Reclamações públicas

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A. N.
21/10/2026

**Assunto: Reclamação – Faturação retroativa de carregamentos elétricos

Venho apresentar uma reclamação formal relativamente à cobrança de 459,89 €, referente a carregamentos elétricos realizados desde julho de 2025, cujas faturas não foram disponibilizadas nem cobradas atempadamente. Durante todo este período, o cartão de carregamento permaneceu operacional, sem que tivesse recebido qualquer comunicação sobre a existência de valores em dívida. O meio de pagamento associado encontrava-se disponível para a cobrança dos consumos realizados em 2025. A própria Galp reconhece nas faturas que, devido a uma atualização do sistema, foram incluídos vários períodos de faturação, demonstrando que esta acumulação resulta de problemas internos da empresa. Saliento que esta situação já ocorreu anteriormente com a faturação da eletricidade da minha residência, também contratada à Galp, tendo sido apresentados valores acumulados que já foram pagos. Considero inaceitável que falhas recorrentes nos sistemas de faturação da Galp resultem em cobranças inesperadas de consumos realizados há mais de um ano, sem qualquer informação prévia ao consumidor. Assim, ao abrigo do artigo 10.º da Lei n.º 23/96, invoco expressamente a prescrição de todos os valores abrangidos pelo prazo legal aplicável, solicitando: A revisão das faturas e a anulação dos valores cuja cobrança esteja prescrita; Uma explicação para os atrasos na faturação e a ausência de cobranças atempadas; A suspensão de juros, penalizações e procedimentos de cobrança relativamente aos valores contestados até à resolução da reclamação. Reforço que nunca me recusei a pagar os serviços utilizados. Contudo, não considero aceitável ser confrontado com dívidas acumuladas durante mais de um ano devido a falhas de faturação da própria Galp, sem ter sido previamente informado.

Em curso
J. A.
10/10/2026

Corte de serviço de gás indevido

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a Galp devido ao corte ilegal do fornecimento de gás natural no meu imóvel (CUI: PT1602000001130259MG) e ao incumprimento gravoso do prazo legal para o restabelecimento do serviço.  O fornecimento foi interrompido por uma dívida de cerca de 15,00€ datada de agosto. Contudo, a Galp não efetuou a notificação prévia obrigatória por escrito (via postal/carta), conforme exigido pelo Artigo 191.º do Regulamento das Relações Comerciais (RRC) do setor do gás da ERSE. A alegada comunicação foi remetida apenas por correio eletrónico (tendo entrado na pasta de spam), o que não garante a devida receção nem cumpre os requisitos legais de aviso de corte com 20 dias de antecedência. Não houve sequer qualquer contacto telefónico prévio (nem mesmo por chamada gravada) a avisar sobre a suspensão do fornecimento. Um corte sem notificação postal válida constitui uma ilegalidade. Adicionalmente, procedi à regularização integral do valor em atraso no dia 8 de outubro de 2026, às 10:00. Entrei em contacto direto com os vossos serviços no mesmo dia, pelas 10:51, e procedi ao envio do respetivo comprovativo de pagamento por e-mail logo de seguida, às 11:00. Segundo as normas regulamentares da ERSE, o prazo máximo para a religação do gás após a cessação do motivo do corte é de 12 horas. À data de hoje, 10 de outubro de 2026, já decorreram mais de 48 horas desde o pagamento e a validação do mesmo, mantendo-me privado de um bem essencial e sem poder fazer comida ou tomar banho. É uma situação inadmissível. Face ao exposto, exijo: 1. O restabelecimento imediato do fornecimento de gás natural; 2. A total anulação e isenção de qualquer taxa de reativação/religação (quer de período diurno, quer noturno), uma vez que o corte foi incorreto e o atraso na reposição é da inteira responsabilidade da Galp; 3. A aplicação da devida indemnização por atraso no restabelecimento, tal como estipulado nos padrões de qualidade de serviço da ERSE, a ser creditada na minha próxima fatura. Com os meus cumprimentos,

