Reclamações públicas

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M. L.
09/02/2026

Reclamação Avis Portugal: práticas comerciais abusivas e falta de transparência

Exmos. Senhores, Venho apresentar reclamação contra a Avis Portugal relativamente a um aluguer efetuado no Aeroporto de Lisboa, de 15/01/2026 a 18/01/2026, contrato E545351321, viatura Hyundai Kauai, matrícula CA‑37‑TB, reservado através do Booking.com. Em síntese, os problemas principais são: 1) Venda agressiva de seguros locais desnecessários Informei o colaborador da Avis que já tinha um seguro “Full Protection” via Booking/Zurich (apólice 7812609872), que cobre danos e franquias até 20.000 euros, reembolsando os montantes que a Avis me viesse a cobrar por danos ao abrigo do contrato. Na própria documentação da reserva do Booking.com consta expressamente que: • a caução a bloquear no cartão ao levantar o carro seria de 200,00 euros; • as franquias de danos e roubo (3.151,26 euros com IVA) podem ser reduzidas através de uma “Franquia reduzida” ou outras coberturas adicionais, apresentadas como produtos facultativos. No balcão da Avis, contudo, a informação foi-me apresentada de forma muito mais alarmista: foi-me referida verbalmente uma alegada franquia de cerca de 2.000 euros em caso de danos, sem enquadrar devidamente a existência e o alcance do seguro Full Protection já contratado via Booking/Zurich, nem o facto de a caução prevista na reserva ser de 200 euros. Perante esta explicação e sob o impacto da referência a um valor de franquia muito elevado, bem como medo instigado pelo colaborador acabei por ser levado a contratar seguros locais adicionais (“Super Cobertura de Danos + CDW”, no valor de 32,48 euros, e “Cobertura de Vidros”, no valor de 22,28 euros), que se revelaram redundantes face à cobertura externa que já possuía. Considero que esta atuação constitui uma prática comercial agressiva e desleal, que explora o medo do consumidor no momento do check‑in e o leva a contratar produtos adicionais que, em condições de informação completa e equilibrada, não contrataria. 2) Política de combustível enganadora e pouco transparente No momento do levantamento, foi-me dito verbalmente que a Avis tinha um acordo com gasolineiras e que o combustível seria cobrado a 1,31 euros/litro + taxas, com a explicação concreta de que: • se eu devolvesse o carro com mais de meio depósito, compensava encher antes de entregar; • se devolvesse com cerca de 1/4 de depósito, compensava entregar assim porque o preço interno seria mais vantajoso. Confiando nesta explicação, devolvi o carro com cerca de 1/4 de depósito. Mais tarde, verifiquei que me foi cobrada a opção de “combustível simplificado” (EZ Fuel) no valor de 82,05 euros, que, com taxas, ascendeu a cerca de 88 euros. Este valor é superior ao que teria pago se tivesse abastecido o carro num posto de combustível de supermercado (Auchan/Intermarché), pelo preço de mercado (cerca de 1,65 euros/litro). Na resposta escrita à minha reclamação no Livro de Reclamações (ref. ROR00000000045486153), a Avis já nem refere os 1,31 euros/litro que me foram ditos no balcão, passando a mencionar 1,35 euros/litro + IVA. Esta discrepância mostra inconsistência entre a informação verbal prestada ao consumidor e a informação escrita invocada posteriormente, o que torna ainda mais evidente a falta de transparência da política de combustível. Em suma, fui levado a tomar uma decisão económica (não abastecer fora) com base numa informação incompleta e enganadora sobre o preço efetivo do combustível, o que me causou prejuízo direto. 3) Valores desproporcionais por danos ligeiros nas jantes e critério pouco razoável No final do aluguer, foram identificados riscos superficiais em duas jantes dianteiras. De acordo com a estimativa de custos enviada pela própria Avis (doc. 513319701), foram imputados: • 97,67 euros + IVA (120,13 euros) pela jante dianteira esquerda; • 109,89 euros + IVA (135,16 euros) pela jante dianteira direita; • 78,70 euros + IVA (96,80 euros) a título de “tempo de inatividade do veículo”; • 38,00 euros + IVA (46,74 euros) de “taxa de gestão por danos”; perfazendo um total de 398,83 euros por meras arranhadelas/raspagens nas jantes. Considero estes valores manifestamente desproporcionais para danos superficiais. Uma reparação de jante em oficina comum ronda, tipicamente, valores bastante inferiores por unidade, e não inclui este tipo de acréscimos (perda de uso e taxas administrativas) nestes montantes. Em anexo, a Avis enviou ainda fotografias que incluem, além das jantes, imagens do para‑choques com pequenos pontos escuros (mosquitos/insetos de autoestrada), que são claramente sinais normais de utilização e não danos. Isto reforça a perceção de que o critério de avaliação de “danos” é excessivamente gravoso para o cliente, podendo configurar uma prática sistemática de sobrecarga de custos de reparação. 4) Resposta insatisfatória à reclamação no Livro de Reclamações Apresentei reclamação no Livro de Reclamações Eletrónico (ref. ROR00000000045486153). A resposta da Avis limita‑se, em essência, a afirmar que, por eu ter assinado o contrato, se presume que li, compreendi e aceitei todas as condições, e que a empresa não pode corroborar aquilo que foi dito verbalmente no balcão. Não há qualquer esforço em confrontar a divergência entre a explicação verbal e os custos efetivamente cobrados, nem em ponderar a proporcionalidade dos valores aplicados pelas jantes e pelos serviços associados. Em particular, a empresa refugia‑se na assinatura do contrato para ignorar a forma como a informação foi transmitida ao consumidor no momento do atendimento. 5) Situação atual A Avis debitou‑me o valor total de 505,47 euros. O seguro Zurich/Booking aprovou entretanto um reembolso parcial relativo à componente de danos (franquia), o que mitiga o prejuízo direto nessa parte. No entanto, este reembolso externo não resolve: • a venda de seguros locais redundantes, • a política de combustível enganosa, • e a desproporção dos valores cobrados pelas jantes e respetivos suplementos (tempo de inatividade, taxa de gestão). Pedidos • Que seja analisada a existência de práticas comerciais agressivas e enganadoras na venda de seguros adicionais no balcão, bem como na explicação da política de combustível, à luz da legislação de defesa do consumidor. • Que se avalie a razoabilidade e proporcionalidade dos valores cobrados pelas jantes e pelos serviços associados (tempo de inatividade e taxa de gestão), face ao tipo de dano e aos preços praticados no mercado. • Que se recomende à Avis a devolução dos montantes cobrados a título de seguros locais redundantes e a eventual correção/redução dos valores imputados por danos e combustível. • Que, se for caso disso, o processo seja comunicado às autoridades competentes (ASAE, Direção‑Geral do Consumidor).

