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Avis mantém 133,16 EUR bloqueados após não confirmar a viatura
Exmos. Senhores, No dia 10/09/2026 efetuei através da Avis um pedido de reserva de uma viatura para levantamento em Elvas no dia 23/09/2026 às 09:00, com devolução no Estoril no dia 24/09/2026 às 09:00, pelo valor total de 133,16 EUR. Após efetuar o pedido, recebi uma comunicação da Avis informando expressamente que a reserva ainda aguardava confirmação devido à disponibilidade limitada do grupo de veículos selecionado e que seria posteriormente informado acerca da disponibilidade da viatura. Apesar de a reserva ainda estar sujeita a confirmação, a Avis efetuou uma pré-autorização no valor integral de 133,16 EUR no meu cartão Wise, deixando este montante bloqueado e indisponível na minha conta. Posteriormente, recebi uma nova comunicação da própria Avis, com a indicação "Avis - Viatura Indisponível", informando que não seria possível confirmar o veículo selecionado devido à indisponibilidade da viatura pretendida. Importa esclarecer que não fui eu quem cancelou ou desistiu da reserva. Foi a própria Avis que informou não conseguir confirmar e disponibilizar a viatura solicitada. Apesar disso, a pré-autorização de 133,16 EUR continua ativa no meu cartão Wise e o dinheiro permanece indisponível. Em consequência deste bloqueio, fiquei com apenas 0,84 EUR disponíveis na minha conta em euros. Esta situação está a causar-me um transtorno significativo. A minha viagem está marcada para o dia 23/09/2026 e preciso justamente deste dinheiro para efetuar uma nova reserva de veículo. Neste momento, além de não ter a viatura solicitada à Avis, também estou impossibilitado de utilizar os 133,16 EUR destinados ao aluguer para contratar outra empresa. Tentei entrar em contacto com a Avis para solicitar a libertação da pré-autorização, inclusive por telefone, mas até ao momento não consegui obter uma solução. Não considero razoável que o consumidor tenha de suportar a indisponibilidade do seu próprio dinheiro depois de a empresa informar que não consegue confirmar nem prestar o serviço solicitado, sobretudo quando a impossibilidade de concretização da reserva decorre da indisponibilidade comunicada pela própria Avis. Tenho em minha posse todos os comprovativos da situação, nomeadamente o pedido original de reserva, a comunicação inicial informando que a reserva aguardava confirmação, o email posterior da Avis informando que a viatura estava indisponível e o comprovativo do Wise demonstrando que os 133,16 EUR permanecem pré-autorizados. Face ao exposto, solicito à Avis: A libertação ou reversão imediata da pré-autorização de 133,16 EUR; A confirmação por escrito de que este montante não será efetivamente cobrado; Uma explicação sobre o motivo pelo qual a pré-autorização permanece ativa mesmo depois de a própria Avis informar que não consegue confirmar a reserva; Caso exista disponibilidade, uma solução alternativa de viatura equivalente para as mesmas datas e condições, sem que me seja exigido um novo pagamento enquanto o primeiro montante permanece bloqueado. Considerando que a viagem ocorrerá no dia 23/09/2026 e que necessito do valor bloqueado para contratar imediatamente uma alternativa, solicito que esta situação seja tratada com caráter de urgência. A situação também foi formalmente reclamada através dos meios competentes, dispondo de toda a documentação necessária para comprovar os factos aqui relatados. Aguardo uma resolução urgente e a confirmação da libertação dos 133,16 EUR. Com os melhores cumprimentos, Luiz Antonio Alves de Oliveira Junior
Cobrança indevida e sem respostas
Aluguei um carro em Milão, Itália, na empresa Avis Budget. A retirada foi bastante facilitada (até demais, pois nenhum funcionário acompanha até o carro). Fui vítima de vandalismo ou má-fé, ou seja, o carro foi riscado nas 4 laterais com um objeto pontiagudo, o que só foi percebido durante a inspeção. Para além de um valor absurdo de reparo, a empresa cobrou uma taxa que não consta no contrato. Fui à loja física da Budget, no Porto, e eles disseram que não podem fazer nada, que tem que ser resolvido diretamente com a Avis da Itália (embora na Itália me dissessem que eu poderia resolver qualquer problema em Portugal). Tenho tentado contactar a empresa por email, mas ninguém me responde. Não recomendo a empresa de todo. Não fui bem tratada na devolução e, honestamente, não sei como os riscos foram feitos durante as 3h que passei na cidade antes da entrega do carro.
