Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
F. F.
25/01/2026

A TRANSAVIA não cumpre ordem do tribunal

Olá, somos cinco casais que compraram passagem aérea do Porto para paris e volta na TRANSAVIA em junho de 2025. Compramos tudo on-line. O voo foi cancelado pela companhia aérea e fomos compensados de acordo com o dec da UE 261. A questão é que perdemos despesas contratadas (hotel e espetáculo) sem reembolso. A Transavia não nos pagou (3115 euros) e fomos para Tribunal Arbitral de Guimarães (TRIAVE). Fomos a julgamento e a Juiz condenou a Transavia a pagar os 3115 Euros, no entanto, a companhia não cumpre a ordem do tribunal. Se for necessário envio ficheiro com a sentença. O que podemos fazer? Conseguem ajudar-nos? Podem contactar a Transavia e dar instruções para cumprir uma ordem de um tribunal europeu?

Encerrada
R. C.
25/01/2026

Opodo prime não deixam cancelar dentro do período gratuito e fazem a cobrança integral do valor

O Opodo prime ofereceu 15 dias de uso grátis e após esse período, se eu não cancelasse, iriam ser cobrados 89,99€ euros anuais. Eu tinha até o dia 22701 para cancelar, pois no dia 23 seria debitado o valor. No dia 22 fui entrei na app para cancelar, clico em cancelar e sou levado a uma página em branco. Tentei várias vezes durante o dia inteiro, e na app não se podia fazer o cancelamento. Não sei se por erro deles próprios eou se isso era proposital. Acabou que foi debitado da minha conta os 89,99€ no dia 23, enviei e-mail para eles com prints e vídeos de que não tive culpa, pois tentei fazer o cancelamento, pedi para eles cancelarem e procederem com o reembolso. Eles cancelaram o Opodo prime mas afirmaram que o reembolso não seria possível. O que é uma grave afronta ao consumidor. Exijo que este valor seja reembolsado. Não recomendo opodo prime a ninguém. Estou colocando todos os prints em anexo, tenho uma gravação do ecrã também, mas a deco não aceita uploads de vídeos.

Resolvida
N. C.
22/01/2026

Cancelamentos e falta de resposta

Exmos. Senhores, Em março 2024 foi me oferecido um voucher para um salto de paraquedas na vossa empresa. Voucher com validade até Maio 2025. No dia 26/08/2024, efetuei a marcação do salto para 23 Março 2025, com a vossa confirmação. A 17/03/2025, por iniciativa vossa foi cancelado por mail, devido a condições meteorológicas Em 21/4/2025, voltei a marcar novamente o salto para 21 Agosto 2025. No dia 12/08/2025, foi novamente cancelado por mail, desta vez, devido a aumento excecional do tráfego aéreo A partir desta data, deixaram de responder a mails, mensagens e telefonemas! Por todas estas razões gostava de ser ressarcido do valor. Cumprimentos.

Encerrada
P. M.
21/01/2026

Incumprimento contratual e não prestação de serviço – Skydive Maia

Em dezembro de 2022 foi adquirido um voucher para um salto de paraquedas junto da empresa Skydive Maia. Desde a data da compra, o serviço nunca foi prestado, tendo sido sucessivamente agendado e posteriormente cancelado pela empresa, por motivos que lhe são exclusivamente imputáveis. Cronologia resumida: Agendamento para 12/09/2023 – cancelado a 06/09/2023 por limitações impostas pelo Aeroporto do Porto; Agendamento para 31/10/2024 – cancelado a 28/10/2024 devido ao aumento do turismo no Porto; Agendamento para 19/12/2024 – cancelado a 11/12/2024 por condições meteorológicas; Agendamento para 06/06/2025 – cancelado a 04/06/2025, novamente por motivos meteorológicos. Posteriormente, tornou-se impossível efetuar qualquer nova marcação: a agenda no site encontra-se permanentemente encerrada, os contactos telefónicos não são atendidos, os emails enviados não obtêm resposta e as instalações físicas encontram-se encerradas. Face à ausência de resposta e à não prestação do serviço pago, foi submetida reclamação no Livro de Reclamações Eletrónico por incumprimento contratual. Solicito o apoio da DECO no sentido de obter o reembolso integral do valor pago pelo voucher, uma vez que o cancelamento reiterado é imputável à empresa e configura claro incumprimento dos direitos do consumidor.