Em curso
M. M.
04/02/2026

AVIS não emite faturas com NIF

Exmos. Senhores da AVIS e a quem interessar, a AVIS não emite faturas com NIF porque não disponibiliza o campo para preenchimento do NIF no momento da reserva nem após a reserva. Existe um espaço no site da AVIS que supostamente serve para pedir a fatura após a reserva mas que não funciona NUNCA. Ligo para o atendimento telefónico e remetem para um número específico da faturação mas ninguém atende NUNCA. Não respondem aos emails de pedido de fatura após as reservas. Ou seja, já tenho várias reservas de 2025 e uma de 2026 sem fatura e preciso para justificar a despesa perante a empresa pois como sabem o sistema fiscal é para todos, os que pagam e os que recebm. Fica aqui o alerta pois a AVIS já vem a com esta prática há uns bons anos, em que o processo de pedido de fatura sempre foi extremamente complexo e agora tornou-se impossível. Acho que alguém da AVIS e das autoridades devia olhar para este assunto com seriedade, pois ainda estamos a falar de alguns milhões não declarados.

Em curso
M. M.
31/01/2026

devolução taxa seguro aluguel na AVIS

Aluguei um carro com a Avis em Orlando. No checking (18/10/2025), fizeram um valor calção, mesmo eu tendo feito o seguro anterior com minha agência de viagens! Quando fiz o checkout, me disseram que devolveriam e até hj (janeiro 2026) nenhuma devolução

Em curso
L. E.
08/01/2026

Ma Fé, roubo, incumprimento.

Não recomendo o aluguer com esta empresa. Fui enganado no aeroporto de Madrid após chegar com uma reserva paga. Sugeriram que pagasse um depósito que seria reembolsado no momento da devolução do carro. Quando regressei ao meu país, descontaram-me 632€, para além dos 401,16€ que já tinha pago por 10 dias de renda. Foi o aluguer mais caro que já paguei durante 10 dias. Além disso, não me entregaram o carro que solicitei. Enchi o depósito de combustível na devolução e descontaram o valor do depósito desse valor. Tomarei medidas legais. Má-fé por parte da pessoa que nos atendeu.

