Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
C. C.
15/11/2025

Avaria no Autocarro e Mau Serviço

Por volta das 11h15, o autocarro 21 vindo de Lisboa Sete Rios com destino a Viseu e com paragem a Coimbra, começou a deitar fumo. Tivemos de evacuar o autocarro. Não havia extintores no sítio certo. O serviço telefónico da Rede Expresso foi extremamente inútil. Estivemos parados e demoraram imenso a arranjarem uma solução para nos levarem ao destino. Podia ter sido um acidente muito mais grave. O autocarro podia ter ficado em chamas ou até explodido e a forma como a rede expressos tratou a solução é uma grande desilusão e inadmissível. Os autocarros claramente não estão a ter a inspeção devida. Vão dar alguma indeminização aos passageiros? Ou vão fechar os olhos e fingir que não aconteceu nada? Bilhete n° 2107803335 Reserva: 9457AKRQ2

Encerrada

Mais de 5 meses aguardando respostas sobre troca de carta estrangeira

No dia 11/08 fiz a entrega de minha carta no imt de guarda. Ao comparecer no int de lisboa, informaram que nao tem a confirmação de que entreguei meus documentos, sendo que ja deixei no balcao, ja tirei foto, confirmaram todos meus dados, mas em lisboa o imt disse que nao tem nada disso. Preciso de uma resolução. Na data de 06/11 estive presente no imt de guarda, informaram que ainda não foi resolvido, mas era para aguardar. Estou aguardando resolverem minha situação a 5 meses, e tudo que entro em contato informam que: "vão ver a situação", "estão resolvendo", "Estão entrando em contato com o setor responsável" mas ainda continuo sem tratativa. 5 meses aguardando. Uma vergonha. Ja encaminhei e-mail e realizei ligações para o IMT, mas ainda assim ninguem consegue informações sobre o prazo do processo. Aguardo resposta, pois dependo disso para trabalhos.

Encerrada

Cobrança de danos inexistentes após devolução do carro

Venho apresentar reclamação contra a empresa Goldcar do aeroporto de Lisboa, por considerar estar a ser alvo de uma tentativa de cobrança indevida, alegadamente por danos num veículo alugado. Esta cobrança não tem fundamento e resulta de um processo de verificação manifestamente deficiente e incoerente por parte da empresa. O veículo foi entregue pela Goldcar em mau estado geral. A carroçaria apresentava riscos em várias zonas, havia danos evidentes na pintura, o interior encontrava-se visivelmente sujo e, na manhã seguinte à recolha, verifiquei que a pressão dos pneus estava incorreta. No momento da entrega, o colaborador da Goldcar afirmou que todos os danos relevantes estavam registados no sistema e que riscos mais pequenos eram considerados irrelevantes. Confiei nessa instrução, mas ainda assim registei fotograficamente o estado do veículo. Passado mais de um mês, fui informada de que tinham sido identificados três alegados danos novos: capô, porta traseira direita e retrovisor esquerdo. Refuto esta alegação. Possuo fotografia datada de 18 de setembro de 2025 que prova que o dano no retrovisor esquerdo já existia antes de utilizar o veículo. Possuo igualmente fotografia da porta traseira direita que demonstra danos pré existentes. Importa referir que a fotografia enviada pela Goldcar como suposto dano novo na porta traseira direita não corresponde ao veículo que me foi entregue. A cor da carroçaria é mais escura e o formato do puxador é diferente. Esta incoerência coloca em causa a credibilidade das provas apresentadas pela empresa. Nas fotografias que anexo comprova-se perfeitamente que o formato do puxador da porta é completamente diferente. Relativamente ao capô, embora não tenha fotografia direta, considero extremamente improvável que esse dano seja novo, tendo em conta que dois dos três danos alegados eram pré existentes, assim como o estado geral do carro no momento da recolha, que documentei em cerca de trinta fotografias. Os relatórios de check in e check out fornecidos pela empresa apresentam várias incoerências. Existem danos representados no croqui que não constam do quadro de danos e faltas, e o inverso também ocorre. Tal demonstra falta de rigor no processo de inspeção inicial, comprometendo a validade das conclusões apresentadas pela Goldcar. No seguimento das minhas comunicações, solicitei repetidamente o envio dos relatórios e fotografias dos alugueres imediatamente anteriores e posteriores, de forma a garantir que não existem danos imputados repetidamente a diferentes clientes. Até à data, a Goldcar ignorou completamente todos os pedidos de documentação. Esta recusa em fornecer informação essencial impede qualquer validação independente do processo. Após o meu último e mail, a Goldcar respondeu indicando que retirou o dano relativo ao retrovisor, o que confirma a existência de falhas na sua avaliação. No entanto, mantém a imputação dos outros dois danos, apesar de não apresentar provas consistentes e de ignorar todos os pedidos fundamentados que lhes foram dirigidos. Tendo em conta tudo o exposto, solicito a intervenção da DECO PROTESTE no sentido de exigir a anulação da cobrança, a apresentação de toda a documentação relevante por parte da empresa e a verificação da conformidade do procedimento seguido. Entendo que o comportamento da Goldcar é prejudicial ao consumidor e coloca em causa a boa fé contratual. Junto em anexo as várias trocas de mail com a empresa, a resposta parcial da Goldcar, as fotografias e os documentos necessários para análise.

