Reclamações públicas

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M. N.
04/08/2025

Reembolso

Voo cancelado em - 2 de Abril pela eDreams e até hoje não tive os voos nem o valor que paguei. Cada vez que questiono seja a eDreams ou a Ryanair as respostas são sempre diferentes. A Ryanair diz que o reembolso já está na carteira de quem fez a reserva desde 12 de Junho . A eDreams diz que ainda não recebeu assim passa o tempo. Nem fiz os voos e até hoje não recebi o que paguei em Janeiro. Haja justiça para penalizar estas empresas que não cumprem as leis Portuguesas. Terei que recorrer judicialmente?

Encerrada

Cancelamento de voo

Exmos. Senhores, Em 22/4/2025 fiz uma reserva na vossa companhia para um voo EZS1457 ter lugar no dia 3/7/2025, entre Genebra e Porto. Sucede que, em 3/7/2025, isto é, exatamente no dia da data do voo, fui por vós informado que este tinha sido cancelado, sem mais. Venho por isso exigir que me devolvam 709,77€, diferença entre o valor que paguei pelo bilhete cancelado e o novo bilhete que tive de adquirir para regressar ao meu país, não exijo qualquer indeminização pelos prejuízos sofridos, apenas que me seja devolvido o valor que paguei para adquirir um novo bilhete na data mais próxima. O novo bilhete teve um custo de 975,24€, sendo que nos devolveram pelo bilhete cancelado 265,47€, apenas falta o montante de 709,77€. Deixo em anexo o comprovativo do valor do novo bilhete. Exijo que me paguem este valor o mais rapidamente possível, ou terei que tomar as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.

Resolvida
I. M.
16/07/2025

Cancelamento de voo

1- No passado dia 7 de Março de 2025, estando com a minha família na ilha do Faial a viajar para Lisboa, fomos notificados por SMS pela SATA de que seríamos reacomodados do voo S4150 de dia 7, com partida de HOR às 10:40, para o voo S43150 do dia seguinte, com partida de HOR às 17:35”. 2- Embora a mensagem não o explicite, esta ocorrência configura, nos termos do Regulamento no 261/2004, uma situação de cancelamento (definições, alínea “l”) com reencaminhamento (artº 8º alínea b)) 3 - Segundo o mesmo Regulamento, pelo disposto nos artos 5º, 7º e 9º, conclui-se estarmos perante : a) um aviso prévio inferior a uma semana b) uma hora de chegada excedendo 3 horas a do voo original, e c) um percurso ortodrómico superior a 1.500 Km, pelo que 4 - nos é devido um valor igual a 400 (quatrocentos) euros a título de indemnização, por cada passageiro, perfazendo um total de 1.200 € (400 X 3) 5 - Para o pagamento dos valores supra, informo que o meu IBAN é : PT50 0010 0000 2301 6770 00108 Aguardando a correspondente acção por parte de V. Exas, despeço-me com os melhores cumprimentos IMCFSFM, sócia DECO no 060 1855-67 Bilhetes electrónicos nºs: - 3313579320018 (reserva nº C2F6Y5) - 3312405529303 (reserva nº 03LM72) - 3312405529304 (reserva nº 03LM72) Códigos de processos de reclamações apresentadas à SATA em Março de 2025, e até à data sem resposta: CAS-231417-C4C4G0 CAS-231418-W1G8H7

