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Cartão não recarregado
Carreguei o passe no dia 08/04/2026 Logo pela manhã pois prescisava utilisar naquele momento e quando tentei utilizar o mesmo não funcionou tive que pegar um uber e , tentei novamente na volta pra casa e o mesmo nao funcionou então liguei para o atendimento e eles me informaram para eu ir em uma loja fisica , como eu não tive tempo de ir pois meu neto adoeceu e tive que ficar um periodo em casa com ele não fui resolver o passe ,quando eu fui leva meu neto na creche hoje , resolvir ir até a camara de Oliveira de Azeméis e atendende foi rapida disse ligou para o andante e disse que a moça que atendeu pediu para eu enviar todas passagem que eu usei no mês e eu disse tem como reembolsa e ela mandou eu ir ao banco ou app fui ao banco e disseram que não resolvia lá nem no app do mbway, liguei para o atendimento do andante hoje dia 21/04/2026 as 11:15 e atende foi muito grosseira me deu a entender que eu tinha usado o transporte publico o mês todo sem pagar e agora queria o reembolso, ela falou as pessoas fazem isto mas eu disse eu não fiz isso e nem os motorista iriam deixar e ela insustiu e disse que eu ia perde o dinheiro por que não podia passar para o proximo mês nem fazer o reembolso, sendo que o dinheiro foi pra conta deles e o cartão não foi carregado .
Bilhetes e passes
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar defesa relativamente ao Auto de Notícia, emitido no dia 13/04/2026, no comboio com destino a Aveiro. Eu e o meu companheiro encontrávamo-nos munidos de título Andante válido para a maior parte do percurso, tendo surgido uma dúvida legítima relativamente ao limite de validade do mesmo. Aquando da fiscalização, demonstrámos total disponibilidade para regularizar de imediato a situação, nomeadamente através da aquisição do bilhete correspondente ao trajeto em falta. Contudo, tal não foi possível no momento por circunstâncias pontuais, tendo ainda assim manifestado de forma clara a nossa intenção de proceder ao pagamento. Importa salientar que o agente de fiscalização não prestou o devido esclarecimento relativamente ao limite de validade do título Andante, tendo fornecido informação incorreta e contribuído diretamente para a situação de erro em que nos encontrávamos. Adicionalmente, foi-nos indicado pelo próprio agente que poderíamos proceder ao pagamento posteriormente em balcão, o que nos levou a assumir que a situação estaria a ser regularizada nesse sentido. Apenas após sairmos do comboio e analisarmos o documento entregue é que verificámos tratar-se de um Auto de Notícia com aplicação de coima, o que demonstra que fomos induzidos em erro quanto à natureza do procedimento. Este comportamento revela uma grave falha de informação e transparência, tendo-nos sido transmitida uma ideia que não correspondia à realidade, impedindo-nos de tomar uma decisão informada no momento. Para além disso, o comportamento do agente foi manifestamente inadequado e desproporcional. Durante a interação, fomos alvo de tratamento rude e desrespeitoso, tendo o mesmo chegado ao ponto de nos acusar de agir “propositadamente” e de nos apelidar de “pequenos criminosos”, o que consideramos completamente inaceitável, injustificado e contrário aos deveres de profissionalismo e urbanidade exigidos no exercício das suas funções. Reforço que agi sempre de boa-fé, sem qualquer intenção de viajar sem título válido, tendo inclusive tentado regularizar a situação no momento. Face ao exposto, solicito a reavaliação do presente Auto de Notícia, com vista à sua anulação ou, subsidiariamente, à sua redução, permitindo a regularização através do pagamento do valor correspondente ao trajeto efetivamente realizado sem título válido. Adicionalmente, solicito que seja averiguada a conduta do agente de fiscalização envolvido, face à desinformação prestada e ao comportamento adotado. Com os melhores cumprimentos, Matilde André.