Retenção indevida de caução
Exmos. Senhores, Venho apresentar uma reclamação relativamente à Avis Budget, na sequência de uma caução/pré-autorização no valor de €200,01, efetuada no âmbito de um aluguer de viatura no Aeroporto do Porto no dia 28 de junho de 2026. A operação de €200,01 foi efetuada no meu cartão bancário e encontra-se atualmente identificada na aplicação do meu banco como “pendente de confirmação pelo comerciante”. O veículo foi entretanto devolvido à Avis, tendo o contrato de aluguer terminado há várias semanas. Após a devolução, contactei a Avis para saber quando seria libertado o valor da caução. Foi-me indicado pela empresa que a libertação poderia demorar até 28 dias úteis. No entanto, esse prazo já foi largamente ultrapassado e os €200,01 continuam indisponíveis. Tenho tentado resolver esta situação diretamente com a Avis, através de contactos telefónicos e por email, mas não tenho conseguido obter uma resposta ou uma solução. As minhas tentativas de contacto permanecem sem resposta. Importa salientar que não fui informada de qualquer dano causado à viatura, penalização, dívida ou outro motivo que justificasse a retenção deste montante. O valor corresponde à caução/pré-autorização efetuada aquando do aluguer. Neste momento, apesar de o aluguer já ter terminado há bastante tempo e de o prazo de 28 dias úteis indicado pela própria empresa já ter sido ultrapassado, continuo sem poder utilizar os €200,01. Considero particularmente preocupante que, além de o valor continuar pendente, a empresa não esteja a responder às minhas tentativas de contacto para esclarecer e resolver a situação. O que solicito Solicito a intervenção da DECO PROteste no sentido de me ajudar a obter uma resposta e uma solução por parte da Avis, nomeadamente: 1. A libertação imediata dos €200,01 correspondentes à caução/pré-autorização; 2. Caso a Avis alegue que o montante já foi libertado, que me seja fornecido comprovativo da data em que a pré-autorização foi cancelada/libertada; 3. Uma explicação clara para o facto de o valor continuar pendente depois de ultrapassado o prazo de 28 dias úteis indicado pela própria empresa; 4. Uma resposta formal às minhas anteriores tentativas de contacto. Já tentei resolver a situação diretamente com a empresa, sem sucesso, pelo que recorro agora à DECO PROteste para obter apoio na defesa dos meus direitos enquanto consumidora. Envio em anexo alguns documentos que comprovam as minhas tentativas de comunicação com a empresa.
Cobrança indevida
Venho por este meio expressar o meu descontentamento em relação ao serviço prestado pela Avis. Depois de várias tentativas de contacto por email, continuo sem obter qualquer resposta ou esclarecimento. Fui confrontada com um débito na minha conta bancária, feito sem qualquer justificação, aviso prévio ou explicação sobre a sua origem. Considero esta situação completamente inaceitável. Foi retirado dinheiro da minha conta sem explicação e, mesmo após ter solicitado esclarecimentos e a devolução desse valor, continuo a ser ignorada, sem qualquer apoio da parte da empresa. Sinto-me prejudicada, pois perdi dinheiro sem motivo aparente e não vejo qualquer vontade da Avis em resolver a situação, nem em proceder ao reembolso. Peço a devolução imediata do valor cobrado sem justificação, bem como uma explicação formal sobre o débito. Caso não haja resolução, pondero recorrer às entidades competentes para defender os meus direitos enquanto consumidora.
