Reclamações públicas
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Reembolso de bilhete reembolsável não processado há mais de dois meses
Exmos. Senhores, Apresento esta reclamação contra a Kiwi.com (Kiwi.com s.r.o.) por incumprimento no processamento de um reembolso a que tenho direito e por total falta de transparência e de informação ao longo de mais de dois meses. 1. A compra A 19 de maio de 2026 comprei, através da Kiwi.com, um bilhete de avião de ida e volta Porto–Banguecoque–Porto (reserva n.º 788871897), com data de viagem em setembro de 2026. O bilhete era de tarifa "Flex", expressamente reembolsável, e paguei o valor total de 1.189,00 EUR. 2. O pedido de reembolso No dia seguinte à compra, a 20 de maio de 2026, solicitei o cancelamento e o respetivo reembolso através do serviço pago "Assisted refund" disponibilizado pela própria Kiwi.com. De acordo com as condições da tarifa Flex, tinha direito ao reembolso do valor do bilhete e das taxas reembolsáveis, deduzida uma taxa de cancelamento da companhia de 300 EUR. No momento do pedido, a Kiwi.com indicou que o reembolso seria tratado num prazo "aproximado" de 14 dias. 3. Mais de dois meses sem qualquer resolução Desde 20 de maio de 2026 até à presente data, a situação mantém-se exatamente igual ao primeiro dia: - Não recebi qualquer reembolso, nem sequer parcial. - O estado do pedido na minha conta permanece na primeira fase do processo, inalterado desde 20 de maio. - Contactei o apoio ao cliente da Kiwi.com inúmeras vezes ao longo destes dois meses. As respostas foram sempre genéricas e repetitivas — "o seu caso é uma prioridade", "estamos a aguardar a companhia aérea", "irá receber atualizações por e-mail" — sem que alguma vez me fosse apresentada qualquer prova concreta de que o pedido de reembolso foi efetivamente submetido à companhia aérea (nunca me foi facultado o número de processo da companhia, a referência GDS, nem qualquer confirmação da aerolínea). 4. Contradição com a informação da companhia aérea Perante a ausência de respostas, contactei a companhia aérea (KLM) diretamente. A 16 de julho de 2026 foi-me comunicado que não existe qualquer pedido de reembolso registado em meu nome para esta reserva. Tentei então, por iniciativa própria, submeter um pedido de reembolso diretamente junto da companhia. Esse pedido foi cancelado pela companhia a 17 de julho de 2026, com o fundamento de que "já existiria outro pedido de reembolso em curso" — pedido esse que, contudo, nunca produziu qualquer reembolso nem qualquer informação verificável, deixando-me sem forma de recuperar o meu dinheiro por qualquer via. Sublinho ainda que, agindo sozinha e a título pessoal, obtive uma resposta da companhia aérea em poucas semanas. Não é credível que a Kiwi.com — uma agência com acesso direto aos sistemas de reserva e a canais institucionais junto da aerolínea — alegue que, ao fim de mais de dois meses, ainda não obteve qualquer resposta da mesma companhia. Tal indica que o pedido não foi devidamente submetido ou não foi diligentemente acompanhado. 5. Valor em causa A companhia aérea confirmou que o valor reembolsável do bilhete é de 817,78 EUR (valor do bilhete de 1.117,78 EUR, deduzida a taxa de cancelamento de 300 EUR). O restante do valor pago (71,22 EUR) corresponde a uma taxa de agência da própria Kiwi.com. 6. O que reclamo Exijo, sem mais demora: a) O pagamento do reembolso de 817,78 EUR através do meu método de pagamento original; e b) A apresentação de prova documental de que o pedido de reembolso foi efetivamente submetido à companhia aérea (n.º de processo/referência da companhia, referência GDS e data de submissão). Considero inaceitável que, mais de dois meses após um pedido de reembolso de um bilhete expressamente reembolsável, e tendo pago um serviço de assistência ao reembolso, continue sem receber o meu dinheiro e sem qualquer informação concreta e verificável sobre o estado do meu processo. Tenho toda a documentação comprovativa disponível (fatura de compra, confirmação do pedido de reembolso de 20 de maio, histórico de mensagens com o apoio ao cliente, comprovativo do valor reembolsável da companhia e comunicação da companhia de 17 de julho) e envio-a conforme as vossas indicações. Agradeço a vossa atenção e aguardo uma resposta concreta.
