Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
Acidente Auto
Tive um acidente com uma segurada da UNA no dia 16/12/2025 e até à data não está resolvido. Primeiro porque não queriam assumir a responsabilidade e agora não respondem aos emails, nem atendem o telefone. Estamos 45 minutos à espera e depois desligam. É inaceitável e ninguém faz nada.
Encomenda não recebida
Eu Carla Sousa, venho por este meio apresentar uma queixa formal contra a empresa , SMOOTH SATURDAY, LDA com o NIF: 518870995 e Morada Fiscal: Rua Augusto Rosa, N.º 79 4000-098 Porto, devido ao mau serviço prestado no âmbito de uma encomenda efetuada a 27 de Novembro de 2025.A encomenda não foi entregue dentro do prazo previsto, que seria a 13 de Dezembro 2025. Durante os meses de Dezembro, Janeiro e Fevereiro, enviei vários emails à empresa a solicitar informações sobre o estado da mesma, uma vez que não recebia qualquer notificação nem explicação relativamente ao atraso. As respostas que obtive foram vagas, limitando-se a indicar que existiam atrasos, mas que a encomenda seria enviada “em breve”. Após ter ultrapassado o tempo estipulado de entrega, solicitei o reembolso da encomenda, tendo-me sido comunicado pela empresa respostas que nada tinha haver com o que pretendia que era o reembolso dando sempre respostas muito vagas e sem fundamento para o que eu pretendia, ou seja resposta dada por IA. Considero esta situação extremamente grave, marcada por atrasos injustificados, ausência de informação ao consumidor, incumprimento de prazos e falta de resposta por parte da empresa. Nunca experienciei um serviço com um nível tão elevado de desorganização e desrespeito pelos direitos do consumidor. Com esta reclamação,pretendo também, alertar futuros clientes estarem atentos. Também critico a empresa Ginova, com o nome que têm a nível nacional,servem de engodo aos clientes, recebem os valores das encomendas e depois nada respondem. Solicito o apoio da DECO para a resolução desta situação, nomeadamente para a concretização do reembolso, bem como para a análise da conduta da empresa. Com os melhores cumprimentos. Carla Sousa
Telemóvel Substituição
Exmos. Senhores, Tenho um seguro, que o iniciei na WORTEN, por uma compra que fiz lá de um Iphone 17 pro. Entretanto, o meu Iphone estragou e na Worten não me deram um telefone de substituição. Liguei ao seguro (que pago mensalmente) para pedir um e disseram que não tenho direito. Como faço, não tendo um telefone extra para me comunicar durante o tempo que não o terei? Trabalho com necessidade de estar contactável e não faz sentido nenhum contratanto um seguro, que não é barato não ter direito a isto. Fico sem palavras realmente, e sem saber o que fazer. Para além de que tenho os meus cartões virtuias sem os poder usar. Agradeço a resposta, Uxue
contra conduta de funcionários e cobrança indevida de bagagem
Reclamação contra conduta de funcionários e cobrança indevida de bagagem Local: Aeroporto de Budapeste (BUD) Data do Incidente: [18-02-2026] Voo: [W62393] Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativa ao tratamento humilhante e à cobrança indevida de que fui alvo no Aeroporto de Budapeste por parte de duas funcionárias [da companhia aérea/da empresa de handling] no portão de embarque. 1. Cobrança Indevida e Abuso de Poder Fui impedido(a) de levar dois casacos no braço, tendo sido obrigado(a) a colocá-los dentro da mala de cabine, o que resultou numa cobrança suplementar por excesso de volume/peso. De acordo com as normas da IATA e as práticas comuns de aviação civil, vestuário transportado junto ao corpo ou nos braços não deve ser contabilizado como volume de bagagem extra. A exigência foi arbitrária e sem fundamento regulamentar claro. 2. Conduta Antiprofissional e Falta de Civilidade As funcionárias em questão demonstraram uma total ausência de profissionalismo, agindo com extrema rudeza. A postura adotada foi agressiva, com modos rudes e ordens autoritárias, assemelhando-se a um ambiente militar e não a um serviço de apoio ao cliente. Tal comportamento ultrapassou todos os limites do respeito e da dignidade humana. 3. Recusa de Identificação Ao solicitar a identificação das funcionárias para verificar se o número de funcionário constante no recibo era verídico, ambas recusaram exibir os seus cartões de identificação. Recordo que, por normas de segurança aeroportuária e transparência no atendimento ao público, qualquer funcionário em zona restrita deve estar devidamente identificado e não pode recusar o acesso a esses dados quando solicitado por um passageiro em litígio. Conclusão e Pedido Este incidente revela uma grave lacuna na formação destas funcionárias, que desconhecem tanto as regras europeias de transporte como as normas básicas de etiqueta no atendimento. Face ao exposto, exijo: O reembolso imediato do valor pago pela bagagem (150€), uma vez que a cobrança foi forçada pela recusa ilegal de transporte de vestuário no braço; O apuramento de responsabilidades e a aplicação de medidas disciplinares/formação às funcionárias envolvidas. Aguardo uma resposta célere sobre as medidas tomadas.
