A 13 de abril, a Padel Nuestro afirmou que a encomenda foi cancelada por "falta de pagamento". Confrontados com o comprovativo, alteraram a versão a 15 de abril, alegando que o pedido foi cancelado e o valor "reembolsado". 3. Provas de Não Reembolso: Apesar da afirmação da empresa, as entidades financeiras desmentem a existência de qualquer reembolso: A HiPay SAS (processadora) confirmou por escrito em 17 de abril (Ref: F8Z6KW5XV44893R9) que o dinheiro foi entregue ao comerciante. A Unicre (emissor do cartão) garantiu-me em 16 de abril que o movimento foi efetuado e que não existe qualquer registo de devolução. A SIBS (MB WAY) alega de forma incompreensível ter "apagado" os registos por remoção de serviço, impossibilitando o rastreio, apesar de ainda conseguir consultar o movimento de cobrança via app, mas as confirmações bancárias diretas (Unicre/HiPay) provam que o valor permanece com o comerciante. 4. Pedido: A Padel Nuestro retém o meu capital há dois meses e recusa-se a apresentar o comprovativo oficial do reembolso (código ARN), apesar de ter solicitado o mesmo a 16 de abril. Solicito a vossa mediação para que a empresa devolva o valor, ou sendo um provável erro da MBWAY, que se consiga perceber o que aconteceu o com o registo do movimento, e que fim levaram os fundos que me cobraram. Apresente prova bancária do estorno; Ou proceda ao reembolso imediato dos 210,31 €, uma vez que as evidências da HiPay e Unicre provam que o pagamento foi concluído e nunca devolvido. Com os melhores cumprimentos, Pedro V.

Resolvida
J. T.
17/04/2026

Recusa indevida de indemnização – Sinistro Allianz 226108318

​À Allianz Portugal e DECO PROTESTE, ​Reclamo a recusa de indemnização relativa ao sinistro de 07/02/2026 (Gondomar), onde o veículo 45-62-VG foi danificado pela queda de revestimento (capoto) de um edifício. ​A Allianz recusa responsabilidade alegando "Força Maior", porém: ​Dados do IPMA: Possuo certidão oficial que prova que as rajadas de vento não foram excecionais (abaixo de 100km/h), o que obriga a construção a resistir. ​Vício de Construção: Fotos provam que o capoto foi aplicado sobre azulejo e sem fixação mecânica (buchas)ou falta delas violando o Art. 492.º do Código Civil. ​O valor total (reparação + certidões) é de 3.361,89 €. Solicito a reavaliação imediata para evitar o recurso ao Tribunal Judicial de Gondomar. ​Atentamente, João Ribeiro Tavares

Resolvida Pedido de intervenção à DECO PROteste
J. S.
17/04/2026

Suspensão indevida abono de familia

Exmos. Senhores, Venho apresentar reclamação, uma vez que tenho contactado a Segurança Social, sem que a minha situação seja resolvida ou me seja dada qualquer informação concreta. No mês de Dezembro de 2025, recebi um e-mail da Segurança Social informando-me da necessidade de envio da prova anual de rendimentos. Dirigi-me há Segurança Social e entreguei a prova anual de rendimentos e património dentro do prazo solicitado, para que o abono de familia dos meus 2 filhos não fosse suspenso. No dia 26 de dezembro, recebi confirmação de que o processo tinha dado entrada e se encontrava em análise. Dia 30 de Dezembro, recebi outra mensagem electrónica através da Segurança Social Direta a informar que o meu pedido ainda continuava em análise. Tenho efetuado contactos regulares para saber o estado da situação, sem qualquer resposta concreta ou resolução. Dia 27 de Fevereiro de 2026 dirigi-me uma vez mais há Segurança Social, para saber o estado da minha situação, no qual me informaram que ainda estava em análise e informaram-me para proceder novamente à prova anual de rendimentos e património, porque achavam que o primeiro pedido provavelmente não estava "completo".Hoje é dia 17 de Abril de 2026 e continuo sem qualquer informação, atualização ou decisão. Como consequência desta inércia, foi-me cortado o Abono de Família do mês de janeiro,fevereiro,Março apesar de eu ter cumprido com todas as obrigações e enviado a documentação atempadamente. Compreendo que o mês de dezembro inclui feriados e possíveis atrasos, mas não é admissível que uma prestação social que é um direito da criança seja suspensa injustamente, causando prejuízo financeiro a uma família que depende deste apoio. Diante da falta de resposta e resolução, vou apresentar esta reclamação e continuarei a fazê-lo enquanto a situação não for devidamente regularizada. Desta forma, solicito a intervenção da DECO para: Garantir a análise célere do processo pela Segurança Social; Repor imediatamente o pagamento do Abono de Família; Efetuar o pagamento retroativo do valor injustamente suspenso; Garantir que situações deste tipo não voltem a ocorrer. Agradeço desde já a atenção dispensada e aguardo uma resposta. Com os melhores cumprimentos Joana Sampaio

