Reclamações públicas

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M. V.
19/08/2024

Encomenda não recebida

Exmos. Senhores, Em 7-7-2024adquiri um smartphone, da marca Uelefone Armor22, pelo valor de 196€,no marktplace da Fnac. O pagamento foi efetuado no momento. Conforme fatura-recibo, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada até ao dia 8-8-2024. Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços 8-8-2024 e obtive a resposta de que o bem está para entrega. O estado da minha encomenda diz entregue o que me preocupa. Assim sendo, dado que o prazo de entrega já foi ultrapassado há bastante tempo, solicito a rescisão do contrato celebrado, informando que não me pode ser aplicada qualquer penalização. Cumprimentos.

Resolvida
L. F.
16/08/2024

Devolução do valor pago

Exmos. Senhores, A quase um mês comprei uma passadeira pelo Marketplace da FNAC. A passadeira me foi entregue com defeito e para além disso, mandaram apenas uma pessoa para realizar a entrega de uma passadeira de mais de 50kg. Optei por devolver a passadeira e ter meu dinheiro de volta, uma vez que a comunicação com vendedor é muito lenta e a FNAC não ajuda em nada, está sempre a se esquivar das responsabilidades. A quase um mês estou a espera de receber a devolução dos valores pagos a FNAC. Essa é minha última tentativa de resolver o problema de forma amigável, caso não obtenha respostas concretas, vou ir ao tribunal contra a FNAC, pois a FNAC através de seu Marketplace permite que vendedores irresponsáveis vendam seus produtos. A FNAC é quem recebe os valores, é quem apresenta o vendedor ao cliente, por tanto, tem responsabilidade solidária na resolução de qualquer problema jurídico. Aguardo um breve retorno. Cumprimentos.

Resolvida
M. S.
06/08/2024

Tablet Lenovo - Garantia Ineficaz

Exmos. Senhores, A 18-12-2022 adquiri um Tablet Lenovo P11 por 399,99€. A referência da fatura é 0300052022120000/004491. O equipamento apresentou anomalias desde início. Em março de 2023 recebi o vosso produto após ida à garantia, mas sucede que este continuava a apresentar os mesmos defeitos: O equipamento apresenta comportamentos anómalos como bloqueios, fecho de apps e pausa de música/vídeos. O equipamento não só não correspondia ao toque corretamente (no touchpad do teclado) como também escrevia sozinho. Existia também uma desconexão entre o tablet e teclado, visto que muitas vezes o equipamento não assumia o teclado magnético. Os problemas apresentados pelo equipamento foram comunicados em loja desde início, para que procedessem à sua reparação. Recebi o artigo reparado (com um teclado novo, mas as mesmas anomalias e comportamentos aleatórios presentes), contudo, devido à falta de disponibilidade e distância da minha casa à loja, só consegui voltar a entregar o meu equipamento na garantia em março deste ano (2024). O tablet voltou então à garantia, após exposição de todos estes comportamentos anómalos aos colaboradores da Fnac. Por volta de 16 de julho procedi ao levantamento do meu equipamento em loja, na guia de reparação constava que o mesmo teria sido alvo de uma reinstalação de software. Acontece que o tablet continua a apresentar exatamente os mesmos defeitos!!! A bateria, quando em utilização, não só não carrega como descarrega. Sem ser em utilização, o tablet apresenta-me mensagens como "20h55min até à carga total". O equipamento passa o dia inteiro à carga para poder estar completamente carregado. O desempenho continua exatamente igual, para além da lentidão, continua a apresentar comportamentos anómalos como bloqueios e falta de resposta. O tablet está exatamente como estava da primeira vez que o entreguei na Fnac.. Se não conseguem reparar o artigo, ou me entregam outro em substituição do mesmo ou me devolvem o valor que vos paguei, pelo que exijo que se pronunciem no prazo máximo de 10 dias. Se tal não acontecer, considerarei o contrato incumprido da vossa parte, pelo que terei que tomar as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.