Faturas manutenção Peugeot 2008 (matrícula BB-69-IL) anteriores à venda de Julho 2025
Eu, Hermes Morais, venho por este meio apresentar reclamação à empresa Corlexis Lda com o NIF 514102730 relativa às manutenções do carro impactado. Será apresentada uma segunda queixa à empresa Stellantis Portugal, S.A., com o NIF 502995912, por uma questão de pouca clareza do dono do veículo em 2023-2024 e pela Peugeot aparentar não ter uma base de dados completa (consulta de dados por parte da central sem certezas absolutas de que todas as faturas/serviços são carregados/registados no sistema). Avancei com o pedido de marcação de manutenção do carro Peugeot 2008 (BB-69-IL) para o presente ano (2026). Deixei o carro na Stellantis Sacavém no dia 20/07/2026 por volta das 11h da manhã.O valor estimado desta manutenção ronda os 200€. Já tinha feito manutenção em Setembro de 2025 (custo de 435,58€ - ver anexo). A venda do carro foi no início de Julho de 2025. A empresa Corlexis Lda., que detém o stand Prestimo automóvel (onde fiz a compra), fez a manutenção em julho de 2025 (custo de 87,10€ - ver anexo). Por que foram feitas duas manutenções no mesmo ano com apenas 2 meses de intervalo? A empresa Stellantis Portugal (Stellantis Sacavém) não conseguia confirmar na base de dados/computador de bordo do carro que foi feita outra manutenção no mesmo ano? É legal este ato? Estas manutenções seguem o plano de manutenções? (Deco proteste preciso que avaliem este ponto sff) Focando no principal problema: Por volta das 16h30 do dia 20/07/2026 recebo uma chamada de Filipa Soares (da Stellantis Sacavém) indicando que a correia pode partir a qualquer momento e que não poderia retirar o carro nas mesmas condições. Solicitou-me a fatura de 2024 de modo a apresentar todas as faturas à marca e então pedir o arranjo à Peugeot. Posto isto, pedi ao Joaquim Neves a fatura em questão. O mesmo apresentou-me a de 2025 (julho) e indicou que ainda estava à espera da de 2024 (fornecida no dia 21/07). Depois de vários contactos (mensagens e chamadas), indicou que as manutenções anteriores foram feitas na Peugeot e que o dono anterior do carro era a Stellantis e que assim de alguma forma conseguiam chegar a essa fatura. A Peugeot (apoio ao cliente) não encontrou qualquer fatura/manutenção na sua base de dados. Com este telefonema não me deram certezas de que tudo estava carregado no sistema, apenas que à data de 21/07/2026 não tinham info de qualquer fatura de manutenção do carro em 2024. Nas conversas com o Joaquim, o mesmo indicou que possivelmente a MSCAR tinha feito a manutenção em 2024. Liguei no dia 21/07/2026 à central MSCAR e não encontraram no sistema a mesma fatura. Liguei de novo à Stellantis e a Filipa indicou-me que precisa da fatura de 2024 e que sem isso não consegue pedir arranjo à marca. Também indicou que Stellantis não era a antiga dona do carro e que não tinha qualquer registo de manutenção do carro em 2024. Posto isto, temos os seguintes cenários para manutenção/fatura 2024: Não foi realizada; Realizada numa concessionária Peugeot mas não carregada no sistema; Realizada numa concessionária que não é da marca; O carro continua no mesmo estado, parado na Stellantis Sacavém à espera de avançar com o arranjo. Ajustei a minha agenda de ontem ao final do dia e de hoje (21/07/2026) por não ter o carro pronto. Com o desenrolar da situação, não sei se o assunto irá começar a ser resolvido amanhã. Pois o Joaquim diz que aguarda a fatura de 2024 e que a MSCAR está em conversações com a Stellantis, mas a Stellantis diz que não foi dona do carro em 2024. Tenho várias informações contraditórias e, posto isto, solicito o auxílio da Decoproteste para resolver a situação. Acrescentar que não tenho um meio de transporte alternativo nestes dias (entre a decisão se há fatura ou não, o pedido e a substituição do kit completo). Qual a empresa responsável por fornecer esse meio de transporte alternativo? Sem mais, Hermes Morais