Encerrada
L. V.
21/01/2026

Opodo Prime - Impossibilidade de cancelamento e serviço de apoio inexistente

Exmos. Srs., Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a Opodo referente à subscrição do serviço "Opodo Prime". Estou a tentar cancelar a renovação desta subscrição para evitar cobranças futuras, mas a empresa está a impedir o exercício do meu direito de livre resolução através de práticas comerciais desleais e barreiras técnicas intencionais: Botão de Cancelamento Oculto: A opção para cancelar a subscrição não se encontra disponível ou funcional na área de cliente ("A minha conta Premium"), nem na App nem no site, contrariando as instruções fornecidas pela própria empresa. Linha de Apoio Incontactável: Tentei contactar a linha de apoio ao cliente telefónico, tendo permanecido em espera por mais de 2 horas (tenho registo da duração da chamada) sem que a chamada fosse atendida. Chat Inoperante: O assistente virtual (Chatbot) entra em "loop" e não permite o cancelamento nem a transferência para um assistente humano. Já enviei pedido formal de cancelamento por e-mail para os endereços da empresa (incluindo serviceclientprime-en@contact.edreams.com), mas até ao momento a situação mantém-se. Face ao exposto, exijo: O cancelamento imediato da subscrição Opodo Prime associada ao meu e-mail. A garantia por escrito de que não será efetuado qualquer débito no meu cartão de pagamento. A remoção dos meus dados de pagamento da plataforma. Caso a Opodo proceda a qualquer cobrança indevida após esta exposição, irei reportar a situação ao meu banco como fraude e acionar os mecanismos legais ao meu dispor. Aguardo resolução urgente.

Resolvida
R. F.
20/01/2026
Gran Hotel Nagari Boutique & Spa

Reembolso

Exmos. Senhores, Venho por este meio reclamar, o reembolso que não me foi atribuído, após ter pedido cancelamento com 24 horas de antecedência. Fiz o pedido de cancelamento através da plataforma “Booking.com” Em anexo envio , comprovativo da data e hora do meu pedido de cancelamento! Agradeço que analisem esta situação. Att. Ricardo Henriques

Encerrada
L. R.
20/01/2026

Resposta à Booking

Exmos Senhores, Conatcatado pela Bookink referem não terem recebido os anexos da reclamação feita em 04/2025. A DECO tem esses anexos e coloco-as aqui de novo. Reclamação com o número: 12749553 Cumprimentos,

Resolvida
E. F.
18/01/2026

Cancelamento

Exmos senhores. Venho por este meio expor a minha situação, uma vez que comprei um salto na skydive maia , no qual foi agendada para dia 7 de agosto de 2025 e dias antes recebi mail a desmarcar devido ao tráfego aéreo. Desde então já enviei vários emails e mensagens WhatsApp para reagendar e até agora nunca obtive resposta. Neste momento quero o reembolso uma vez que não é uma empresa credível. Obrigada pela ajuda

Encerrada
D. C.
18/01/2026

Cancelamento Salto Parquedas

A 24/7/2023 comprei um salto de paraquedas na SkyDive Maia. Após várias marcações da minha parte; e desmarcacões da parte da empresa, com a desculpa da situação meteorológica e do tráfego aéreo no Porto deparo-me que a empresa fechou e que nunca realizei o salto.

