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Reclamação por cobrança indevida de subscrição Prime
Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa a uma cobrança indevida efetuada pela eDreams. No dia 19/05/2026 foi retirado da minha conta o valor de 89,99€, identificado como referente a uma subscrição “Prime”, subscrição essa que eu nunca realizei nem autorizei. O único serviço que adquiri junto da eDreams foi a compra de um bilhete há cerca de um mês. Em nenhum momento subscrevi qualquer plano, adesão ou serviço adicional que justificasse esta cobrança. Assim, considero este débito totalmente indevido e solicito: * O cancelamento imediato de qualquer subscrição associada aos meus dados; * O reembolso total do valor de 89,99€; * Um esclarecimento sobre a origem desta cobrança não autorizada. Caso a situação não seja resolvida com a maior brevidade, reservarei o direito de apresentar reclamação junto das entidades competentes de defesa do consumidor. Aguardo uma resposta urgente. Cumprimentos, Joana Reis
Cobrança Indevida de Caução
1. IDENTIFICAÇÃO Empresa reclamada: WHome Portugal (gestora) / Booking.com (plataforma) Propriedade: WHome Peaceful River Views in Algés perfect for Families Reclamante: Cliente Booking Check-in: 01/05/2026 — aprox. 20h30 Check-out: 05/05/2026 — aprox. 09h30 Valor reclamado: €250,00 (caução) 2. DESCRIÇÃO DOS FACTOS 2.1 Coação no pagamento da caução Antes do check-in, a gestora da propriedade (WHome Portugal) exigiu o pagamento de uma caução no valor de €250,00 como condição obrigatória para liberação dos códigos de acesso ao imóvel. O hóspede recusou inicialmente, por considerar a exigência desproporcional e por ter conhecimento de situação idêntica ocorrida com outro hóspede em 2023 (conforme registo público de avaliação na plataforma Booking.com). A gestora manteve a condição de forma expressa: sem o pagamento, o acesso ao imóvel não seria concedido. Sob coação, o pagamento de €250,00 foi efetuado pelas 18h20 do dia 01/05/2026, com comprovativo de pagamento emitido pela instituição financeira do hóspede com o valor de €250,00. Importa sublinhar que o valor integral da estadia havia sido pago antecipadamente através da Booking.com, não existindo qualquer justificação para nova cobrança condicionada ao acesso. 2.2 Ausência de vistoria conjunta no check-in No momento da entrada no imóvel, a gestora não compareceu para realização de vistoria conjunta, não forneceu qualquer documentação sobre o estado de conservação da propriedade e não identificou quaisquer danos ou avarias pré-existentes. O acesso foi feito de forma autónoma pelo hóspede através de código numérico enviado por mensagem. Por precaução, o hóspede procedeu ao registo fotográfico de avarias e danos detetados no imóvel nas primeiras horas de ocupação. 2.3 Prova fotográfica de dano pré-existente Às 22h05 do dia 01/05/2026 (menos de duas horas após a entrada no imóvel que ocorreu após as 20h30) o hóspede fotografou a placa vitrocerâmica do fogão com dano visível e já consolidado. As fotografias possuem marcação automática de data e hora gerada pelo dispositivo móvel, constituindo prova objetiva e irrefutável de que o dano era pré-existente à ocupação. Adicionalmente, o hóspede dispõe de comprovativos documentais que demonstram a sua localização antes da entrada no imóvel: registo de compra efetuada em Óbidos às 18h29 do dia 01/05/2026 e registo de portagem Via Verde no troço Bombarral–Queluz PV entre as 19h28 e as 20h02 do mesmo dia tornando materialmente impossível que o hóspede tenha causado qualquer dano antes do horário de check-in. 2.4 Acusação infundada após o check-out Três dias após o check-out (ocorrido em 05/05/2026), a gestora contactou o hóspede através da plataforma Booking.com, acusando-o de ter partido a placa do fogão e declarando que o depósito de segurança não seria devolvido. Este foi o primeiro contacto da gestora após a saída do imóvel, imediatamente acusatório, sem apresentação de qualquer prova fotográfica ou documental do estado da placa imediatamente antes do check-in do hóspede com data/hora, e sem abertura para diálogo. A gestora não dispõe de qualquer registo que demonstre que a placa se encontrava em bom estado imediatamente antes da chegada do hóspede. Em contrapartida, o hóspede possui fotografia datada e com hora exata provando o estado do equipamento nas primeiras horas de ocupação. 