Reserva com valor indexado a índice bolsista
Objetiva e resumidamente, o Grupo Pestana, para a reserva 26020883624, realizada a 08/02/2026 através do seu website e, uma vez finalizada, apresentou-me, paralelamente, 3 valores diferentes para o respetivo custo: 2 por via informal, quando finalizada e nas consultas posteriores à respetiva opção de Gestão, valores estranhamente díspares e mais elevados, e outro algo inferior, por via formal, numa comunicação oficial recebida como Confirmação de Reserva, assim a denominam, enviada desde a correspondente opção disponível na sua própria Área de Cliente. Não satisfeitos, e pese embora todos os esforços de esclarecimento prévios que realizei, lamentavelmente não atendidos, tentaram ainda, aquando do check-in, pasme-se, cobrar-me um quarto valor, nunca antes comunicado e, curiosamente, mais alto que todos os anteriormente referidos. Passa-se que o Grupo Pestana entende não ter que prestar qualquer esclarecimento objetivo sobre estes factos, mesmo diante de todas as evidências documentais, fazendo vista grossa quando questionado, ignorando por completo o que comunicou por via formal e não assumindo assim, consequentemente, qualquer responsabilidade pelo ocorrido. Trata-se de um incumprimento flagrante e deliberado da Lei do Consumidor, sendo manifesta a desonestidade intelectual e gritante a falta de transparência, de quem parece agir como quem tudo pode e nada deve. Exijo esclarecimentos objetivos a que tenho direito. 1.- É legítimo que uma reserva, uma vez concretizada, varie de preço? 2.- É legítimo que se apresentem ao cliente 3 valores distintos para a mesma reserva e, no final, ainda tentem cobrar um quarto valor, nunca antes comunicado? 3.- É legítimo que não se assuma uma comunicação formal de Confirmação da Reserva, enviada ao cliente uma semana antes do início da estadia e, por conseguinte, a informação objetiva que consta da mesma? 4.- Por que motivo não foram atendidos os pedidos prévios de esclarecimento efetuados, sendo conscientes, após o contacto telefónico ocorrido, que havia uma grave incoerência de valores comunicados? 5.- Houve ou não erros neste processo por parte do Grupo Pestana e que ações serão tomadas em conformidade? Esclareço finalmente que, em consonância com o que previamente havia informado, uma vez finalizada a estadia e não tendo havido qualquer novidade neste contexto, registei, até à data, 3 reclamações formais no Livro de Reclamações (ROR00000000045654168, ROR00000000045661307 e ROR00000000045662220), sendo que, dada a leviandade das respostas recebidas, vejo-me obrigado a escalar o problema com participações directas às entidades competentes, bem como a expor a situação aos meios de comunicação social e nas redes sociais, pois para além de grave, considero que esta situação poderá ser de interesse público e merecer uma auditoria, uma vez que, da mesma forma que me penalizaram, estando em causa informação objetiva e notoriamente incoerente, veiculada pelos próprios sistemas do Grupo Pestana, poderão igualmente ter penalizado muitos outros clientes na mesma condição. Destacar ainda que, da resposta recebida à primeira reclamação: ROR00000000045654168, as seguintes são apenas tentativas goradas de reforço da necessidade de esclarecimento, há um conjunto de afirmações manifestamente falaciosas e inclassificáveis, que caem pela base e se desmentem categoricamente a elas