Pedido de Reavaliação – Artigo com Defeito ao Abrigo da Garantia
Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar o vosso apoio relativamente a uma situação de incumprimento dos meus direitos enquanto consumidora. No mês passado adquiri um anel à empresa Tesouros da Júlia (loja online). Pouco tempo após a entrega, o artigo deixou de apresentar a cor preta original, verificando-se uma alteração significativa no acabamento, o que demonstra falta de conformidade com as características apresentadas no momento da compra. Contactei o fornecedor, enviei comprovativo de compra e fotografias do artigo, solicitando reparação, substituição ou acionamento da garantia. Contudo, a empresa recusou o pedido alegando que foi ultrapassado o prazo de 30 dias previsto na sua política de devoluções. Considero que esta resposta é inadequada, uma vez que não se trata de uma devolução por desistência, mas sim de um defeito do produto, situação que está abrangida pela garantia legal dos bens de consumo. Assim, venho solicitar a intervenção da DECO no sentido de me esclarecer sobre os meus direitos e, se possível, mediar esta situação junto do fornecedor. Anexo envio: • Comprovativo de compra • Fotografias do artigo • Cópia da troca de emails Com os melhores cumprimentos, Sonia Pinto
Burla
Venho por este meio expor, de forma detalhada, toda a situação que vivi enquanto cliente da CENTURY21 Arquitectos, sediada na Avenida da Carvalha, 564, em Gondomar, por entender que os factos ocorridos merecem ser conhecidos e devidamente ponderados por quem esteja a considerar recorrer aos serviços desta agência. Sou cliente desta empresa e a minha esposa, além de cliente, exerce funções como designer gráfica na mesma há mais de seis anos. Em 2019 vendi a minha primeira habitação com a consultora Carla Silva e todo o processo decorreu dentro da normalidade, razão pela qual mantive confiança na profissional e na agência. Em 2021 equacionei vender novamente a minha casa e voltei a contactar a consultora Carla Silva. Foi realizada uma reportagem fotográfica ao imóvel, mas acabei por não avançar com a venda nessa altura. Já em 2025 decidimos efetivamente colocar o imóvel no mercado. A consultora Carla Silva informou-nos que não seria necessária nova sessão fotográfica, uma vez que as imagens anteriores permaneciam em sistema. Esclareci que, entretanto, tinham sido feitas pequenas alterações, nomeadamente pintura de paredes e outros ajustes que, apesar de não estruturais, alteravam o aspeto do imóvel. Ainda assim, foi-nos transmitido que tal não constituía problema e avançámos com a comercialização. A divulgação online teve enorme adesão: realizámos mais de dez visitas num único dia e recebemos várias propostas, algumas acima do valor anunciado. A consultora Carla Silva aconselhou-nos a aceitar a proposta de um comprador que, segundo nos foi indicado, pretendia adquirir o imóvel para arrendamento. Foi-nos transmitida a ideia de que se tratava de alguém com capitais próprios, o que aumentaria a probabilidade de concretização célere e segura do negócio. Posteriormente verificámos que o comprador recorreu a crédito bancário. A proposta aceite resultou de partilha interna da mesma agência, sendo o comprador representado pela consultora Rosana Costa. Durante o pagamento do sinal relativo ao contrato-promessa de compra e venda, o comprador não cumpriu a data inicialmente estipulada, embora tenha regularizado posteriormente