2.5 Tentativas de resolução Perante a recusa de diálogo da gestora que não atende chamadas telefónicas em nenhum dos números disponibilizados (Booking.com, WhatsApp e website oficial WHome), o hóspede contactou diretamente a Booking.com, despendendo aproximadamente 50 minutos em atendimento. A plataforma confirmou que o único dano alegado pela gestora se refere à placa do fogão e instruiu o hóspede a aguardar até 14 dias para resolução. A Booking.com respondeu posteriormente por e-mail informando que havia solicitado à acomodação que verificasse o caso e entrasse em contacto com o hóspede, transferindo assim a responsabilidade de mediação sem tomar qualquer posição ou providência efetiva. 2.6 Antecedente documentado Existe registo público de avaliação na plataforma Booking.com, datado de 25 de julho de 2023, de hóspede que relata situação similar: pagamento de caução de €250,00 e posterior recusa de devolução por parte da mesma propriedade WHome, tendo o caso sido denunciado à Booking.com e ao PayPal. Este antecedente demonstra um padrão de conduta da gestora. 3. FUNDAMENTOS DA RECLAMAÇÃO A retenção da caução é indevida pelos seguintes fundamentos: - Coação no ato do pagamento: o hóspede foi obrigado a pagar como condição de acesso ao imóvel, configurando prática comercial abusiva e violação dos direitos do consumidor. - Ausência total de prova por parte da gestora: a WHome Portugal não apresentou qualquer evidência fotográfica ou documental do estado da placa do fogão imediatamente antes do check-in do hóspede. - Prova documental em sentido contrário: o hóspede dispõe de registo fotográfico com datação automática (01/05/2026, 22h05) e comprovativos de localização que demonstram inequivocamente que o dano era pré-existente. - Omissão de vistoria conjunta: a gestora não realizou vistoria no momento do check-in, não podendo invocar danos sem base documental prévia (em flagrante analogia com o dever de entrega documentada em contratos de arrendamento e aluguer). - Atuação de má-fé e padrão reincidente: o primeiro contacto pós-checkout foi uma acusação direta sem provas; existe antecedente público similar com outro hóspede em 2023. - Falha da plataforma intermediária: a Booking.com, ao atuar como intermediária e ao oferecer garantias de segurança ao hóspede, tem responsabilidade de mediação efetiva, que não está a cumprir. 4. PEDIDO O reclamante solicita à DECO: 1. Mediação junto da WHome Portugal e/ou Booking.com para obtenção do estorno integral e imediato de €250,00;2. Análise da conduta da WHome Portugal face às normas de proteção ao consumidor em vigor em Portugal, nomeadamente quanto à prática de cobrança de caução condicionante de acesso ao alojamento;3. Caso aplicável, participação às entidades reguladoras do alojamento turístico em Portugal (Turismo de Portugal / ASAE). 5. DOCUMENTAÇÃO DISPONÍVEL (anexo) - Fotografia com data e hora automáticas (01/05/2026, 22h05) da placa do fogão danificada - Comprovativo de pagamento da caução (€250,00 / R$1.576,09 — 01/05/2026, 14h BR) - Comprovativo de compra em Óbidos (01/05/2026, 18h29) - Registo de portagem Via Verde Bombarral–Queluz PV (01/05/2026, 19h28–20h02) - Registo do atendimento com a Booking.com (aprox. 50 minutos) - Avaliação pública de hóspede anterior com problema similar (julho 2023) Declaro que todas as informações prestadas são verdadeiras e que os documentos disponíveis constituem prova suficiente para a resolução justa do presente litígio.