Encerrada
H. X.
17/07/2024

Garantia Recusada para Fones

Exmos. Senhores, Bom dia. Gostaria de recorrer ao meu direito de acionar e usufruir da garantia do produto que comprei. No dia 8 de abril comprei o artigo "Auscultadores Bluetooth JBL Tune 510 | Rosa ( Auscultadores Hi Fi )", número da encomenda 1PBFT3PPM71RY. Fui utilizar o mesmo normalmente, e ao colocá-lo na minha cabeça, sem fazer nenhuma força extra ou forçar demais o objeto, o arco se partiu (e posso afirmar que tenho um tamanho de cabeça dentro da normalidade). Posso afirmar que o produto veio de fábrica com alguma fragilidade ou rachadura na parte do arco que se partiu, porque possuo um outro fone preto da JBL idêntico a esse, porém com fio, que já uso há mais de um ano, sem nenhum problema ou defeito. Contactei o setor responsável na FNAC, que me disse que nada poderiam fazer e que a responsabilidade deveria ser inteira da empresa parceira. Então, através do portal da FNAC, contactei a equipe de apoio da empresa parceira (Digital Depot - https://www.digitaldepot.co.za/) para me orientar sobre como acionar a garantia, e recebi uma resposta negativa do fornecedor, que alega que o produto se partiu por atos de mau-uso do mesmo, mesmo que eu tenha afirmado que não foi o que ocorreu. Independente disso tudo, pelo que pesquisei, por lei, aqui em Portugal “O comprador não precisa de provar que o defeito já existia no momento da entrega do artigo. Para acionar a garantia, basta apresentar o talão de compra (fatura). Mas há algumas exceções. No caso de bens móveis (novos e recondicionados), se o defeito se manifestar no terceiro ano de garantia, o consumidor tem de provar que aquele já existia à data da compra. No caso de bens usados, a presunção de conformidade também é de dois anos. Contudo, caso a garantia tenha sido reduzida por acordo entre as partes para 18 meses, a presunção é de um ano (ou seja, findo o primeiro ano, o consumidor tem de provar que o defeito já existia). Tratando-se de bens com elementos digitais, a presunção de falta de conformidade é, por norma, de dois anos.” (informação retirada do site da Deco Proteste). Logo, como a compra do fone foi realizada em 09 de abril de 2024, o produto ainda se encontra, pela lei, dentro do período de garantia ao qual não é obrigatória a comprovação que o defeito já existia no momento da entrega do artigo - por mais que eu esteja afirmando que o mesmo tenha, sim, ocorrido. Outra informação retirada do site da Deco Proteste: “Responsabilidade por produtos defeituosos: Se, durante o período de garantia legal, o produto vendido se revelar defeituoso ou não tiver a aparência ou não funcionar como publicitado, o vendedor é responsável. Em alguns países, essa responsabilidade também pode recair sobre o fabricante ou importador.” Além disso, acabamos por nos encontrar em um impasse no qual temos como critérios de análise a minha palavra, como cliente, contra um protocolo padrão praticado pelo fornecedor baseado em uma "impressão". Nesses casos, até onde sei, a verdade alegada pelo cliente deve prevalecer e ser respeitada. Ainda estou no aguardo de novas orientações por parte da DIGITAL DEPOT, que me ofereceu um reembolso parcial de 40% (ou seja, 15,60), porém não aceitei, afim de recorrer a decisão negativa e ter meus direitos, como consumidor, respeitados. Cumprimentos.

Resolvida
P. A.
11/07/2024

Parceria com pubilicidade enganosa

Exmos. Senhores, A Fnac faz alusão no seu site, a uma parceria genérica com a Booking.com, quanto ao aluguer de estadias em hoteis, villas, casas e apartamentos, a saber: https://www.fnac.pt/parcerias/bookingcom. Lendo os tópicos com ** , no final da página, apenas está escrito (1) Campanha válida de 29 março a 30 setembro de 2024. (2) Acumulável com campanhas em vigor disponíveis no site da Booking e com o programa de Fidelização Booking.com (Genius). Alguma dúvida, poderás contactar-nos através do 211 536 000 ou do email cartao.cliente@pt.fnac.com. Mais tarde, depois de efectuar a compra, verifica-se ter sido aplicado apenas o desconto do programa Genius no site da booking. Segundo resposta ao e-mail enviado para o apoio ao cliente da Fnac, "Informamos que, o desconto da parceria Booking - FNAC, é aplicado de forma automática no checkout quando estiver no processo de pagamento. O Alojamento só estará comtemplado para usfruir desta parceria, caso o alojamento que escolheu, esteja assinalado para recompensa imediata, identificada com uma tag verde a dizer "recompensa imediata de ...€"" Trata-se de ludibriar os consumidores. Aqui não estamos perante propaganda, verifica-se antes publicidade enganosa e os líricos são os que ainda se atrevem a adquirir produtos/ serviços em campanhas online. Ou seja, os consumidores portugueses da Fnac.pt. Tinha de estar muito bem explicitado, se necessário, com mais astericos, nos caso em que se aplica, qual a simbologia identificativa do desconto. Assim, acreditar em campanhas destas não faz o mais pequeno sentido. Cumprimentos.