o valor. Optámos por não levantar qualquer questão quanto a esse atraso, mantendo a boa-fé no processo. Entretanto encontrámos a casa que pretendíamos adquirir, a qual incluía todo o recheio. Tendo isso em conta, a minha esposa questionou as colegas responsáveis pela transação se poderíamos deixar alguns móveis no imóvel vendido, explicando que o sofá e o colchão não se encontravam em excelente estado. Foi-nos dito que não haveria inconveniente. A consultora Rosana Costa referiu que, sendo o imóvel destinado a arrendamento, o comprador decidiria posteriormente se aproveitaria ou não o mobiliário. Desde o início, a mesma deu a entender tratar-se de alguém do seu círculo de conhecidos, circunstância que poderá ser demonstrada se necessário. A escritura realizou-se a 5 de novembro de 2025, pelas 9h00, na Caixa Geral de Depósitos, na Rua Gonçalo Cristóvão, no Porto. Às 10h49 desse mesmo dia, o comprador contactou-me diretamente — sem que eu tivesse autorizado a cedência do meu contacto — solicitando que nos deslocássemos ao imóvel, alegando que já tinha falado com o advogado e que iria pedir a revogação da escritura. Perante tal afirmação, eu e a minha esposa dirigimo-nos de imediato ao local. Encontravam-se presentes o comprador e outras pessoas da sua parte. Foi-nos dito que a casa estava suja, que não correspondia às fotografias e que o sofá e o colchão estavam em mau estado. Importa referir que o comprador não tinha visitado pessoalmente o imóvel, tendo sido representado por uma senhora na visita prévia, facto confirmável pela consultora Carla Silva. Propusemos limpar integralmente a casa e contratar um contentor para recolha dos móveis, explicando que a permanência do mobiliário tinha sido validada pela consultora Rosana Costa. Quando esta chegou ao local, o comprador afirmou, na sua presença, que teríamos de entregar 5.000€, sob pena de avançar com a revogação da escritura. Foi-nos transmitido de forma expressa que, caso não pagássemos esse montante, a escritura seria alvo de revogação. Desconhecendo naquele momento o enquadramento jurídico aplicável e temendo consequências graves para o negócio já celebrado — incluindo a compra da nossa nova casa — sentimo-nos sob forte pressão. O pagamento dos 5.000€ foi efetuado exclusivamente por receio da ameaça proferida, e não por reconhecimento de qualquer dívida ou obrigação contratual. Posteriormente, após consulta jurídica, foi-nos esclarecido que não existia fundamento legal que nos obrigasse a qualquer pagamento adicional após a escritura, nem seria juridicamente viável proceder à sua revogação nos moldes invocados. A consultora Rosana Costa não nos prestou qualquer esclarecimento jurídico, referindo tratar-se de um “ato de boa-fé”. Informámos que assumiríamos a limpeza e ficou acordado que nos seria apresentado orçamento. Contudo, no dia seguinte, foi enviado e-mail à minha esposa a solicitar 250€ para limpeza e recolha, informando que os trabalhos já tinham sido iniciados pela mãe da consultora, sem orçamento prévio ou comunicação antecipada. No próprio dia da escritura, como o valor da venda ainda não se encontrava disponível na nossa conta, informámos que não dispúnhamos de saldo para transferir os 5.000€. Foi-nos dito que o pagamento teria de ser feito até às 12h. A própria consultora Rosana Costa transferiu temporariamente 5.000€ para a nossa conta para que pudéssemos transferir o valor ao comprador, montante que