Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
Falhas graves no Hotel Pestana D JoaoII no Alvor
Este Hotel não tem qualidade e praticam preços absolutamente exorbitantes. Em Maio2026 fiz uma reserva e deparei-me com várias falhas indamissiveis para um Hotel como este que cobra mais de 200 euros por noite, com quartos de 14m2. Levei o tempo a reclamar e nem pude descansar. vou colocar por tópicos. 1- queriam cobrar um valor mais elevado na estadia logo no check-in afirmando que se tratava de um "donativo"- Dá para imaginar??? claro que recusei! Já me tinham tentado cobrar no bar 5 euros de gorjeta. um escândalo! 2- os lençóis estavam manchados de sangue. pedimos imediatamente mudança dos mesmos. 3- o ar condicionado não funcionava 4- depois fazia um ruído horrível que nem se conseguia descansar. 5- o telefone não funcionava completamente avariado e nada fizeram. 6- a varanda estava com um pedaço da parede partida e o parapeito de madeira está degradassímio. sem manutenção alguma. uma vergonha para um hotel que se diz de 4 estrelas mas que oferece um serviço de duas. Reclamei junto do director, que nada fez. E nem sequer se dignou a reembolsar -me pelo facto de eu não ter fetiomais nada se não reclamar o tempo todo.
Reclamação de consumo: Hotel Solar do Requeijo
Venho solicitar o vosso apoio na resolução de um litígio de consumo com o estabelecimento abaixo designado, que até à data não respondeu à minha reclamação. Hotel Solar do Requeijo Lugar de Requeijo, Giela, Arcos de Valdevez NIF 508 269 822 Na estadia de 9 para 10 de maio de 2026 (reserva n.º 304/HSR), pela qual paguei 163,00 €, o quarto foi entregue sem a devida limpeza e preparação: ausência de gel de banho, roupa interior de um hóspede anterior e a presença de um inseto (escolopendra) na casa de banho. Verifiquei ainda que a casa de banho inundava durante o duche. Reportei as falhas no checkout; a receção não foi verificar o quarto e o hotel comprometeu-se a resolver a reclamação no prazo legal. Apresentei reclamação no Livro de Reclamações (ref. 32492029, em 10/5/2026) e, decorridos os 15 dias úteis, não obtive qualquer resposta. Recusei um voucher que me foi proposto, por preferir a restituição do valor pago. Solicito orientação e, se possível, apoio na mediação do conflito, pretendendo a restituição dos 163,00 € e uma compensação pelos transtornos. Informo que apresentei também o caso ao CIMAAL (centro de arbitragem competente), à ASAE e ao Turismo de Portugal. Disponho de vídeo, fotografia, fatura e cópia da reclamação, que envio a pedido. Agradeço a vossa ajuda.
Recusa de aplicação de promoção efetuado no dia 1 de Junho de 2026 (20:08)
Venho por este meio manifestar a minha insatisfação relativamente à recusa da Uber Eats em aplicar uma promoção válida à minha encomenda, bem como à resposta evasiva que me foi apresentada pelo serviço de apoio ao cliente. No dia 1 de Junho de 2026 (20:08), realizei um pedido ao abrigo de uma promoção que indicava claramente que, na compra de um menu, seria automaticamente atribuído um segundo menu grátis. (ver fotos 6, 7, 8, 9) Contudo, a referida oferta não foi rececionada. Ao contactar o apoio ao cliente da Uber Eats, (ver fotos 1,2,3) obtive a resposta de que a promoção não foi aplicada porque "apenas um artigo elegível estava no carrinho" e que "ambos os artigos devem ser adicionados manualmente". Ora, a própria descrição da promoção referia que o segundo artigo seria atribuído automaticamente, o que configura uma informação contraditória e enganadora para o consumidor. (ver fotos 6,7,8,9) A Uber Eats recusa-se ainda a fazer qualquer ajuste retroativo, remetendo para uma suposta falha minha na adição manual dos artigos, quando a comunicação da promoção induzia o consumidor em legítima expectativa de que o processo seria automático. Face à inexistência de uma solução por parte do prestador de serviço, venho apresentar formal reclamação, por violação dos direitos previstos na Lei n.º 24/96, de 31 de julho (Lei de Defesa do Consumidor), nomeadamente no que respeita à informação, boa-fé e práticas comerciais desleais. Anexo os comprovativos do pedido de que disponho, nomeadamente capturas de ecrã da promoção e da troca de mensagens com o apoio ao cliente da UBER EATS. Sem outro assunto, aguardo a vossa melhor orientação para dar seguimento ao processo de reclamação. Com os melhores cumprimentos, Carlos Lavadinho
