Reclamações públicas

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M. R.
16/02/2026

Cobrança Indevida por parte da Booking

Boa Tarde, gostaria de obter a vossa orientação na resolução da seguinte situação com a Booking. Sou proprietário de um alojamento local publicitado na plataforma Booking. No mês de Fevereiro 2025, tendo o calendário para aprovação de reservas, acabei por receber uma reserva, para o mês de julho 2025, não sendo possível para mim hospedar as pessoas. A Booking informou-me que teve de realojar as pessoas, não apresentando documentos comprovativos do realojamento, e cobrou-me um valor bastante elevado, sendo que não me pagou os valores das reservas seguinte. Abaixo descrevo a reclamação que fiz junto da Booking: Boa Tarde, solicito o pagamento das estadias de Rafael Batista, nº 6393620875, de 7 a 14 setembro 2025, no valor de 520€, e a estadia de OLIVEIRA MARIA, 5548808233,de 16 de setembro a 1 de outubro, no valor de 900€, durante a presente semana. Até que a situação das disputas seja clarificada, ou seja, até que me enviem uma prova que de facto a cliente foi realojada num outro alojamento e o custo por vós suportado foi de 1015,12€, não aceito que os pagamentos das seguintes reservas não sejam efetuados. Não podem apenas dizer e emitir uma fatura deste valor sem enviarem uma prova, que deve ser a fatura do realojamento do cliente, bem como a reclamação por ele apresentada. Mais uma vez, informo que a reserva foi cancelada pelo cliente no mês de fevereiro 2025, 5 meses antes da data de entrada, logo o cliente teve bastante tempo para encontrar outro alojamento. Também quero que me enviem a reclamação da cliente, onde a mesma solicita o realojamento. Após enviarem os documentos por mim solicitados, que comprovam a veracidade da situação aceito pagar o valor referido por vós, até lá quero que me sejam pagos todos os valores das futuras reservas. Aguardo resposta urgente e o pagamento das faturas em falta. Agradeço desde já a vossa atenção e disponibilidade. Melhores Cumprimentos, Marco Rodrigues

Resolvida
E. M.
16/02/2026

Reserva 5263991158

Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente à reserva 5263991158, do dia 13 a 15 de fevereiro de 2026, em nome de Jose Carlos Ferreira, para vosso alojamento Miranda Guest House, em Morgade, Montalegre, licenca nº 164033/AL. No momento da chegada ao local, verificamos que o espaço se encontrava em condições manifestamente impróprias para habitação, apresentando elevados níveis de humidade e presença de água no interior do alojamento. A situação comprometia claramente as condições mínimas de segurança, higiene e conforto, para pernoitar. O alojamento está inserido num concelho bastante frio, com temperaturas de 1º, com noites frias. O local apresentava-se gelado e humido, incluindo tapetes do quarto, paredes, cortinas a pingar e chão. Contactamos de imediato o proprietário para reportar o problema. Contudo, não demonstrou disponibilidade para resolver a situação nem apresentou qualquer alternativa viável. Perante a impossibilidade de permanecer no alojamento, fomos obrigados a procurar outra solução de estadia. Face ao exposto, solicitamos o reembolso integral do valor pago pela reserva. enviamos video: https://drive.google.com/file/d/1XHuIOReZZrWQWrnN8vKEwXCxEsCpJvXA/view?usp=sharing

Encerrada
P. S.
16/02/2026

Serviços não prestados

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente ao salto de paraquedas adquirido junto da vossa entidade, que até à presente data não foi realizado devido a sucessivos adiamentos da vossa parte. O referido salto foi inicialmente agendado para o dia 15 de fevereiro de 2025. Contudo, essa data foi cancelada por vossa iniciativa, tendo sido reagendado para 14 de setembro de 2025. Infelizmente, também essa nova data foi adiada, assim como as subsequentes tentativas de marcação, sempre por motivos imputáveis à organização. Assim, venho solicitar: O reembolso integral do valor pago, no montante de 800€. Aguardo uma resolução célere desta situação. Com os melhores cumprimentos

Encerrada
J. M.
16/02/2026

Cancelamento salto

Adquirir um voucher para um salto de paraquedas no dia 06/01/2023 por 149,99€, por diversas vezes tentei agendar o salto e em todas elas muito próximo da data recebi um email a informar que o salto tinha sido cancelado ou porque estava em manutenção ou porque as condições meteorológicas não permitiam. Solicito o reembolso do valor do voucher uma vez que já percebi que nunca vou poder efetuar o salto e provavelmente trata-se de uma burla.