Em curso
M. G.
21/09/2026

Fatura por estimativa sem justificação

Exmos. Senhores, Sou cliente com o contrato nº AG-251013-2852155. Venho por este meio reclamar o facto de a Galp me estar a emitir faturas por estimativa de consumo, passando a explicar o seguinte: Desde julho que estou em autoconsumo de electricidade uma vez que fiz um investimento e instalei painéis solares e baterias para micro produção de energia. Assim, desde essa data que não estou a consumir energia da rede. Conforme podem verificar na fatura de julho (a qual anexo), nao houve praticamente consumo de energia da rede. A 20 de agosto, quando a e-redes informou a galp que eu tinha instalado painéis, a empresa fornecedora passou a estimar os meus consumos, desculpando se que foi nessa altura que a e-redes informou da instalação (ou seja, se estivesse ausente da propriedade não cobravam consumos porque não existiam, mas como instalei painéis solares e continuo sem consumir, estimam consumos porque lhes é mais conveniente) Os contadores são digitais e a e-redes disponibiliza as leituras diárias na minha área de cliente. Inclusive, é possível descarregar o ficheiro Excel diário de consumos (o qual anexo, relativamente ao período em questão), onde se pode verificar mais uma vez que não existe consumo. A Galp está de momento a tirar partido do facto de eu não estar a consumir, para me aplicar uma estimativa de consumo de energia da rede que não só não é verdadeira como nem sequer fui questionado sobre o tema. Além do mais, após várias chamadas, a Galp apenas informou que “faz parte do procedimento” agora que instalei painéis solares, fazerem estimativas de consumo. Creio estar-se perante uma situação de abuso de poder e de roubo mesmo, uma vez que enquanto não foram informados da instalação, me cobraram apenas taxas (pois não tive consumo no mês de Julho e metade de agosto), e quando souberam da instalação, cobraram me estimativas de consumo (conforme podem ver na fatura do mês de agosto). Nesta fatura, estimaram cerca de 350kva de consumo, enquanto que o Excel retirado da minha área de cliente demonstra que o consumo real (no período estimado da Galp) foi cerca de 4kva. Passamos de uma fatura de 30€ em julho, para uma fatura de 110€ em agosto. O investimento que fiz na instalação de painéis é obviamente para poupar dinheiro no consumo da rede, e esse direito está a ser-me retirado. Solicitei correção da fatura, o operador apenas me disse que ia pedir que me enviasse um e-mail a justificar a situação, ao qual eu disse que não queria que me justificassem um assunto que não tem justificação, mas sim que me corrigissem a fatura indevida. Até ao momento não recebi nenhuma comunicação sobre a correção da mesma. Agradecia que mediassem a questão pois não acredito que seja correto cobrarem- me consumos que não fiz e utilizarem a minha necessidade óbvia de estar ligada a rede para utilizarem isso a seu favor. Até ao momento, os vossos serviços mostraram-se ineficientes na resolução do problema. Solicito a correção imediata das faturas e reservo o direito de recorrer a todos os meios ao meu alcance para obter uma compensação pelos prejuízos sofridos. Cumprimentos.

Resolvida
M. R.
21/08/2026

Condições contratuais não enviadas

Exmos. Senhores, Aderi ao serviço de electricidade e gás natural da Galp no final do mês de julho e, até à data (21/08), ainda não recebi as condições contratuais, isto apesar de já ter contactado por telefone e por escrito o apoio ao cliente por diversas vezes para tentar resolver a situação. Por isso, apresento a minha reclamação e peço a resolução desta situação o mais breve possível. Grato. Cumprimentos.

