Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
Transferência de propriedade e/ou abate
No dia 11 de março de 2015 tive um acidente de viação. Não sendo eu a culpada e tendo o veículo sido dado como perda total, foi-me proposto uma indeminização que envolvia a vendo do salvado à empresa Auto Online Portugal.No final de março contactei a referida empresa que me informou que não tinham serviços presenciais e tudo seria tratado por email e correios.Pediram-me diversos documentos, entre eles uma autorização de levantamento do veículo do stand onde estava, um impresso do IMTT já preenchido para um possível cancelamento da matrícula e um documento do registo automóvel para transferência de propriedade.Todos os documentos foram entregues e, no dia 30 de abril, recebo um email da empresa a acusar a boa receção de todos os documentos pedidos.No dia 13 de maio recebo, por transferência bancária, o pagamento referente à venda do veículo.No dia 1 de junho contactei a Audatex uma vez que recebi das Finanças um documento para pagar o Imposto de Circulação do veículo vendido. A Audatex respondeu-me que a empresa adquirente tinha legalmente 60 dias para regularizar a situação. Pediu-me os dados e pagou o referido imposto.No dia 20 de agosto volto a contactar a empresa uma vez que o veículo continua como minha propriedade e os 60 dias para regularizar a situação já tinham passado há mais de 30. A Audatex responde-me no mesmo dia com um encaminhamento de um email para uma empresa de Braga ( AVB auto) pedindo-lhes o comprovativo da transferência do veículo.No dia 28 de setembro volto a contactar a Audatex uma vez que a situação se mantém: 4 meses e meio após a venda a transferência de propriedade ainda não foi realizada. A Audatex responde-me no dia seguinte dizendo que a situação irá ficar regularizada até novembro.No dia 22 de outubro realizo novo contacto com o mesmo propósito. No dia 27 de outubro a Audatex responde-me perguntando como está a situação ao que eu respondi no mesmo dia que está tudo na mesma.Até ao dia de hoje, 10 de novembro, não houve qualquer contacto mais por parte da empresa nem a situação foi regularizada.O veículo não está na minha posse desde abril mas continua em meu nome porque a empresa que o comprou não regulariza a situação.
Sinistro dentro das instalaçoes Pingo Doce - Braga Parque
José António Gomes Moreira PaisSócio nr.1641515-81Rua da Capela 8 – Nogueiró4715-407 BRAGA Braga, 21 de Novembro de 2015Exmos Srs.No dia 25 de Agosto de 2015, a minha mulher Maria do Pilar dos Santos Ribeiro moreira Pais, pelas 11H30 – meio dia, andando a fazer compras no Pingo Doce do Braga Parque em Braga, escorregou, e torceu o pé direito numa zona que apesar de não estar assinalada é muito escorregadia. Acrescento que já varias vezes antes a minha mulher teria participado no apoio ao cliente que tivessem em atenção aos produtos que usam na limpeza pois o chão mesmo depois de seco fica muito escorregadio.Ao passar pela caixa e perante a cara de sofrimento da minha mulher a funcionaria perguntou o que se tinha passado e após relatar os factos , aconselhou a minha mulher a fazer a participação da ocorrência no balcão do apoio ao cliente, o que foi feito de seguida.Nessa tarde, e por não se sentir bem levei-a à urgência do Hospital Privado de Braga, onde depois de radiografada lhe foi diagnosticado fractura do maléolo peronial direito e de seguida engessada desde o pé até ao Joelho. Como apesar disso não se sentir bem e não conseguir andar com canadianas, fomos dois dias depois à consulta com o nosso ortopedista habitual no Hospital da CUF no Porto Dr. João Santos Carvalho. Confirmado o diagnostico, e após se constactar que a minha mulher não consegue andar com as canadianas, o ortopedista receitou-lhe uma espécie de “bota ortopédica”, que compramos numa loja da especialidade no Porto, e ainda nesse dia retirou-lhe o gesso e colocou-lhe meias elásticas e a referida “bota ortopédica”O Pingo doce contactou a minha mulher e informaram-na para apresentar todas as despesas à seguradora/mediadora SABSEG em Braga.Apresentei pessoalmente as despesas havidas até ao momento na Sabseg, D. Daniela bem como uma declaração médica atestando que a minha mulher estava incapacitada para toda e qualquer tarefa doméstica, a saber limpezas cozinhar, passar a ferro etc, deveria estar em repouso absoluto pelo menos durante um mês.