Má fé - valor abusivo
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação formal relativamente a uma cobrança indevida efetuada pela Avis Portugal no âmbito de um contrato de aluguer de veículo. Aquando da contratação, questionei por diversas vezes a atendente sobre a política de combustível aplicável à reserva. A mesma confirmou expressamente que não haveria necessidade de abastecer o veículo e que não seria cobrado qualquer custo adicional a esse título. Foi-nos igualmente oferecido um upgrade, cujo valor adicional de EUR 180 foi acordado e aceite. Assim, o valor total acordado e esperado era de EUR 297, correspondente ao valor inicial da reserva (EUR 117, já liquidado) acrescido do upgrade (EUR 180). Contudo, o montante efetivamente cobrado foi de EUR 450, incluindo encargos de combustível e AVI que não foram contratados nem autorizados, representando uma cobrança indevida de EUR 153. Considero que houve indução em erro por parte da vossa colaboradora no momento da contratação, o que configura uma prática contrária à boa-fé contratual e à legislação de defesa do consumidor aplicável. Nestes termos, solicito a revisão da cobrança efetuada e o reembolso imediato do valor de EUR 153, correspondente às rubricas de combustível e AVI indevidamente debitadas.
Reclamação Avis Portugal: práticas comerciais abusivas e falta de transparência
Exmos. Senhores, Venho apresentar reclamação contra a Avis Portugal relativamente a um aluguer efetuado no Aeroporto de Lisboa, de 15/01/2026 a 18/01/2026, contrato E545351321, viatura Hyundai Kauai, matrícula CA‑37‑TB, reservado através do Booking.com. Em síntese, os problemas principais são: 1) Venda agressiva de seguros locais desnecessários Informei o colaborador da Avis que já tinha um seguro “Full Protection” via Booking/Zurich (apólice 7812609872), que cobre danos e franquias até 20.000 euros, reembolsando os montantes que a Avis me viesse a cobrar por danos ao abrigo do contrato. Na própria documentação da reserva do Booking.com consta expressamente que: • a caução a bloquear no cartão ao levantar o carro seria de 200,00 euros; • as franquias de danos e roubo (3.151,26 euros com IVA) podem ser reduzidas através de uma “Franquia reduzida” ou outras coberturas adicionais, apresentadas como produtos facultativos. No balcão da Avis, contudo, a informação foi-me apresentada de forma muito mais alarmista: foi-me referida verbalmente uma alegada franquia de cerca de 2.000 euros em caso de danos, sem enquadrar devidamente a existência e o alcance do seguro Full Protection já contratado via Booking/Zurich, nem o facto de a caução prevista na reserva ser de 200 euros. Perante esta explicação e sob o impacto da referência a um valor de franquia muito elevado, bem como medo instigado pelo colaborador acabei por ser levado a contratar seguros locais adicionais (“Super Cobertura de Danos + CDW”, no valor de 32,48 euros, e “Cobertura de Vidros”, no valor de 22,28 euros), que se revelaram redundantes face à cobertura externa que já possuía. Considero que esta atuação constitui uma prática comercial agressiva e desleal, que explora o medo do consumidor no momento do check‑in e o leva a contratar produtos adicionais que, em condições de informação completa e equilibrada, não contrataria. 2) Política de combustível enganadora e pouco transparente No momento do levantamento, foi-me dito verbalmente que a Avis tinha um acordo com gasolineiras e que o combustível seria cobrado a 1,31 euros/litro + taxas, com a explicação concreta de que: • se eu devolvesse o carro com mais de meio depósito, compensava encher antes de entregar; • se devolvesse com cerca de 1/4 de depósito, compensava entregar assim porque o preço interno seria mais vantajoso. Confiando nesta explicação, devolvi o carro com cerca de 1/4 de depósito. Mais tarde, verifiquei que me foi cobrada a opção de “combustível simplificado” (EZ Fuel) no valor de 82,05 euros, que, com taxas, ascendeu a cerca de 88 euros. Este valor é superior ao que teria pago se tivesse