Em curso
E. B.
06/11/2025

Reclamação por Cobrança Indevida e Falta de Resposta – AVIS RENT CAR

Lisboa, 06 de novembro de 2025 Assunto: Reclamação por Cobrança Indevida e Falta de Resposta – AVIS RENT CAR Venho, por este meio, tornar pública uma reclamação contra a AVIS RENT CAR, devido a cobranças indevidas e ausência total de resposta a um processo devidamente registado pela própria empresa. Sou cliente da AVIS e fiz aluguer de uma viatura em Lisboa, no dia 30/08/2025, devolvida no dia 31/08/2025 nas mesmas condições. Constatei débitos não autorizados no meu cartão bancário, acima de 300 €, do valor acordado no contrato. A reclamação formal foi apresentada à AVIS em 29 de setembro de 2025, tendo sido confirmada a sua receção e registada sob a referência por ela fornecida. Após reenvio da documentação solicitada, não obtive qualquer resposta adicional nem resolução até à presente data. Antes disso, contactei diretamente o ponto de aluguer, que informou não ter acesso aos meus dados e encaminhou-me para o atendimento central. Desde então, a empresa mantém-se em silêncio, sem apresentar esclarecimentos ou devolver os valores indevidamente cobrados. Esta situação configura violação dos direitos do consumidor, em particular do dever de resposta e transparência contratual, nos termos da Lei n.º 24/96 (Lei de Defesa do Consumidor) e da Diretiva Europeia PSD2 (2015/2366/UE) relativa a pagamentos não autorizados. Face à falta de resolução por parte da empresa, solicitei a intervenção da DECO e notificação da AVIS para que regularizem a situação e devolvam os valores indevidamente cobrados. EB

Resolvida
C. C.
30/09/2025

Fraude, engano, cobrança indevida, estelionato

Excelentíssimos senhores gostaria de esclarecimentos e providências sobre o golpe / estelionato sofrido pelo funcionário da Avis Bugget Portugal aeroporto Lisboa. Segundo relato abaixo expostos. Aluguei um carro dia 20/09 e devolvi dia 25/9 com tanque cheio. Mas fui enganada, levei um golpe do funcionário da empresa. Considero um estelionato fazer isso com o cliente... e é corriqueiro e costumas, Vi várias reclamações da mesma natureza. Fiz um contrato de locação com AVIs para o aluguel de carro em Portugal , já na contratação fiz a melhor cobertura ( ALL Inclusive) para não ter que pagar nenhuma taxa extra. Na entrega o carro o atendente falou que eu tinha cobertura total e que por isso não teria nenhum serviço opcional a me oferecer. Pediu que eu assinasse o contrato. Quando questionei sobre os valores constantes no contrato, fui informada que era só uma ratificação do já contratado. Falei novamente que eu já tinha contratado tudo e por isso não precisaria de mais nenhum opcional. e o atendente confirmou minha informação, só dizendo para eu assinar para estar ciente que poderia devolver o tanque vazio e pagar 88 euros se assim fizesse, mas se eu devolvesse com o tanque cheio nada pagaria. Devolvi com o tanque cheio. E para minha surpresa veio cobrando no meu cartão de crédito um valor de uma contratação opcional de mais de 1200,00 reais que fui induzida assinar na garantia que se tratava somente da ratificação do já contratado. Vi que existem várias reclamações da mesma natureza sobre essa empresa, o que me parece ser uma prática comum e recorrente de má fé com o cliente, Eles não deram o contrato impresso como solicitado, a atendente passa rápido o contrato na tela e enfatizava que era só confirmação dos itens all inclusive já contratado, e que a única taxa que eu pagaria seriam 88 euros caso entregasse o carro com o tanque vazio... ele tentava ainda me induzir o tempo todo a entregar com o tanque vazio. Má fé, enganação mesmo, procedimento corriqueiro a empresa treina seus funcionários para isso. Por isso tanta reclamações da mesma natureza. Numero do meu contrato com AVIS 544798052 a má fé é tanta que eu já tinha um contrato e fizeram esse novo, dizendo que era só ratificação do anterior com valores em Euros que era para eles terem uma cópia desse contrato assinado mas que era a mesma coisa que eu havia contratado e que nenhum opciónal seria cobrado, pois minha cobertura já era all inclusive, eles falavam isso o tempo todo e me induziam ainda a devolver o tanque vazio. Existem várias reclamações iguais, comprovando reiteradamente a má fé da empresa com os clientes e manchando a idoniedade da empresa portuguesa e seus funcionários que são extremamente treinados para isso, devem ganhar comissão e por isso sem nenhum escrúpulo enganam os clientes. Tanto que em nenhum momento coloquei minha senha do cartão de crédito para o valor contratado. A única vez que usei o cartão de crédito foi para autorização do bloqueio necessário como garantia de devolução do carro. SE eu tivesse realmente feito uma contratação, eu teria feito com autorização por senha na máquina de cartão. Muito chateada por essa empresa colocar em dúvida a idoniedade das empresas portuguesas em qual eu tinha inteira confiança de segurança, eficiência e eficácia.