Bolor em Quarto de Criança e Acesso Não Autorizado ao Domicílio
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação formal contra a empresa Ukio, operadora de alojamento local com estabelecimento sito em Lisboa, ao abrigo da Lei de Defesa do Consumidor (Lei n.º 24/96, de 31 de julho) e legislação complementar aplicável, solicitando a intervenção da DECO na defesa dos meus direitos enquanto consumidor. Identificação da entidade reclamada: Empresa: Ukio Atividade: Operador de Alojamento Local 1. CONTEXTO GERAL Resido no alojamento da Ukio desde 2 de abril de 2026, acompanhado da minha esposa e filhos menores. Desde o primeiro dia de ocupação foram identificadas e comunicadas por escrito à Ukio múltiplas deficiências graves no imóvel. Ao fim de mais de 62 dias de estadia e mais de 43 comunicações escritas, os problemas permanecem sem resolução efetiva e a empresa recusa-se a apresentar uma compensação proporcional aos danos causados. O valor mensal de renda pago é de €3.064, acrescido de utilitários. Trata-se, portanto, de um alojamento de gama elevada que nunca correspondeu ao que foi publicitado e contratado. 2. FALHAS GRAVES VERIFICADAS a) REPRESENTAÇÃO FALSA DO ALOJAMENTO O anúncio de reserva apresentava o alojamento com características que não correspondiam à realidade. Em particular, o terraço exterior era apresentado como um espaço funcional e utilizável. Na realidade, o espaço apresentava, desde a entrada, ervas daninhas, mobiliário com bolor, pavimento em obras incompletas e problemas elétricos. Após mais de dez visitas de manutenção e 55 dias, o terraço foi finalmente remediado — prova inequívoca de que nunca esteve nas condições anunciadas durante a maior parte da estadia. b) AR CONDICIONADO INOPERACIONAL — FALHA CONTÍNUA APÓS 62 DIAS O sistema de ar condicionado esteve inoperacional durante várias semanas, apesar de ter sido reportado repetidamente e por escrito desde o início da estadia. O alojamento conta com crianças pequenas. Ambos os quartos recebem sol direto da tarde, tornando as temperaturas noturnas insuportáveis. A reparação permanente continua por realizar, sem data confirmada, após mais de 62 dias. As unidades portáteis fornecidas como medida temporária são insuficientes — a temperatura interior não baixou abaixo dos 26-27 graus durante a noite, mesmo com as unidades em funcionamento. Este nível de temperatura é inaceitável para crianças pequenas e constitui uma violação grave das condições mínimas de habitabilidade. c) EQUIPAMENTO COM BOLOR ENTREGUE NO QUARTO DE UMA CRIANÇA — RISCO PARA A SAÚDE Em 29 de maio de 2026, a Ukio entregou unidades de ar condicionado portátil como medida temporária. Uma dessas unidades foi colocada no quarto do meu filho menor. Ao seguir as instruções escritas da própria Ukio para encher o reservatório de água, verificámos que o mesmo se encontrava coberto de bolor. A unidade esteve em funcionamento no quarto da criança durante duas noites. Note-se a sequência dos acontecimentos: foi a própria Ukio que nos instruiu por escrito a encher o reservatório. Ao seguirmos essa instrução, descobrimos o bolor. A equipa da Ukio ou não inspecionou o equipamento antes da entrega, ou optou por não divulgar o seu estado. A empresa não apresentou qualquer pedido de desculpa, não respondeu às questões colocadas sobre os procedimentos de inspeção, e tentou encerrar o assunto com uma comunicação de caráter meramente administrativo, incluindo linguagem jurídica de distanciamento de responsabilidade. As fotografias do equipamento com bolor e o número de série da unidade estão documentados e são enviados em anexo. d) ACESSO NÃO AUTORIZADO AO DOMICÍLIO Em data recente, um técnico externo e um colaborador da Ukio acederam ao interior do alojamento na ausência dos ocupantes, sem qualquer autorização ou notificação prévia. A empresa reconheceu este facto por escrito, descrevendo-o como uma "falha na comunicação interna". A situação foi participada à PSP. Existem indícios de que o acesso se estendeu ao andar superior do apartamento, incluindo a casa de banho do quarto do meu filho — facto que a Ukio não desmentiu nem explicou de forma satisfatória em várias comunicações escritas subsequentes. e) AUSÊNCIA DE REGISTO NO LIVRO DE RECLAMAÇÕES ELETRÓNICO A Ukio não se encontra registada na plataforma obrigatória www.livroreclamacoes.pt, impedindo o exercício do direito de reclamação formal pelo consumidor. Esta violação foi já comunicada à ASAE, onde se encontra denúncia formal ativa. f) AVARIAS ELÉTRICAS RECORRENTES As avarias elétricas foram reportadas desde o início da estadia e nunca foram devidamente reparadas, tendo sido sistematicamente contornadas através da retirada de componentes do circuito elétrico. 