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Verdade Desportiva
Exmos. Senhores, Sou treinador da equipa de iniciados (Sub-15) do FC Brufense 1957, clube da zona de Vila Nova de Famalicão. Com esta exposição quero denunciar um caso que afeta a integridade das competições de formação e a confiança dos adeptos e demais partes interessadas no desporto. A equipa de que sou responsável tem realizado um percurso notável nesta época: 17 jogos sem perder, 16 vitórias e quase uma 'volta completa’ sem sofrer golos. Contudo, no último jogo frente ao FC Famalicão – duelo decisivo entre equipas cimeiras separadas por apenas três pontos – deparámo-nos com uma realidade que coloca em causa a justiça da competição. O adversário utilizou uma equipa composta por jogadores de duas divisões superiores, algo completamente distinto da formação apresentada na primeira volta onde foram derrotados por 3-1. Esta prática não é um episódio isolado. Clubes que possuem várias equipas no mesmo escalão realizam constantes alterações de plantel conforme os seus interesses, recorrendo a jogadores que competem habitualmente em divisões superiores para assegurar resultados favoráveis. O resultado é uma distorção da competição, que prejudica clubes de menor dimensão e submete os jovens atletas a um contexto desproporcional e pouco formativo. A situação ocorre porque a vossa associação: • Não impõe limites ao número de jogadores utilizados por equipa ao longo da época. A título de exemplo, o FC Famalicão já utilizou mais de 60 jogadores nesta competição ao longo da temporada. • Permite que um clube possa ter várias equipas inscritas na mesma divisão, permitindo a pretensão do FC Famalicão de ter na 1ª Divisão mais de uma equipa, levando a comportamentos que, no mínimo, são eticamente reprováveis. Esta realidade não só desvirtua o espírito do desporto – baseado no mérito, esforço e igualdade de oportunidades – como também coloca em causa a transparência e a justiça nas competições, afetando a confiança dos adeptos e dos jovens atletas que são o futuro do futebol. Dado o impacto negativo que estas práticas têm na credibilidade do desporto e na perceção do público, solicito que a AF Braga reveja as suas normas da competição e promova uma análise e debate sobre estas práticas que distorcem a verdade desportiva e desmotivam os jovens atletas. Com os melhores cumprimentos,
Curso de Especialista de Medicina Ayurveda . Empresa não responde a e-mails, não devolve valores.
Exmos senhores, Venho por este meio denunciar a entidade formadora Be The Change Portugal, sob o contribuinte nº 514843462 por ter vendido um Curso de Formação de Terapeutas em Medicina Tradicional Ayurveda, mais tarde intitulado como Especialista de Medicina Ayurveda de 4300h, sob a acreditação da DGERT por ter fornecido informação enganosa aos formandos. Efetuei a inscrição nesta escola, por ter protocolo de formação com a AMAYUR (Associação Portuguesa de Medicina Ayurveda) o que significava que a AMAYUR estipulava seja os formadores (teriam que ser terapeutas e formadores reconhecidos pela AMAYUR), seja o currículo lecionado, como também no final do curso de 3 anos emitiria o Diploma final do curso, sendo reconhecido também pela IAA (International Academy of Ayurveda) e European Ayurveda Association, associações internacionais com as quais a Amayur tem protocolo. Antes de proceder à inscrição foi feita uma entrevista via ZOOM com a diretora da Escola, mesmo nesta entrevista foi-me explicado