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Deposito na conta Paypal
Srs ao tentar fazer um deposito no MB para carga minha conta PayPal, fui surprendido pois o dinheiro que queria na conta de 80 €, foi depositado na Entidade 21800, Referencia 942530322, Montante 80, foi feito no dia 2026-07-06, pelas 10:28 h, mas não recebi mensagem alguma do PayPal nem o dinheiro caiu lá Assim agradecia vossos serviços para resoluçao da situação pois menbro associado José António Custódio Correia 0630933-45 emeu email: jacorreia@mail.com Antecipadamente agradecido Jos+e Correia
nome no banco de portugal
Caros senhores. Venho por este meio apresentar reclamação relativamente ao registo de um crédito alegada dívida em meu nome comunicada ao banco de Portugal.tive conhecimento da existência deste registo porém desconheço a origem da referência dívida uma vez que nunca fui devidamente informada da sua existência nem reconheço qualquer obrigação de pagamento relacionado cm a mesma.Assunto solicito que me seja facultada com a maior brevidade possível seguinte informaçao.identicaçao da origem da alegada dívida cópia do contrato ou documentação q comprove a existência da obrigação data da dívida comunicada ao banco de Portugal .caso verifique registo foi efetuado por erro ou sem fundamento legal solicito imediata retificação ou ilustração junto banco de Portugal como confirmaçao pr escrito dessa regularização agradeço q presente reclamação seja respondida dentro prazo legal de 20 dias.Com os melhores
Banco CTT recusou devolver fundos transferidos para conta fraudulenta
Em abril de 2026 fui vítima de burla informática e transferi um valor significativo para uma conta domiciliada no Banco CTT, indicada por um site fraudulento de venda de contentores modulares. O caso originou queixa-crime na PSP, remetida ao MAI. Ao pesquisar o nome do titular da conta, identifiquei notícias de março de 2026 descrevendo o alegado desaparecimento desta pessoa, no Porto. A conta parece ter sido usada pelos bad actors sem o conhecimento do titular — o que levanta sérias dúvidas sobre o cumprimento dos deveres de identificação e diligência (KYC) pelo Banco CTT, previstos na Lei n.º 83/2017. O meu banco enviou dois pedidos formais de devolução (recall SEPA). O Banco CTT recusou ambos sem qualquer justificação, apesar de a fraude ter sido formalmente reportada e a queixa-crime estar em curso. Esta recusa é incompatível com os deveres de colaboração previstos nas regras SEPA Credit Transfer e com as obrigações da Lei n.º 83/2017 em matéria de branqueamento de capitais. Apresentei reclamação ao Banco de Portugal. O que pretendo: Explicação formal da recusa dos recalls; esclarecimento sobre os procedimentos KYC aplicados à conta em causa; cooperação ativa na recuperação dos fundos transferidos.
ActivoBank cobrou 156€ em comissões por pedidos de devolução não previstas no preçário público
Em abril de 2026 fui vítima de burla informática e transferi 2.447,70€ para uma conta fraudulenta. Solicitei ao ActivoBank dois pedidos de devolução (recall SEPA) das transferências, a 05/05/2026 e a 07/05/2026. Ambos foram recusados pelo banco receptor. O ActivoBank cobrou-me 75,00€ por cada pedido de devolução, acrescidos de 3,00€ de taxa de selo — total de 156,00€ debitados na minha conta. Consultei o preçário público em vigor (documento PC0031-PT, disponível em www.activobank.pt), nomeadamente as secções 5.1 e 5.2 relativas a transferências. A comissão de 75,00€ por pedido de recall não consta de qualquer rubrica do Folheto de Comissões e Despesas. Nos termos dos artigos 53.º e 54.º do Decreto-Lei n.º 91/2018 (RJSPE) e do Aviso do Banco de Portugal n.º 8/2009, as instituições só podem cobrar comissões expressamente previstas e comunicadas ao cliente. Esta cobrança é ilegal. Apresentei reclamação ao Banco de Portugal.