próprias, sendo que não posso deixar de relevar os seguintes aspetos: - Ponto 5: alegam que, quando solicitados os esclarecimentos sobre o valor apresentado no email de Confirmação da Reserva, enviado, atente-se, a 24/06/2026, prontamente esclareceram a situação, algo que é liminarmente falso. Para o efeito, fazem então referência a um email enviado, que consistiria na dita resposta de esclarecimento, datado de 04/05/2026, ou seja, uma data significativamente anterior, quase 2 meses, à dúvida ter sido levantada, momento este, onde, naturalmente, ainda nem sequer existia essa questão, pois o valor em causa não tinha sequer sido comunicado. Chega a ser absurda a contradição, de tão primária. - Ponto 6: alegam que a dúvida foi esclarecida antes da deslocação ao hotel, quando as evidências demonstram que, pura e simplesmente, ignoraram os meus contactos. Não responderam sequer ao email onde a situação foi questionada, nem à correspondente insistência 72h depois, nem o fizeram no contacto telefónico prévio, que precisamente deu origem a esse pedido de esclarecimento por email, na sequência, aliás, de recomendação do próprio agente do Grupo Pestana. Chamada essa que poderão facilmente auditar, porque estará gravada, mas talvez não interesse. - Ponto 7: alegam ter confirmado no check-in que estaria tudo correto e o valor informado diria, afinal, respeito apenas a um dos quartos, mesmo que no email de Confirmação seja explícito que se refere a 2. Confiando nesta narrativa, teriam, portanto, cobrado o valor indicado, que estaria certo e validado, mas, curiosamente, não o fizeram, o que é revelador. Como é fácil de constatar, o total nesse caso, que consistiria então no dobro do valor referido, por se tratarem de 2 quartos iguais, não coincide sequer com nenhum dos anteriormente informados, o que lhes gerou ainda maior estupefação. Por esse motivo, naturalmente, não foi esse o montante que acabariam por cobrar, pois nem sequer o souberam justificar, como nenhum dos anteriores e das suas divergências. É o paradoxo do surrealismo, defender tão mal o indefensável, que se desmente por si próprio. Em suma: a isto chama-se mentir descaradamente, sem honra nem glória. Sem o mínimo cuidado, responsabilidade e atenção. Sem respeito pelo cliente, mas também pela instituição que se representa, pois é o seu bom-nome que aqui, em última análise, fica em causa. É grave, muito grave, demasiado para se deixar passar em claro. Fico assim a aguardar os esclarecimentos objetivamente solicitados e devidamente enumerados nas 5 questões apresentadas, bem como confirmação das consequentes determinações. Para o efeito, faculto em anexo todo o conjunto de evidências documentais da situação que aqui relato. Muito obrigado!
Reclamação relativa à retenção parcial de caução pela plataforma Yescapa
Venho solicitar a intervenção da DECO relativamente a um litígio com a plataforma Yescapa, na sequência do aluguer de uma autocaravana (reserva n.º 3397272), por considerar que me foi imputada responsabilidade por uma avaria sem prova técnica suficiente, tendo sido retida parte da caução. No dia 03/06/2026 aluguei, através da Yescapa, uma autocaravana Itineo Fiat Ducato Multijet 2.3 130CV (matrícula AX-92-AC), para o período de 03/06/2026 a 08/06/2026, tendo pago 654,00 € pela reserva e prestado uma caução de 1.200,00 €. A viagem decorreu normalmente até à madrugada de 07/06/2026, quando, durante a utilização normal da cama basculante, a respetiva estrutura desprendeu-se da parede da autocaravana, arrancando os pontos de fixação. Perante a impossibilidade de continuar a viagem em segurança, contactei de imediato a assistência em viagem da seguradora