Resolvida
C. L.
17/08/2026

Consumo faturado em duplicado

Exmos. Senhores Venho pelo presente manifestar o meu desagrado pelo consumo cobrado em duplicado referdnte às faturas de gás propano que passo a descrever. No dia 26/05/2026 recebi o doc. N.⁰ 361818139717 do qual anexo, em que me cobravam 15m³ de gás sendo a leitura do contador descrita no documento de 1106m³, posteriormente recebi um crédito que me dispensou de pagar a fatuta rdferdnte ao mês 06 e 07 agore recebi o documento n.⁰ 381818110240 datado de 09/08/2026 o qual anexo, e em que o consumo no referido documento é de 1105m³ e já me estão a cobrar 1,56€. Podem me ajudar se já me cobraram o consumo de 1106m³ acho eu que só devo pagar gás quando o consumo ultrapassar os 1106m³.

Resolvida
N. S.
11/08/2026

Combina e novo contracto sem meu conhecimento

Exmos. Senhores, Apresentei adesão online aos serviços de eletricidade e gás da Galp através do plano ComBina. Ambos os serviços já se encontram instalados e a funcionar normalmente. No entanto, verifiquei que a minha conta continuava associada ao ComBina 2, não estando o contrato de gás incluído no plano, quando deveria estar enquadrada no ComBina 3 por também ser cliente NOS. Contactei o apoio ao cliente apenas para solicitar ajuda na correção desta situação. Em vez de resolverem o problema, foi criado um novo contrato "Casa+ Eletricidade", atualmente em ativação, sem que eu o tenha solicitado. Neste momento tenho dois contratos associados à minha conta e continuo sem a situação inicial devidamente resolvida. Quando questionei a origem deste novo contrato, foi-me informado que teria sido solicitado por telefone. Solicitei então a gravação da chamada, mas não foi apresentada qualquer prova de que tenha efetuado esse pedido. Nunca solicitei um segundo contrato, nem faz qualquer sentido que o fizesse, uma vez que o motivo do meu contacto era exclusivamente regularizar a associação dos serviços ao plano ComBina. Além de não terem resolvido a situação, foi criado um novo problema, sem qualquer explicação clara. Já passou mais de uma semana desde o primeiro contacto e, a cada chamada, recebo informações diferentes, sem que seja apresentada uma solução concreta. Considero esta situação inadmissível e solicito a regularização imediata da minha conta, a anulação do contrato que não reconheço, bem como uma explicação formal sobre a forma como esse contrato foi criado sem o meu consentimento. Cumprimentos.