lhe devolvemos posteriormente. A minha esposa expôs toda a situação por e-mail à sócia-gerente Joana Resende. A resposta desvalorizou os factos, sugerindo que aproveitássemos a nova casa e não nos preocupássemos mais com o assunto. Relativamente aos 250€, e apesar de entendermos não existir obrigação de pagamento, a consultora Carla Silva referiu que o tema estava a ser comentado internamente e que a minha esposa precisava do trabalho, sugerindo que aceitássemos pagar, indicando inclusive o teor do e-mail a enviar. Sentimo-nos novamente pressionados. Solicitámos por diversas vezes comprovativo dos 5.000€ recebidos pelo comprador, inclusive por carta registada, sem qualquer resposta. A consultora Rosana Costa informou não possuir recibos nem da limpeza nem da recolha. A 11 de fevereiro de 2026 apresentámos queixa no Livro de Reclamações. A resposta da sócia-gerente afastou responsabilidade da empresa quanto a factos posteriores à escritura, alegando que a consultora já não se encontrava como prestadora de serviços. Tal posição causou-nos perplexidade. Cerca de uma hora após essa resposta, recebi mensagem do comprador informando que tinha duas cartas na minha morada antiga. Estranhei a coincidência temporal, dado que o único contacto anterior tinha ocorrido no dia da escritura. Sem retirar conclusões definitivas, considerei a situação incomum. A minha esposa ficou profundamente abalada, sentindo-se desvalorizada enquanto colaboradora e cliente, tendo recorrido a baixa médica por motivo psicológico. Todos os factos descritos encontram-se suportados por documentação: e-mails, registos bancários, mensagens e áudios. A situação está a ser analisada pelos meios legais competentes. Partilho este testemunho em portais públicos para que outras pessoas possam conhecer a nossa experiência e agir com prudência nas suas decisões.
Venda de produto alimentar com embalagem violada
Exmos. Senhores, No passado dia 16 de fevereiro, comprei no MiniPreço de Esposende uma embalagem de batatas fritas que, após iniciar o seu consumo, reparei que o fundo da mesma havia sido aberto e voltado a selar com fita-cola. Apresentei reclamação via livro de reclamações, após várias tentativas pelo funcionário da loja de tentar evitar que o fizesse, alegando que a loja não se podia responsabilizar por tal ocorrência. Considero a situação extremamente grave, no sentido em que poder voltar a acontecer com consequências graves para a saúde de outros consumidores.
Ausência de respostas
À AIMA - Agência para a Integração, Migrações e Asilo Assunto: RECLAMAÇÃO FORMAL - ATRASO GRAVE NA EMISSÃO CARTÃO RESIDÊNCIA - AUSÊNCIA DE DICISÃO REUNIFICAÇÃO FAMILIAR Processo: NIE: 303988223 | Pedido DEZEMBRO 2024 Exmos. Senhores, Na qualidade de representante legal / mandatário / interessado, venho por este meio apresentar RECLAMAÇÃO FORMAL contra a AIMA, pelos seguintes factos: 1. DOS FACTOS • Data: Dezembro 2024 • Local: Loja AIMA Porto • Pedido: Renovação ARI Imobiliário (H73 - Art. 90A) • Cliente: Syed Abbas Ali (NIE 303988223) • Pagamento: Taxa completa (€253) efetuada (aguardo emissão de DUCs para o pagamento da reunificação familiar) • Estado: Cartão NUNCA emitido (14 meses de atraso!) . Ausência de decisão sobre reunificação familiar 2. DA ILEGALIDADE Conforme Art. 88.º, n.º 3 da Lei n.º 23/2007 (regime jurídico de entrada e permanência), a AIMA tem prazo legal de 60 dias para decisão. Decorridos 14 MESES sem cumprimento!
