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O mesmo produto à venda por preço diferente
Comprei na loja Leroy Merlin da Covilhã um aparelho de ar condicionado Haier Perla Premium 12KBTU pelo preço de €720,00. Quando cheguei a Almada, cidade onde resido, verifico que aqui na leroy Merlin este aparelho de ar condicionado está à venda por €615,00. Reclamei no site da Leroy Merlin e resposta foi sem mais justificação que tal é possível. Pode a Leroy Merlin vender em Portugal o mesmo produto por preço diferente? Tem o consumidor de andar de loja em loja a procurar onde é mais barato? Não tenho direito a uma nota de crédito pela diferença do que paguei a mais? Cumprimentos. Carlos Ferreira
Falsa ausência de destinatário e falha na entrega – Encomenda 1000021148422
Exmos. Senhores,Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente ao serviço de entrega da encomenda com o código de rastreio 1000021148422, da qual sou destinatária, Ana Margarida Alves Barroso, para ser entregue na morada Rua São Tiago, 317 (Padaria Ramos).Recentemente, o estado do envio foi updated no vosso sistema de rastreamento com a indicação de que o destinatário se encontrava ausente.Contudo, esta informação é completamente falsa, dado que estive pessoalmente na morada durante todo o dia com o propósito de receber o respetivo volume. O estafeta não tocou à campainha, não efetuou qualquer tentativa de contacto telefónico para o meu número (915284137) nem deixou qualquer aviso de passagem físico na caixa de correio.Esta situação constitui uma clara falha na prestação do serviço contratado e demonstra falta de profissionalismo por parte do distribuidor, lesando-me diretamente enquanto consumidora.Face ao exposto, exijo:Uma nova tentativa de entrega imediata na morada indicada, sem qualquer custo adicional;Esclarecimentos sobre o comportamento do estafeta responsável pela respetiva rota.Caso a encomenda seja devolvida ao remetente por vossa negligência, imputarei à VASP Expresso todas as responsabilidades e custos logísticos associados ao reenvio.Fico a aguardar uma resposta urgente com a resolução do problema.Com os meus cumprimentos,Ana Margarida Alves Barroso915284137
Tratamento inadmissivel
Exposição dos Factos: No dia 19 de Setembro de 2025, tinha uma reserva efetuada e paga/confirmada no Evolution Hotel, pertencente ao Grupo SANA, para celebrar o aniversário do meu namorado, que me acompanhava. Ao chegar ao estabelecimento para realizar o check-in, o meu acompanhante não apresentava documento de identificação no momento. Em resposta a essa situação, a equipa de segurança e os funcionários do hotel adotaram uma conduta abusiva, humilhante e desproporcionada, bloqueando fisicamente a entrada e impedindo-nos de aceder ao hotel juntos. Fomos submetidos a uma situação intolerável de bullying e assédio moral, tendo os recepcionistas chegado ao ponto de sugerir, de forma insultuosa, que o meu acompanhante fosse «dormir para o carro» enquanto eu pernoitaria no hotel. Perante tamanha humilhação e recusa indevida de prestação de serviço, ou devoluação do dinheiro, recusei-me a ficar no hotel nessas condições e abandonei o local. Devido ao elevado nível de stresse, constrangimento público e humilhação sofrida, passei por um quadro de trauma psicológico, tendo tido a necessidade de recorrer à toma de ansiolíticos/calmantes para controlar a ansiedade decorrente do incidente. Foi uma situação deveras constrangedora, não tinhamos onde ficar pois já era muito tarde, era o aniversário importante o que tornou tudo mais complicado e desafiante. Foi muito dificil ultrapassar esta situação a nível psicológico. Pedidos:Face ao exposto, solicito a este serviço e aos vossos Juristas, a intervenção no conflito para que a Reclamada seja condenada a: 1) Reembolso integral dos valores pagos pela reserva/estadia não gozada; 2) Indemnização por danos morais devidos à humilhação, violação dos direitos do consumidor e danos psicológicos causados pelo comportamento dos seus colaboradores e seguranças.Junto em anexo os comprovativos da reserva. Peço Deferimento,
Cancelamento
Já sou cliente da Medicare a dois anos. E entrei com pedido de cancelamento em agosto. Me informaram que eu tinha até julho pra cancelar, e agora somente em julho do ano de 2027. O que me informaram no momento da adesão. Foi que o primeiro ano era obrigatório, e depois poderia cancelar quando quisesse. Agora colocaram um mês de pedido pra cancelar. Justo um mês anterior ao meu pedido. Disseram que em hipótese alguma posso cancelar até julho de 2027. Estou à espera do gestor ligar para cancelamento a muito tempo, e qnd enviei o pedido em agosto tinha passado 15 dias dos meus dias para cancelamento. Apenas ligam no mesmo dia para adesão do plano e te enrolam ao máximo para passar da data de renovação. Que foi meu caso.