Reclamação Formal – Recusa de Veículo de Substituição por Imobilização (Apólice n.º 0010944223)
Eu, Ana Gomes, na qualidade de condutora do veiculo cuja apólice n.º 0010944223 aplicável ao veículo Opel Vectra com a matrícula 00-BS-92, venho por este meio apresentar uma Reclamação Formal contra a recusa de atribuição de um veículo de substituição, cobertura contratada nas minhas Condições Particulares (Opção Multi assistência base). A recusa baseia-se no argumento de que os problemas mecânicos seriam preexistentes ou estariam em período de carência. Contudo, a atual imobilização do veículo prende-se com um facto jurídico e administrativo indiscutível: o veículo foi submetido à Inspeção Periódica Obrigatória (IPO) e reprovou (chumbo/recall), ficando legalmente impedido de circular na via pública. Quero esclarecer os seguintes factos com total transparência: Utilização Temporária do Veículo: Sendo o proprietário e tomador do seguro, o meu irmão que temporariamente emprestou este carro pois resido no interior do país, e necessitava urgentemente de transporte para o dia a dia da minha família. Inexistência de Período de Carência: As Condições Particulares emitidas a 29 de abril de 2026, com efeitos a partir de 30 de abril de 2026, não preveem qualquer período de carência para a ativação da Assistência em Viagem ou do veículo de substituição. O contrato está plenamente em vigor e pago. Imobilização por Força Maior (IPO): O chumbo na inspeção constitui uma proibição legal de circulação. O direito ao veículo de substituição (5 dias em caso de anomalia/avaria) deve ser ativado para repor a mobilidade da minha família enquanto a situação legal do carro se resolve.
Reclamação
EX senhores .venho por este meio apresentar reclamação relativamente ao registo de um crédito alegada dívida em meu nome comunicada ao banco de Portugal.tive conhecimento da existência deste registo porém desconheço a origem da referência dívida uma vez que nunca fui devidamente informada da sua existência nem reconheço qualquer obrigação de pagamento relacionado cm a mesma.Assunto solicito que me seja facultada com a maior brevidade possível seguinte informaçao.identicaçao da origem da alegada dívida cópia do contrato ou documentação q comprove a existência da obrigação data da dívida comunicada ao banco de Portugal .caso verifique registo foi efetuado por erro ou sem fundamento legal solicito imediata retificação ou ilustração junto banco de Portugal como confirmaçao pr escrito dessa regularização agradeço q presente reclamação seja respondida dentro prazo legal de 20 dias.Com os melhores cumprimentos
Multicare - Cobrança de valores indevidos e falta de esclarecimento em alteração de plano de seguro
Bom dia, Fiquei sem seguro de saúde em abril de 2026, devido à rescisão do contrato de trabalho. No dia 19 de maio de 2026, solicitei a adesão a um novo seguro de saúde Multicare (a mesma seguradora que tinha anteriormente), com a expectativa de poder beneficiar da isenção de período de carência, já que passou pouco tempo desde o cancelamento do seguro anterior. Apenas a 9 de junho é que recebi um e-mail com as condições do novo seguro, incluindo as exclusões, e pediram-me para clicar no botão 'Aceitar'. Não o fiz de imediato porque tinha dúvidas que precisava de esclarecer, por isso respondi ao e-mail com as minhas questões. Como não obtive resposta, voltei a enviar um e-mail no dia 18 de junho. No dia 22 de junho, cobraram-me indevidamente a primeira mensalidade mais 5€ de adesão, apesar de eu não ter autorizado qualquer débito direto, não ter assinado nada, nem ter aceite as condições. Estava agendado o débito de mais uma mensalidade nesse dia, mas consegui cancelar o débito direto a tempo. No mesmo dia, finalmente, responderam ao meu e-mail e disseram que poderiam analisar a possibilidade de alterar a data de início do seguro (de 20 de maio para até 5 de junho, para manter a isenção da carência, pois para isso não poderia ultrapassar os 60 dias entre o anterior e o novo seguro). No entanto, continuei com dúvidas relativamente às exclusões e aos valores que teria de pagar em consultas ou exames. Para não esperar mais tempo, liguei para a linha de apoio ao cliente, que supostamente teria o histórico de tudo o que tinha acontecido. Perguntei se era possível alterar a data, conforme tinha sido sugerido por e-mail, e disseram-me que afinal não era possível. Decidi então baixar o plano do seguro. Informaram-me que teria de pagar mais 5€, porque não era possível apenas alterar o plano na mesma apólice, só criando uma nova. Não me parece justo, mas aceitei porque já estava cansada da situação. Alguns dias depois (1 de julho) recebi um SMS a informar que teria de pagar mais 8,02€ pelo cancelamento da apólice anterior, e que em breve receberia o aviso de pagamento, mas essa informação nunca me foi dada durante a chamada ao apoio ao cliente. Curiosamente, hoje ao verificar a aplicação myFidelidade, está a fatura dos 8,02€ com data limite de pagamento a 30 de junho, apesar de só ter recebido o SMS, ainda sem recibo, a 1 de julho. Enviei novo e-mail no dia 1 de julho, resumindo todas estas questões para ter prova escrita, mas até hoje, 6 de julho, continuo sem resposta. Gostaria de saber se é mesmo legítimo cobrarem os 5€ pela alteração do plano e os 8€ pelo cancelamento da apólice anterior, sendo que só estou a alterar o plano. Tenho todos os meus seguros na Fidelidade e nunca tive uma experiência tão má como esta.