Encerrada
S. M.
13/11/2025

Reembolso não reccebido

Exmos. Srs, venho por este meio informar que no seguimento do pedido de reembolso efectuado em Maio de 2025, do qual V.Exas solicitaram que fosse efectuado um pedido entregue junto com o NIB da conta para poderem efectuar o reembolso. O mesmo foi realizado e recebi uma resposta vossa em 12.05.2025 a dizer que iria ser efectuado, contudo até ao dia de hoje não recebi o montante. Solicito que verifiquem esta situação.

Encerrada
D. C.
13/11/2025

Clientes exemplares deixados para trás

Venho por este meio fazer queixa e exigir que se abra processo disciplinar e consequente despedimento do condutor do autocarro 16 de sexta-feira 31/10 , que saiu de Campanhã às 15h15 e que abandonou dois jovens (um deles uma menor muito pequena) no Terminal da Figueira da Foz quando foram à casa-de-banho . Ora , estes jovens só saíram do autocarro , porque o condutor se recusou a disponibilizar a chave da casa-de-banho que existe no autocarro , dizendo que a mesma não estava a funcionar , o que sabemos que não é verdade . E foram deixados para trás , num local que não conhecem , sem os seus pertences valiosos - dinheiro vivo , cartões e documentos de identificação , bagagem , computador , consola , auriculares , roupa e casacos - e estavam condições meteorológicas adversas , com muito vento e chuva . Onde tiveram de permanecer até haver alternativa de transporte , paga pelos familiares dos próprios , para o seu local de destino . Os jovens ficaram extremamente assustados , desorientados e com fome . Não havia representantes da RE neste terminal para prestar apoio nem no local de destino . O serviço automático de apoio ao cliente tardou muito a passar a um operador , quem identifiquei . E que acabou por reservar dois lugares para os jovens , depois de já terem sido comprados bilhetes para o mesmo . NÃO DEVOLVERAM O VALOR DOS BILHETES . Os familiares que iam receber os jovens no Terminal das Caldas da Rainha ficaram transtornados com o sucedido e tiveram que esperar mais de duas do previsto que os jovens chegassem num autocarro que não era o deles . Ao irem levantar a bagagem dos jovens deixados para trás , confirmaram que o condutor não estava identificado e recusou-se a identificar-se . Para além disso , confrontado com o sucedido , não pediu desculpas nem mostrou arrependimento nenhum , mas uma atitude arrogante e de impunidade . Os jovens , depois de tal susto , chegaram cansados e abatidos ao seu destino . E atrasados aos seus compromissos . Sou cliente da Redes Expressos há muitos muitos anos e é inadmissível o que se passou . Uma falta de profissionalismo e de humanismo desnecessários e degradantes para os seus clientes que fazem viagens longas . Esta situação não passará inconsequente . Aproveito para denunciar outra situação , que parece um esquema ilegal , que envolve a cobrança de uma taxa para o uso dos wc em alguns autocarros , SEM PASSAREM RECIBO .