Exercício Ilegítimo de Funções e Retenção de Documentação
Venho, na qualidade de representante da Administração Provisória do Condomínio do Edifício Samil 825 a 875 (NIPC 901 596 540), sito em São Roque, apresentar reclamação contra a empresa Michelle Vasconcellos, Unipessoal Lda (Inovação Gestão de Imóveis e Condomínios), devido a graves irregularidades na prestação dos seus serviços sectoriais: 1. Conforme deliberado em Assembleia Geral de Condóminos e exarado na Ata n.º 24, o mandato de gestão da empresa visada cessou oficialmente no passado dia 31 de agosto de 2026. 2.Sucede que, apesar de se encontrar totalmente desprovida de poderes legais de representação ou movimentação financeira desde 1 de setembro de 2026, a referida empresa procedeu à realização de transferências bancárias unilaterais de devolução de fundos a partir da conta do condomínio para contas privadas de condóminos, agindo sem o conhecimento, validação ou auditoria da nova gerência. 3.Adicionalmente, a empresa recusa-se a facultar com a devida celeridade o rascunho e as folhas assinadas da última Assembleia (Ata n.º 25), retendo documentação essencial com o claro intuito de atrasar a regularização da titularidade bancária junto do nosso banco. Como utilizadores deste serviço e lesados pela conduta abusiva desta firma, que opera à revelia dos prazos e deveres estipulados no Artigo 1436.º do Código Civil, solicitamos a mediação da DECO para exigir a imediata cessação de movimentos bancários por parte da Inovação e a calendarização urgente da entrega física de todo o arquivo e livro de atas do prédio. Se necessário a esta reclamação envio cópia da Ata n.º 24 que comprova o fim do vínculo contratual em agosto. Atentamente, Administração Provisória Condomínio do Edifício Samil 825 a 875
Encomendas não recebidas
Boa tarde, Venho apresentar uma reclamação relativamente ao atraso e ao aparente encaminhamento incorreto de três encomendas com os seguintes números de tracking: 68545302 68544588 68694439 As três encomendas têm como destino o código postal 2625-665 – Póvoa de Santa Iria. O histórico de tracking apresenta movimentos que considero anormais e que estão a provocar um atraso significativo na entrega. Em particular, duas das encomendas foram encaminhadas de LISBOA para AVEIRO, apesar de o destino ser Póvoa de Santa Iria. A terceira encomenda esteve anteriormente em Aveiro e foi posteriormente encaminhada para Lisboa, onde se encontra sem novos movimentos desde 09/09. Neste momento, não é claro qual é o centro de distribuição responsável pela entrega na minha zona nem qual a razão para estas encomendas estarem a circular entre Lisboa e Aveiro. Solicito, por favor, que verifiquem individualmente as três encomendas e me esclareçam: Onde se encontra fisicamente cada encomenda neste momento; Qual a razão destes encaminhamentos entre Lisboa e Aveiro; Se existe algum problema operacional ou de distribuição para o código postal 2625-665; Qual é a previsão realista de entrega de cada encomenda; Se existe algum problema que esteja a impedir que sejam encaminhadas para a distribuição final. Agradeço uma resposta concreta e não apenas uma indicação genérica para acompanhar o tracking, uma vez que os movimentos registados demonstram que as encomendas já sofreram vários atrasos e encaminhamentos aparentemente contraditórios. Aguardo a resolução da situação e uma atualização relativamente às três encomendas. Obrigado.