abastecido o carro num posto de combustível de supermercado (Auchan/Intermarché), pelo preço de mercado (cerca de 1,65 euros/litro). Na resposta escrita à minha reclamação no Livro de Reclamações (ref. ROR00000000045486153), a Avis já nem refere os 1,31 euros/litro que me foram ditos no balcão, passando a mencionar 1,35 euros/litro + IVA. Esta discrepância mostra inconsistência entre a informação verbal prestada ao consumidor e a informação escrita invocada posteriormente, o que torna ainda mais evidente a falta de transparência da política de combustível. Em suma, fui levado a tomar uma decisão económica (não abastecer fora) com base numa informação incompleta e enganadora sobre o preço efetivo do combustível, o que me causou prejuízo direto. 3) Valores desproporcionais por danos ligeiros nas jantes e critério pouco razoável No final do aluguer, foram identificados riscos superficiais em duas jantes dianteiras. De acordo com a estimativa de custos enviada pela própria Avis (doc. 513319701), foram imputados: • 97,67 euros + IVA (120,13 euros) pela jante dianteira esquerda; • 109,89 euros + IVA (135,16 euros) pela jante dianteira direita; • 78,70 euros + IVA (96,80 euros) a título de “tempo de inatividade do veículo”; • 38,00 euros + IVA (46,74 euros) de “taxa de gestão por danos”; perfazendo um total de 398,83 euros por meras arranhadelas/raspagens nas jantes. Considero estes valores manifestamente desproporcionais para danos superficiais. Uma reparação de jante em oficina comum ronda, tipicamente, valores bastante inferiores por unidade, e não inclui este tipo de acréscimos (perda de uso e taxas administrativas) nestes montantes. Em anexo, a Avis enviou ainda fotografias que incluem, além das jantes, imagens do para‑choques com pequenos pontos escuros (mosquitos/insetos de autoestrada), que são claramente sinais normais de utilização e não danos. Isto reforça a perceção de que o critério de avaliação de “danos” é excessivamente gravoso para o cliente, podendo configurar uma prática sistemática de sobrecarga de custos de reparação. 4) Resposta insatisfatória à reclamação no Livro de Reclamações Apresentei reclamação no Livro de Reclamações Eletrónico (ref. ROR00000000045486153). A resposta da Avis limita‑se, em essência, a afirmar que, por eu ter assinado o contrato, se presume que li, compreendi e aceitei todas as condições, e que a empresa não pode corroborar aquilo que foi dito verbalmente no balcão. Não há qualquer esforço em confrontar a divergência entre a explicação verbal e os custos efetivamente cobrados, nem em ponderar a proporcionalidade dos valores aplicados pelas jantes e pelos serviços associados. Em particular, a empresa refugia‑se na assinatura do contrato para ignorar a forma como a informação foi transmitida ao consumidor no momento do atendimento. 5) Situação atual A Avis debitou‑me o valor total de 505,47 euros. O seguro Zurich/Booking aprovou entretanto um reembolso parcial relativo à componente de danos (franquia), o que mitiga o prejuízo direto nessa parte. No entanto, este reembolso externo não resolve: • a venda de seguros locais redundantes, • a política de combustível enganosa, • e a desproporção dos valores cobrados pelas jantes e respetivos suplementos (tempo de inatividade, taxa de gestão). Pedidos • Que seja analisada a existência de práticas comerciais agressivas e enganadoras na venda de seguros adicionais no balcão, bem como na explicação da política de combustível, à luz da legislação de defesa do consumidor. • Que se avalie a razoabilidade e proporcionalidade dos valores cobrados pelas jantes e pelos serviços associados (tempo de inatividade e taxa de gestão), face ao tipo de dano e aos preços praticados no mercado. • Que se recomende à Avis a devolução dos montantes cobrados a título de seguros locais redundantes e a eventual correção/redução dos valores imputados por danos e combustível. • Que, se for caso disso, o processo seja comunicado às autoridades competentes (ASAE, Direção‑Geral do Consumidor).