À medida que iam aparecendo mais despesas quer medicas e medicamentosas quer de refeições “take away” lavandaria etc fui entregando à Sabseg, ficando sempre em minha posse com cópias devidamente assinadas como recebidas pela D. Daniela da Sabseg.Passando uns tempos que não posso precisar, as despesas médicas começaram a ser pagas pelo Pingo Doce. Após questionar a D. Daniela, fui informado que o Pingo doce assume de imediato os custos médicos e medicamentosos, ao mesmo tempo que a Companhia de seguros do Pingo doce abre um processo de sinistro para averiguar se há ou não lugar a imputar responsabilidades do sinistro ao Pingo Doce, para pagamento das restantes despesas.Cerca de um mês depois do sinistro e em nova consulta com o ortopedista Dr. João Santos Carvalho da CUF, retirou-lhe a “bota ortopédica” tendo contudo mantido a obrigatoriedade de repouso e incapacidade para as referidas tarefas domesticas até às doze semanas.Hoje dia 21 de Novembro de 2015 e apesar de múltiplos contactos com a Sabseg, a Companhia de seguros ainda não assumiu qualquer responsabilidade e bem assim o pagamento das despesas.Pelos motivos expostos venho por este meio solicitar o vosso apoio jurídico para a resolução deste sinistro com a maior brevidade possível.Nota. Tenho em minha posse copias de todos os documentos e facturas acima referido que se assim o entenderem vos enviarei.Melhores cumprimentosJosé António Pais
Problema com uma TV Qilive
No passado dia 23-10-2015 comprei duas TVs LED da marca Qilive na BOX do Almada Forum pelo preço de 179 euros cada uma. No dia 14-11-2015 uma das TVs avariou sozinha numa altura em que ninguém estava em casa. As duas TVs estavam a funcionar perfeitamente, saímos de casa e quando voltámos uma das TVs não dava imagem, apenas som e tinha no ecrã algo semelhante a uma teia de aranha. A TV não tem danos físicos nem qualquer marca ou arranhão no ecrã e a tal teia só é visível quando a TV está ligada. Como a TV era praticamente nova e estava na garantia no dia seguinte dirigi-me ao balcão de apoio ao cliente da BOX. A funcionária que me atendeu confirmou que a TV não tinha qualquer marca física, mas quando ligou a TV disse que o ecrã estava partido e que a garantia não cobria estes casos. Eu contestei dizendo que a TV tinha avariado sozinha numa altura em que não estava ninguém em casa e que não estava partida. Ao que a funcionária me respondeu dizendo que o ecrã estava partido por dentro. Discordei novamente e a funcionária chamou um colega que assim que olhou para a TV ligada disse que esta estava partida. Voltei a discordar e o colega disse à funcionária para enviar a TV para a marca que eles decidiam. Concordei com o envio da TV para a marca na esperança que eles me dessem razão, mas passado uma semana recebi um telefonema do apoio ao cliente da BOX do Almada Forum dizendo que a assistência técnica dava um orçamento de 200 euros para arranjar a TV. Recusei-me a pagar 200 euros pelo arranjo de uma TV que me tinha custado 179 euros nova há pouco menos de um mês. Disseram-me que iam pedir que a TV fosse enviada de volta para a loja e que me avisavam quando esta chegasse para eu a ir levantar. Quando voltei ao Almada Forum para levantar a TV voltei a referir que a TV tinha avariado sozinha , que não tinha qualquer dano físico e que estava na garantia pelo que exigi que me dessem uma TV nova em substituição. Recusaram dizendo mais uma vez que o ecrã estava partido por dentro e que a garantia não cobria, ao que eu pedi para me mostrarem onde é que estava escrito que a garantia não cobre ecrãs partidos por dentro mas não o fizeram e começaram a mudar a conversa dizendo que os cristais líquidos estavam partidos. Nessa altura pedi para me mostrarem então onde é que estava escrito que a garantia não cobre cristais líquidos partidos mas também não o fizeram. Deixei reclamação por escrito no livro de reclamações da BOX e voltei para casa com uma TV que avariou sozinha ainda estando na garantia e pela qual me pediram 20 euros a mais que o preço de compra para a arranjarem. Sinto-me enganado e que me quiseram envolver num esquema fraudulento.