Encerrada
A. G.
10/07/2024

devolução de pagamento

Exmos. Senhores, Em Dezembro de 2023 dirigi-me à loja FNAC Viana para troca de uma oferta - relógio no valor de 299,90€ - por um gira discos. na altura não havia disponibilidade em loja do produto e propuseram-me um cartão onde me foi creditado o valor de 299,90€. NAÕ ME FOI INFORMADO QUE O REFERIDO CARTÃO TINHA APENAS A VALIDADE DE 3 MESES! . Fiz uma compra on-line e correu bem. Na segunda compra o cartão deu erro! Dirigi-me à loja FNAC Viana, onde me foi informado que o cartão tinha apenas validade de 3 meses (em letras muito pequeninas ilegíveis, está de facto isso escrito no cartão), não podendo já utilizar o saldo ainda disponível de 197,10 euros. Pedi o livro de reclamações e reclamei. anexo reclamação e resposta que recebi da FNAC. Pretendo obviamente que me devolvam os 197,10 euros. Cumprimentos.

Encerrada
B. G.
05/07/2024

iPhone

Comprei um iPhone 15 Pro no dia 26 de junho, após 2 dias dirigi-me à Fnac de Torres Novas porque o telemóvel após 4h30 de uso fica sem bateria. Após concordarem com que algo não estaria bem disseram-me que ficar sem telemóvel até 1 mês para ir para a marca. Caso assim não quisesse poderia-me dirigir à Fnac do Vasco da Gama Shopping que eles lá me poderiam resolver o problema na hora. Ainda assim, pelas 19h03 liguei para o contacto da Fnac (211536000) ao qual me foi confirmado o mesmo. Chego ao Vasco da Gama, ao expor o meu problema nem se deram ao trabalho de ver e disseram-me que teria de enviar para marca. Fiz 115km para cada lado e fiquei na mesma. O problema continua por resolver. Nisto já vamos a dia 5 de Julho e mesmo após reclamação no livro (dia 28/06) continuo sem obter qualquer resposta e solução. Cumprimentos.