Caravela, tendo sido posteriormente enviado um reboque que transportou a autocaravana para Viseu. Antes do reboque fotografei e filmei exaustivamente o estado da autocaravana, incluindo o interior, exterior, zona da avaria, quilometragem, combustível, depósitos de água, limpeza e demais elementos relevantes. Toda esta documentação foi enviada à proprietária e à Yescapa. Ao longo do processo colaborei integralmente com a plataforma, remetendo declaração das circunstâncias, registos das chamadas efetuadas para a assistência, fotografias, vídeos, guia de reboque e todos os esclarecimentos solicitados. Durante a gestão do processo, a Yescapa chegou a informar-me, por escrito, que a seguradora Caravela afirmava não existir qualquer pedido de assistência relativo à reserva. Essa informação era incorreta. Após eu ter enviado os registos completos das chamadas efetuadas para a assistência, a própria Yescapa reconheceu o erro e confirmou que o pedido de assistência tinha efetivamente sido aberto. Posteriormente, a Yescapa comunicou que a queda da cama constituía um dano interior excluído da cobertura do seguro e decidiu imputar-me parte do custo da reparação. Foi apresentado um orçamento de reparação de 1.096,74 €, tendo sido aplicado o coeficiente de desvalorização por se tratar de um veículo matriculado em 2007, sendo-me imputado o valor de 548,37 €. Foram ainda deduzidos 17,39 € referentes a combustível e 34,15 € relativos a portagens, retendo a Yescapa um total de 599,91 € da caução. O fundamento da minha reclamação não é o valor da reparação, mas sim a inexistência de prova técnica que demonstre que a avaria resultou de uma utilização incorreta ou negligente da minha parte. A própria Yescapa reconheceu, por escrito, que não foi realizada qualquer peritagem nem emitido qualquer relatório técnico independente, tendo a decisão sido tomada apenas com base em fotografias, orçamento de reparação e análise interna do processo. Entendo que estes elementos permitem apenas determinar o custo da reparação, mas não identificar a causa da avaria nem estabelecer um nexo causal entre a ocorrência e qualquer comportamento que me possa ser imputado. A cama desprendeu-se durante uma utilização normal, nunca tendo sido identificado qualquer comportamento inadequado, negligente ou contrário às instruções de utilização. Acresce que a Yescapa também não afastou a possibilidade de desgaste, fadiga dos materiais ou fragilidade estrutural de um componente instalado numa autocaravana com cerca de 19 anos. Considero, por isso, que a responsabilidade me foi imputada por mera presunção, apenas porque a ocorrência aconteceu durante o período de aluguer, sem que exista prova técnica suficiente que sustente essa conclusão. Para além da retenção parcial da caução, a avaria determinou ainda a interrupção antecipada da viagem. A autocaravana foi rebocada no dia 07/06/2026, impossibilitando a utilização do veículo durante os dois últimos dias do período contratado, sem que me tenha sido proposta qualquer compensação ou reembolso proporcional pelos dias de aluguer não usufruídos. Solicito, assim, que a DECO aprecie a legalidade da retenção dos 599,91 € da caução, a suficiência da fundamentação apresentada pela Yescapa para imputar a responsabilidade pela avaria, bem como o meu direito à restituição desse montante e à compensação pelos dias do aluguer que não puderam ser usufruídos. Em anexo junto um relatório detalhado dos factos, bem como toda a documentação de suporte, incluindo contrato de aluguer, certificado de seguro, comunicações trocadas com a Yescapa, registos das chamadas para a assistência, guia de reboque, fotografias e orçamento de reparação.