Encerrada

Voo cancelado / reembolso por transporte alternativo

Exmos. Senhores, No dia 16/04/2025, fiz uma reserva em meu nome pela Easyjet: ida Paris Orly-Porto 25/04/2025 às 16h15 e regresso Porto-Paris Orly 28/04/2025 às 18h10, com a referência K9CML94 (anexo 1). Sucede que, no proprio dia 28/04/2025, devido ao apagão, fui por vós informado de que o meu voo tinha sido anulado. Nessa mesma noite, seguindo as indicações da Easyjet, tentei efetuar uma mudança de voo online. Foi-me atribuído o voo 5035 da Iberia, com partida a 29/04/2025, com referência M9GEJ, e recebi mail a confirmar essa transferência (anexo 2). Porém, no dia 29/04/2025, já no aeroporto, a Iberia informou-me que essa transferência em questão não tinha sido bem-sucedida e que não poderia embarcar. Informaram-me também que havia pelo menos quinze pessoas na mesma situação que eu, e que teria eu de contactar a Easyjet para obter uma solução. Telefonei por duas vezes à Easyjet nessa manhã de 29/04/2025 (chamadas gravadas): - às 10h29 para expor a situação (pediram-me para ligar mais tarde) - às 11h44 para obter uma solução. No telefonema das 11h44 foi-me dito que a solução seria eu comprar um voo pelos meus meios em qualquer companhia e depois pedir o reembolso. Foi-me inclusivamente dito que qualquer voo com destino a uma cidade do país de destino seria aceite. Consegui comprar pelos meus meios um voo para o dia seguinte, 30/04/2025, com a TAP Portugal, único voo que encontrei para Paris nesse dia, com o custo de 511,53€ (anexo 3). Seguindo as indicações dadas por telefone, apresentei o pedido de reembolso nessa mesma tarde de 30/04/2025 pelas 18h30, ao chegar a Paris (case ID : 110017671). Recebi no dia 02/05/2025 um mail da Easyjet que indicava que a despesa de transportadora alternativa não poderia ser reembolsada pois fora-me facultada transferência gratuita. Reclamei novamente, pois isso não corresponde à realidade. O dossier foi reaberto (case ID : 110052509) e foi-me pedido para enviar todos os justificativos por mail, o que fiz a 05/05/2025. Desde esse dia, tenho ligado e escrito para o vosso serviço de clientes praticamente todas as semanas e, de cada vez, me é dada uma resposta incompleta e insatisfatória : insistência na informação falsa de que me foi facultado transporte alternativo, informação de que o caso vai ter de ser de novo analisado, de que se passa algo estranho, de que me enviarão uma resposta, etc. Venho por isso exigir que me devolvam o valor de 511,53€ que paguei pelo bilhete, no seguimento das vossas instruções telefonicas, bem como a indeminização legalmente prevista pelos prejuízos sofridos. Exijo que me paguem este valor o mais rapidamente possível, ou terei que tomar as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.

Encerrada
R. R.
10/07/2025

Pedido de indemnização e queixa por falta de assistência