Encerrada
D. P.
13/02/2026

Encomenda Danificada

Venho por este meio fazer uma reclamação sobre o estado da encomenda de comida entregue, e a recusa do reembolso da mesma. No dia presente, 12 de fevereiro de 2026, foi feita uma encomenda no Mc Donald, estando um dia de chuva. Foi essa mesma chuva que encharcou o meu pedido, para além do mau manuseamento geral por parte do entregador visto que a minha bebida estava inclusive derramada. Foi negada a entrega na porta, como é a minha preferência, e fui obrigado a ir até à porta do prédio. Foi então entregue uma embalagem já a rasgar (visto ser de papel), com o conteúdo também encharcado. Enviei pedido de suporte com várias fotografias onde se pode ver o estado do que resta da embalagem e o conteúdo, chamando em atenção ao detalhes de como o pão a desfazer e com bolhas de estar encharcado. Foi dito que este não tinha danos significativos e que por isso não teria direito a reembolso. Após isso qualquer resposta que tive foi encerrada, ignorada ou fechada por bots.

Encerrada
C. F.
12/02/2026

Voucher não ativado

Exmos Senhores: Tenho um Voucher da vossa empresa que me foi oferecido no Natal, com esse Voucher tentei fazer uma reserva num hotel, o qual me foi negado pois, foi-me dito que estava inativo ou seja não esta registado. A Lifecooler pedi-me o talão de compra o qual enviei depois de o ter pedido á entidade que o vendeu, disseram que o dito Voucher ficaria activado ao fim de 24 a 72 horas, e já lá vai quase uma semana e nada resolvido. Cumprimentos

Resolvida
L. F.
11/02/2026
Be-Fit Famalicão

Pedido de apoio – Cobranças indevidas e práticas abusivas (Ginásio Be-Fit Famalicão)

Exmos. Senhores, Venho solicitar o vosso apoio relativamente a uma situação de alegadas cobranças indevidas e práticas comerciais abusivas por parte do ginásio Be-Fit (The Fitness Company – Famalicão). Resumo da situação: Fui impedido de aceder ao ginásio, apesar de ter demonstrado total disponibilidade para regularizar qualquer valor efetivamente em dívida. Foram debitadas da minha conta as mensalidades de novembro, dezembro e janeiro sem qualquer esclarecimento prévio. Paguei presencialmente a taxa de 5€, mas não me foi fornecida fatura. Cancelado o débito direto devido à ausência de resposta e bloqueio indevido, foi-me exigida a mensalidade de fevereiro acrescida de 5€. Recebi emails a alegar a existência de uma “conversa telefónica”, quando apenas houve uma chamada não atendida. Não me foi fornecido contrato nem cópia das condições de adesão, violando o dever legal de informação ao consumidor. Anexo a documentação comprovativa: Comprovativos de pagamento: 5€ e mensalidades de novembro, dezembro e janeiro. Emails enviados: contestando cobranças e solicitando esclarecimentos. Emails recebidos do ginásio: exigindo pagamentos e alegando conversa telefónica. Print do débito direto cancelado. Print da chamada não atendida. Registo do bloqueio de acesso ao ginásio. Solicito a análise da situação e orientação sobre os passos a adotar, incluindo a eventual resolução contratual por justa causa e contestação das cobranças reclamadas. Com os melhores cumprimentos, Luís Miguel Figueiredo Ferreira

Encerrada
C. C.
11/02/2026
dellasol

incumprimento de contrato

Em 2022 aderimos ao Dellasol Club de Férias que garantia oferta a preços vantajosos de pacote de viagens (vôo + estadia) a escolher durante determinados períodos a partir do site, mediante a subscrição de um acordo de crédito com a Cofidis. Em alternativa aos pacotes também se poderia usufruir de estadias em multipropriedades por um x número de dias por ano (opção que recusámos em troca da devolução de parte do valor do emprestimo). Como bonus de inscrição havi ainda um voucher a resgatar dentro de um prazo contado a partir da data de inscrição. Ainda, como viajamos muito por causa do trabalho, foi-nos assgurado que o Club teria condições muito vantajosa em relação à compra de bilhetes aereo através das companhias: bastaria enviar e-mail a solicitar a quotação. nada do que descrevi acima aconteceu: - apesar de termos desistido do uso das multipropriedades, o valor nunca foi devolvido; - apesar de termos efectuado várias tentativas de marcação de pacotes de viagem de férias, havia sempre qualquer coisa que não estava bem: ou não era no período certo, ou já não havia disponibilidade para aquilo que nós queríamos, ou havia problemas no site; - apesar de termos pedido várias vezes propostas para viagens de trabalho, as respostas ou não chegavam a tempo, ou não eram competitivas; Durante quase 2 anos tentámos contactar o Dellasol por mail ou por telefone, mas nunca obtivemos resposta. Entretanto, o número de telefone já não existe, as instalações físicas estão fechadas e vandalizadas e resolvemos cancelar o débito direto com a Cofidis, por incumprimento contratual, mas a Cofidis exige-nos a quantia remanescente.