Volta ao Brasil conturbada
Se eu sonho é viajar para a europa, cuidado, com a Air Europa vai se tornar pesadelo. Comprei a viagem para julho em março, com uma conexão longa de 7 horas em Salvador. Semanas depois, me ofereceram um voo mais cedo, com conexão de 11 horas. Como praticamente não havia solução, aceitei. Embarcada para ir, as comidas eram péssimas. Mas eu não reclamei, estava empolgada. O pesadelo maior começou na volta. O voo marcado para as 16:50 teve um problema técnico que só foi informado uma hora depois, quando estávamos todos no avião, quente. Quase um micro-ondas Saímos, voltamos para a sala. No atendimento no balcão, eu OUVI a atendente dando prazos diferentes para cada cliente. Ela, além de tudo, muito mal educada com todos. Nos colocaram em um avião, pois estávamos reclamando, antes as 18h. Nesse local já não havia sinal de Internet (nem própria ou do aeroporto), ou seja, nos impedindo de entrar em contato com quem quer que fosse para alertar do paradeiro. Mas só fomos levantar voo às 20 horas. Sem chance de pegar minha conexão que tinha mais de 3 horas de diferença do horário original. Diante do fato de possivelmente passar a noite no aeroporto, pedi para me informarem como eu poderia utilizar o Wi-Fi, afinal precisava avisar minha família e principalmente o motorista que eu havia contratado para me buscar. Mas o avião, que segundo eles, é muito moderno, não tinha a rede instalada e também não funcionavam as tomadas de carregador. Eu tenho TAG e eu sei que isso é problema apenas meu, mas eles conseguiram destruir o fim de uma viagem perfeita e mesmo pagando caro nessa lata de sardinha com asas, houve um descaso enorme. Afinal, eu deveria chegar, dormir e trabalhar. Mas, pelo visto essa companhia horrível tomou mais horas úteis da minha vida que o esperado. Cheguei em Salvador e recebi um voucher de alimentação e um lugar no voo às 4:35, chegando em casa aproximadamente às 7:40. Quase 5 horas após o previsto. Não gastem seu dinheiro suado com essa companhia. Vão para a Ibéria, TAP ou Air France.
Bilhete não recebido
Exmos. Senhores, Venho por este meio formalizar a minha queixa contra a empresa Stub Hub, a qual disponibilizou ingressos para o concerto do david guetta. Comprei os bilhetes online para 2 pessoas, sendo a data do evento no dia 2 de agosto às 21h30. Algo que me alertou para suspeita de fraude desta empresa foi o facto de não ter recebi os bilhetes de imediato, como a própria empresa alega, que só enviaram os ingressos 3 horas antes do evento iniciar. No total perdi 253,63€ na compra dos 2 bilhetes, incluindo ainda 70€ em taxas que acrescentaram ao valor da venda! Já tentei pedir o reembolso mas a única solução que a Stub Hub sugere é a publicação para revenda dos ingressos. Contudo gostaria que o meu caso tivesse solução e de obter o reembolso total daquilo paguei para esta fraude.
Reclamação formal e pedido de reembolso integral
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente ao alojamento anunciado como "Holidays2Malaga Candado House pool and garden", situado na Calle Francisco de Medrano, n.º 6, reservado para o período de 19 a 22 de junho, no valor total de 1.215 € para uma estadia de três noites. Infelizmente, a experiência foi completamente inaceitável e muito abaixo das condições anunciadas e do mínimo expectável para um alojamento deste valor. Logo à chegada verificámos que a casa apresentava uma evidente falta de limpeza e uma infestação de baratas, situação que tornou o alojamento impróprio para permanecer e colocou em causa a higiene, a segurança e o bem-estar de todos os hóspedes. Assim que detetámos estes problemas, contactámos de imediato o anfitrião e a plataforma, enviando fotografias e efetuando várias reclamações. Apesar das sucessivas tentativas de obter ajuda, não foi apresentada qualquer solução eficaz no próprio dia. Não nos foi disponibilizado um alojamento alternativo nem qualquer apoio que permitisse resolver a situação. Foi-nos comunicado que alguém teria ido ao alojamento proceder à limpeza. No entanto, quando regressámos, a situação permanecia praticamente inalterada, continuando a existir baratas e condições de higiene manifestamente insuficientes. Perante a inexistência de uma solução, fomos obrigados a abandonar o alojamento e procurar, à última hora, uma alternativa para podermos passar a noite. Esta situação implicou custos adicionais, enorme