Venho por este meio, visto o recurso ao preenchimento do formulário relativamente a indemnizações por cancelamento/atraso de voos da Ryanair não ser abrangente e justo o suficiente, expor e reclamar da situação relativa ao voo FR4042, com referência EVGDGH, com partida marcada para as 21h05 do dia 7 de julho de 2025 no aeroporto de Bergamo (BGY) em Milão com destino a Porto (POR) e chegada às 22h50, recorrendo a um pedido de indemnização. O voo em questão foi anunciado pelo capitão do mesmo como cancelado por volta das 23h20, com os passageiros já a bordo da aeronave desde por volta das 21h10, após longa espera por permissão para descolagem devido a condições climatéricas adversas, que no entanto apenas se manifestaram já após o horário indicado de partida, portanto cerca das 21h30, visto que o embarque foi realizado e que durante a entrada dos passageiros no avião, já em atraso, o tempo estava favorável ao voo. Foi ainda mencionado pelo capitão a bordo que o cancelamento do voo se deveu a complicações de tráfego aéreo relativamente a restrições de rotas e horários, motivos estes externos às condições climatéricas, que à hora do cancelamento, conforme mencionado pelo mesmo, já eram novamente possibilitadoras de o voo se realizar. Motivo esse ("Perturbação causada por condições climatéricas adversas") que é assumido como única causa do cancelamento e única causa do pedido de indemnização no preenchimento do formulário de pedido de compensação. Quase imediatamente ao cancelamento foi enviado um email por parte da Ryanair, conforme provado pelas imagens em anexo, com indicação de reagendamento do voo FR4042 para as 6h30 do dia seguinte, com os respectivos cartões de embarque, e ainda uma notificação na app da Ryanair com indicação da oferta de um voucher de 4€ por passageiro para alimentação via email, que até à data de hoje não se encontra disponível nem nunca foi atribuído. Sem mais informações adicionais por parte da companhia e do próprio aeroporto relativamente a qualquer assunto relacionado com o cancelamento foi por volta das 4h que aquando da tentativa de novo check-in das bagagens nos foi informado apenas pelo funcionário desse mesmo balcão que o voo das 6h30 não existia e que teria sido reagendado para as 13h, sem nenhum aviso via email ou SMS por parte da Ryanair aos passageiros. Sem possibilidade de contacto via email ou telefónico com a companhia, tendo em conta os horários limitadores disponíveis para tal, nos balcões de informações, bilheteira Ryanair e check-in Ryanair não ofereceram quaisquer soluções relativamente a assistência básica como atribuição de hotel ou verba para alimentação, direitos esses garantidos aos passageiros pelas políticas da companhia nos termos do Regulamento Europeu (CE) N.º 261/2004: Atraso no voo; Cancelamento do voo; Direito a compensação; Direito a reembolso ou reencaminhamento; Direito a assistência. Só nos foi permitido realizar novamente o check-in das bagagens e dirigir ao controlo de segurança após as 7h. O embarque para o voo das 13h não foi realizado devido a um incidente na pista, cujo atraso não foi comunicado nem justificado oficialmente de nenhuma forma até então, quer por parte da Ryanair quer do aeroporto, tendo o voo sido atrasado para as 14h, e apenas anunciado pelos painéis de partidas presentes no aeroporto, às 13h15. O mesmo voo acabou por partir já após as 14h30, com chegada ao destino de 17h de atrasado no total, sem qualquer apoio, indemnização, pedido de desculpas ou fornecimento de informações aos passageiros causando enorme perturbação e desgaste físico e mental, não respeitando as políticas da companhia.