Encerrada
I. S.
16/01/2026

KLM - Voos cancelados, falta de assistência e despesas extra

Exmos. Senhores Venho, por este meio, apresentar reclamação e solicitar apoio na resolução de um conflito com a companhia aérea KLM (Air France KLM), relativo a cancelamentos sucessivos, ausência total de assistência e recusa indevida de reembolso de despesas, no âmbito do Regulamento (CE) n.º 261/2004. Identificação do processo Reserva: YJYA9K Passageiros: Mafalda Claro, Igor Simão, Bruna Lebre e Eduardo Cláudio Voo: KL1587 (Amesterdão–Lisboa) Datas relevantes: 2 a 4 de janeiro de 2026 No dia 2 de janeiro de 2026 viajámos de Praga para Amesterdão no voo KL1358, com ligação para Lisboa no voo KL1587. Em Praga, a KLM obrigou-nos a despachar os trolleys por alegada falta de espaço na cabine, garantindo que seguiriam para Lisboa. Já dentro do avião recebemos a notificação de cancelamento do voo de ligação para Lisboa e a remarcação para 3 de janeiro às 21:15h ou seja 24horas depois. Em Amesterdão Schiphol não nos foi prestada qualquer assistência. Não foi disponibilizado alojamento, nem refeições, nem comunicações, nem transporte. O apoio ao cliente não atendia e os postos da KLM encerraram, sem que fosse apresentada solução. Perante a inexistência de balcões em funcionamento e a ausência de orientação, procurámos trabalhadores da KLM no aeroporto e, numa abordagem a funcionárias que se afastavam, foi-nos transmitido que o hotel seria suportado por nós e que depois seria reembolsado. Na prática, ficámos entregues a nós próprios. Pagámos alojamento, alimentação e transportes. No dia 3 regressámos ao aeroporto e o voo remarcado foi primeiro atrasado e depois cancelado. A KLM remarcou-nos para 5 de janeiro às 21:15h ou seja 48h depois, data incompatível com as nossas obrigações profissionais, mantendo-nos sem bagagem, roupa e artigos de higiene. No dia 4 voltámos ao aeroporto para tentar recuperar a bagagem, sem sucesso. Mais grave ainda, a remarcação de 5 de janeiro acabou por ser novamente cancelada e adiada para 7 de janeiro e, posteriormente, cancelada e adiada para 8 de janeiro. Ou seja, se não tivéssemos encontrado alternativa por meios próprios, teríamos sido forçados a permanecer de 2 a 8 de janeiro sem bagagem e sem condições mínimas, suportando diariamente custos de alojamento, alimentação e transportes, sempre sem assistência. Para conseguirmos regressar a Portugal e evitar faltar ao trabalho, tivemos de alugar uma viatura e deslocar-nos de Amesterdão Schiphol até Paris Orly, onde comprámos novos bilhetes na TAP, incorrendo em custos adicionais elevados. Apenas recebemos a bagagem no dia 7 de janeiro, na sequência de reclamação apresentada, sendo incompreensível ter sido repetido que a bagagem seguiria “nos próximos voos” quando esses voos estavam constantemente a ser cancelados. Enquadramento legal e direitos violados A situação descrita enquadra-se no Regulamento (CE) n.º 261/2004. Em particular: 1. Artigo 9.º, dever de assistência, incluindo refeições e bebidas em proporção com o tempo de espera, alojamento quando necessário, transporte entre aeroporto e alojamento e comunicações. Esta obrigação é autónoma e não depende do reembolso do bilhete nem da existência de seguro. 2. Artigo 8.º, direito ao reembolso e ao reencaminhamento. Relevante também o direito ao reencaminhamento em data posterior da conveniência do passageiro, sujeito à disponibilidade de lugares, não podendo a companhia impor sucessivas remarcações que, na prática, prolongam indefinidamente a espera e obrigam a novas noites pagas pelo passageiro. 3. Artigos 5.º e 7.º, relativos ao cancelamento e indemnização aplicável, quando devido. 4. Artigo 14.º, dever de informação sobre direitos dos passageiros. Após reclamação junto da KLM, foi-nos respondido que teriam “cumprido as obrigações” oferecendo o reembolso de um voo, recusando o reembolso das despesas de alimentação e alojamento com o argumento de já existir uma solicitação de reembolso dos bilhetes, remetendo-nos para o segurador de viagem para “custos ou perdas indiretas”. Entendemos que esta posição é ilegal, por confundir ou ignorar o dever de assistência e o reembolso de despesas necessárias decorrentes da ausência de assistência, que são responsabilidade direta da transportadora ao abrigo do artigo 9.º. O valor da indemnização referida pela companhia, além de não cobrir os custos efetivamente suportados, não substitui o reembolso das despesas necessárias, que decorrem de uma obrigação autónoma. O que pretendemos, em primeiro lugar, é o reembolso integral das despesas comprovadas que fomos obrigados a suportar devido à ausência de assistência. Solicito o apoio da DECO para: 1. Intervir junto da KLM no sentido de serem reembolsadas, integralmente e para cada um dos quatro passageiros, todas as despesas necessárias e proporcionais suportadas por falta de assistência, incluindo alojamento, alimentação, transportes locais, deslocações entre aeroporto e hotel, aluguer de viatura e bilhetes TAP. 2. Acompanhar a regularização dos restantes direitos aplicáveis, incluindo reembolso dos voos não utilizados e cancelados e, quando aplicável, a indemnização prevista no Regulamento. Agradeço a vossa ajuda com caráter de urgência.

Encerrada

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