Fraude pela parte da Gobravo
Boa noite ! Em 2024 a GoBravo entrou na minha vida , onde pensei que me iria ajudar a juntar os meus creditos e revolver a minha situação porque por mes era um valor muito grande. E com eles ficaria a pagar metade. Desde de 2024 ate a uns meses atrás pagava a eles 217 euros todos oa meses. Pediram para mudar de conta de banco, para nao comprir oa comprimentos com as devidas entidades para chegarmos a uma negociação. Tanto eu como o meu companheiro caimos na musica deles. Fiz tudo o que eles me mandaram. Cheguei a ir para hospital com ataques de panico e ansiedade derivado as chamada a fazerem pressão pelas devidas entidade. Confiei na gobravo cegamente e foi enganada. Sim duas dividas de cartao de crédito que eram pequenas ficaram reaolvidas as outras da caixa geral e cetelem nao. Diziam que tinham entrado em contacto com a caixa geral e nunca o fizeram . Foi burlada e enganada. Quando recebi a primeira carta do tribunal por causa da caixa geral eles disseram para ter calma que jamais iriam me penhorar o meu ordenado w bens. Mas fui tudo mentira este ano a minha entidade patronal recebeu um email com a ordem de penhora se ordenado. Tenho estado em medicaçao e ganhei uma depressão. Penhoram me ordenado e a Gobravo nao se quer responsabilizae pelos danos causados. Fiquei com 3 mil euros de juros e com problemas na minha vida e tenho uma menina de 4 anos ao meu encargo que é a minha filha. Ligo para a go bravo dizem que nao podem falar e que voltam a ligar e nunca ligam. Tenho sofrido imenso e fiquei doente. A gobravo burla os clientes e compre com a palavra nem os contratos so destrui vidas . So queria o meu dinheiro de volta
Contestar decisão
Venho expressar o meu descontentamento com a decisão desta seguradora em relação a um acidente em que estive envolvido. No momento do acidente, eu já tinha terminado a manobra de marcha-atrás e estava a endireitar o carro para colocar a primeira mudança e arrancar, quando subitamente um veículo colidiu com o meu. O outro condutor, assim que se aproximou de mim, reconheceu a culpa e disse: "Pronto, temos que ser sinceros, temos que admitir, eu vinha a olhar para a minha mulher e não vi o seu carro". A Guarda Nacional Republicana foi chamada ao local, registou a ocorrência e confirmou na participação que o outro condutor se tinha distraído a olhar para a esposa, tendo escrito exatamente aquilo que foi dito no momento. No entanto, mais tarde, na versão apresentada à seguradora, o outro condutor alterou o seu relato e deu a entender que a culpa seria minha. Não compreendo nem aceito esta decisão, ainda para mais quando a GNR ouviu e registou a confissão dele no local do acidente. É incompreensível que, tendo o próprio condutor admitido a culpa e explicado que não prestou atenção à estrada por estar distraído, a responsabilidade me tenha sido atribuída, especialmente quando eu já não estava a fazer marcha-atrás. Não embati em ninguém, foi o outro veículo que colidiu com o meu. Considero a decisão da seguradora injusta e gostaria de ver a situação revista, tendo em conta todos os factos.
Acesso a conta e entrega de capital
Exmos. Senhores, Não consigo verificar a minha conta da Binance, a password foi inclusive alterada. Não me transferem o capital, alegando sempre que falta pagar um valor para desbloquear a situação, independentemente de já ter pago por varias vezes o que eles alegavam estar em falta para desbloquear. Assim, neste momento nem tenho acesso à conta nem ao capital e também não consigo qualquer tipo de resposta, desde o momento em que lhes disse que era uma situação de fraude e burla e que ia fazer denuncia da situação! Cumprimentos. H.S.
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