Encerrada

Cancelamento e má gestão do voo 7722

No dia 06/07, eu (Andre Silva) e a passageira Rita Lopes tínhamos bilhetes para o voo EasyJet 7722 (reserva nº K9941QQ), com partida de Paris Orly para o Porto, agendado para as 21h40. Cerca das 20h40 fomos notificados de que o voo tinha sido cancelado. Ainda no aeroporto, um colaborador da EasyJet em Orly, chamado Roy, prestou um excelente apoio e conseguiu realocar-nos num novo itinerário com partida no dia 08/07, via Milão Malpensa, com destino final em Lisboa. A este novo voo foram também associados mais três passageiros que viajavam connosco com outras reservas: Paulo Teixeira (reserva K9N2M5D), Pedro Serrão e Vitoria Rocha (reserva K9M51W7) . Para chegarmos ao Porto a partir de Lisboa, tivemos de adquirir, por nossa conta, bilhetes de autocarro da Rede Expressos (viagem de 3h). Na noite de 06/07 para 07/07, conseguimos reservar, através da vossa aplicação, uma noite no Hotel Ibis Styles Paris Roissy Charles de Gaulle, para todos os passageiros mencionados. Esta opção estava limitada a uma noite, como indicado na plataforma. No dia 07/07, tentámos durante o dia inteiro (das 10h até às 20h) obter apoio da EasyJet para garantir o alojamento da noite seguinte. Contactámos inúmeras vezes a linha de apoio ao cliente, conforme instruções dos próprios operadores, que nos pediam para voltar a ligar de hora a hora, garantindo que nos dariam uma solução em breve. A colaboradora que mais acompanhou o nosso caso foi identificada como Verónica. Na última chamada do dia, às 19h45 (15 minutos antes da linha encerrar), foi-nos garantido que teríamos alojamento no mesmo hotel da noite anterior. Contudo, ao contactar a receção do hotel, confirmaram que não tinham recebido qualquer reserva da EasyJet (possuímos e-mails que comprovam esta informação). Pedimos explicitamente para falar com alguém da chefia da EasyJet, conforme o nosso direito enquanto consumidores. Somos conhecedores de que, perante uma solicitação deste tipo, os colaboradores têm o dever de encaminhar a situação para um supervisor ou responsável, o que não aconteceu em momento algum, apesar das promessas. Fomos apenas informados de que uma supervisora e um diretor estavam a tratar do caso, e que até eles próprios consideravam a situação "uma vergonha para a empresa". Garantiram-nos ainda que seríamos contactados entre as 20h e as 21h (hora de Portugal). Nenhum contacto nos foi feito. Além disso, durante um dos contactos telefónicos, outra colaboradora da EasyJet indicou-nos que deveríamos tratar de tudo por nossa conta – hotel, deslocações, alimentação – e que seríamos posteriormente reembolsados. Como se fosse razoável exigirem aos passageiros que assumam despesas no valor de 358€, causadas exclusivamente por erro da companhia, ignorando o facto de que nem todas as pessoas têm essa disponibilidade financeira de imediato. Importa ainda salientar que uma das passageiras, Vitoria Rocha, tem condições de saúde específicas e necessita de medicação contínua, o que foi mencionado nas comunicações com a EasyJet. Passou este período todo sem acesso à medicação, e ainda assim ninguém demonstrou qualquer preocupação ou prestou assistência específica, como é obrigação em casos de passageiros com necessidades médicas. Sem qualquer apoio da companhia, deslocámo-nos por conta própria ao Eurohotel Airport Orly Rungis, onde apenas confirmaram reservas para Paulo Teixeira e Pedro Serrão (sendo que este último viajava com Vitoria Rocha e só tinha um quarto individual atribuído). Foi mencionada uma reserva em nome de “Sydney Silva”, mas nada para Rita Lopes, André Silva ou Vitoria Rocha. Após muita insistência, o hotel acabou por encontrar uma solução para todos os passageiros, lamentando a gestão da EasyJet. Estamos profundamente insatisfeitos com a forma como a situação foi conduzida: ausência total de acompanhamento da chefia, comunicação inconsistente, desrespeito pelos direitos básicos dos passageiros e nenhum cuidado com situações de saúde sensíveis. Reservamo-nos o direito de apresentar todas as despesas incorridas, solicitar a devida indemnização, e apresentar queixa junto das entidades competentes (nomeadamente, Autoridade Nacional da Aviação Civil e DECO), pois consideramos que a EasyJet falhou gravemente na prestação do serviço e no cumprimento dos deveres legais para com os passageiros afetados. Aguardamos resposta urgente e concreta. Com os melhores cumprimentos, Andre Silva (em nome dos passageiros lesados mencionados)