e garantido a parceria com a AMAYUR, assim como a certificação DGERT. Efetuei a inscrição e o pagamento da anuidade para 2024/2025 antes do dia 8 de Março de 2024 para beneficiar do regime de "Early Bird", tendo pago 2250€. E anexo (1-G-mail...) pode ver a informação dada, seja o protocolo com a AMAYUR, assim como o plano das aulas. Com o início do curso a 7 de Setembro de 2024, deparei-me com o seguinte: - no primeiro fim-de-semana presencial - dia 7 e 8 de Setembro 2024, foi referido que o valor de 120€ que deveria ser pago como inscrição na AMAYUR (antes referido que seria obrigatório), deixaria de existir; - as aulas online às 3ª feiras (de sânscrito) deixariam de existir, e a frequência de sânscrito deixaria de ser obrigatória; - no dia 19 de Setembro de 2024, a que seria a primeira aula on-line, nenhum formador compareceu, estivemos apenas as formandas online e aguardámos. Acabámos por, através de contactos pessoais, conseguir que a diretora da escola entrasse online e viesse referir que a tal aula não estava programada e que não iria existir (apesar de constar no organograma das aulas enviado a todas as formandas). - no dia 26 de Setembro de 2024, tivemos online com a diretora da Escola, seria para ter aula sobre História do Ayurveda, no entanto a mesma não é terapeuta Ayurveda, não sendo uma das formadoras registadas na AMAYUR; - Coloquei a questão quem seria a formadora do dia 3 de Outubro e foi-me respondido, que novamente seria a diretora . Tendo-me deparado com estas alterações, e em conjunto com as outras formandas, decidimos questionar a AMAYUR e obtivemos a informação que a Escola Be The Change teria cancelado o protocolo com esta (Em anexo 9-AMAYUR). A Escola não nos informou desta alteração, pelo contrário, encobriu a situação. Rapidamente, tomei a decisão de não continuar no curso por não ser o mesmo pelo qual tinha pago e pedi a restituição do valor pago. Sei que todas as minhas colegas do curso de Lisboa (no total éramos 5) tomaram a mesma decisão. No entanto, até à data não obtive resposta a este pedido. Enviei carta registada com aviso de receção e efetuei queixa no Livro de Reclamações Online, sem que tivesse obtido qualquer resposta (anexo o comprovativo). Tenho os vários e-mail trocados com a Escola, caso haja necessidade poderei enviar. Tenho tentado o contacto com a escola, mas sem sucesso. Pretendo a restituição do valor pago, mas fundamentalmente que a escola não engane mais alunos. É de notar que efetuei o pagamento de uma anuidade de um curso, este foi alterado sem qualquer aviso, e mesmo após o meu pedido, nem há resposta, nem devolução do valor ou qualquer justificação. Sem mais assunto, Desde já agradeço o tempo despendido. Subscrevo-me, atenciosamente, C. G.
Cancelamento de contrato
Venho através desta reclamar por minha filha tentar cancelar um curso e não conseguir. Sei do explicado em contrato, porém, assim como fala-se que deve ser cancelado até 14 dias, não fala- se caso haja necessidade de cancelamento após este período. Não sendo explicado precisa-se dar uma solução. No site e no Google fala-se que há possibilidade de cancelamento acordado por ambos, aluno e instituição de ensino, mas, na verdade a única alternativa apresentada foi de pagar o curso por completo mesmo não o fazendo ou mudar para outro curso. O motivo do cancelamento? Voltar para o país onde nasceu. Neste caso tem como se provar esta volta com as passagens compradas. Aguardamos uma solução sem exploração. Grata!