Encerrada
G. M.
22/07/2025

Cobranças Abusivas - Aluguer de veículo

Em 24 de Junho de 2025, na devolução do veículo de aluguer da empresa AVIS (contrato 256743605 anexo) realizei uma reclamação ao funcionário AVIS do aeroporto uma vez que o veículo estava com rasgo no pneu dianteiro (D) e com dano no mecanismo de reclinar no banco do passageiro, (D), fazendo com que o passageiro (minha filha) tenha tido que viajar por muitos quilômetros se poder ajustá-lo. O funcionário aparente não acolheu bem minha reclamação e iniciou inspeção minuciosa na qual encontrou danos no assoalho externo do veículo (para lamas) e outros danos estéticos externos totalizando 13 ítens. Sem assinar o relatório de inspeção procurei imediatamente o serviço de apoio ao cliente da empresa, uma vez que discordei plenamente da responsabilidade por todos danos e, em particular, por ter sido prejudicado por dois deles. (pneu rasgado e mecanismo do banco). Recebi um resposta padrão de que tinha assumido plena responsabilidade por danos uma vez que assinei um contrato. Ressalto que a possibilidade de inspeção do veículo, no aeroporto é muito limitada uma vez que os carros estão estacionados muito próximos, dificultando a observação principalmente das partes inferiores. Com limite de iluminação e pelo veículo preto, não foi possível observar o o rasgo no pneu, caso contrário não teria saído com o veículo; também não tenho hábito de testar funcionamento de banco de passageiro o que, na minha opinião deveria ser obrigação da empresa. Para minha surpresa estou sendo cobrado por grande parte dos ítens, mesmo os que evidenciei para o funcionário da inspeção ao reclamar. Considero a cobrança de mais de 3.600 Euros extremamente abusiva porque as inspeções são muitas vezes falhas e muitos danos não são mostrados por usuários. Recebemos uma figura com poucos centímetros sem discriminação do tipo de dano, sem possibilidade de perguntar a qualquer funcionário (no estacionamento não há) e os funcionários do balcão não sabem detalhar, limitando-se a falar danos estéticos. (considero rasgo no pneu uma questão de omissão à segurança dos clientes) De nada adianta contratar seguro (não informam previamente que acionamento é por dano individual) ou zelar pelo veículo (sou cliente recorrente) se a empresa tem processos de inspeção falhos e está apenas focada em monetizar ocorrências de danos, claramente sem os reparar para os clientes. Com precárias condições de observar o veículo adequadamente e conhecer danos prévios no levantamento estamos reféns de práticas abusivas.

