Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
A. S.
02/08/2026

Artigo recebido nao foi o encomendado

Exmos. Senhores, Venho por este meio expor o problema com a compra online feita na vossa loja, Avanturis, pertencente a PC Componentes. Encontrei no marketplace da Worten um telemóvel Nothing Phone (2) 5g 512gb Ds / Cinzento / Grau Bc, por 87,69. Apesar de achar o preço muito barato, mesmo sabendo se tratar de um usado, como diz junto ao nome do equipamento (grau Bc, pelo menos eu achei que fosse), decidi avançar com a compra no dia 22 de Julho de 2026. Recebi no dia 24 uns Earbuds Nothing Ear ANC True Wireless Stereo, que não são de todo o artigo que pretendo adquirir. Apos varias tentativas de contacto com a Avanturis, a unoca solução que me dão foi a devolução do artigo errado. Sei que segundo a lei, tenho direito ao artigo que ainda hoje, dia 2 de Agosto de 2026, se encontra na mesma página do marketplace da Worten, pois nem sequer o mesmo foi corrigido. Como tal, pretendo receber o artigo ao qual procedi a encomenda. Mais indico que enviarem-me quase 40 emails em menos de 48 horas é considerado spam e uma falta de respeito para um cliente. Envio os prints de tudo o que em cima refiro. Cumprimentos

Em curso
D. C.
02/08/2026

Reclamação por negligência grave na reparação de portátil - Chip7 Vila Franca de Xira