Bilhetes e passes
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar defesa relativamente ao Auto de Notícia, emitido no dia 13/04/2026, no comboio com destino a Aveiro. Eu e a minha companheira encontrávamo-nos munidos de título Andante válido para a maior parte do percurso, tendo surgido uma dúvida legítima relativamente ao limite de validade do mesmo. Aquando da fiscalização, demonstrámos total disponibilidade para regularizar de imediato a situação, nomeadamente através da aquisição do bilhete correspondente ao trajeto em falta. Contudo, tal não foi possível no momento por circunstâncias pontuais, tendo ainda assim manifestado de forma clara a nossa intenção de proceder ao pagamento. Importa salientar que o agente de fiscalização não prestou o devido esclarecimento relativamente ao limite de validade do título Andante, tendo fornecido informação incorreta e contribuído diretamente para a situação de erro em que nos encontrávamos. Adicionalmente, foi-nos indicado pelo próprio agente que poderíamos proceder ao pagamento posteriormente em balcão, o que nos levou a assumir que a situação estaria a ser regularizada nesse sentido. Apenas após sairmos do comboio e analisarmos o documento entregue é que verificámos tratar-se de um Auto de Notícia com aplicação de coima, o que demonstra que fomos induzidos em erro quanto à natureza do procedimento. Este comportamento revela uma grave falha de informação e transparência, tendo-nos sido transmitida uma ideia que não correspondia à realidade, impedindo-nos de tomar uma decisão informada no momento. Para além disso, o comportamento do agente foi manifestamente inadequado e desproporcional. Durante a interação, fomos alvo de tratamento rude e desrespeitoso, tendo o mesmo chegado ao ponto de nos acusar de agir “propositadamente” e de nos apelidar de “pequenos criminosos”, o que consideramos completamente inaceitável, injustificado e contrário aos deveres de profissionalismo e urbanidade exigidos no exercício das suas funções. Reforçamos que agimos sempre de boa-fé, sem qualquer intenção de viajar sem título válido, tendo inclusive tentado regularizar a situação no momento. Face ao exposto, solicitamos a reavaliação do presente Auto de Notícia, com vista à sua anulação ou, subsidiariamente, à sua redução, permitindo a regularização através do pagamento do valor correspondente ao trajeto efetivamente realizado sem título válido. Adicionalmente, solicitamos que seja averiguada a conduta do agente de fiscalização envolvido, face à desinformação prestada e ao comportamento adotado. Com os melhores cumprimentos, Diogo Santos.
IMPOSSIBILIDADE DE CORREÇAO DE NOME EM PASSAGEM AEREA EDREANS/TAP
Venho por meio desta solicitar apoio para a resolução de um problema relacionado a uma passagem aérea adquirida pela plataforma eDreams, operada pela companhia aérea TAP Air Portugal. Comprei uma passagem aérea para minha filha, porém o último sobrenome da criança não foi incluído no bilhete. Assim que percebi o erro, entrei em contato com a eDreams para solicitar a correção. No entanto, a empresa afirma que a responsabilidade pela alteração é da TAP Air Portugal. Quando entro em contato com a TAP Air Portugal, sou informado de que a responsabilidade é exclusivamente da eDreams, já que a compra foi feita por intermédio da agência. Cada vez que ligo para a eDreams, um novo pedido é aberto e nada é efetivamente solucionado. Esse processo já se arrasta há aproximadamente dois meses, sem qualquer resolução prática. Ressalto que a correção do nome no bilhete é fundamental para evitar transtornos no momento do embarque, especialmente tratando-se de uma criança. Estou sendo jogado de uma empresa para outra, sem que nenhuma delas assuma a responsabilidade de realizar um procedimento simples e essencial para a validade da viagem. Diante da falta de solução por parte de ambas as empresas, solicito a intervenção da Deco para: Garantir a correção imediata do nome no bilhete, conforme o nome completo da criança; ou Viabilizar uma alternativa adequada, como a emissão de um novo bilhete sem custos adicionais. Agradeço desde já a atenção e aguardo um encaminhamento para resolução definitiva do problema.
Discriminação
Venho por este meio reclamar de discriminação por tentar fazer passe e obter desconto devido a incapacidade de 60%, mesmo apresentando o atestado o mesmo é negado sem justificação do motivo.