Verificasao atrasada
Boa Tarde Estou a reclamar contra o 888 casino porque ganhei dinhiero e queria levantar esse dinhiero mas nau consigo porque a minha conta nau esta verificada ja mandei meu cartao cidadao e meu compromativo eban mas ainda nada queria saber qual e a resao da demora e tambem uma revisao da minha conta urgantamente.
REEMBOLSO
Fiz uma compra na empresa bookinh em 29/03/2026 para uma viagem em 31/03/2026 através do voo da azul. ocorreu que solicitei o cancelamento do voo a empresa azul. foi cancelado, o reembolso foi emitido pela azul e enviado para a empresa booking e a empresa booking não me fez o reembolso, já fiz diversas tentativas de contatos com a empresa e a unica que consigo é por chat onde não resoolvem e nao informam numero de protocolo Anexei os dois comprovante que a empresa azul me enviou informando que já fez o reembolso a empresa booking, porem a booling não me fez ainda a devolução. Data da Transação: 2026-04-01 Valor Cancelamento: 347.65 EUR Número do Cartão Mascarado: 441368******0321 ARN: 74838576119920001097707 Aguardo reembolso Beneficiário Eduardo Gomes IBAN PT50 3560 0001 9001 8197 9513 4 BIC REVOPTP2 Informação Adicional AGUARDANDO REEMBOLSO
Pedido estragado - Falta de resposta, burla
Venho apresentar reclamação contra a Uber Eats relativamente a um pedido efetuado através da plataforma no dia 2 de março de 2026. O pedido, no valor de 19,75€, chegou em condições completamente inaceitáveis de higiene e qualidade alimentar. A comida apresentava sinais evidentes de má qualidade, incluindo restos/resíduos semelhantes a resíduos de fritadeira, tornando o pedido impróprio para consumo. A situação foi imediatamente reportada através da aplicação Uber Eats, tendo sido enviadas fotografias e restantes provas do estado da encomenda. Apesar da gravidade da situação, a Uber Eats limitou-se a efetuar um reembolso de apenas 1,40€, valor manifestamente insuficiente e desproporcional face ao problema reportado. Desde então, tenho tentado repetidamente contactar o apoio ao cliente para obter uma solução adequada. No entanto, as respostas são automáticas, prestadas por sistema robotizado, sendo as conversas encerradas sem qualquer resolução efetiva do problema. No Portal da Queixa, a Uber Eats respondeu da seguinte forma: “Verificamos que entrou em contacto junto da nossa equipa de apoio e que a situação reportada se encontra regularizada.” Esta afirmação não corresponde à realidade, uma vez que a situação nunca foi devidamente resolvida. Um reembolso parcial de apenas 1,40€ num pedido de 19,75€ não pode ser considerado uma regularização aceitável perante uma situação de falta de higiene e qualidade alimentar. Além do prejuízo financeiro, fui obrigado a adquirir comida noutro estabelecimento devido às condições impróprias do pedido recebido. Considero inaceitável a ausência de apoio adequado ao consumidor, bem como a tentativa de encerrar o processo sem uma resolução justa e proporcional à gravidade da situação reportada. Solicito: * Reavaliação urgente da reclamação; * Reembolso integral do pedido; * Esclarecimento relativamente ao encerramento indevido da situação; * Garantia de análise das condições de higiene e qualidade do restaurante envolvido. Caso a situação permaneça sem resolução adequada, irei avançar junto das entidades competentes de defesa do consumidor e demais meios legais aplicáveis.
Burla
Boa tarde Fiz uma compra de 3 bilhetes para o Museu do Louvre, os quais nunca recebi, nem devolveram o valor que paguei por eles. Também não obtive resposta por parte da empresa. Pretendo a devolução do valor ou então um voucher para usar futuramente noutro serviço.