Ex.mos Sres. da DECO, Venho por este meio expor uma situação de extrema gravidade, negligência técnica reiterada e conduta desrespeitosa por parte da loja de informática Chip7 com a morada, Rua Almeida Garrett Nº 78 2600-095 Vila Franca de Xira, relativa à reparação de um computador portátil MSI GE66 Raider 12UGS, pela qual paguei o valor de 215,00 € (com o número de fatura FT 01P2026/754, em anexo). 1. Resumo Cronológico e Negligência nos Prazos Meados de Maio de 2026: Entreguei o computador na referida loja devido a uma avaria no ecrã (painel LCD que não dava imagem e fazia o portátil desligar por proteção de hardware). O técnico informou que iria enviar o equipamento para um laboratório externo parceiro. Início de Junho de 2026: Após insistência da minha parte, foi-me apresentado e aprovado o orçamento de 215,00 € para a substituição do painel LCD. Inicio de Julho de 2026 (1.ª Tentativa de Entrega): Após mais de um mês desde a entrega inicial, fui informado de que o portátil estava reparado. Na loja, o equipamento vinha bloqueado pelo sistema de proteção BitLocker (decorrente de intervenções no hardware/energia), tendo fornecido a chave de desbloqueio para reinstalação do sistema operativo. Contudo, o ecrã instalado apresentava graves defeitos visuais (manchas e sombras escuras evidentes em fundos claros), falha admitida pela loja e documentada em fotografias enviadas pelo próprio técnico (cf. Anexo 1 e 2 – Fotos das manchas no LCD enviadas pelo técnico). O equipamento teve de voltar ao laboratório para nova substituição. Final de Julho de 2026 (2.ª Tentativa de Entrega e Descolamento do LCD): Após mais de dois meses de espera no total, recolhi o computador supostamente reparado. Cerca de 24 horas depois, ao abrir a tampa do portátil com o cuidado habitual, o painel LCD soltou-se integralmente da tampa e caiu-me para a mão (cf. Anexo 3 e 4 – Fotografias do LCD solto na mão). 2. Admissão de Negligência e Ameaças Abusivas do Prestador Ao regressar à loja pela 4.ª vez para reclamar do ecrã solto, o técnico admitiu expressamente a conduta negligente, proferindo a seguinte justificação verbal: "Esta fui eu, admito. Colei pouco o LCD porque pensei que ainda iria ser necessário voltar a retirá-lo." Perante a minha justa indignação pelo perigo de danos materializados e pelo atraso acumulado, o técnico adotou uma postura inadmissível à luz do Direito do Consumidor, afirmando que "o portátil já estava a dar mais prejuízo do que lucro" à loja e ameaçando que, na próxima ocorrência, iria "retirar o LCD novo, voltar a colocar o LCD avariado antigo e devolver o dinheiro para fechar o assunto". 3. Dano Técnico Secundário Causado pela Intervenção (Sem Controlo de Qualidade) Ao inspecionar devidamente o portátil em casa, constatei que a intervenção técnica causou um dano secundário no equipamento que não existia antes de o entregar na loja: Corrupção da BIOS / Tabela DMI (Perda de Identidade do Hardware): Durante os procedimentos de reinicialização da BIOS/formatação após o bloqueio do BitLocker, os técnicos apagaram acidentalmente a tabela DMI da motherboard. O número de série original do portátil aparece agora como FFFFFFFF e o modelo como Please change product name. Esta gralha técnica de firmware inutilizou o software oficial do fabricante (MSI Center), impedindo o controlo das ventoinhas e a gestão de perfis de energia do computador. 4. Pedido de Intervenção e Exigências É por demais evidente que o prestador de serviços violou os deveres de zelo, competência técnica e diligência, para além de ameaçar deixar o equipamento num estado pior do que foi entregue inicialmente (com a BIOS corrompida e o sistema de refrigeração sem qualquer verificação). Acresce ainda o facto de me ver agora obrigado a deslocar-me pela quinta vez à loja, desta feita para exigir a reposição dos dados de identificação da BIOS (Tabela DMI). É absolutamente inadmissível e desgastante que esta quinta visita seja motivada por mais um problema técnico causado exclusivamente pela própria intervenção da loja, evidenciando uma negligência contínua e uma total ausência de controlo de qualidade antes de darem as reparações como concluídas. Solicito, por isso, o apoio e mediação da DECO junto da loja Chip7 para exigir cumprimento das seguintes condições, ao abrigo da Garantia de Reparação: Fixação e montagem definitiva e segura do painel LCD e cabo eDP, sem defeitos visuais nem riscos de descolamento; Reposição gratuita dos dados da Tabela DMI na BIOS (Número de Série e Modelo corretos da MSI), obrigação estritamente decorrente do erro técnico na reinstalação efetuada pela loja; Verificação do aperto e montagem térmica do dissipador do processador, de forma a garantir que o computador é devolvido em plenas condições operacionais sem sobreaquecimento anómalo provocados pelo manuseamento do chassis; Alternativamente, em caso de manifesta incompetência ou recusa em reparar os danos causados, a devolução integral do valor pago (215,00 €) sem prejuízo de obrigar a loja a restabelecer a tabela DMI da BIOS que apagaram indevidamente. Junto em anexo toda a documentação probatória: Anexo 1 e 2: Fotografias enviadas pelo técnico com as manchas visíveis no LCD; Anexo 3 e 4: Fotografias do painel LCD descolado e solto após 24h da recolha; Anexo 4 e 5: Capturas de ecrã do sistema MSI Center/HWiNFO a evidenciar a perda de identificação da BIOS (Please change product name / FFFFFFFF) e o estrangulamento térmico. Anexo 6: Fatura/Recibo do pagamento dos 215,00 €; Agradeço desde já a vossa melhor atenção e orientação sobre os procedimentos legais a adotar. Com os melhores cumprimentos, André Correia

Em curso
A. D.
02/08/2026

Recusa de emissão de 2ª via Fatura

Ontem, dia 1 de agosto, adquirimos uma T-shirt Petronas Mercedes na loja Adidas do Centro Comercial Norteshopping, com o intuito de oferecer. Pretendíamos comprar o tamanho 3XL, mas os funcionários persuadiram-nos de que o 2XL serviria, alegando que os tamanhos eram amplos. Concordámos, comprámos a peça e fomos muito bem atendidos. Hoje, quando a prenda foi entregue, percebemos que afinal não servia. Voltámos à loja para tentar trocar por um tamanho maior, se houvesse disponibilidade. No entanto, como não conseguimos encontrar a fatura, solicitámos uma 2.ª via. Fomos surpreendidas com a recusa da sua emissão, apesar de termos oferecido comprovativo de pagamento e o NIF da empresa associado à compra. Para além da recusa, ainda ouvimos comentários desagradáveis, insinuando que perder uma fatura é como perder dinheiro. Tentamos que aceitassem uma fotografia de fatura, foi-nos ainda assim, recusado. Trabalho como secretária administrativa e, em vários anos de carreira, nunca assisti a uma recusa em emitir uma 2.ª via de fatura, especialmente tratando-se de uma compra em nome de empresa, em que o documento é obrigatório para a contabilidade. Não encontro qualquer justificação para esta postura dos funcionários e gerente da loja. Por tudo isto, exijo a emissão urgente da 2.ª via da fatura e, de seguida, o reembolso do valor pago e a emissão da respetiva nota de crédito. Depois desta experiência, não tenciono voltar a fazer compras nesta empresa.