Encerrada
L. O.
03/08/2026

A pior empresa possível

No dia 9 de julho, contactei a Galp por via telefónica para reclamar do incumprimento das condições comerciais prometidas na contratação. Em vez de encaminharem o processo internamente, orientaram-me a enviar um e-mail para linhagalpgas@galp.com, procedimento que cumpri no próprio dia. Mais tarde, percebi que esta instrução serviu para me dissuadir de utilizar o Livro de Reclamações Eletrónico, o canal oficial com prazos legais de resposta. Abaixo transcrevo, na íntegra, a mensagem enviada: """Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente ao meu contrato com a Galp. No momento da contratação, foi-me garantido que teria isenção do termo fixo do gás propano por 1 ano e um desconto de 8% na tarifa de energia elétrica. No entanto, ao verificar as minhas faturas, constatei que nenhuma destas condições está a ser cumprida. Estou a ser cobrado pelo termo fixo do gás propano e o desconto de 8% na energia elétrica não está a ser aplicado. Todas as conversas aconteceram por via telefônica e tinham o aviso de que a conversa estava sendo gravada. Acresce que esta situação ocorre após um desgaste muito significativo da minha parte. Sem qualquer pedido ou autorização, a Galp cancelou o meu contrato de energia elétrica por diversas vezes. Durante esse período, fui obrigado a contactar repetidamente o vosso apoio ao cliente, despendendo tempo e energia para resolver um problema que não foi causado por mim. Apenas ao fim de cerca de um mês a situação foi finalmente regularizada. Além disso, na semana passada fui contactado por um colaborador da Galp que me apresentou o plano Combina. Durante essa conversa, o próprio colaborador consultou o meu contrato e informou-me que não valeria a pena aderir a esse plano, uma vez que eu perderia a isenção do termo fixo do gás propano de que já beneficiava. Isto demonstra que essa condição consta do vosso sistema, mas, por razões que desconheço, não está a ser refletida na minha faturação. Esta contradição é incompreensível e reforça a necessidade de uma correção imediata. É extremamente frustrante verificar que, depois de toda esta sucessão de problemas, as condições comerciais que me foram apresentadas no momento da contratação continuam a não ser respeitadas. Solicito, por isso, que: Seja aplicada de imediato a isenção do termo fixo do gás propano; Seja aplicado o desconto de 8% na energia elétrica, conforme contratado; Sejam corrigidos todos os valores cobrados indevidamente desde o início do contrato, através do respetivo reembolso ou crédito nas próximas faturas; Me seja enviada uma resposta por escrito, esclarecendo a origem destes incumprimentos e indicando o prazo para a sua resolução definitiva. Caso esta situação não seja resolvida de forma célere e satisfatória, apresentarei reclamação junto das entidades competentes competentes, incluindo a ERSE e o Livro de Reclamações, para defesa dos meus direitos enquanto consumidor. Aguardo uma resposta com a maior brevidade.""" Como fica evidente, foram vendidas umas condições e faturadas outras completamente opostas. Além de toda a ineficiência no processo de ativação do serviço, continuo a receber notificações de cobrança e ameaças de cancelamento, sem que a fatura tenha sequer chegado à minha morada. Perante a ausência de resposta, formalizei hoje a queixa no canal correto através do Livro de Reclamações Eletrónico e contactei a ERSE para obter acompanhamento e orientação. Infelizmente, a Galp é a única operadora que fornece gás propano na zona onde resido; caso contrário, já teria cancelado os serviços. É uma empresa com departamentos totalmente desalinhados e sem comunicação interna, o que resulta num prejuízo e desgaste constantes para o cliente final. Se tiverem outra alternativa na vossa zona, não contratem a Galp.

Encerrada
D. M.
24/07/2026

Faturas indevidas, baseadas em leituras erradas

Exmos. Senhores, Sou cliente com o contrato nº AG-251110-3107958 Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a Galp Energia, S.A., relativamente à faturação indevida de gás natural, resultante de uma leitura errada (apresentada como real, mas que configura uma estimativa incorreta) no âmbito do processo de mudança de comercializador, ocorrido a 1 de junho de 2026. Factos: No dia 1 de junho de 2026, cessei o meu contrato com a Galp, tendo iniciado o fornecimento com uma nova comercializadora, uma vez que as faturas da Galp chegavam sistematicamente com atraso e com consumos acumulados indevidos. No dia 6 de junho de 2026, a Galp emitiu uma fatura extraordinária (que entretanto liquidei) onde consta uma pretensa leitura "real" do contador de gás no valor de 1561 m³. Na altura do pagamento, não confirmei esse valor. No entanto, ao verificar posteriormente, constatei que a leitura de 1561 m³ está manifestamente incorreta, uma vez que, mesmo passados quase dois meses, o meu contador ainda não atingiu esse valor. Para comprovar o sucedido, enviei à Galp, por diversas vezes e através de vários canais, fotografias do contador que provam a leitura correta à data da mudança, bem como a primeira fatura da minha nova comercializadora, que regista a leitura real efetuada no local. Após longa espera, recebi da Galp uma resposta por SMS, onde a empresa se escusa a corrigir a fatura, alegando que, por não ter sido solicitada uma “leitura extraordinária”, a mudança foi efetuada com base numa leitura estimada, nos termos das Diretivas n.º 7/2018 e n.º 15/2018 da ERSE, remetendo a responsabilidade para a minha nova comercializadora. Pretendo: A anulação imediata da fatura emitida a 6 de junho de 2026, com a leitura de 1561 m³. A emissão de uma nova fatura com base na leitura real comprovada (fotografias do contador e leitura da nova comercializadora), que corresponde ao consumo efetivo verificado à data da mudança. A devolução do montante pago em excesso, por transferência bancária para a conta associada ao meu contrato, no prazo legalmente estipulado. O pagamento de juros de mora pelo atraso na devolução do valor indevidamente cobrado, nos termos da lei. anexo: fatura GALP 5 junho, Foto contador em data 5 de julho, leituras feitas ENDESA no dia 4 e 12 de Junho