Reembolso não realizado
Olá, Venho novamente contactar-vos relativamente à minha devolução, com o nº 46108. A encomenda referente à devolução foi entregue no destino no dia 03/01, e hoje, dia 10/01, continuo sem receber o respetivo reembolso nem qualquer informação sobre o estado do processo. Gostaria, por favor, de saber qual o motivo da demora e quando será efetuado o reembolso do valor da devolução. Aguardo uma resposta e a resolução desta situação com a maior brevidade possível.
O "entregador" não entregou o que o AliExpress enviou, deu por "recusada" e ameaçou que não entrega
A GLS a ser GLS: Puseram um indivíduo que não deve saber ler etiquetas nas encomendas do AliExpress com o endereço, manda um WhatsApp que parece aquelas burlas de phishing, dá como "recusada" sem ter ido ao endereço da encomenda e depois ameaçou por áudio WhatsApp que nunca mais entregará nada (tal como nunca o fez!) e apaga as mensagens! Para mostrar a verdadeira GLS é ir ver as avaliações ao Trustpilot e aqui! Inexplicavelmente, no portal da queixa arranjaram forma de enganar os mais ignorantes com avaliações fictícias que em nada corresponde à pouca vergonha que os queixosos lá relatam!
Informação falsa junto do consumidor
Assunto: MultiOpticas - Falta de transparência na apresentação de plano de saúde visual e problemas com óculos Motivo: Reclamação: ASSUNTO: Reclamação por falta de transparência, omissão de informação essencial, prática comercial suscetível de induzir o consumidor em erro e atendimento inadequado. Eu, Josefa Maia, sou cliente da MultiOpticas há cerca de 26 anos. Ao longo de todos estes anos, eu, o meu marido e os meus dois filhos temos sido clientes da vossa marca, depositando sempre total confiança no profissionalismo dos vossos colaboradores. Em setembro de 2025 desloquei-me à loja MultiOpticas de Tavira para adquirir novos óculos progressivos. Devido à minha graduação e ao meu astigmatismo, os meus óculos têm um custo elevado, pelo que procurei aconselhamento junto da funcionária que me atendeu. A colaboradora apresentou-me o denominado "Plano de Saúde Visual", explicando-me que ficaria a pagar uma mensalidade pelos meus óculos, que o contrato teria uma duração de 24 meses e que ao fim de um ano poderia mudar de óculos sem custos adicionais. Em momento algum me foi explicado de forma clara, simples e inequívoca que: * estava a celebrar um contrato de aluguer ou leasing de óculos; * os óculos permaneceriam propriedade da MultiOpticas; * os óculos teriam de ser devolvidos no final do contrato; * a cessação antecipada do contrato implicaria o pagamento das mensalidades em falta. O contrato foi enviado para o meu e-mail enquanto me encontrava sentada na loja a escolher armações e lentes e, em simultâneo, recebi uma mensagem para autorizar o débito direto. Como qualquer consumidor de boa-fé, e confiando na funcionária e na relação de confiança construída ao longo de 26 anos com a MultiOpticas, aceitei o procedimento, acreditando que estava perante um plano de saúde visual ou uma modalidade de pagamento dos meus óculos. Se me tivesse sido dito, de forma clara e transparente, que estava a celebrar um leasing de óculos e que estes teriam de ser devolvidos no final do contrato, nunca teria celebrado o referido contrato. A expressão "Plano de Saúde Visual" leva qualquer consumidor médio a acreditar que está perante um plano de saúde ou um sistema de pagamento dos seus óculos, e não perante um contrato de aluguer de um bem essencial para a sua vida diária e para a sua saúde. Só cerca de oito meses depois, e apenas numa conversa na loja, descobri que afinal tinha celebrado um contrato de leasing de óculos. Fiquei completamente surpreendida e indignada. Acresce que tive inúmeros problemas com os óculos fornecidos. Os óculos foram refeitos diversas vezes