Em curso
J. R.
02/08/2026

Produto com indicação errada

Exmos. Senhores No dia 22 de Maio de 2026 enviei email dirigido a boostplus@sonaemc.com sobre um produto restaurador de faróis que não produziu o efeito pretendido referindo eu que após releitura mais atenta me parecia que as instruções. não estariam corretas. Recebi resposta de: apoio cliente@continente.pt dizendo-me que poderia devolver o produto, mas as instruções estavam corretas. Pedi uma resposta técnica do fabricante e não administrativa, porque entretanto fiquei com a certeza que as instruções estariam erradas, e queria uma confirmação oficial da empresa comercializadora. Após várias tentativas para obter uma resposta, não o consegui. Pretendo utilizar o restante produto mas com as indicações de utilização corretas. Não sei como pressiona-los para obter uma resposta. Meus cumprimentos J.R.

Em curso
A. M.
01/08/2026
Make obras

Obras não terminadas

A empresa Make obras, não terminou a minha obras. Um prédio construido de novo e chove lá dentro. Também não faculta os documentos necessários para a emissão dos Certificados

Em curso
J. V.
31/07/2026

Recusa de reembolso

Exmos. Senhores, Sou subscritora da DECO PROteste e venho solicitar o vosso apoio jurídico e eventual intervenção num conflito de consumo com a Foot Locker, relativamente à recusa de reembolso de um produto que devolvi através da UPS. Efetuei uma compra online na Foot Locker, referente ao pedido nº 31903510303390222592. Posteriormente, procedi à devolução do produto utilizando o procedimento de devolução disponibilizado pela própria Foot Locker, através da UPS. O número de rastreamento da devolução é 1Z034A1Y9197853777. Declaro que coloquei o produto dentro da embalagem antes de a entregar à UPS para devolução. Segundo informação posteriormente fornecida pela UPS, a remessa foi entregue à Foot Locker no dia 9 de julho de 2026. Após a devolução, entrei em contacto com a Foot Locker para obter informações sobre o estado da minha devolução. Foi apenas no dia 27 de julho de 2026, depois de eu própria ter contactado a empresa, que fui informada de que a Foot Locker alegava ter recebido a embalagem vazia, sem o produto no seu interior. Contestei imediatamente essa alegação, uma vez que o produto foi colocado por mim dentro da embalagem antes de esta ser entregue à UPS. Solicitei à Foot Locker provas e informações que justificassem a recusa do reembolso, incluindo o peso da encomenda no momento da receção, fotografias da embalagem, informações sobre o seu estado e eventuais registos ou relatórios relativos à inspeção. Inicialmente, a Foot Locker informou que a embalagem teria chegado completamente vazia e sem sinais externos de violação, dano ou abertura, recusando o reembolso e informando que não iria iniciar uma investigação junto da UPS. Posteriormente, após novas solicitações minhas, a Foot Locker enviou-me fotografias da embalagem, alegando que esta se encontrava vazia. Informou também que não pesou a embalagem no momento da receção, por considerar que não havia conteúdo no seu interior e que o peso seria praticamente nulo. Entretanto, contactei diretamente a UPS para tentar esclarecer o sucedido. A UPS informou-me por escrito que a remessa 1Z034A1Y9197853777 foi registada durante o processo logístico com um peso de 1,0 kg. A UPS confirmou também a entrega da remessa em 9 de julho de 2026. A UPS informou inicialmente que não poderia abrir uma investigação formal, alegando que a comunicação relativa ao alegado conteúdo em falta teria sido apresentada fora do prazo aplicável. Expliquei que só tive conhecimento da alegação de que a embalagem teria chegado vazia no dia 27 de julho de 2026, quando a Foot Locker me informou dessa situação, depois de eu própria ter procurado informações sobre a devolução. A situação permanece sem esclarecimento. Por um lado, a Foot Locker afirma que recebeu uma embalagem vazia e que, por esse motivo, não efetuou uma pesagem no momento da receção. Por outro lado, a UPS confirmou por escrito que a encomenda foi registada com 1,0 kg durante o processo logístico. Reconheço que o registo de peso da UPS, por si só, não permite determinar exatamente quais eram os conteúdos da embalagem naquele momento. No entanto, considero que é um elemento relevante que deve ser analisado para esclarecer o que aconteceu com o produto e em que momento