Encerrada
J. T.
03/07/2024

renting de telemovel

Exmos. Senhores, No domingo, 30 de julho de 2024, eu e a minha esposa dirigimo-nos à Fnac Chiado em Lisboa para contratar um serviço de renting de telemóveis. Avaliámos a oferta e as condições no site, levámos toda a documentação necessária e passámos por todo o processo descrito pelo funcionário da Fnac. Fornecemos todas as documentações exigidas, aguardámos o período de análise do processo (previsto para 30 minutos, mas que na prática demorou uma hora), submetemos nossos comprovativos de IBAN e pagámos as taxas devidas e a primeira parcela do renting de cada telemóvel. Após esperas, idas e vindas, ligações, explicações e confirmações entre os funcionários da Fnac, assinámos um contrato cada um, recebemos os aparelhos das mãos do funcionário e partimos, com tudo aparentemente resolvido. Entre Domingo, dia 30, e segunda-feira, dia 01/07, vendemos os nossos telemóveis antigos e adquirimos acessórios para os novos aparelhos (capas, películas, fones de ouvido, etc). Na terça-feira, 2 de julho de 2024, fomos surpreendidos com quatro chamadas não atendidas para mim e quatro para a minha esposa, durante o nosso horário de trabalho. Quando a minha esposa atendeu, era o funcionário da Fnac que nos havia vendido e entregue os aparelhos, dizendo que deveríamos voltar imediatamente à loja com os aparelhos, pois necessitavam de mais documentos. Quando a minha esposa pediu esclarecimentos, o funcionário explicou que o nosso cadastro não havia sido aprovado e que eram necessários mais documentos. Diante da falta de transparência do funcionário, a minha esposa pediu que esta informação fosse registada por email, para melhor avaliarmos a situação. Um segundo funcionário enviou um email, sem assumir qualquer responsabilidade pelo erro, informando que os aparelhos precisavam ser devolvidos, pois o nosso crédito não havia sido aprovado. Quando questionados sobre o facto de o funcionário da Fnac ter confirmado a aprovação e nos ter entregue dois contratos para assinatura, além de nos ter entregue os aparelhos em mãos, a loja respondeu que “os financiamentos só são aprovados de segunda a sexta-feira” e que era domingo - como se a) nós, como clientes, fôssemos obrigados a saber disso e b) isso não piorasse ainda mais a situação, já que demonstra que o funcionário que efetuou a venda estava ainda mais despreparado para tal. Adicionalmente, o senhor que nos enviou o email insinuou implicitamente que estávamos a cometer um crime de apropriação indevida, ao afirmar que estávamos com os aparelhos sem pagar, o que é uma inverdade, pois pagámos imediatamente um total de 138 euros, referente às primeiras parcelas devidas de cada aparelho, conforme exigido no contrato e ainda, conforme o mesmo contrato, entregámos todas as informações de IBAN para débito direto em nossas contas das parcelas subsequentes. Pelo exposto acima, gostaríamos de manifestar 2 queixas: 1) Devido à ruptura unilateral do contrato, visto que assinámos um documento, pagámos as taxas e saímos da loja com os aparelhos, atendendo a todos os pedidos e solicitações da loja e seguindo à risca o processo descrito por eles no site, agora uma das partes envolvidas no acordo está a rescindir o contrato. Portanto, essa parte deve arcar com o ônus e não o cliente. Não nos compete qualquer responsabilidade pelos erros cometidos durante o procedimento que originaram esta situação e, definitivamente, não devemos ser os únicos prejudicados. Além do mais, não colocámos quaisquer impedimentos para que a Fnac debitasse mensalmente das nossas contas o montante acordado. Se a Fnac errou ao confirmar o financiamento, deve resolver a situação com a financiadora para que esta efectue os débitos conforme combinado. Ressaltamos que, como é de conhecimento geral, muitas instâncias da nossa vida hoje dependem de um telemóvel, pelo que sofremos prejuízos concretos (para além da perda de tempo) com a perda de dados na troca de aparelhos, já vendemos os telemóveis antigos, comprámos acessórios, entre outros. 2) Num email, a loja alegou que “neste momento se encontram com dois equipamentos sem o pagamento dos mesmos”, em citação direta, caracterizando uma apropriação indevida. Isto é apenas um exemplo da postura acusatória que a loja tem vindo a adoptar nos contactos connosco. É necessário e determinante que, antes de qualquer outra coisa, a loja adopte uma postura de reconhecimento do erro: eu e a minha esposa jamais estaríamos em posse de dois aparelhos se estes não tivessem sido obtidos de forma justa, honrosa e civilizada, como aconteceu. Portanto, se houve algo que originou todo este lamentável episódio, foi um despreparo nos procedimentos internos por parte da Fnac, que permitiu que saíssemos da loja com os aparelhos com o processo concluído. Não houve sequer um aviso de que esta situação pudesse ocorrer, o que nos privou do direito de escolha. Se tivéssemos sido informados que haviam dúvidas, jamais teríamos saído da loja com aparelhos que não nos eram de direito ou que eventualmente pudessem necessitar de devolução. Um agravamento é o nosso constrangimento e sentimento de assédio. Se a loja nos entregou dois aparelhos e indicou a finalização do processo, como é que agora podemos ser acusados de estar na posse de um aparelho pelo qual não pagámos? Em primeiro lugar, sim pagámos! E depois, momento algum houve qualquer negação ou dificuldade criada por nós relativamente aos débitos diretos mensais subsequentes. Inclusive, os nossos dados estão na posse da empresa para tal efeito. Portanto, propomos objetivamente que o nosso serviço de renting seja mantido, de forma a não nos causar qualquer prejuízo, uma vez que cumprimos com todas as nossas obrigações. Se houve algum equívoco, este ocorreu por parte da loja, e, portanto, esta deve assumir o ónus, mantendo o acordo de aluguer de 24 meses connosco, como foi suposto no final da tarde de domingo, momento em que nos foram entregues os dois aparelhos. Não queremos nada além do que contratámos. Queremos apenas aquilo que foi acordado. Não queremos nada menos, pois cumprimos tudo o que nos foi solicitado e sugerido, e agora devolver os aparelhos significaria arcar unilateralmente com todo o dano causado pela loja.