stress, perda de tempo e a impossibilidade de usufruirmos das férias que tínhamos planeado. Como consequência direta desta situação, perdemos uma parte significativa da nossa estadia, não conseguimos descansar nem dormir em condições, tivemos de suportar o custo de um novo alojamento encontrado à última hora, perdemos tempo a contactar repetidamente o anfitrião e a plataforma para tentar resolver um problema que nunca foi efetivamente solucionado e sofremos um prejuízo financeiro que resultou exclusivamente do incumprimento das condições prometidas. Apesar de todos estes factos, foi-nos comunicado que apenas será efetuado o reembolso de duas das três noites, mantendo ainda a cobrança da taxa de limpeza de 250 €. Esta decisão é totalmente incompreensível e injustificável. É absolutamente inaceitável que seja cobrada uma taxa de limpeza quando foi precisamente a falta de limpeza e as deficientes condições de higiene que tornaram o alojamento inabitável. A taxa de limpeza existe para garantir que o imóvel é entregue em perfeitas condições de utilização, o que manifestamente não aconteceu. Cobrar esse valor nestas circunstâncias é contraditório e injustificável. Considero que houve um incumprimento grave das condições contratadas, pelo que solicito o reembolso integral do valor pago pela reserva, no montante de 1.215 €, incluindo a devolução da totalidade da taxa de limpeza de 250 €, bem como a compensação pelos prejuízos causados pela necessidade de contratar um novo alojamento, pela perda da utilização da estadia contratada, pelo tempo perdido na tentativa de resolver a situação e pelos transtornos causados. Caso esta situação não seja resolvida de forma satisfatória, reservo-me o direito de apresentar reclamação junto das entidades competentes de defesa do consumidor e de recorrer aos meios legais disponíveis, bem como de fornecer toda a documentação, fotografias, vídeos e registos das comunicações efetuadas durante a estadia, que comprovam os factos acima descritos. Espero uma resolução célere, justa e proporcional à gravidade da situação.
Verificação de conta
boa noite, esta reclamção é o casino 888 que para além de reterem dinheiro dos clientes, não tem apoio ao cliente a funcionar. Tenho enviado emails para o suporte e não ha resposta! envio constantemente documentos para aprovação e não há resposta! necessito ajuda pois quero levantar dinheiro que ganhei e eles só dificultam o levantamento para a intenção de os clientes voltarem a gasta-lo
Promoção 2 por 1 mas recebo só um ítem e recusam reembolso
Fiz a compra de dois itens que estavam descritos como 2 por 1 no app do Uber Eats. Quando abri, vi apenas 1 item de cada. Contactei o suporte. Eu também trabalho em assistência ao cliente e costumo ter bastante paciência com os colegas, porém o agente simplesmente jogou a culpa no cliente. Disse que foi um erro humano, meu, por não ter verificado se a app tinha contado como 2 itens ou não. Primeiramente, eu já havia verificado antes de comprar e diziam 2. Mesmo assim, nada foi feito. Tirei screenshots que comprovavam que o item tinha aquela promoção bem naquele momento. Na verdade, era só qualquer um abrir o app que veria exatamente a mesma promoção. Não é pelo dinheiro, mas o correto é o correto. O pior de tudo é que a Uber direciona a culpa para o cliente. Se a app tem problemas técnicos, é problema meu? Se eu peço uma promoção e não a recebo, é problema meu? Basicamente não existe vontade de ajudar o cliente. Detalhe: se já recebi um ou dois reembolsos da Uber e demais, portanto, não me enquadro no perfil de aproveitadora. É triste que tenhamos que contar com a boa vontade do atendente.
Sem dinheiro e sem reserva
Exmos. Senhores, Venho por este meio fazer queixa de uma situação de burla pela entidade booking. Fiz um pagamento para reservar uma estadia por mbway. O dinheiro saiu da minha conta, fiquei sem o dinheiro e não tive nenhum email nem de confirmação de reserva nem com falha de reserva, ou seja, nada. Posteriormente tentei entrar em contacto com o booking através do apoio ao cliente do qual me disseram que ia ter que responder ao email de falha de reserva para obter o meu dinheiro de volta- email esse que não existe. Voltei a tentar entrar em contacto referindo que não tinha esse mesmo email e que queria o meu dinheiro de volta e nada. Fiquei sem dinheiro e sem a reserva.
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