3. PROPOSTA DE COMPENSAÇÃO INADEQUADA E RECUSA DE RESOLUÇÃO Após mais de 62 dias, 43 comunicações escritas e mais de dez visitas de manutenção, a Ukio propôs uma compensação de €1.350. Este valor não reflete minimamente a extensão, a duração e o impacto real dos incumprimentos verificados. A nossa reclamação de compensação foi calculada com base no método de redução proporcional do preço ao abrigo da Diretiva UE 2015/2302 e da Lei de Defesa do Consumidor portuguesa, utilizando a taxa diária de €105,66 (renda de maio de €3.064 ÷ 29 dias). A discriminação é a seguinte: Item 1 — Terraço inutilizável (55 dias × €105,66 × 39%)...€2.262 Item 2 — AC inoperacional — falha original (21 dias × €105,66 × 51%)...€1.131 Item 3 — AC — falha contínua com unidades portáteis inadequadas (14 dias × €105,66 × 40%)...€592 Item 4 — Avarias elétricas (62 dias × €105,66 × 10%)...€655 Item 5 — Acesso não autorizado ao domicílio incl. casa de banho da criança (valor fixo)...€1.000 Item 6 — Equipamento com bolor no quarto da criança — risco para a saúde (valor fixo)...€1.500 Item 7 — Perturbação — mais de 62 dias, 43 emails, mais de 10 visitas (valor fixo)...€500 TOTAL DOCUMENTADO: €7.640 PEDIDO FORMAL DE COMPENSAÇÃO: €7.500 A Ukio recusou-se a negociar de boa fé e tentou impor um acordo de resolução contendo uma cláusula de renúncia a todos os direitos legais e denúncias regulatórias ativas — cláusula que recusámos assinar. 4. ESTADO DAS DENÚnCIAS REGULATÓRIAS Encontram-se atualmente ativas as seguintes denúncias formais: • ASAE — denúncia ativa, incluindo atualização urgente relativa ao equipamento com bolor entregue no quarto da criança • Turismo de Portugal I.P. — denúncia encaminhada para a Câmara Municipal de Lisboa ao abrigo do n.º 2 do art.º 12.º da Lei n.º 93/2021 • Câmara Municipal de Lisboa — caso recebido e em análise • PSP — participação apresentada relativamente ao acesso não autorizado ao domicílio --- 5. PEDIDO DE INTERVENÇÃO Solicito à DECO: 1. Que intervenha junto da Ukio no sentido de obter uma compensação proporcional aos danos causados, no montante de €7.500 2. Que preste apoio jurídico relativamente à forma mais adequada de fazer valer os meus direitos, incluindo a possibilidade de recurso aos Julgados de Paz 3. Que considere a publicação desta reclamação na plataforma Reclamar, de modo a alertar outros consumidores para as práticas desta operadora Documentos enviados em anexo: • Histórico completo de comunicações escritas com a Ukio (mais de 43 emails desde 2 de abril de 2026) • Fotografias do terraço antes e depois da remediação (prova de 55 dias de incumprimento) • Fotografias do equipamento de ar condicionado portátil com bolor, incluindo número de série • Cópia da comunicação escrita da Ukio instruindo-nos a encher o reservatório • Cópia do reconhecimento escrito da Ukio relativamente ao acesso não autorizado ao domicílio • Cópia da proposta de acordo de resolução da Ukio contendo cláusula de renúncia a direitos • Comprovativo de pagamento integral da renda de maio de 2026 Coloco-me à disposição para prestar quaisquer esclarecimentos adicionais e para disponibilizar documentação complementar que seja considerada relevante. Com os melhores cumprimentos,
incumprimento dos serviços prometidos
Em tempos foi-me oferecido um voucher odisseias com a designação 3 dias fugas com jantar. No dia 27 de Abril de 2026 fiz uma reserva na firma A. Montesinho Turismo, Ldª. A reserva obteve o nº 25229, sendo o check-in no dia 29-05-2026 e o check-out a 31-05-2026 o nº do voucher era H273705848613. Com a data de 29-04-2026 recebi a respetiva confirmação mencionando que o regime era apenas com pequeno almoço incluído. De imediato telefonei para A. Montesinho dizendo que a reserva não estava em conformidade com a descrição do voucher, tendo-me sido dito que quando da minha chegada seria formalizado a confirmação do jantar. Quando da chegada foi com surpresa que constatei que fui vítima duma burla pois apenas me foi confirmado o que estava escrito. Penso que existe conluio das duas entidades para a execução destas práticas o que na minha ótica é lamentável.
