Boa tarde,
Daqui responde o titular da conta bancária na qual foram debitados os montantes em causa (179,98€), venho por este meio informar que a reclamação inicial foi apresentada pela minha irmã, uma vez que foi ela quem efetuou as compras e se disponibilizou para tentar resolver a situação.
No dia 04 de fevereiro de 2026, foram realizadas várias compras de viagens através do site da eDreams. Importa esclarecer que essas reservas foram efetuadas pela minha irmã, em nome de várias pessoas (suas colegas), tendo sido utilizados diferentes endereços de email para os passageiros. No entanto, todos os pagamentos foram realizados através da minha conta bancária.
Após essas compras, foi automaticamente ativada uma subscrição denominada “eDreams Prime”, sem que tivesse sido dada qualquer autorização expressa da minha parte, nem apresentado qualquer aviso contratual claro ou confirmação formal de adesão.
Assim que tive conhecimento da existência desta subscrição, tentei contactar telefonicamente o apoio ao cliente da eDreams Portugal, sem sucesso, uma vez que as chamadas não foram atendidas. Perante a ausência de resposta, fui obrigado a contactar o serviço de apoio da eDreams UK, através do qual consegui solicitar o cancelamento da subscrição Prime, tendo obtido confirmação da sua desativação.
No dia 16 de fevereiro de 2026, recebi confirmação por email da própria empresa indicando que a conta Prime se encontrava desativada/cancelada.
Contudo, apesar desta confirmação, no dia 19 de fevereiro de 2026 foram efetuadas duas cobranças indevidas no valor de 89,99€ cada, totalizando 179,98€, sem qualquer autorização da minha parte.
Posteriormente, no dia 20 de fevereiro de 2026, foi apresentada reclamação através do Portal da Queixa, tendo sido fornecidos todos os dados solicitados pela empresa. No entanto, após mais de um mês, não foi apresentada qualquer solução nem efetuada a devolução dos valores, tendo a reclamação sido encerrada no dia 23 de março de 2026, sem resolução.
O facto mais grave é que, mesmo após o cancelamento confirmado da subscrição e após várias tentativas de resolução, foram novamente debitados dois valores de 4,99€, no dia 27 de março de 2026, sem qualquer autorização, contrato ativo ou subscrição válida associada.
Informo ainda que junto em anexo:
As referências das transações relativas às compras efetuadas (quatro no valor de 123,97€ e uma no valor de 131,97€);
As referências dos débitos indevidos efetuados na minha conta bancária.
Face ao exposto, solicito a intervenção desta entidade para:
A devolução integral dos montantes indevidamente cobrados;
O esclarecimento formal da origem destas cobranças;
A garantia de que não voltarão a ser efetuados quaisquer débitos sem autorização.