Encerrada
F. S.
10/02/2026

Enriquecimento ilícito

Exmos. Senhores da Booking.com, Apresento reclamação formal relativa a uma reserva recentemente efetuada na vossa plataforma. O alojamento estava identificado como HOTEL. Contudo, minutos após a reserva, ao analisar melhor a informação e comentários, percebi que não se tratava de um hotel, mas sim de um apartamento que alugava quartos. Sentindo-me induzido em erro pela classificação do anúncio, cancelei a reserva 2 a 3 minutos após a confirmação. Apesar do cancelamento praticamente imediato e de não ter existido qualquer utilização da reserva, o proprietário recusou o reembolso do valor pago (€1.200,00). A Booking.com informou que a decisão caberia apenas ao proprietário, sem apresentar solução. Considero esta situação totalmente desproporcional e contrária ao bom senso, sobretudo tratando-se de um cancelamento imediato motivado por informação potencialmente enganosa no próprio anúncio. Solicito: Revisão urgente do caso; Reembolso integral do valor pago; Verificação da forma como o alojamento é apresentado na plataforma. Aguardo uma resolução célere e justa, ou então os advogados entrarão.

Encerrada
M. L.
09/02/2026

Reclamação Avis Portugal: práticas comerciais abusivas e falta de transparência

Exmos. Senhores, Venho apresentar reclamação contra a Avis Portugal relativamente a um aluguer efetuado no Aeroporto de Lisboa, de 15/01/2026 a 18/01/2026, contrato E545351321, viatura Hyundai Kauai, matrícula CA‑37‑TB, reservado através do Booking.com. Em síntese, os problemas principais são: 1) Venda agressiva de seguros locais desnecessários Informei o colaborador da Avis que já tinha um seguro “Full Protection” via Booking/Zurich (apólice 7812609872), que cobre danos e franquias até 20.000 euros, reembolsando os montantes que a Avis me viesse a cobrar por danos ao abrigo do contrato. Na própria documentação da reserva do Booking.com consta expressamente que: • a caução a bloquear no cartão ao levantar o carro seria de 200,00 euros; • as franquias de danos e roubo (3.151,26 euros com IVA) podem ser reduzidas através de uma “Franquia reduzida” ou outras coberturas adicionais, apresentadas como produtos facultativos. No balcão da Avis, contudo, a informação foi-me apresentada de forma muito mais alarmista: foi-me referida verbalmente uma alegada franquia de cerca de 2.000 euros em caso de danos, sem enquadrar devidamente a existência e o alcance do seguro Full Protection já contratado via Booking/Zurich, nem o facto de a caução prevista na reserva ser de 200 euros. Perante esta explicação e sob o impacto da referência a um valor de franquia muito elevado, bem como medo instigado pelo colaborador acabei por ser levado a contratar seguros locais adicionais (“Super Cobertura de Danos + CDW”, no valor de 32,48 euros, e “Cobertura de Vidros”, no valor de 22,28 euros), que se revelaram redundantes face à cobertura externa que já possuía. Considero que esta atuação constitui uma prática comercial agressiva e desleal, que explora o medo do consumidor no momento do check‑in e o leva a contratar produtos adicionais que, em condições de informação completa e equilibrada, não contrataria. 2) Política de combustível enganadora e pouco transparente No momento do levantamento, foi-me dito verbalmente que a Avis tinha um acordo com gasolineiras e que o combustível seria cobrado a 1,31 euros/litro + taxas, com a explicação concreta de que: • se eu devolvesse o carro com mais de meio depósito, compensava encher antes de entregar; • se devolvesse com cerca de 1/4 de depósito, compensava entregar assim porque o preço interno seria mais vantajoso. Confiando nesta explicação, devolvi o carro com cerca de 1/4 de depósito. Mais tarde, verifiquei que me foi cobrada a opção de “combustível simplificado” (EZ Fuel) no valor de 82,05 euros, que, com taxas, ascendeu a cerca de 88 euros. Este valor é superior ao que teria pago se tivesse abastecido o carro num posto de combustível de supermercado (Auchan/Intermarché), pelo