Encerrada

Cancelamento e má gestão do voo 7722

No dia 06/07, eu (Rita Lopes) e o passageiro André Silva tínhamos bilhetes para o voo EasyJet 7722 (reserva nº K9941QQ), com partida de Paris Orly para o Porto, agendado para as 21h40. Cerca das 20h40 fomos notificados de que o voo tinha sido cancelado. Ainda no aeroporto, um colaborador da EasyJet em Orly, chamado Roy, prestou um excelente apoio e conseguiu realocar-nos num novo itinerário com partida no dia 08/07, via Milão Malpensa, com destino final em Lisboa. A este novo voo foram também associados mais três passageiros que viajavam connosco com outras reservas: Paulo Teixeira (reserva K9N2M5D), Pedro Serrão e Vitoria Rocha (reserva K9M51W7) . Para chegarmos ao Porto a partir de Lisboa, tivemos de adquirir, por nossa conta, bilhetes de autocarro da Rede Expressos (viagem de 3h). Na noite de 06/07 para 07/07, conseguimos reservar, através da vossa aplicação, uma noite no Hotel Ibis Styles Paris Roissy Charles de Gaulle, para todos os passageiros mencionados. Esta opção estava limitada a uma noite, como indicado na plataforma. No dia 07/07, tentámos durante o dia inteiro (das 10h até às 20h) obter apoio da EasyJet para garantir o alojamento da noite seguinte. Contactámos inúmeras vezes a linha de apoio ao cliente, conforme instruções dos próprios operadores, que nos pediam para voltar a ligar de hora a hora, garantindo que nos dariam uma solução em breve. A colaboradora que mais acompanhou o nosso caso foi identificada como Verónica. Na última chamada do dia, às 19h45 (15 minutos antes da linha encerrar), foi-nos garantido que teríamos alojamento no mesmo hotel da noite anterior. Contudo, ao contactar a receção do hotel, confirmaram que não tinham recebido qualquer reserva da EasyJet (possuímos e-mails que comprovam esta informação). Pedimos explicitamente para falar com alguém da chefia da EasyJet, conforme o nosso direito enquanto consumidores. Somos conhecedores de que, perante uma solicitação deste tipo, os colaboradores têm o dever de encaminhar a situação para um supervisor ou responsável, o que não aconteceu em momento algum, apesar das promessas. Fomos apenas informados de que uma supervisora e um diretor estavam a tratar do caso, e que até eles próprios consideravam a situação "uma vergonha para a empresa". Garantiram-nos ainda que seríamos contactados entre as 20h e as 21h (hora de Portugal). Nenhum contacto nos foi feito. Além disso, durante um dos contactos telefónicos, outra colaboradora da EasyJet indicou-nos que deveríamos tratar de tudo por nossa conta – hotel, deslocações, alimentação – e que seríamos posteriormente reembolsados. Como se fosse razoável exigirem aos passageiros que assumam despesas no valor de 358€, causadas exclusivamente por erro da companhia, ignorando o facto de que nem todas as pessoas têm essa disponibilidade financeira de imediato. Importa ainda salientar que uma das passageiras, Vitoria Rocha, tem condições de saúde específicas e necessita de medicação contínua, o que foi mencionado nas comunicações com a EasyJet. Passou este período todo sem acesso à medicação, e ainda assim ninguém demonstrou qualquer preocupação ou prestou assistência específica, como é obrigação em casos de passageiros com necessidades médicas. Sem qualquer apoio da companhia, deslocámo-nos por conta própria ao Eurohotel Airport Orly Rungis, onde apenas confirmaram reservas para Paulo Teixeira e Pedro Serrão (sendo que este último viajava com Vitoria Rocha e só tinha um quarto individual atribuído). Foi mencionada uma reserva em nome de “Sydney Silva”, mas nada para Rita Lopes, André Silva ou Vitoria Rocha. Após muita insistência, o hotel acabou por encontrar uma solução para todos os passageiros, lamentando a gestão da EasyJet. Estamos profundamente insatisfeitos com a forma como a situação foi conduzida: ausência total de acompanhamento da chefia, comunicação inconsistente, desrespeito pelos direitos básicos dos passageiros e nenhum cuidado com situações de saúde sensíveis. Reservamo-nos o direito de apresentar todas as despesas incorridas, solicitar a devida indemnização, e apresentar queixa junto das entidades competentes (nomeadamente, Autoridade Nacional da Aviação Civil e DECO), pois consideramos que a EasyJet falhou gravemente na prestação do serviço e no cumprimento dos deveres legais para com os passageiros afetados. Aguardamos resposta urgente e concreta. Com os melhores cumprimentos, Rita Lopes (em nome dos passageiros lesados mencionados)

Encerrada
I. L.
08/07/2025

VOO CANCELADO

No dia do apagão, em 28.abril.2025, eu e meu filho deveríamos regressar de Marraqueche a Lisboa, mas o voo foi cancelado. A TAP até hoje nada nos disse, fizemos reclamação no site da TAP em 2.maio.2025, enviamos carta registada em 20.junho.2025 e nos 2 telefonemas que entretanto fizemos disseram que a nossa reclamação (a que deram o nº. 2025-0000764980) está em fila de espera para resposta pelos serviços próprios. Fomos abandonados pela TAP em Marraqueche e a única comunicação da TAP ocorreu no dia 29.abril.2025, para enviar um novo bilhete só da ida Lisboa-Marraqueche já feita em 22.abril.2025. Neste bilhete está omitida a volta Marraqueche-Lisboa que já se deveria ter verificado em 28.abril.2025 e que foi paga, conforme bilhetes originais de que juntamos cópias. Tivemos de encontrar uma solução por nós próprios, pois não conseguíamos qualquer novo contacto com a TAP e só regressamos em 1.maio,2025, no voo mais cedo que encontramos. Envio cópias do texto da reclamação feita no site da TAP em 2.maio 2025 e da carta registada enviada à TAP em 20.junho.2025, onde toda a situação vai explicada com mais detalhe. Perante tão insólito comportamento, o que devemos fazer? Podem dar-nos uma ajuda nesta situação ? Nota: a minha esposa é associada da DECO. Francisco Lourenço