COBRANÇA INDEVIDA
Venho por este meio apresentar reclamação contra a empresa eDreams relativamente a uma cobrança indevida no valor de 4,99 €, efetuada através de débito direto no dia 18/05/2026, referente a uma alegada subscrição do serviço eDreams Prime. Informo que nunca solicitei nem tive intenção de aderir a qualquer subscrição paga. No início de março efetuei apenas uma compra pontual na plataforma eDreams, não tendo sido apresentado de forma clara, transparente ou inequívoca que estaria a aderir a um serviço de subscrição com renovação automática. Acresce que não recebi qualquer e-mail de confirmação ou comunicação relativa à ativação desta subscrição, pelo que apenas tive conhecimento da mesma quando verifiquei o débito na minha conta bancária. Assim que tomei conhecimento da situação, procedi de imediato ao cancelamento da referida subscrição. Considero esta prática pouco transparente e potencialmente contrária aos direitos do consumidor, nomeadamente ao disposto no Decreto-Lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro, que regula os contratos celebrados à distância e estabelece a obrigação de informação clara e prévia ao consumidor. Face ao exposto, solicito: O reembolso integral do valor de 4,99 € cobrado indevidamente; A confirmação por escrito do cancelamento definitivo da subscrição eDreams Prime associada à minha conta; A revogação de qualquer autorização de débito direto ou dados de pagamento associados à eDreams para evitar futuras cobranças. Solicito que esta situação seja resolvida com a maior brevidade possível, reservando-me o direito de recorrer às entidades competentes de defesa do consumidor.
Subscrição não pedida
Descrição No dia 18/05/2026 através do extrato Bancário verifiquei que me foi retirado por" Débito" da minha conta Bancária "Data valor 16/05/2026 e com a Descrição de COMPRAS C. DEB EDREAMS o Valor de 89,99 EUR através do cartão 4061 **** **** 0548 sendo isto feito indevidamente. Pois que em momento algum subscrevi o que quer que seja á dita Edreams. Desta forma, exijo o reembolso total do valor cobrado e a remoção imediata de qualquer subscrição associada á minha conta, bem como a investigação dessa prática por parte das Autoridades competentes. PS..... este mesmo problema já aconteceu em a 07/05/2025 . Tudo isto é lamentável acontecer. Atenciosamente,
Marcação de reserva não confirmada
Bom dia, No passado dia 15, sexta-feira fiz uma marcação pela Odisseias com um Voucher, na minha pagina da Odisseias aparecia como reserva confirmada, mas como não recebia confirmação liguei diretamente com o hotel, ao que me confirmaram existir vaga e com a indicação de um pedido de reserva da Odisseias, só faltaria a confirmação do operador. Tentei ligar com a Odisseias para confirmar a minha reserva, ao fim de mais de 10 chamadas lá me atenderam, mas a chamada caiu a meio, voltei a tentar contactar, possivelmente mais de 20 chamadas, durante 3 horas e sem obter resposta. Quando cheguei ao hotel de facto tinha um pedido de reserva deste operador, mas faltava a confirmação, o hotel tentou contactar a Odisseias e sem sucesso, como estava a 300 Km de casa e para não voltar para trás tive de pagar o hotel, com um serviço completamente diferente do indicado no meu voucher. Reporto aqui a minha insatisfação pela falta de profissionalismo da Odisseias.
Não recebi o reembolso dos tickets
Exmo Srs. Venho através desta reclamar sobre a compra de dois tickets para o show o Ivan Lins, previsto para 17 de janeiro de 2026, e pelo qual foi cancelado e até hoje não fui reembolsado o valor total de €100. Já tentei comunicar com esta empresa através de e-mails, ligações telefônicas, mensagens e não obtive nenhuma resposta com sucesso. Preciso de ajuda para resolver esse caso. Atenciosamente, Paulo Oliveira
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