preço de mercado (cerca de 1,65 euros/litro). Na resposta escrita à minha reclamação no Livro de Reclamações (ref. ROR00000000045486153), a Avis já nem refere os 1,31 euros/litro que me foram ditos no balcão, passando a mencionar 1,35 euros/litro + IVA. Esta discrepância mostra inconsistência entre a informação verbal prestada ao consumidor e a informação escrita invocada posteriormente, o que torna ainda mais evidente a falta de transparência da política de combustível. Em suma, fui levado a tomar uma decisão económica (não abastecer fora) com base numa informação incompleta e enganadora sobre o preço efetivo do combustível, o que me causou prejuízo direto. 3) Valores desproporcionais por danos ligeiros nas jantes e critério pouco razoável No final do aluguer, foram identificados riscos superficiais em duas jantes dianteiras. De acordo com a estimativa de custos enviada pela própria Avis (doc. 513319701), foram imputados: • 97,67 euros + IVA (120,13 euros) pela jante dianteira esquerda; • 109,89 euros + IVA (135,16 euros) pela jante dianteira direita; • 78,70 euros + IVA (96,80 euros) a título de “tempo de inatividade do veículo”; • 38,00 euros + IVA (46,74 euros) de “taxa de gestão por danos”; perfazendo um total de 398,83 euros por meras arranhadelas/raspagens nas jantes. Considero estes valores manifestamente desproporcionais para danos superficiais. Uma reparação de jante em oficina comum ronda, tipicamente, valores bastante inferiores por unidade, e não inclui este tipo de acréscimos (perda de uso e taxas administrativas) nestes montantes. Em anexo, a Avis enviou ainda fotografias que incluem, além das jantes, imagens do para‑choques com pequenos pontos escuros (mosquitos/insetos de autoestrada), que são claramente sinais normais de utilização e não danos. Isto reforça a perceção de que o critério de avaliação de “danos” é excessivamente gravoso para o cliente, podendo configurar uma prática sistemática de sobrecarga de custos de reparação. 4) Resposta insatisfatória à reclamação no Livro de Reclamações Apresentei reclamação no Livro de Reclamações Eletrónico (ref. ROR00000000045486153). A resposta da Avis limita‑se, em essência, a afirmar que, por eu ter assinado o contrato, se presume que li, compreendi e aceitei todas as condições, e que a empresa não pode corroborar aquilo que foi dito verbalmente no balcão. Não há qualquer esforço em confrontar a divergência entre a explicação verbal e os custos efetivamente cobrados, nem em ponderar a proporcionalidade dos valores aplicados pelas jantes e pelos serviços associados. Em particular, a empresa refugia‑se na assinatura do contrato para ignorar a forma como a informação foi transmitida ao consumidor no momento do atendimento. 5) Situação atual A Avis debitou‑me o valor total de 505,47 euros. O seguro Zurich/Booking aprovou entretanto um reembolso parcial relativo à componente de danos (franquia), o que mitiga o prejuízo direto nessa parte. No entanto, este reembolso externo não resolve: • a venda de seguros locais redundantes, • a política de combustível enganosa, • e a desproporção dos valores cobrados pelas jantes e respetivos suplementos (tempo de inatividade, taxa de gestão). Pedidos • Que seja analisada a existência de práticas comerciais agressivas e enganadoras na venda de seguros adicionais no balcão, bem como na explicação da política de combustível, à luz da legislação de defesa do consumidor. • Que se avalie a razoabilidade e proporcionalidade dos valores cobrados pelas jantes e pelos serviços associados (tempo de inatividade e taxa de gestão), face ao tipo de dano e aos preços praticados no mercado. • Que se recomende à Avis a devolução dos montantes cobrados a título de seguros locais redundantes e a eventual correção/redução dos valores imputados por danos e combustível. • Que, se for caso disso, o processo seja comunicado às autoridades competentes (ASAE, Direção‑Geral do Consumidor).

Encerrada

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