Reembolso Não Pago durante 4 meses
Exmos. Senhores, No passado dia 19/12/2025 comprei um passe ferroviário verde, o qual, após um erro do website, me foi cobrado mas não entregue. Fiz uma reclamação ao qual me foi respondida apenas na passada semana, dizendo que me vão reembolsar, mais de 3 meses depois. Ainda assim, não foi possível reembolsar-me pelo método original de pagamento, tendo a cp enviado um e-mail aonde me pediram os documentos bancários para realizar uma transferência, a qual aguardo. Acho vergonhoso e violador dos meus direitos de consumidor, tardarem mais de 3 meses para me devolver dinheiro que é meu e me foi cobrado incorretamente. E para além disso, no e-mail aonde me pedem os dados para reembolso de transferência bancária, terminam da seguinte forma, parecendo que me estão a fazer algum favor, e além disso dando-me um prazo, uma tremenda hipocrisia visto que não respeitam os prazos de resposta às reclamações: "Aguardaremos pela informação agora solicitada durante os próximos 10 dias, findos os quais daremos por concluído o seu pedido." Acho uma tremenda falta de respeito e profissionalismo, e, acima de tudo, gozar com a cara dos consumidores forçados e estes péssimos serviços em Portugal.
Reembolso de viagem não recebido
Bom dia! O pior serviço de apoio ao cliente que se possa imaginar. Pedi atempadamente, em 13/12/25, o reembolso de 4 viagens que não utilizei e até esta data, passados mais de 3 meses, não o recebi, não obstante as várias insistências que tenho feito. Todos os métodos para empatar têm utilizado, nomeadamente a identificação das viagens, cujos bilhetes enviei no pedido de reembolso, e cujo recebimento confirmaram. Tinha a ideia, pelos vistos errada, de que o grupo Barraqueiro (a que a Rede Expressos pertence) não tinha comportamento destes para com os seus clientes. Lamentável. Muito lamentável. Seguem os elementos para identificação do assunto: - reserva reserva A1242462; - bilhetes: 6512-1-999-48811-1; 6512-1-999-48812-1; 6512-1-999-48815-2; 6512-1-999-48816-2. Cumprimentos Joaquim do Rosário
Passe Ferroviário Verde
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente ao funcionamento do Passe Ferroviário Verde disponibilizado pela CP – Comboios de Portugal. Desde que adquiri o referido passe, ainda não consegui realizar uma única viagem num horário que me permita coordenar convenientemente as ligações necessárias para chegar ao meu destino. Semanalmente realizo viagens às quintas-feiras no trajeto Lisboa Oriente – Aveiro e aos domingos no sentido inverso, Aveiro – Lisboa Oriente. No entanto, no dia 11 de março tentei, por três vezes, reservar viagem aguardando a abertura das reservas após as 24 horas. Contudo, no minuto seguinte à abertura do sistema, ao tentar efetuar a reserva, os lugares já se encontravam esgotados. Considero difícil compreender como é possível que as reservas se esgotem de forma praticamente imediata, impedindo os utilizadores do passe de usufruírem efetivamente do serviço para o qual pagam. Devido a esta situação, para poder realizar a minha viagem no dia seguinte fui obrigada a adquirir um bilhete de autocarro, incorrendo assim em custos adicionais que não deveria ter de suportar. Não considero esta situação aceitável, sobretudo quando o objetivo destes programas é precisamente facilitar a mobilidade dos cidadãos, nomeadamente estudantes e trabalhadores. Caso a CP não tenha capacidade para assegurar disponibilidade suficiente de lugares para os titulares do Passe Ferroviário Verde, considero que deveria ser feita uma revisão do modelo atual. Uma possível solução poderia passar pela revisão do valor do passe, eventualmente incluindo também acesso aos comboios Alfa Pendular com uma tarifa ajustada, de forma a garantir maior disponibilidade de lugares para os utilizadores. Portugal é um país relativamente pequeno e iniciativas deste género são positivas e necessárias. No entanto, quando não são devidamente planeadas ou executadas, acabam por gerar frustração nos utilizadores, obrigando-os a suportar custos adicionais e criando uma perceção de ineficiência no serviço prestado. Assim, solicito que esta situação seja analisada e que sejam consideradas soluções que permitam tornar este passe verdadeiramente funcional e útil para os cidadãos que dele dependem para as suas deslocações regulares. Com os melhores cumprimentos, Anabela C S Stein
Reembolso em falta
Em Janeiro tinha uma reserva para ir de Pontevedra até Lisboa. Cancelaram-me sem explicações a viagem e depois de reclamar, prontamente me explicaram todos os reembolsos que fariam (em vários pagamentos, não entendi o motivo mas até ai ok). Recebi logo 8€, dias depois os 16€ mas ainda falta o maior: 32€. Isto foi a 20 de janeiro. Estamos em março e ainda não tenho o valor completo na conta e deixaram de me responder aos e-mails. A meados de fevereiro, em resposta, disseram que já tinham feito a transferência dos 32€. Como não recebi, pedi ID da transação para reclamar com o banco. Não responderam à pergunta, mas em contrapartida pediram-me o extrato. Enviei do mês de janeiro e fevereiro. Voltei a contactá-los a pedir novidades mais 3x. Nada de respostas. E nada do dinheiro também.