Devolução do produto não aceite
Na quinta-feira 26/11/2015 comprei, por 55,90€ um secador de cabelo de marca Babyliss P0846E que trazia de oferta o alisador de cabelo slim 22 mm protect,na Box do Jumbo de Almada, sito na Estrada do Caminho Municipal, 1011 - Vale de Mourelos 2810-354 Almada.Ao experimentar o secador em casa, verifiquei que o aparelho estava a queimar as pontas do meu cabelo pelo facto da saída de ar ser muito pequena.Voltei à loja na quinta-feira seguinte, dia 03/12, e pedi para devolver o produto porque queria troca-lo por outro secador de outra marca.Recusaram aceitar a devolução justificando que não o podiam fazer por causa da oferta do alisador.Ora, eu comprei o secador porque precisava de um secador e não por causa da oferta. A oferta inclusive não consta sequer na fatura/recibo.Insisti novamente, e disseram-me que se o aparelho não tivesse a oferta, aceitavam a devolução do produto.Nem sequer abri a caixa do alisador de oferta, nem o mesmo consta em qualquer documento ou na fatura que me entregaram.Como precisava mesmo de um secador de cabelo fui obrigada a comprar outro (fi-lo noutra loja diferente).Neste momento não pretendo a troca do secador que tenho na minha posse e que quero devolver , mas a devolução do dinheiro que paguei por um produto que não satisfez as minhas expetativas, e que, mesmo tendo devolvido no prazo de uma semana, na caixa, com os plásticos e tudo o que lhe diz respeito, e de ter justificado a razão, a Box do Jumbo de Almada não aceitou.
Problema com a troca de uns ténis
No dia 21 de Dezembro de 2015, adquiri no estabelecimento, foot locker situado no rio sul,seixal, uns ténis adidas modelo zx flux plus cr bl, numero 40 e dois terços pelo preço de cento e nove euros e noventa e nove cêntimos, para ser utilizado no dia de Natal, dia 25 de Dezembro de 2015.Na véspera do dia de Natal ao provar os ténis visto que não os tinha provado em loja porque estava uma grande confusão e estava confiante que o numero 40 e dois terços era o meu numero porque tenho mais dois pares de ténis Adidas flux, verifiquei que estavam apertados.Tendo regressado à loja no dia 26 de Dezembro de 2015, dirigi-me ao funcionário de serviço para comunicar o sucedido e para trocar os ténis por o numero 41 ou o 41 e meio, o funcionário informo-me que já não tinha e não sabia quando vinham nem se algum dia chegariam, escolhi outro modelo passou-se rigorosamente a mesma coisa também não tinham o meu numero, como não gostei de mais nada pedi o reembolso do valor dos ténis, o funcionário disse-me que não era possível as regras e a politica da empresa não o permitiam, foi ai que o funcionário da loja deu-me a solução de mandar vir os ténis da Holanda com um custo adicional de 3 euros á minha custa ou dar-me um vale com o valor dos ténis para gastar mais tarde.Como é óbvio, não aceitei a solução de pagar mais 3 euros, para trocar os ténis por o mesmo modelo e por um numero acima que supostamente vinham de propósito para mim sem saber se o numero acima era o correcto, nem aceitei a solução do vale porque não sei se de futuro vai haver algo que vá gostar.