AVIS não emite faturas com NIF
Exmos. Senhores da AVIS e a quem interessar, a AVIS não emite faturas com NIF porque não disponibiliza o campo para preenchimento do NIF no momento da reserva nem após a reserva. Existe um espaço no site da AVIS que supostamente serve para pedir a fatura após a reserva mas que não funciona NUNCA. Ligo para o atendimento telefónico e remetem para um número específico da faturação mas ninguém atende NUNCA. Não respondem aos emails de pedido de fatura após as reservas. Ou seja, já tenho várias reservas de 2025 e uma de 2026 sem fatura e preciso para justificar a despesa perante a empresa pois como sabem o sistema fiscal é para todos, os que pagam e os que recebm. Fica aqui o alerta pois a AVIS já vem a com esta prática há uns bons anos, em que o processo de pedido de fatura sempre foi extremamente complexo e agora tornou-se impossível. Acho que alguém da AVIS e das autoridades devia olhar para este assunto com seriedade, pois ainda estamos a falar de alguns milhões não declarados.
devolução taxa seguro aluguel na AVIS
Aluguei um carro com a Avis em Orlando. No checking (18/10/2025), fizeram um valor calção, mesmo eu tendo feito o seguro anterior com minha agência de viagens! Quando fiz o checkout, me disseram que devolveriam e até hj (janeiro 2026) nenhuma devolução
Ma Fé, roubo, incumprimento.
Não recomendo o aluguer com esta empresa. Fui enganado no aeroporto de Madrid após chegar com uma reserva paga. Sugeriram que pagasse um depósito que seria reembolsado no momento da devolução do carro. Quando regressei ao meu país, descontaram-me 632€, para além dos 401,16€ que já tinha pago por 10 dias de renda. Foi o aluguer mais caro que já paguei durante 10 dias. Além disso, não me entregaram o carro que solicitei. Enchi o depósito de combustível na devolução e descontaram o valor do depósito desse valor. Tomarei medidas legais. Má-fé por parte da pessoa que nos atendeu.
Reclamação por Cobrança Indevida e Falta de Resposta – AVIS RENT CAR
Lisboa, 06 de novembro de 2025 Assunto: Reclamação por Cobrança Indevida e Falta de Resposta – AVIS RENT CAR Venho, por este meio, tornar pública uma reclamação contra a AVIS RENT CAR, devido a cobranças indevidas e ausência total de resposta a um processo devidamente registado pela própria empresa. Sou cliente da AVIS e fiz aluguer de uma viatura em Lisboa, no dia 30/08/2025, devolvida no dia 31/08/2025 nas mesmas condições. Constatei débitos não autorizados no meu cartão bancário, acima de 300 €, do valor acordado no contrato. A reclamação formal foi apresentada à AVIS em 29 de setembro de 2025, tendo sido confirmada a sua receção e registada sob a referência por ela fornecida. Após reenvio da documentação solicitada, não obtive qualquer resposta adicional nem resolução até à presente data. Antes disso, contactei diretamente o ponto de aluguer, que informou não ter acesso aos meus dados e encaminhou-me para o atendimento central. Desde então, a empresa mantém-se em silêncio, sem apresentar esclarecimentos ou devolver os valores indevidamente cobrados. Esta situação configura violação dos direitos do consumidor, em particular do dever de resposta e transparência contratual, nos termos da Lei n.º 24/96 (Lei de Defesa do Consumidor) e da Diretiva Europeia PSD2 (2015/2366/UE) relativa a pagamentos não autorizados. Face à falta de resolução por parte da empresa, solicitei a intervenção da DECO e notificação da AVIS para que regularizem a situação e devolvam os valores indevidamente cobrados. EB
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