este alegadamente deixou de estar dentro da embalagem. A Foot Locker mantém a recusa do reembolso e não apresentou, até ao momento, elementos que permitam determinar em que circunstâncias o produto terá desaparecido ou em que momento a embalagem terá ficado vazia. Desta forma, solicito à DECO PROteste: 1. A análise jurídica da situação e dos meus direitos enquanto consumidora; 2. A avaliação da responsabilidade da Foot Locker relativamente à devolução e à recusa do reembolso; 3. A vossa orientação sobre a relevância do registo de peso de 1,0 kg fornecido pela UPS; 4. A avaliação da questão relativa ao prazo alegado pela UPS para apresentação de reclamações, considerando que eu só fui informada pela Foot Locker sobre o alegado desaparecimento do produto em 27/07/2026; 5. Se possível, a intervenção da DECO PROteste junto da Foot Locker para solicitar a reavaliação do caso e a resolução do conflito. Tenho disponíveis para anexar todos os documentos relevantes, incluindo o comprovativo da compra, comprovativo da devolução, informações de rastreamento da UPS, comunicações com a Foot Locker, fotografias da embalagem fornecidas pela Foot Locker, a resposta da Foot Locker recusando o reembolso e a comunicação escrita da UPS confirmando o registo de peso de 1,0 kg. Agradeço desde já a vossa atenção e aguardo a vossa análise e orientação sobre os próximos passos. Com os melhores cumprimentos, Jessica Vieira

Em curso
F. T.
31/07/2026

Falta de Profissionalismo

Exmos senhores, No final de junho efetuei uma reserva através da plataforma da Hyundai para a revisão dos 60.000 km, tendo posteriormente recebido a confirmação da marcação para o dia 31 de julho. No dia 20 de julho, após me terem solicitado novamente os meus dados por e-mail, informação essa que já tinha sido previamente introduzida na plataforma da Hyundai, responderam-me informando que o serviço apenas poderia ser realizado no dia 21 de agosto. Nesse mesmo dia respondi de imediato, informando que não tinha disponibilidade para essa data. Após essa resposta, nunca mais obtive qualquer contacto ou esclarecimento. No entanto, no dia 29 de julho, recebi um lembrete automático a confirmar a marcação para o dia 31 de julho, o que naturalmente me levou a concluir que esse agendamento se mantinha válido. Nesse mesmo dia enviei ainda um e-mail a solicitar confirmação da marcação, ao qual, uma vez mais, nunca obtive resposta. Adicionalmente, tentei contactar a central de marcações por telefone nos dias 27 e 29 de julho, permanecendo cerca de 20 minutos em espera em cada uma das chamadas, sem que ninguém atendesse. Face a todas estas indicações, organizámos a nossa agenda em função da marcação. O meu namorado teve inclusivamente de tirar um dia de férias para poder levar o veículo à oficina. Quando se deslocou às instalações no dia 31 de julho, fomos informados de que afinal a revisão não estava agendada, sendo-nos explicado que "a Hyundai não pode confirmar logo a reserva". Esta justificação é, no mínimo, incompreensível. O cliente recebe uma confirmação de marcação, recebe um lembrete automático poucos dias antes, não obtém resposta aos e-mails nem às chamadas telefónicas e, no final, descobre que afinal nunca existiu qualquer agendamento efetivo. É inaceitável que um serviço de aproximadamente 600 € seja acompanhado por um nível de atendimento tão pouco eficiente e profissional. Independentemente da articulação existente entre a Hyundai e os seus parceiros, essa falta de coordenação não pode ser transferida para o cliente, que cumpriu todos os procedimentos solicitados e viu o seu tempo desperdiçado devido à ausência de comunicação. Todas as datas que me foram propostas posteriormente, quer em Guimarães quer em Braga, são incompatíveis com a minha disponibilidade. É completamente inaceitável que, após um erro exclusivamente da vossa responsabilidade, seja eu a ter de suportar as consequências, incluindo a necessidade de tirar mais um dia de férias para realizar uma revisão que já deveria ter sido efetuada. Segue anexo comprovativos. Acrescento ainda que o email que está disponível de apoio ao cliente da oficina em causa não está atribuido (apoio.cliente@mcostas.pt). Espero que seja apresentada uma solução que compense o prejuízo e o transtorno causados, compatível com a falta de profissionalismo demonstrada ao longo de todo este processo.