Reclamação por aplicação de multa indevida e irregularidades no registo da ocorrência
Venho por este meio solicitar a análise e intervenção da DECO PROTESTE relativamente a uma situação que considero profundamente injusta e irregular ocorrida num serviço da CP. Sou titular de um Passe Ferroviário Verde, o qual, de acordo com as informações oficiais disponibilizadas pela própria CP, permite viajar em diversos serviços ferroviários, incluindo determinados troços dos Comboios Urbanos do Porto. Entre esses troços encontra-se expressamente indicado o percurso Paredes – Marco de Canaveses. No dia da ocorrência, encontrava-me a realizar o percurso Paredes – Penafiel, sendo que Penafiel é uma estação intermédia dentro desse mesmo troço. Assim, segundo as próprias condições de utilização do Passe Ferroviário Verde divulgadas pela CP, este percurso encontra-se abrangido pela validade do passe. Apesar disso, durante a viagem fui abordado por um revisor que considerou indevidamente que eu não possuía um título de transporte válido, tendo sido levantado um auto de multa. Para além de considerar a multa injustificada à luz das regras do passe, existe ainda um segundo problema grave relacionado com o registo da ocorrência. No documento da multa consta que a infração ocorreu num troço anterior da linha, num segmento do percurso em que eu não me encontrava no comboio. Tenho possibilidade de demonstrar este facto através dos horários oficiais dos comboios, que evidenciam que apenas entrei no comboio posteriormente, já no troço em que estava efetivamente a viajar. Esta inconsistência levanta sérias dúvidas quanto à exatidão do auto levantado, uma vez que: a localização indicada para a alegada infração não corresponde ao local onde me encontrava; os horários públicos dos comboios permitem verificar que eu não poderia estar nesse troço naquele momento; adicionalmente, presumo que a própria CP possua registos operacionais internos do posicionamento do comboio e da hora exata em que o auto foi emitido, o que poderá confirmar objetivamente esta discrepância. Ou seja, para além da interpretação incorreta das regras de validade do Passe Ferroviário Verde, o próprio auto aparenta conter informação factual incorreta quanto ao local da ocorrência. Acresce ainda um terceiro problema relevante: após o sucedido procurei contactar a CP para esclarecer e contestar a situação. No entanto, verifiquei que os tempos de resposta da empresa são extremamente prolongados, ao ponto de poderem ultrapassar os prazos associados ao pagamento ou contestação da multa. Esta situação cria um problema sério para o consumidor, pois coloca-o numa posição em que: é aplicada uma multa cuja legitimidade é altamente questionável; tenta esclarecer ou contestar a situação junto da empresa responsável; mas a própria empresa demora tanto tempo a responder que coloca em risco o cumprimento dos prazos legais relacionados com a contraordenação. Considero que este tipo de funcionamento é prejudicial para os direitos dos consumidores e cria uma situação de clara desigualdade entre a empresa e o utilizador do serviço. Assim, solicito o apoio da DECO PROTESTE para: analisar a legalidade da multa aplicada neste contexto; verificar a correta interpretação das condições de utilização do Passe Ferroviário Verde relativamente ao percurso Paredes – Penafiel; avaliar a irregularidade do auto no que respeita ao troço indicado para a alegada infração, que não corresponde ao local onde me encontrava; verificar se a demora sistemática da CP nas respostas pode comprometer os direitos de defesa do consumidor perante este tipo de processos. Face ao exposto, considero que existem fundamentos sólidos para que a multa seja anulada, uma vez que a situação aparenta resultar de uma interpretação incorreta das regras do passe e de um registo incorreto do local da ocorrência.
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