Encerrada

Nº de homologação nacional desde 22-10

Bom dia, Aguardo, ainda, decisão acerca deste pedido - IMT Pedido nº 590659 - Diogo Já enviei vários emails para o apoio, inclusive reanexei toda a documentação, incluíndo o CoC para vossa validação. Já vos esclareci todos os dados para vocês poderem emitir a declaração. O número de homologação nacional já existe e encontra-se registado. Vocês já me atestaram uma declaração (num pedido anterior) para o VIN errado, embora eu tenha anexado os documentos com os dados corretos. O que aconteceu foi que o formulário de preenchimento foi colocado com um caracter errado no campo do VIN, mas os documentos em questão atestavam toda a restante informação e deveriam ter sido verificados para a emissão da declaração. Sucessido? Emitiram uma declaração para um VIN que não existe, onde consta todos os dados, modelo, variante e nº de homologação nacional, devidamente registados e corretos. Fiz o tal novo pedido dia 22-10 e ainda me encontro em espera da declaração com o VIN corrigido. Como é possível este estar em análise se o carro se encontra devidamente registado nas homologações nacionais? Estou à espera do que? Por favor, estou desde dia 22-10 à espera de um número que já sei qual é e vocês também. A alfandega tem a DAV em espera desde então porque diz que precisa de constar o VIN correto embora eles reconheçam que os demais números indicados na declaração estejam todos corretos. Fica impossível cumprir os prazos estipulados por lei, se o serviço principal e necessário não os cumpre. Dados fornecidos na declaração anterior, onde somente o VIN consta de forma errada. Nº de homologação europeu e13*2007/46*2387*01 Variante EHL72YX Versão 5AAAZNALWAB Categoria Ligeiro Tipo Passageiros Nº homologação nacional 2021100010290005 Preciso da nova declaração com o VIN correto, de acordo com o pedido nº 590659 Cumprimentos, Diogo Ferreira

Encerrada
C. C.
11/11/2025

Cobrança abusiva

No dia 30 de julho de 2025, circulei pelas autoestradas A9 e A16 e, por lapso, passei na via reservada a utilizadores Via Verde, com o meu segundo veículo, que não tinha identificador ativo. Assim que me apercebi do erro, contactei de imediato a Via Verde e a Ascendi, no próprio dia, para regularizar o pagamento da portagem. Fui informado pela Ascendi que teria de aguardar 15 dias até o valor aparecer no Portal Ascendi — o que fiz. Quando finalmente a passagem surgiu, fui confrontado com uma cobrança de mais de 50€ por uma portagem de 1€. Esta situação é completamente absurda e abusiva. Demonstrei boa-fé desde o primeiro minuto, tentando pagar voluntariamente, e ainda assim a Ascendi aplicou a taxa máxima, justificando que “não é possível saber o ponto de entrada”. Ora, essa informação é falsa e dilatória, pois a Via Verde confirmou-me que a Ascendi pode facilmente obter o ponto de entrada, bastando contactar a Via Verde, como acontece no sentido inverso, uma vez que há interoperabilidade entre as duas empresas. Esta situação já aconteceu com a minha namorada, que entrou num pórtico da Ascendi e saiu num da Via Verde, e a cobrança foi feita corretamente, apenas com a portagem e as respetivas taxas administrativas — de forma justa e sensata. O que a Ascendi está a fazer é pura coerção, uma verdadeira "fábrica de multas", sem qualquer interesse em resolver o problema de forma justa. Penalizam o cliente que tenta cumprir e pagar, em vez de colaborar. Pagar 51 vezes o valor real da portagem é um abuso desproporcional e moralmente inaceitável. Sou cliente Via Verde há mais de 10 anos, e esta foi a primeira vez que algo do género me aconteceu. Em vez de demonstrar bom senso, a Ascendi aplica de forma cega coimas abusivas, sem proporcionalidade nem justiça. Pretendo levar o casoa todas as entidades competentes - IMT, ANSR, e se necessário, à via judicial, por entender tratar-se de uma prática abusiva e lesiva dos direitos dos consumidores. Não é admissível que uma concessionária use a lei como entende para extorquir valores desproporcionais, quando o cliente tenta regularizar desde o primeiro minuto.

Resolvida

Remarcação exame do código de trânsito

Segue que paguei um segundo exame teórico no dia 06/08/2025 e o IMT tem demorado cerca de 04 meses para marcar o exame, na altura informei da possibilidade de uma viagem em novembro e se isso serviria como justificativa para remarcarem meu exame para o período seguinte, na possível situação de o exame ser marcado para novembro. No último dia do mês de outubro, a escola de condução entrou em contacto e me informou que o exame seria dia 18/11/2025. Em resposta eu disse ok. Para confirmar que recebi a msg e que estava ciente do dia da prova, já que eu ainda não tinha certeza da data da minha viagem. Ocorreu que minha viagem calhou de ser para dia 17/11/2015. Na semana seguinte ao dia 31, entrei em contato com a escola e disse que não conseguiria fazer o exame por conta da viagem, assim como eu já os havia informado antes, mas não tinha data da viagem, a escola não se manifestou, não falou nada ,uns dias depois perguntei se precisava do bilhete para justificar a remarcação e a escola disse que sim. Enviei lhes o bilhete no dia de hoje 10/11/2025 e fui informada pela escola que o IMT não aceitou a justificativa há uma semana da prova. Ou seja, querem me cobrar novamente pra remarcar o exame. Não houve nenhuma informação da escola que eu teria que apresentar a justificativa o quanto antes ou mesmo um período mínimo legal pra apresentar essa justificativa e através de alguns sites que andei pesquisando vi que o período mínimo é de cinco dias úteis para apresentar a justificativa. Ou seja, continuo dentro do prazo mínimo legal, mas ainda sim a escola de condução diz ser impossível remarcar sem custo. Pois o IMT não aceitou a justificativa.