Qualidade do(s) produto(s)
Exmos. Senhores, Venho solicitar apoio e intervenção relativamente a uma situação de falta de conformidade e informação comercial potencialmente enganosa relacionada com a aquisição de um sofá e de uma cama/sommier. A presente situação teve origem na loja AllHouse de Coimbra, onde foram efetuadas as encomendas dos referidos artigos. A encomenda do sofá foi efetuada em 03/01/2026 e a encomenda da cama/sommier em 09/03/2026, ambas na loja AllHouse de Coimbra. No momento da compra, foi expressamente comunicado em loja que a principal preocupação era a existência de gatos e os danos provocados por arranhões nos estofos. Com base nessa informação, foi-nos recomendado um tecido identificado como “pet friendly”, apresentado como adequado para utilização com animais domésticos. A confiança na recomendação foi tal que, após aquisição do sofá, regressámos à loja para encomendar também a cama/sommier com tecido apresentado no mesmo enquadramento. Tanto o sofá como a cama/sommier foram entregues na minha residência no dia 01 de maio de 2026. No entanto, ao fim de aproximadamente duas semanas de utilização, ambos os artigos passaram a apresentar danos visíveis e desgaste acentuado provocado pelos arranhões do gato. Após apresentação da reclamação, a empresa alterou o enquadramento da designação “pet friendly”, alegando que a mesma se refere apenas a características de limpeza, retenção de pelos e manutenção. Considero que a informação prestada no momento da venda criou uma expectativa legítima de maior resistência ao desgaste provocado por animais, sendo essa a razão determinante da compra. Mais considero que um sofá e uma cama/sommier que apresentam danos visíveis ao fim de poucas semanas não correspondem às expectativas normais de durabilidade de bens desta natureza e valor. Entendo que esta situação poderá configurar violação dos direitos do consumidor previstos no Decreto-Lei n.º 84/2021 e na Lei n.º 24/96. Desde a entrega dos artigos, tem existido troca contínua de emails e contactos com a loja, numa tentativa de resolução amigável da situação. Irei igualmente anexar fotografias que evidenciam o desgaste rápido e anormal do tecido. Importa ainda esclarecer que nada tenho contra a funcionária que efetuou o atendimento na loja AllHouse de Coimbra, a qual sempre demonstrou simpatia e disponibilidade. A reclamação prende-se com o fornecedor e com a comercialização de um produto apresentado como adequado ao uso com animais, mas cujo desempenho efetivo não corresponde às características que motivaram a compra. Solicito assim apoio na defesa dos meus direitos e eventual mediação da situação. Com os melhores cumprimentos, Liliana Carvalho ________________________________________
Fotografias
Venho por este meio solicitar que seja entregue as fotografias da criança Mafalda Espírito Santo, uma vez que as mesmas foram realizadas em setembro de 2016 e até à data de 29-04-2017 ainda não foram entregues apesar das várias tentativas da parte dos pais da criança para as receber. Foram já marcados encontros aos quais não compareceu a representante da agência, feitos pedidos para entrega das fotografias, os pais já se disponibilizaram para se deslocar para receber o que lhes é direito e nunca foi atendido pela representante, tendo como provar os documentos da agência o comprovativo dos pagamentos feitos à agência assim como as conversas e indicações da representante da agência que iriam sem compridos, mas que nunca compareceu ou sequer entregou!
Garantia de carro
Comprei um carro com 2 anos de garantia e agora houve um problema na caixa e quando o comprei disseram me que estava tudo/ qualquer problema abrangido pela garantia. Deram me uma garantia da iws e agora ir tenho problemas no carro e ele não circula e agora dizem que não pagam a reparação! Sinto me enganado pelo stand
Embraigem e bimassa 93-fj-01
Carro ja veio com defeito. Apenas agora detetado . embraigem e bimassa com defeitos. Carro fez cerca de 6000 mil km apenas com 5 meses. Peças avariadas nao circularam 20 mil km segundo o consessionario da SAAB.Todas as 3 entidades descartam-se da responsabilidade. Kit embraiagem e bimassa nao tem 2 anos segundo me foi informado que foi alterado na ultima revisao aos 95 mil km.