Reclamação contra a ENA – Devolução Indevida de Valor Pago (110€)
Exmos. Senhores, No dia 18 de março de 2025, realizei a inscrição no curso de Formação de Formadores da escola ENA, conforme instruções recebidas por e-mail da própria instituição. Para efetivar a inscrição, fui orientada a enviar os documentos exigidos juntamente com o comprovativo de pagamento da taxa do curso, no valor de 110€, o que fiz prontamente, como comprovam os anexos. Contudo, ainda no mesmo dia, a escola entrou em contato telefônico comigo informando que, por eu possuir um diploma de graduação brasileiro, seria necessário realizar a equivalência e reconhecimento desse diploma em Portugal para que eu pudesse frequentar o curso. Como essa condição me torna inelegível para a formação no momento, informei à escola que regularizaria a documentação futuramente e solicitei a devolução imediata do valor pago. A colaboradora responsável respondeu, por e-mail, que encaminharia o assunto ao setor de contabilidade. No entanto, até a presente data (25 de março), o valor de 110€ não me foi restituído, e continuo sem qualquer resposta objetiva ou resolução por parte da escola. Além disso, recebi um e-mail posterior da ENA alegando que o prazo para devolução seria de 14 dias úteis. Tal alegação é incorreta e configura má-fé, uma vez que o referido prazo, previsto no Decreto-Lei nº 24/2014, aplica-se ao direito de livre resolução (arrependimento) em casos de contratos celebrados à distância ou fora do estabelecimento comercial, nos quais o consumidor tenha aceitado formalmente os termos do contrato – o que não se aplica ao meu caso, já que: 1. Não houve prestação de serviço por parte da ENA; 2. Não houve aceite formal das condições contratuais; 3. Fui considerada inelegível pela própria instituição, sendo impedida de frequentar o curso. Portanto, considero esta conduta abusiva e desonesta, visto que a escola reteve um valor pago antecipadamente, mesmo ciente de que não poderia prestar o serviço contratado. Diante disso, exijo a devolução imediata do valor pago (110€), e reservo-me ao direito de tomar as medidas legais cabíveis, inclusive com a formalização da denúncia junto às autoridades competentes, caso a situação não seja resolvida com urgência. Atenciosamente, Cintia Belezi Cumprimentos.
Cobrança desconhecida
Exmos. Senhores, Não reconheço e não autorizei a cobrança no valor de €23.95 dia 11/03/25 na minha conta do Banco Wise. Por favor façam o estorno do valor cobrado. Antes de reclamar aqui, tentei contato pelo website e isso não foi possível. Todos as opções dentro do website functionam, menos a opção contato ou fale conosco. O que me faz ficar ainda mais desconfiada . PAULA FERREIRA Cartão de final 5937 Cumprimentos.
Subsídio de parentalidade
Exmos. Senhores, A situação é a seguinte, encontrava-me com o subsídio de parentalidade até ao dia 27/02/2025 e a partir do dia 28/02/2025 começava os 30 dias do meu marido até dia 29/03/2025. No entanto no dia 21/02/2025 eu fui operada as varizes e pensando que não iria interferir em nada pois encontro-me desempregada, pedi baixa de 12dias, só para ter mais uns dias de recuperação e nesse tempo não ser chamada pelo fundo desemprego ! No entanto isto fez com que a segurança social alargasse o período do subsídio de parentalidade até ao dia 11/03/2025 e consequentemente cancelassem os 30 dias a que o meu marido tinha direito !! Disto feito, o meu marido encontrasse em casa desde o dia 28/02/2025, e na sexta dia 07/03/2025 é que recebeu uma carta a notificar que os 30 dias dele tinham sido cancelados !! E agora, como vai o meu marido fazer?? Está há 8 dias úteis em casa, sem justificação e sem receber ?? Quando visto eu não ter trabalho logo não tenho direito a receber qualquer valor da baixa, porque então eles alargaram o meu subsídio de parentalidade?? Precisava da vossa ajuda, não sei como resolver esta situação Cumprimentos Cláudia Sousa
Candidatura de estudante internacional
Exmos Senhores Queiram informar aos cidadãos que se inscreveram e pagaram a inscrição, quais os documentos em falta para ser considerado uma candidatura, quanto deve ser pago e quando serão divulgados is resultados da aceitação ou rejeição da candidatura . Conforme mensagem enviada, os candidatos devem realizar provas presenciais em Portugal. Como é que os inscritos obterão o visto de entrada sem a emissão da declaração da universidade que confirma a inscrição para juntar ao processo nos Consulados Gerais de Portugal? Julgo que a ULP deve ser clara e prestar os devidos esclarecimentos ou devolver os valores recebidos dos cidadãos. Não me parece que a ULP esteja empenhada rm obter receitas defraudando os candidatos fora de Portugal. É público as dificuldades de agendamento para dar entrada dos processos de visto junto da VFS que exige um documento da instituição escolar e que permitirá os inscritos viajar para Portugal e realizar as provas presenciais. Uma alternativa seria a ULP negar a inscrição de cidadãos que não se encontrem em território português ou enviar professores para realizar as provas nos paises dos inscritos. Tudo o mais pode ser cobsiderado como uma burla institucional da ULP. As informações nas páginas dos estudantes não informam nada! Respondam as perguntas de forma simples e clara. Obrigado
Produto pago e não entregue
Exmos. Senhores, Comprei um livro no dia 19/02 com a informação que seria entregue em 3 dias. Hoje é 07/03 não entregaram, não respondem meu Whatsapp, não dão soluções por email. O produto foi pago no mesmo dia (a 16 dias). Cumprimentos.