devido a erros de graduação, tendo passado meses sem uma solução adequada para um problema que afeta diretamente a minha visão e a minha qualidade de vida. Quando manifestei a minha indignação pela descoberta da verdadeira natureza do contrato, fui atendida pela responsável da loja de Tavira de forma arrogante e pouco profissional, tendo sentido que a minha palavra e a minha boa-fé foram colocadas em causa. Senti-me desrespeitada, desacreditada e tratada como se estivesse a faltar à verdade, quando apenas relatei a minha experiência enquanto consumidora e a confiança que depositei na marca durante mais de duas décadas. Após pesquisar, constatei ainda a existência de inúmeras reclamações de consumidores que relatam situações muito semelhantes à minha, afirmando que apenas mais tarde perceberam que o denominado "Plano de Saúde Visual" era, na realidade, um contrato de aluguer de óculos. Esta repetição de situações idênticas levanta sérias dúvidas sobre a clareza, transparência e forma de comercialização deste produto, uma vez que muitos consumidores parecem não compreender, no momento da contratação, a verdadeira natureza do contrato celebrado. Considero que existiu: * falta de transparência na apresentação do produto; * omissão de informação essencial para uma decisão consciente; * informação suscetível de induzir o consumidor em erro quanto à verdadeira natureza do contrato; * violação do dever de informação clara e compreensível perante o consumidor. Face ao exposto, solicito: 1. A reapreciação integral da minha situação contratual; 2. Uma solução amigável e justa para o presente caso; 3. A análise das práticas de comercialização deste produto, de forma a garantir que outros consumidores não sejam induzidos em erro; 4. Que me seja esclarecido, por escrito, em que momento e de que forma me foi explicado que estava a celebrar um contrato de aluguer de óculos e que os mesmos teriam de ser devolvidos no final do contrato. Reservo-me o direito de apresentar esta situação às entidades competentes de defesa do consumidor e de recorrer aos meios legais que considere adequados para defesa dos meus direitos. Tavira 3 de julho de 2026 Josefa Maia Cliente MultiOpticas há cerca de 26 anos. Resolução: Pretendo uma reavaliação completa do meu contrato, uma solução justa para a situação e garantia de práticas mais transparentes na comercialização deste tipo de produto. Valorizar o cliente uma família a ser cliente há 26 anos A exigência de dois pares de óculos é um abuso nos tempos que correm. Pagar dois e ter so uns e outro problema grave. Tem que assumir que estamos perante publicidade enganosa Plano de saúde não e um lising Dados Confidenciais: Nome de pessoa: Josefa Maia Nome de pessoa: marido Nome de pessoa: filhos Data da reclamação: Data da ocorrência: 03-07-2026 01-09-2025 Estado: Aguarda resposta
Viagem ao Egipto e serviços prestados
Exmos. Senhores da Total Fun, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente à viagem ao Egito recentemente realizada através da vossa agência. Fomoa um gruponsignificativo de pessoas através da vossa agência onde existia naturalmente uma relação de confiança e uma expectativa de que os serviços apresentados e contratados correspondessem efetivamente àquilo que seria encontrado no destino. Infelizmente, essa expectativa não foi correspondida e considero que a experiência ficou muito aquém do que nos foi apresentado, existindo vários aspetos que merecem uma explicação por parte da agência. 1. Alojamento – hotel apresentado como sendo de 4 estrelas O hotel para o qual fomos encaminhados foi-nos apresentado como um estabelecimento de 4 estrelas. No entanto, aquilo que encontrámos no destino ficou muito longe do padrão que seria expectável para essa classificação. As condições gerais do hotel eram bastante deficientes, quer ao nível da manutenção, quer da higiene, quer ainda relativamente à qualidade do atendimento. Esta situação não afetou apenas a minha experiência pessoal, mas foi motivo de insatisfação e comentários por parte de vários elementos do grupo que acompanhei. 