Mau serviço e pagamento abusivo
Exmos senhores, No ato de reserva do carro, no site desta empresa, surgiu a opção “carro novo”, com pagamento adicional. Por razões de segurança optei e paguei esse adicional. Entregaram-me um carro com quase 100.000 km, algo sujo, cheio de amolgadelas, assento muito usado. Reclamei no local. Foi-me dito que essa opção não existia. Mostrei a fatura da reserva, já paga, descriminando a opção adicional. “Não tinham carros novos”, disseram-me, apesar de a reserva ter sido feita muitos dias antes. Trouxeram um segundo carro, pior do que o primeiro. Reclamei de novo. Entretanto, pelo telefone o gerente sugeriu que eu pagasse por um upgrade. 90 minutos depois, atrasado, desgastado, e vencido pela urgência da viagem, levei o carro extremamente usado. A funcionária sugeriu que eu reclamasse. Enviei email há vários dias. Nunca responderam.
Reclamação – Cobrança indevida e falta de transparência na subscrição eDreams Prime
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação relativamente à plataforma eDreams Prime, gerida pela eDreams, devido a uma suposta cobrança de 89,99€ que considero indevida e à impossibilidade de cancelamento claro e imediato da subscrição, sendo que como nova utilizadora tenho direito a um período experimental de 14 dias. A subscrição em causa foi realizada por mim para que a minha filha usufrui-se de uma surpresa de aniversário, durante um processo de compra, sem que tivesse plena consciência de que, ao introduzir o seu nome nos dados da reserva, estaria a ativar automaticamente uma subscrição paga. Em momento algum foi devidamente explicado de forma clara, explícita e inequívoca que tal ação resultaria numa adesão a um serviço Prime com renovação e cobrança automática. Além disso, verifico uma grave falta de transparência na gestão da conta e da subscrição, uma vez que: * Não existe informação clara e acessível sobre se a conta é ou não Prime; * Não é apresentada de forma visível a data de adesão; * Não é indicada de forma clara a validade da subscrição; * Não existe informação facilmente acessível sobre as condições de cancelamento; * A plataforma (site e aplicação) não disponibiliza um mecanismo simples, direto e transparente para cancelamento da subscrição. Em vários locais é indicado que a subscrição pode ser cancelada online, no entanto, na prática, essa opção não é clara nem facilmente acessível, o que considero uma prática comercial enganosa e contrária ao princípio da transparência exigido ao consumidor. Face ao exposto, considero que foram violados os meus direitos enquanto consumidora, nomeadamente no que respeita à informação clara, transparente e pré-contratual, bem como ao direito de livre resolução e cancelamento de serviços digitais. Desta forma, solicito: 1. O cancelamento imediato da subscrição eDreams Prime associada à minha conta; 2. O reembolso integral do valor de 89,99€ cobrado; 3. A confirmação por escrito de que não serão efetuadas cobranças futuras associadas a esta subscrição. Agradeço a vossa intervenção junto da entidade em causa para resolução deste assunto de forma justa e célere. Com os melhores cumprimentos, Amélia
Bagagem atrasada e danificada; operadores se isentam de responsabilidade ou não respondem