Pedido de Reembolso Não Cumprido
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa ao processo da encomenda 0015 CBEYZR, cuja gestão por parte da Emma Sleep e da transportadora GLS tem sido marcada por falhas sucessivas, atrasos injustificados e incumprimento contratual. Apesar de ter efetuado o pagamento integral de 531,62 € via MB Way no dia 23/11/2025, a encomenda nunca foi entregue, sem qualquer justificação e foi posteriormente devolvida ao vosso armazém pela transportadora, após a minha desistência da encomenda. Desde então, tenho sido sujeita a um processo de reembolso incoerente, contraditório e prolongado, sem qualquer justificação válida. ___________________________________ Linha Temporal dos Factos (para simplificar pois são mais de 50 emails trocados até esta data) 23/11/2025 – Pagamento integral da encomenda via MB Way. 22–23/12/2025 – GLS agenda entrega; reprogramo para 23/12 para garantir presença. – A entrega não ocorre e não é possível contactar a transportadora. 30/12/2025 – Contacto inicial com a Emma; é-me indicado que a situação está a ser verificada. 02/01/2026 – A Emma informa que a logística contactará dentro de 7 dias. – Perante a ausência de entrega, desisto e solicito o cancelamento e reembolso. 09/01/2026 – Confirmo, com prova da GLS, que a encomenda foi devolvida ao vosso armazém. – Solicito reembolso imediato. 09–20/01/2026 – Recebo respostas repetidas indicando que o reembolso depende de confirmação da GLS. – A 19/01 informo que a devolução já está confirmada pela transportadora. 20/01/2026 – A Emma afirma que o processo de reembolso será iniciado após preenchimento de um formulário com dados bancários. 21/01/2026 – É-me comunicado que o reembolso demorará até 14 dias úteis. 25–27/01/2026 – Recebo emails automáticos a pedir resposta, apesar de o processo estar pendente da vossa parte. – Sou informada de que preciso de preencher um formulário com dados bancários (apesar de ter pago via MB Way). – Preencho o formulário no dia 28/01/2026. 29/01/2026 – A Emma confirma receção dos dados e volta a indicar prazo de 14 dias úteis. A última gota: 16–17/02/2026 – Informo que o prazo dos 14 dias úteis está a terminar e ainda não tenho o dinheiro na conta. – A Emma admite que, afinal, o reembolso nunca tinha sido iniciado, apesar de me terem dito o contrário. – É criado um novo ticket (ARD2C 499699), reiniciando o processo. - Mais 14 dias úteis, dizem. ABSOLUTAMENTE INADMISSÍVEL! ___________________________________ Motivos da Reclamação 1. Incumprimento contratual — O prazo de reembolso previsto nos vossos Termos e Condições não foi respeitado por vós. 2. Informações contraditórias — Fui repetidamente informada de que o reembolso estava iniciado, o que se revelou falso. 3. Falta de diligência — O processo só avançou após insistência minha. 4. Atraso injustificado — Já passaram várias semanas desde a devolução da encomenda ao vosso armazém. 5. Prejuízo e desgaste — A situação obrigou a múltiplos contactos, perda de tempo e stress desnecessário. ___________________________________ Exijo, assim: 1. Reembolso imediato do valor total pago (531,62 €) conforme previsto na lei e nos vossos Termos e Condições (que não cumpriram). 2. Confirmação por escrito da data exata em que o reembolso será efetuado. 3. Justificação formal para o incumprimento dos prazos anteriormente comunicados. ___________________________________ Advertência Final Caso o reembolso não seja efetuado de imediato, reservarei o direito de avançar com: • Pedido de apoio jurídico à DECO, • Eventual ação judicial para ressarcimento do valor pago e danos associados. Aguardo resolução urgente. Com os melhores cumprimentos, Ana Margarida Guerreiro
Não cumprimento da visita técnica
Fiz uma solicitação de alteração de morada para instalação da internet fixa no dia 03/02/2026, ficou agendada a visita técnica para o dia 06/02/2026. No dia 05/02/2026, recebi um SMS de cancelamento sem explicações, ficaram de entrar em contato para reagendar a visita técnica, não o fizeram. Contactei a MEO via ligação novamente, fui informado que seria realizada uma visita técnica no dia 13/02/2026, não o fizeram. No dia 13/02/2026 entrei em contato novamente para entender o que estava acontecendo, deram as mesmas desculpas de sempre e reagendaram para hoje(18/02/2026). Mais uma vez, não cumpriram com o agendamento prévio. Vim a loja da MEO no Norte Shopping, fui informado que não conseguem solucionar o meu problema em loja, e informaram que eu tinha que entrar em contato via ligação novamente. Estou há 15 dias sem internet no local, internet essa que preciso para trabalhar, ou seja, estou impossibilitado de trabalhar durante 15 dias porque a MEO simplesmente não cumpre com os agendamentos que ela mesmo realiza. Ontem recebi a fatura para pagamento, pagamento de algo que eu não estou utilizando há 15 dias por falta de comprometimento da MEO com os clientes.
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