2. A alegada “praia paradisíaca” Outro dos aspetos que considero particularmente preocupante foi a forma como as condições de praia foram apresentadas. Foi-nos transmitida a ideia de que o hotel dispunha de acesso a uma praia paradisíaca, criando uma expectativa completamente diferente daquela que encontrámos. Na realidade, para chegar à zona que supostamente correspondia à praia, era necessário percorrer cerca de 500 metros dentro de água, com a água aproximadamente ao nível do joelho. Na zona indicada como sendo aquela onde seria possível observar os corais, a profundidade ultrapassava os 30 metros. Considero que existe uma diferença muito significativa entre a expectativa criada no momento da venda e a realidade encontrada no destino. 3. Cancelamento da excursão ao Blue Hole Antes da viagem foi também contratada uma excursão que incluía visita ao Blue Hole, passeio de camelo e passeio de moto 4. Posteriormente, fomos informados de que esta excursão seria cancelada, tendo-nos sido transmitido que o motivo estaria relacionado com obras no local e que, por esse motivo, as atividades não poderiam ser realizadas. No entanto, já no destino, verificámos que essa mesma excursão continuava a ser comercializada pelo próprio hotel, incluindo precisamente as atividades que nos tinham sido indicadas como impossíveis de realizar. Esta situação causou-nos naturalmente estranheza e deixou-nos com sérias dúvidas relativamente à justificação apresentada para o cancelamento. Consideramos que, perante o cancelamento de um serviço previamente contratado, é fundamental que o cliente receba uma explicação verdadeira, clara e transparente. 4. Falta de acompanhamento e resposta da agência Outro dos aspetos que mais nos desagradou foi a falta de acompanhamento por parte da agência. Sempre que surgiram dúvidas, problemas ou situações que necessitavam de esclarecimento, procurámos contactar a Total Fun, muitas vezes no próprio momento em que os problemas estavam a acontecer. Infelizmente, em diversas situações não obtivemos resposta ou esta não foi dada em tempo útil. Enquanto responsável por um grupo de pessoas que viajou através da vossa agência, esta situação foi particularmente desagradável, uma vez que existia da minha parte uma responsabilidade acrescida perante as pessoas que confiaram em mim e aderiram à viagem. 5. O passeio alternativo Posteriormente foi-nos apresentada a possibilidade de realizar outro passeio, tendo alguns elementos do grupo optado por fazê-lo. Apesar de reconhecermos a tentativa de apresentar uma alternativa, consideramos que esta solução não elimina nem compensa adequadamente os problemas anteriormente descritos, nomeadamente o cancelamento da excursão originalmente contratada. As pessoas que integraram este grupo escolheram viajar através da agência com base na informação e nas condições que lhes foram apresentadas, e várias ficaram efetivamente desiludidas com a experiência. Enquanto pessoa que esteve na origem da organização/angariação deste grupo, considero importante transmitir-vos diretamente esta insatisfação, não apenas em meu nome, mas também tendo em consideração aquilo que foi vivido e transmitido por vários elementos do grupo. Não pretendemos responsabilizar a agência por situações que possam ser alheias à sua atuação ou por circunstâncias próprias do destino. Contudo, entendemos que existe uma diferença significativa entre determinados serviços que nos foram apresentados e aquilo que efetivamente encontrámos.
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