Encerrada

Discordância com decisão de indemnização (sinistro n.º 26MR025390)

Exmos./as Senhores/as, No âmbito do processo de sinistro n.º 26MR025390, relativo a danos causados pela tempestade Kristin (28 de janeiro de 2026), venho por este meio apresentar reclamação relativamente à proposta de indemnização apresentada pela FIDELIDADE - Companhia de Seguros, S.A.. Em primeiro lugar, gostaria de referir que compreendo e aceito o enquadramento efetuado relativamente ao alpendre, enquanto estrutura não totalmente fechada, não contestando, por isso, a sua não inclusão como dano indemnizável. Contudo, não posso concordar com o mesmo enquadramento aplicado à garagem. A garagem em causa encontra-se fisicamente integrada e anexa à habitação principal, constituindo uma divisão funcional do imóvel, com acesso fechado por portão e delimitada por paredes estruturais. Trata-se, portanto, de um espaço que, no seu uso e configuração, corresponde a uma divisão fechada da habitação. A exclusão da garagem como divisão “não totalmente fechada” não reflete, no meu entendimento, a realidade construtiva do espaço, nem a sua função enquanto parte integrante do imóvel seguro. Acresce que a destruição da cobertura da garagem, provocada diretamente pela tempestade, originou danos adicionais, nomeadamente a exposição do sistema de motorização do portão elétrico, anteriormente protegido pela cobertura. Como consequência direta, o motor do portão ficou inutilizado, sendo necessária a sua substituição. Importa ainda referir que, nos documentos de peritagem, a exclusão se baseia na consideração de que existem “danos em divisões não totalmente fechadas”, o que, conforme acima exposto, não se aplica à garagem nos termos em que esta se encontra construída e utilizada. Adicionalmente, importa salientar que o presente processo se encontra em curso há um período já considerável, tendo a participação do sinistro sido efetuada no dia 6 de fevereiro de 2026, encontrando-nos já em meados de abril. Durante este período, as áreas afetadas permaneceram expostas, sem reparação das coberturas, o que tem contribuído para a progressiva degradação dos danos inicialmente verificados, nomeadamente pela ação da chuva, com consequências adicionais como a deterioração de componentes do sistema do portão da garagem. Acresce ainda que a proposta de indemnização e os documentos de peritagem apenas foram disponibilizados a 14 de abril, na sequência de um contacto telefónico por mim efetuado, o qual implicou um tempo de espera significativo, e após ter anunciado que avançaria com uma reclamação formal em várias plataformas, incluindo a DECO Proteste e a ASF – Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões. Face ao exposto, venho solicitar a reapreciação do processo de sinistro, com a inclusão da garagem enquanto divisão indemnizável, considerando a reparação da respetiva cobertura e dos danos diretamente decorrentes da sua destruição, nomeadamente a inutilização do sistema do portão elétrico. Manifesto total disponibilidade para colaborar numa eventual nova avaliação no local, caso considerem útil para uma melhor apreciação dos danos. Solicito, assim, a revisão da decisão no prazo máximo de 10 dias úteis, de modo a refletir de forma justa e adequada os prejuízos efetivamente sofridos, reservando-me o direito de recorrer aos meios de reclamação e defesa disponíveis caso não seja obtida uma resposta adequada dentro desse prazo. Junto anexo os orçamentos de reparação submetidos no âmbito deste sinistro. Sem mais de momento, apresento os meus melhores cumprimentos, A Segurada

Resolvida

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