Encerrada
M. A.
26/06/2024

Garantia não assumida

Exmos. Senhores, Em 29/04/2023 dirigi-me a uma loja FNAC para apresentar reclamação de um next hub mini que estava avariado e foi comprado em Novembro de 2023. O artigo foi comprado on-line e a FNAC não assume a garantia nem dá uma solução de resolução . Uma vez que o artigo está com defeito e foi comprado no site oficial da FNAC , pretendo que a FNAC assuma a avaria e resolva o problema ou substitua o artigo com defeito . Desde 29/04/2024 que estou sem o artigo disponível e desde essa data que não há uma solução para o problema Cumprimentos.

Encerrada
J. C.
14/06/2024

Assistência Pós venda Marketplace

Deixo a mesma informação que deixei aos serviços da FNAC marketplace hoje e a resposta recebida: [Ticket #RGQMNYPL] Pós venda Encomenda Marketplace 08A6KJGEF992M Bom dia Sandra e equipe da Marketplace da FNAC. Novamente a questão levantada por mim for encerrada no marketplace da qual não concordo tendo em conta o seguinte: - quando adquiri este produto o vendedor apresentava-se como localizado na Alemanha (zona da União Europeia com livre trânsito de bens e pessoas e cuja a garantia de reparação são 30 dias) - o meu ponto anterior está documentado nas mensagens de 29 de Maio de 2023. O mesmo foi comprado a 19 de Maio de 2023 mas o vendedor dando a resposta no dia seguinte diz dar apoio ao cliente. - Se o meu artigo teve um defeito no dia 25 de Abril e faço o envio do mesmo no dia 30 de Abril seguindo as indicações do vendedor ("uso de envio postal" requerido pelo vendedor, como assim fiz) - Quando verifico que esta entrega levou mais de 7 dias úteis a ser entregue foi quando comecei a pressionar os CTT e o Vendedor para que fosse feito algo para a entrega da mesma. - O próprio vendedor assume na sua mensagem de 22 de Maio que o pacote chegou à cidade de Shenzhen no dia 17 de Maio. Já no dia 24 de Maio o vendedor assume que a sua equipe cometeu um erro durante o relatório requerido pela alfândega, o que atrasou a entrega (apenas a 25 de Maio) Mediante este cenário surpreende-me que a FNAC dê razão e justifique o tempo de reparação a contar apenas a partir de 25 de Maio. Se o artigo chegou a 17 de Maio, essa seria no mínimo a data de início de reparação da mesma, não tenho culpa que o vendedor se tenha enganado na entrega dos dados a entregar na alfândega. Custa-me também o facto de que se comprei um artigo a um vendedor baseado na Alemanha (como identificado pelo vendedor) tenha um serviço de garantia e reparação superior a 2 meses, visto ter enviado este artigo no dia 30 de Abril e a FNAC pedir-me que aguarde pelo 25 de Junho para que algo seja feito. Agora o vendedor já coloca a informação online de onde realmente está localizado. Este tipo de serviço gerido pela FNAC marketplace tem as suas regras e responsabiliza os vendedores pelos seus serviços e a FNAC apenas é responsável pela plataforma. Eu sei disso. No entanto, a maneira como tratou o cliente deixa em muito a desejar e não me dá qualquer confiança para usar este ou outro qualquer serviço do marketplace no futuro. Melhores cumprimentos, José Carvalho Ao qual a resposta recebida foi: Olá José Carvalho, Obrigado pelo seu contacto. Lamentamos o exposto, o vendedor está sempre disponível para esclarecer qualquer dúvida que tenha, mesmo sem reclamação em aberto. Qualquer dúvida, estamos ao dispor. Agradecemos a preferência e até breve na FNAC! Sandra Vaz

Encerrada

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