Resolvida
A. B.
18/07/2025

Avis- Cobrança abusiva e falta de transparência na reserva de veículo

Exmos. Senhores, Venho por este meio registar uma reclamação formal contra a empresa Avis, devido a uma prática abusiva e falta de transparência na contratação do serviço de aluguer de carro realizada no mês de Junho de 2025. Realizei uma reserva de veículo através do site da Avis em Portugal, com levantamento do veículo programado no Brasil, para o período de 10 a 22 de Junho de 2025. O valor total informado na reserva — já incluindo um condutor adicional — foi de 2.169,25 BRL. Já no rio de Janeiro, ao dirigir-me ao endereço indicado na reserva, fiquei surpresa por constatar que a empresa responsável pela entrega do veículo seria a Unidas, e não a Avis. Mais surpresa fiquei quando, após os procedimentos normais no balcão, fui confrontada com a cobrança de 4.219,48 BRL, ou seja, quase o dobro do valor originalmente contratado. Tal cobrança, como poderá ser verificada no documento em anexo, não havia sido informada no momento da reserva. Além disso, tinha entretanto optado por contratar no local duas coberturas adicionais no valor de 859,20 BRL, pelo que a factura emitida pela Unidas emitida totalizou 5.069,68 BRL, conforme poderão verificar em documento junto. Ao reclamar, na altura, a diferença de valor, fui informada pela funcionária da Unidas que teria de resolver o assunto com a Avis. Tentei imediatamente entrar em contacto telefónico mas, devido à diferença horária, o atendimento telefónico da Avis em Portugal já se encontrava encerrado. Reforço que nenhum dos valores adicionais cobrados foi previamente informado no site da Avis, o que configura uma violação do direito à informação clara e antecipada do consumidor, de acordo com a legislação aplicável. Após o uso regular do veículo pelo período reservado, tentei diversas vezes entrar em contacto com a Avis para solicitar o reembolso da diferença cobrada indevidamente. No entanto, não obtive qualquer resposta coerente da Avis aos e-mails enviados; transmitiram toda a responsabilidade à Unidas Brasil. Inclusive, solicitei o acesso ao livro de reclamações da empresa e também não obtive resposta. Perante isto, venho solicitar, com o apoio da DECO Proteste: O reembolso da diferença indevida cobrada no momento da retirada do veículo; Um esclarecimento formal da empresa sobre os valores adicionais aplicados; A mediação da DECO junto à Avis para resolução célere desta situação. Anexo a esta reclamação estão: Cópia da reserva realizada no site da Avis em Portugal; Comprovativo do pagamento efectuado no Brasil; Cópia da factura emitida pela Unidas; Registos das tentativas de contacto com a empresa. Aguardo retorno e agradeço desde já o apoio na defesa dos meus direitos enquanto consumidora. Atenciosamente,

Resolvida
V. B.
08/03/2024

Pneus de Inverno não fornecidos

Venho por este meio expressar minha insatisfação em relação ao serviço prestado pela AVIS.No passado dia 10 de fevereiro aluguei, através da agência de viagens ABREU, uma viatura vossa no aeroporto de bolonha.Ao fazer a reserva deixei claro que precisava de um veículo com pneus de inverno devido às condições climáticas do destino para onde iria . Ao contrário da minha especificação inicial, o veículo estava equipado com pneus para todas as estações, que têm características diferentes dos pneus de inverno.A região para onde fui obriga, por lei, todos os veículos a circularem com pneus de inverno. Para além de ser perigoso circular com os pneus que me foram fornecidos, é ilegal e dá multa circular dessa forma. Tal como a informação que consta no contrato que a AVIS me forneceu:EQUIPAMENTO DE INVERNO PARA PNEUSPara alugueres em ITÁLIA, na maioria das regiões é obrigatório a viatura encontrar-se equipada com pneus de inverno ou possuir um conjunto de correntes de neve – que correspondam ao tipo de veículo que contratou. Esta regra aplica-se no período de 15 novembro a 15 abril.Sugerimos que verifique com antecedência se o itinerário da sua viagem passa por uma área que imponha esta exigência.Para o efeito consulte os sites www.poliziadistato.it e www.mit.gov.it.Esta discrepância entre o que foi solicitado e o que foi fornecido é inaceitável, especialmente tendo em conta que efetuei um pagamento adicional pelos pneus de inverno. Este não cumprimento do que foi contratado resultou em sérios inconvenientes e preocupações de segurança durante a minha estadia e pretendo que me seja devolvida a quantia extra que paguei, por um serviço que não foi cumprido.Obrigado pela vossa atenção e aguardo uma resolução satisfatória.

Resolvida
R. L.
19/09/2023

Caução que não foi reembolsado

Realizei duas locações de veículo na AVIS, uma em 11-08-2023 e uma em 18-08-2023. Foram cobrados dois cauções na primeira locação 387,42 e o segundo caução de 440,93. A locadora me passou o prazo de 28 dias para restituição do caução, contudo, até a presente data não recebi a restituição dos valores. Fui ao banco e me disseram que tenho que resolver direto com a Avis.

Resolvida

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