Envio de Documentação ou Reembolso Imediato de Valores Pagos
Exmos. Senhores/as, Sou candidato ao Regime de Estudante Internacional na Universidade Lusófona, resido atualmente em Angola e me encontro a realizar o 1° ano da universidade cá, em Angola. Na procura de prosseguir as minhas atividades estudantis em Portugal, submeti a minha candidatura na Universidade Lusófona achando ser a melhor opção nos quesitos localização e ensino, por eu ser possuidor de residência em Braga e pela universidade lecionar o curso pretendido. E fui recentemente informado pela universidade que o exame de admissão é obrigatoriamente presencial, gerando uma confusão, como é possível um candidato estrangeiro que reside em Angola realizar um exame de admissão obrigatoriamente presencial sem possuir o respetivo visto?? Sendo que a informação que nos foi disponibilizada é que devemos realizar a apresentação dos documentos académicos e pessoais requisitados, e aguardar pela fatura para pagar a documentação necessária para que pudessemos dar entrada do respectivo visto junto ao Consulado Geral de Portugal em Luanda. Tem sido um processo demorado, frustrante, triste e desconfortável não só para mim como para os meus familiares que estão a fazer os possíveis para que isto aconteça. Sendo necessário recordar que foram realizados os pagamentos necessários e até excessivo por intermédio de erro por parte do sistema de gestão de candidaturas. Deste modo, solicito em formato de reclamação a Universidade Lusófona que emita uma fatura/nota de pagamento para a documentação necessária para poder dar entrada e obter o meu visto, para que possa realizar os determinados exames presenciais, ou reembolso imediato de todos os valores pagos. Lembrando que sou estudante do 1° ano universitário em Angola, mais precisamente Luanda, tendo realizado exames de admissão na mesma universidade em que realizo o 1° ano com sucesso, e possuo todos os meus documentos escolares reconhecidos em Portugal, sendo que um dos motivos da minha inscrição na Universidade Lusófona é facto de possuir uma residência em Braga. Caso não emitam a documentação necessária para que possa prosseguir para o processo de visto, queiram por favor fazer o reembolso de todos os valores pagos realizados para que possa prosseguir com a minha candidatura em uma outra universidade em Portugal. Cumprimentos.
Cancelamento do curso
Exmos. Senhores, (DESCREVER SITUAÇÃO) Venho por aqui expressar a minha indignidade com a escola Master D, não queria expor meus problemas, mais irei expor tentei por todos os meio da escola em todos os e-mails , pois não conseguirei continuar com o curso pois irei retornar ao Brasil e não quero continuar com o curso, pois não terei a possibilidade de continuar a pagar de lá, e tudo que fizeram foi simplesmente dizerem que só poderia cancelar o curso em 14 dias após a assinatura do contrato, então tudo o que eles querem é o dinheiro me dando a opção de fazer o pagamento do brasil como se eu tivesse a condição de desembolsar (1.200,00 Reais), deixo aqui a minha indignação pela falta de empatia que eles não tem pelas pessoas ou clientes da escola, espero que por aqui consigam resolver o meu problema, caso contraio terei que procurar por formas judiciais para que se resolvam. Cumprimentos.
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