Exmos. Srs., Venho pedir apoio na reclamação relativa ao atraso da minha bagagem num voo comprado diretamente no website da Iberia em Portugal. O meu caso é o seguinte: o bilhete foi adquirido à Iberia, mas o último trecho foi operado pela Viva Aerobus. A bagagem chegou com atraso e eu contactei a Viva diretamente, mas não obtive resposta útil até ao momento. A Iberia, por sua vez, respondeu que a responsabilidade seria apenas da Viva e recusou assumir a tramitação do caso. Já apresentei também a reclamação no Centro Europeu do Consumidor em Portugal, com o caso ECCPT-21852, mas pretendo reforçar esta reclamação porque considero que a Iberia continua a ter responsabilidade contratual perante mim, uma vez que foi com ela que celebrei o contrato de transporte. Nos termos da Convenção de Montreal de 1999, aplicada na União Europeia pelo Regulamento (CE) n.º 889/2002, a transportadora contratual responde pelos danos causados por atraso na bagagem, incluindo os prejuízos e despesas suportadas durante o período de atraso. A ausência de resposta da operadora não deve prejudicar os meus direitos enquanto passageiro. Gostaria de pedir apoio para a Iberia assumir a responsabilidade que lhe cabe e proceder ao reembolso das despesas que tive durante o atraso da bagagem, bem como para que o caso seja tratado de forma adequada e dentro do quadro legal aplicável. Obrigado.
Cancelamento da base de dados
Boa tarde, Eu enviei uma carta a 28 de abril de 2026 à empresa Interpass a solicitar o cancelamento da minha associação a eles e que apagassem os meus dados da sua base de dados. Não quero fazer mais parte desta associação. Já paguei todas as mensalidades do contrato assinado com eles e nos últimos dois anos pedem-me o pagamento de 123,80€ por gestão dos meus dados na base de dados deles e eu não uso sequer nada dos serviços deles. Nunca usei nada do serviço deles e parece-me ridículo ainda ter de pagar para estar associada. Cumpri com o meu dever de lhes pagar durante 5 anos, porque só vi depois que tinha 15 dias para cancelar o contrato, mas cumpri com o meu dever. Agora mesmo paguei a anuidade de 125.80€ para lá terem o meu nome. Não quero mais, enviei a carta a solicitar o cancelamento e remoção dos meus dados, mas a minha carta só foi enviada depois de eles terem informado o pagamento mais uma vez deste valor. Já paguei, não lhes devo mais nada, mas de abril até agora nem um email ou carta a confirmar que vão cancelar a minha associação à Interpass. É normal? Ou vou ter de fazer mais alguma coisa além da carta registada? Podem-me ajudar p.f.? Com os melhores cumprimentos, Vanessa Pereira
Insatisfeito com o serviço prestado
Venho por meio desse site expressar a minha indignação com a imobiliária arcada e especialmente com o vendedor Sérgio Santos, depois de anos de luta em Portugal junto com minha mulher fomos aprovados para o programa do governo do crédito habitação, vimos várias casas e vários apartamento, e gostamos de um logo o que o Sérgio Santos era o corretor, no começo de tudo ele foi claro em falar que o imóvel ainda está ocupado com inquilinos e acreditamos, porque acreditamos? Porque o mesmo falou que no dia 28 de fevereiro a inquilina ia sair com ordem judicial (mais era tudo mentira), mais triste do homem que acredita em outro homem, tudo bem, como ele falou que a inquilina ia sair no dia que estava marcado, e por descuido meu que não pedi que ele mostrasse o documento do juíz comprovando, demos continuidade ao processo, passando todos ou documentos para o banco Millennium e foi tudo aprovado, até que chegou no dia 28 e a inquilina não saiu, como já tava tudo encaminhado não desistimos, e sempre a confiar na palavra dele que tava tudo certo e ela ia sair, mais não foi bem assim, e para resumindo hoje já são 2/6 e a inquilina ainda continua no meu apartamento, o Sérgio Santos o vendedor, só está a mentir para me, fui no apartamento conversar com a inquilina e elas simplesmente disse que não saiu ainda porque o Sérgio Santos não devolveu o calção para ela.
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