Resolvida Pedido de intervenção à DECO PROteste
J. P.
03/07/2025

Embarque negado

Exmos. Srs., Venho por este meio recorrer à resposta da companhia pela plataforma on-line relativamente à negação do embarque no voo Fr2622 de um grupo de passageiros, no qual me incluía, no dia 13-10-2024 às 12h20 em Ponta Delgada. Nesse dia, tal como os outros sete passageiros com quem viajava, fiz o check-in, passei o bilhete na segurança do aeroporto e aguardei pela minha vez na fila da porta de embarque. De repente, a equipa de terra começou a chamar alguns passageiros pelo nome e depois fechou o embarque. Perante a enorme preocupação de todos os passageiros, um dos funcionários da Ryanair no aeroporto explicou que um elemento da tripulação de cabine que teria sofrido, naquele momento, um acidente de trabalho e que por motivos de segurança um grupo de cerca de 30 a 40 pessoas tinha de ficar em terra. Este grupo foi selecionado aleatoriamente, não tendo sido ouvido os motivos de prioridade para ninguém. Os nossos nomes foram recolhidos numa lista e, em seguida, o funcionário da Ryanair levou-nos de volta para o balcão da Ryanair e deu-nos três opções: obter o reembolso do bilhete e encontrar uma solução; aguardar uma solução pela Ryanair que poderia ser nesse dia ou noutro dia da semana. Segundo o funcionário, esta última hipótese não tinha solução à vista porque, segundo ele, todos os voos estavam cheios e, provavelmente teria de ser um voo de resgaste nos próximos dias. Um pesquisa simples na Internet revelou que o voo da noite ainda tinha 5 lugares disponíveis para compra. Quando confrontei o funcionário com esta informação, ele disse que não podia confirmar tal coisa e que os lugares do voo da noite, se houvessem alguns, poderiam ser distribuídos para as pessoas que tivessem prioridade e que, segundo o que ocorrera horas antes, as pessoas com prioridade foram os idosos e as famílias com crianças. Nas 2 horas e meia que se seguiram, não nos foi dada qualquer solução. Comecei por isso, eu próprio, a procurar uma solução. Consegui encontrar 3 passagens para o Porto numa companhia local e 2 para Lisboa também noutra companhia. Deste grupo de 8 pessoas com quem viajei nesse fim de semana, ficaram apenas 3 passageiros ficaram a aguardar solução pela Ryanair. Dois deles conseguiram viajar no voo da noite e o outro regressou no dia seguinte. Como já descrevi, escolhi ser reembolsado do voo e encontrar eu próprio uma solução e procedemos à reclamação junto da companhia a 15-10-2024. Recebemos a resposta a 23 de outubro de 2024, que decidiu indemnizar todos os passageiros, exceto eu, alegando falsamente de que eu não me teria apresentado na porta de embarque e que por isso não teria direito a reembolso ou indemnização. Perante esta decisão incompreensível e incorreta, recorri à Autoridade Nacional de Aviação Civil, que deu razão à minha queixa. Contudo, mesmo com o parecer favorável à minha queixa pela ANAC, a Ryanair mantém a sua posição incompreensível e ilegal. De acordo com o Regulamento (CE) n.º 261/2004 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 11 de Fevereiro de 2004, tenho direito ao reembolso do meu bilhete e tenho direito a uma indemnização de 250 euros.

Encerrada

Indemnização por voo cancelado

Exmos. Senhores, Em 8 de Março de 2025 fiz a reserva K93WDZ8 na vossa companhia para um voo 7626 a ter lugar no dia 1 de Julho de 2025 com saída às 14:05 h entre o aeroporto do Funchal (partida) e o aeroporto de Lisboa (chegada) Sucede que, em 1 de julho de 2025 e após 5 horas de espera no aeroporto, fui por vós informado que este tinha sido cancelado, sem mais. Venho por isso exigir que me devolvam o valor de 158,96 euros que paguei pelo bilhete, bem como a indeminização legalmente prevista pelos prejuízos sofridos. Exijo que me paguem este valor o mais rapidamente possível, ou terei que tomar as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.

Resolvida

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