Encerrada
M. O.
10/11/2025

Coima 2024

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação referente a uma coima emitida pela Carris em 2024 e posteriormente encaminhada para a Autoridade Tributária, a qual considero injusta e desproporcional face à minha situação pessoal e social à data dos factos. Em 2024, encontrava-me a atravessar um período de grandes dificuldades financeiras, estando desempregado e sem qualquer rendimento. Naquele contexto, precisei utilizar o passe do meu filho apenas para poder deslocar-me num carro elétrico da Carris. Infelizmente, fui abordado por um fiscal que, apesar de eu ter explicado a minha situação de forma honesta e respeitosa, procedeu à emissão da coima. No início de 2025, quando o aviso da multa chegou à minha residência, entrei em contacto com as Finanças para solicitar a redução do valor da coima e expus novamente a minha situação. No dia 31 de março de 2025, formalizei a reclamação e fui informado de que o caso seria encaminhado para o chefe de Finanças. Desde então, mantive diversos contactos, mas as respostas recebidas limitavam-se a indicar que o processo “estava em análise”. Com o passar dos meses e sem qualquer decisão, a dívida aumentou consideravelmente, atingindo agora o valor de 219 €, o que para mim é incomportável e agrava ainda mais a minha condição financeira. Reitero que não houve má-fé nem tentativa de fraude, apenas uma situação pontual e de necessidade. Assim, venho solicitar a reavaliação do processo, a redução ou anulação da coima, e a suspensão da cobrança coerciva até que a situação seja devidamente analisada. Agradeço a atenção e compreensão, e aguardo uma resposta formal e justa a esta reclamação. Com os melhores cumprimentos,

Encerrada

Atraso na homologação de veículo com documentação completa

No dia 30 de Outubro de 2025 submeti ao IMT um pedido de emissão do número de homologação (nº 595049) nacional para um veículo de fabrico alemão através da plataforma https://chnac.imt-ip.pt/. Até à presente data, decorridos 11 dias após o pedido, não obtive qualquer resposta, declaração emitida ou justificação pelo atraso por parte dos serviços deste instituto. Importa referir que o veículo em questão é fabricado na Europa (Alemanha), com certificado de conformidade (CoC) válido anexado ao pedido inicial. De acordo com os procedimentos normalizados, este tipo de pedido deveria ser processado de forma automática e imediata, uma vez que a documentação está completa e em conformidade com os requisitos estabelecidos. Tentei obter informações adicionais através de contactos subsequentes com o IMT: - Enviei múltiplos emails para apoio.coc@imt-ip.pt sem receber qualquer resposta; - Tentei contactar telefonicamente o número 210 488 488, porém sem obter resposta. Esta demora é particularmente preocupante pois estou impedido de cumprir com a obrigação legal de submissão da Declaração Aduaneira de Veículos (DAV) no prazo de 20 dias contados a partir da entrada do veículo em Portugal. A falta de emissão do número de homologação, apesar da documentação completa e válida, coloca-me numa situação de incumprimento de requisitos legais que fogem completamente à minha responsabilidade e controlo. É difícil de compreender que um veículo de fabrico europeu com CoC válido e documentação completa ainda não tenha sido processado após 11 dias. Tendo em conta que a plataforma online é especificamente desenhada para processar pedidos de forma automática e célere, esta situação representa uma dificuldade significativa no funcionamento deste serviço essencial. Gostaria de solicitar informação sobre o estado do meu pedido e esclarecimento quanto ao motivo do atraso, bem como uma estimativa do prazo expectável para conclusão deste processo, face à urgência da situação e às obrigações legais pendentes.

Resolvida

Precisa de ajuda?

Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação

Contacte-nos

Os nossos juristas estão disponíveis nos dias úteis, das 9h às 18h.