Resolvida
P. O.
20/07/2026

Contrato não cancelado, faturação após saída do imóvel, consumos estimados e saldo do Cartão Contine

Venho apresentar uma reclamação formal contra a Galp devido à manutenção indevida de um contrato de eletricidade que solicitei cancelar, à emissão de faturas referentes a períodos em que já não residia no imóvel e à falta de esclarecimento sobre valores utilizados através do Cartão Continente. Saí definitivamente do imóvel situado na Rua Gregório Lopes, n.º 3, 5.º C, Tomar, no dia 15 de maio de 2026. Nessa data, entreguei as chaves e deixei de ter qualquer acesso ao apartamento. Tenho comprovativos da minha saída, da entrega do imóvel e dos pedidos de cancelamento realizados junto da Galp. Apesar disso, o contrato continua a aparecer como ativo na área de cliente e continuam a ser emitidas faturas em meu nome. A fatura emitida em 2 de junho inclui valores relativos ao período de 29 de abril a 27 de maio de 2026. Nessa fatura, parte do consumo é medida apenas até 16 de maio e o consumo entre 17 e 27 de maio é estimado, ou seja, relativo a um período em que eu já não residia no imóvel nem tinha acesso ao local. A situação torna-se ainda mais grave na fatura emitida em 2 de julho, no valor de 87,59 €, referente ao período de 28 de maio a 27 de junho de 2026. Todo o consumo de 378 kWh indicado nessa fatura é apresentado como estimado, embora eu já tivesse saído do imóvel em 15 de maio e solicitado o cancelamento. Não aceito ser responsabilizado por consumos estimados ou reais ocorridos após a minha saída, especialmente depois de ter comunicado que já não tinha acesso ao apartamento. Durante vários contactos telefónicos, foi-me dito que a impossibilidade de concluir o cancelamento seria da minha responsabilidade, por já não ter acesso ao imóvel. No entanto, as próprias mensagens enviadas pela E-Redes indicam que foram agendadas intervenções remotas para 26 de maio e 19 de junho, afirmando expressamente que a minha presença não seria necessária. Posteriormente, fui informado de que não tinha sido possível realizar essas intervenções remotamente e que seria necessário o acesso de uma equipa técnica ao local. É inaceitável que a Galp transfira para o antigo cliente as consequências de uma falha técnica ou operacional entre a comercializadora e a E-Redes, sobretudo quando o pedido de cancelamento já tinha sido comunicado e eu já tinha entregue as chaves. Não posso ser obrigado a manter acesso indefinido a um imóvel onde já não resido apenas para que a Galp consiga executar corretamente um pedido de cancelamento. Existe ainda uma situação por esclarecer relacionada com o Cartão Continente. O histórico apresentado mostra movimentos de 40 € em 2 de abril e de 50 € em 24 de abril, perfazendo um total de 90 €. Contudo, na fatura emitida em 2 de junho, apenas aparecem 29,36 € como desconto proveniente do saldo da App Mundo Galp e/ou Cartão Continente. Solicito que a Galp apresente uma discriminação completa e documental da utilização dos 90 €, indicando em que faturas foram aplicados e justificando o destino dos restantes 60,64 €. Na fatura seguinte, a Galp afirma ainda que não atribuiu o vale de desconto por existir uma alegada dívida de 40,83 €, agravando uma situação que resulta precisamente da falta de cancelamento do contrato e da cobrança de períodos posteriores à minha saída. Diante do exposto, solicito: O cancelamento do contrato com efeitos na data em que comuniquei a cessação ou, no máximo, na data da minha saída do imóvel, em 15 de maio de 2026; A anulação e correção de todas as cobranças posteriores à minha saída; A anulação dos consumos estimados faturados após 15 de maio; A suspensão imediata de novas cobranças e débitos diretos; A confirmação escrita de que o contrato se encontra definitivamente encerrado; Uma discriminação completa da utilização dos 90 € do Cartão Continente; A restituição ou crédito de qualquer valor utilizado ou cobrado indevidamente; A garantia de que não será comunicada qualquer dívida, incumprimento ou penalização em meu nome; A disponibilização das gravações e dos registos dos contactos telefónicos em que solicitei o cancelamento; Uma explicação formal sobre a razão pela qual o cliente está a ser responsabilizado pela impossibilidade técnica de executar a intervenção. Junto as faturas, o histórico dos movimentos do Cartão Continente, as mensagens da E-Redes, a imagem que demonstra que o contrato continua ativo e os comprovativos da minha saída e dos pedidos de cancelamento. Caso a situação não seja integralmente resolvida, apresentarei igualmente reclamação no Livro de Reclamações Eletrónico e junto da ERSE, da Direção-Geral do Consumidor e do centro de arbitragem de conflitos de consumo competente.