Em curso
R. P.
31/07/2026

Conta permanentemente suspensa injustamente

A minha conta foi suspensa pela Vinted sem qualquer aviso prévio ou motivo claro. Sou estudante universitária e, devido à dificuldade em encontrar trabalho este verão, optei por vender algumas roupas que já não uso para conseguir algum dinheiro extra. Ontem, dia 30 de julho, quando acedi à app percebi que a minha conta estava bloqueada sem qualquer mensagem de alerta ou avisos posteriores. Reclamei e apenas me disseram que iam avaliar o caso em cerca de cinco dias. Estou à 20 horas sem resposta alguma. Com esta suspensão, uma encomenda que tinha em andamento foi automaticamente cancelada sem que eu pudesse sequer explicar ao comprador o que aconteceu. Além disso, fiquei sem acesso ao estado de outras encomendas, que estão agora sem acompanhamento por minha parte. Perdi 7 euros devido à encomenda cancelada — pode parecer pouco, mas para mim tem bastante impacto. Ao questionar o motivo da suspensão, informaram-me que se devia a uma possível suspeita sobre um produto, mas tenho provas de que o artigo (uma saia) é totalmente legítimo, pois fotografei todos os detalhes e etiquetas importantes. Além dos problemas com as encomendas, utilizei "bumps" pagos para promover os meus anúncios, que estão a ser gastos mesmo sem eu conseguir aceder à conta e tirar partido deles. Só peço que a situação seja resolvida rapidamente e a minha conta seja reposta, pois trata-se da minha única fonte de rendimento neste momento e esta suspensão inesperada já me prejudicou financeiramente, tanto nas encomendas como nos "bumps" pagos desperdiçados.