Fato com desgaste anormal
Eu, Francisco José Rosado dos Santos, venho por este meio apresentar a seguinte situação:Em Abril de 2015, adquiri dois fatos na loja Labrador das Amoreiras, na Av. Eng. Duarte Pacheco, em Lisboa que me custaram cerca de € 490,00, cada um.Desde 1995 que compro fatos da Labrador. A marca entretanto, teve vários donos ao longo destes cerca de 20 anos.Tenho ainda hoje, fatos da marca Labrador com mais de 12 anos e que continuam em bom estado e a serem por mim utilizados.Por norma, os meus fatos são utilizados um a cada dia de cada semana, o que significa que um mesmo fato, no máximo será utilizado quatro vezes por mês, ou no máximo, 40 vezes por ano, descontado férias, feriados e outros.No início do Verão de 2016, decorrido pouco mais de um ano, um dos fatos acima mencionados, apareceu com as calças, na parte de trás, com o tecido completamente desfeito.Levei as calças à loja Labrador das Amoreiras, onde o havia adquirido e eles enviaram ao laboratório para análise do tecido.Uns meses depois, chegou a conclusão: A análise apontava para desgaste normal do tecido.Esta conclusão deixou-me bastante surpreso e intrigado.Se tenho fatos da Labrador que terão sido utilizados mais de 350 vezes, ao longo de mais de 12 anos e que continuam com o tecido em bom estado, como poderia este tecido completamente desfeito, ser resultado do desgaste normal, num fato que terei utilizado no máximo, 30 vezes?Mais, se o fato que adquiri no mesmo dia e que foi utilizado o mesmo número de vezes que o que está destruído, está praticamente como novo, como pode ter sido desgaste pelo uso normal?Questionada a gerência da Loja, foi-me dito que este tecido era extraordinariamente sensível e diferente dos outros que eu tenho adquirido.Até percebo que possa ser diferente, mas se fosse tão especial, então deveria ter algum aviso específico para tal e eu, na altura da seleção do fato, deveria ter sido claramente avisado para o facto de estar a adquirir um tecido extrassensível e com muito menor durabilidade que os outros.Nada disto aconteceu no ato da compra e o preço do fato foi o normal e igual ao que pago normalmente pelos fatos da marca Labrador.Propus então à Loja que verificasse se a fábrica ainda teria tecido para fazer umas calças novas, que eu estaria disposto a pagar um valor justo, para repor as calças do fato danificado.Um mês depois, foi-me confirmado que sim, que a fábrica poderia fabricar umas calças naquele tecido, à minha medida, mas que eu teria que pagar cerca de € 50,00 por elas. Apesar de tudo, pareceu-me justo e disse para avançarem, pois de facto, precisava de mais um fato.Heis o meu espanto quando quase mais um mês depois, a gerente da Loja da Labrador nas Amoreiras me ligou a dizer que afinal teria havido um erro na verificação da referência do tecido e que não dispunham de tecido igual necessário para fazer as calças. Com isto, estávamos praticamente no final do ano de 2016.Propus então que me fizessem um desconto de 40/50% na aquisição de um fato novo.Disse inclusive que não necessitava de ser da nova coleção, poderia mesmo ser de uma coleção antiga, que eu aceitaria.A gerente disse que iria propor ao patrão e que me daria a resposta logo que possível e assim se passaram mais uns dias.A resposta veio negativa, mais uma vez.Não me foi feita qualquer contraproposta perante as propostas mais que razoáveis que considero ter feito à empresa de quem era cliente há mais de 20 anos.Acho que mereço ter qualquer tipo de compensação: Ou a reposição do fato como novo, ou o valor equivalente à perda do fato.Agradeço por isso o vosso apoio à minha causa.Em anexo a este e-mail, a cópia da folha preenchida na Loja, do Livro de Reclamações.Desde já agradecendo o tempo dispensado a este tema, sou de V/ Exas., atentamente,Francisco José Rosado dos SantosP.S.:Dados do vendedor contra o qual reclamo –Loja Labrador das Amoreiras, detida pela empresa Greatprobabilities, Lda tem NIF 510629784 e desenvolve a sua atividade com o CAE 47711 - Comércio a retalho de vestuário para adultos, em estabelecimentos especializados.
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