Resolvida
J. C.
09/07/2026

Reclamação por incumprimento do pedido de redução da potência contratada

Venho, por este meio, apresentar uma reclamação relativamente ao tratamento dado ao pedido de redução da potência contratada da instalação da empresa Medeiros & Cavaleiro. A nossa empresa desenvolve uma atividade sazonal, utilizando as instalações durante cerca de três meses por ano. Nos restantes meses, o consumo de energia é praticamente inexistente, pelo que procedemos, anualmente, à redução da potência contratada para o valor mínimo possível, de 41,4 kVA, evitando assim custos desnecessários. No ano anterior, este procedimento foi efetuado sem qualquer problema. Bastou o envio de um e-mail para a Galp Energia, tendo a potência contratada sido reduzida com sucesso e refletida na faturação. No entanto, este ano, seguimos exatamente o mesmo procedimento. No dia 02/02/2026, enviámos um e-mail com todos os dados necessários, solicitando a redução da potência contratada. Contudo, esse pedido nunca foi concretizado, continuando as faturas a ser emitidas com a potência anterior, de 93 kVA. Perante esta situação, efetuámos várias chamadas para o serviço de apoio ao cliente, utilizando o contacto indicado nas faturas. Em todas elas nos foi transmitido que o processo estava em curso e que a situação seria resolvida brevemente. No entanto, as faturas seguintes continuaram a apresentar a mesma potência contratada. Após novas chamadas, os colaboradores do apoio ao cliente continuaram sem conseguir explicar o motivo do atraso ou da não execução do pedido. Limitaram-se a informar que iriam registar uma nota de serviço com caráter urgente e solicitar que um responsável entrasse em contacto connosco. Importa referir que essa resposta foi repetida em diversas ocasiões. Sempre nos foi garantido que seríamos contactados "em breve", mas tal nunca aconteceu. Apesar de terem decorrido vários meses desde o pedido inicial, até à presente data, 09/07/2026, ninguém da Galp Energia entrou em contacto connosco nem apresentou qualquer justificação para esta situação. Como consequência desta falta de resposta e de atuação, a empresa Medeiros & Cavaleiro continua a pagar cerca de 200 euros mensais por uma potência contratada de 93 kVA, quando praticamente não existe consumo de energia e não usufrui dessa potência. Esta situação está a provocar prejuízos financeiros totalmente evitáveis e resulta exclusivamente da ausência de resposta e da falta de resolução por parte da Galp Energia. Consideramos inaceitável que, após vários contatos telefónicos e um pedido formal apresentado há mais de cinco meses, a situação permaneça por resolver, sem qualquer explicação ou previsão de resolução. Com os melhores cumprimentos, Medeiros & Cavaleiro

Encerrada

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