Em curso
S. L.
31/07/2026
Kinderkraft

Problema na segurança no carrinho Kinderkraft

Exmos. Senhores, No dia 07-02-2026 adquiri no site oficial da Kinderkraft em Portugal um sistema de carrinho de bebé (Kinderkraft Nea 2) e um sistema de cadeiras auto com sistema isofix (ENDURA SAFE Modular System). A escolha destes produtos deveu-se especificamente porque ambos são apresentados pela marca como sendo totalmente compatíveis entre si. No entanto, após o nascimento da minha bebé em junho-2026, e com a utilização do sistema detetei que, quando a cadeira auto é colocada na estrutura do carrinho, a minha bebé fica numa posição claramente não anatómica e potencialmente insegura. Como é possível verificar nas fotografias e no vídeo que envio em anexo, a cabeça da bebé fica significativamente mais baixa do que os pés, colocando-a numa posição quase de cabeça para baixo. Esta situação verifica-se mesmo com o redutor para recém-nascidos colocado. Sem o redutor, o problema torna-se ainda mais evidente, ficando a bebé praticamente deitada de cabeça para baixo, o que não é, de todo, a posição recomendada para um recém-nascido. Esta situação foi observada e considerada preocupante por vários profissionais de saúde, nomeadamente pediatras, enfermeiras especialistas em pediatria e uma fisioterapeuta pediátrica, que alertaram para o facto de esta posição poder comprometer o alinhamento adequado da cabeça, do pescoço e da coluna, além de não corresponder à posição fisiológica esperada numa cadeira auto corretamente instalada no carrinho. Além disso, referiram ainda que a posição em que a bebé se encontra quando a cadeira está acoplada ao carrinho pode agravar sintomas de refluxo ou causar RISCO DE ENGASGAMENTO. Escolhi estes produtos precisamente porque a Kinderkraft informa que são compatíveis. Contudo, a posição em que a bebé fica quando o ovo é montado no carrinho leva-me a questionar seriamente essa compatibilidade, ou a eventual existência de um defeito de fabrico ou de conceção. Tentei enviar reclamação para o formulário oficial da marca mas apenas obtive resposta automática do site e tentei contactar a linha de apoio ao cliente (tanto o número espanhol como o polaco) e nunca me atenderam. Assim, solicito que esta situação seja analisada com a máxima urgência e que me seja feita a devolução do valor da encomenda para eu poder proceder à compra de um novo sistema, adequado e seguro para a minha bebé. Sendo esta uma questão diretamente relacionada com a segurança de um recém-nascido, agradeço uma resposta célere. Cumprimentos.

Resolvida
D. S.
31/07/2026

Produto recebido defeituoso e dificuldades no processo de reembolso

No dia 9 de Julho de 2026 eu efetuei a compra (Nº do pedido: 3074681146705922) de 4 lâmpadas com sensores de movimento (https://pt.aliexpress.com/item/1005008688503389.html?gatewayAdapt=glo2bra), além de outros itens na Aliexpress, sendo que as lâmpadas foram adquiridas especificamente do vendedor Shop1102777072 Store (https://pt.aliexpress.com/store/1102777072?spm=a2g0o.detail.0.0.210bSzWkSzWkN4). Quando finalmente as recebi, no dia 23 de Julho de 2026, notei que todas as quatro lâmpadas não funcionam. Sendo que, na verdade, pareciam se tratar de simulacros do produto encomendado. Uma completa fraude e golpe perpetrado pelas duas empresas em causa. Ainda no dia 23 de Julho de 2026 eu tentei fazer uma reclamação junto à Aliexpress, sem sucesso, porque o site não tem meios de contato direto o que viola as normas de operação para qualquer e-commerce na União Europeia e em Portugal. Então às 11:14:04 eu pedi reembolso dos referidos produtos e, como solicitado, enviei um vídeo demonstrando que os mesmos não funcionavam. Às 23:32:44 o vendedor propôs me devolver 1/4 do valor pago, o que, mais uma vez, só demonstra se tratar de um golpe gerido e suportado pela Aliexpress, uma clara violação aos meus direitos como consumidor. O que prontamente eu recusei. No dia 30 de Julho de 2026 às 17:14:53, 7 dias depois de pedir o reembolso e 1 dia depois do prazo estipulado pela própria Aliexpress em seu Termos e Condições para que o vendedor fornecesse uma morada de devolução, outra clara violação dos meus direitos o vendedor e a Aliexpress estão a exigir que eu pague os portes para efetuar a devolução de um engodo, portes que custam mais que os produtos falsos enviados pelo vendedor. O que mais me surpreende é que todo o processo que permitiu que eu fosse vítima desse golpe foi suportado e apoiado pela empresa Aliexpress, que ao invés de reconhecer o problema e tentar tratá-lo da forma adequada exigida pela legislação da União Europeia e de Portugal foi cúmplice. Tendo disto tudo isso, comunico que estou a fazer a devida queixa à Direção-Geral do Consumidor, à Direção-Geral da Justiça e dos Consumidores (DG JUST) e ao Centro Europeu do Consumidor (CEC) informando-lhes sobre o golpe perpetrado pela Aliexpress e a Shop1102777072 Store - já que, apesar de operar em Portugal, a Aliexpress não possui um Livro de Reclamações como é exigido a qualquer empresa que opera no país.

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