Reclamações públicas

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Efatura

Venho por este comunicar que nao consigo validar as faturas do seguro de saude no efatura como despesas de saude.

Resolvida

Acidente de trabalho

Venho por este meio informar que encontro-me completamente desagradado com a forma como fui tratado pelos vossos serviços desde que sofri o acidente de trabalho dia 10-09-2019. Nesse dia dei entrada na urgência da hospital da Luz de Guimarães. Fui visto por uma médica de medicina geral, fiz raio X a ver se tinha algo partido e foi marcada consulta para médico do seguro nesse mesmo hospital. Fui atendido pelo ortopedista Paulo Carvalho, não vou chamar de doutor pois comigo não foi doutor foi sim um funcionário da seguradora apenas interessado na vossa parte estive 15 dias em casa retomo ao trabalho com incapacidade temporária parcial de 25%. Não aguentando de dores fui aos serviços clínicos da minha empresa que requesitaram que eu fosse reavaliado mais cedo, estive uma semana a trabalhar com dores mal conseguia apoiar o pé no chão, segunda feira seguinte sou chamado a tal consulta, a mesma com o mesmo ortopedista que diz isso não está inchado não sei do que se queixa, mas lá mandou fazer uma ressonância magnética. Passado uma semana volto de novo hospital já com a ressonância magnética pronta mandou fazer fisioterapia, 10 sessões. Estive então a fazer o tratamento na consulta antes de ir novamente ao ortopedista a doutora da clínica manda me retirar as canadianas para ir apoiando o pé no chão. Dia seguinte vou ao hospital e manda-me trabalhar com incapacidade temporária parcial de 20%. Trabalho dois dias e continuo com dores e cada vez mais a andar com o pé de lado de forma defensiva para me sentir o mais confortável possível. Ligo para a seguradora explico eles mandam ir ao hospital, fui mas tive de ir para a urgência pois o ortopedista não tinha vaga, nada fizeram a não ser marcar consulta para o ortopedista. Passam dois dias volto para a consulta e o ortopedista diz que tenho de aguentar até dia 14 de Novembro que não me vai alterar nada. Hoje fui lá, andei 2 semanas a trabalhar com dores sem puder desempenhar as minhas funções. Chego lá hoje após 5 minutos de silêncio perguntou me como eu estava (mais valia não o ter perguntado) e disse que iria receber alta. Se eu me sinto igual com dores a andar e mesmo parado as vezes dói me como recebo alta? Não tenho direito a ser tratado? Sinceramente não sei o que fazer pois não estou em condições de trabalhar e como já não tenho a incapacidade terei de me apresentar ao trabalho oara desempenhar as minhas funções a 100% coisa que sei que não vou aguentar.

Resolvida

Companhia Fidelidade resolve situação 50%/50% culpa num sinistro de culpa unilateral obvia

A Fidelidade aceitou em conjunto com a Logo uma atribuição de culpa 50% minha 50% de outra pessoa que me bateu no carro, estando eu parado na estrada e a outra pessoa a sair de um estacionamento, em marcha atrás, num estacionamento no supermercado de Coimbra.Diz a lei que quem bate num carro parado, numa manobra de recuo, e na parte de trás de outro veículo é lhe atribuída toda a culpa.Estando eu nesta situação e tendo o condutor da outra viatura assumido a culpa em impresso próprio no local. Vem um perito avaliar os danos (um risco na chapa sobre a roda traseira) e qual é o meu espanto que no lugar da ordem para reparação vem a atribuição de metade da culpa. Só neste país, onde há sempre alguém à espera de se aproveitar do próximo... se ficar calado.Por vezes penso para que servem os seguros se quando chega a hora, e mesmo com razão óbvia, fazem o que lhes dá mais jeito economicamente. Primeiro está a companhia ou o cliente?

Resolvida

Discórdia para obter tratamento cirúrgico - Nº Assistência 919226333/00 - Nº Apólice AT26081924

Venho, por este meio, comunicar a V. Exas. que não concordo com a vossa decisão referente ao meu acidente de trabalho ( Queda e rotura total do tendão ao ombro esquerdo). Como podem ver no processo a vossa empresa tinha autorizado uma cirurgia ao meu ombro esquerdo, esta foi agendada para o dia 20 de Agosto do presente na Clínica da Se no Funchal, no dia 15 de Agosto fui contactado pela Assistência da Fidelidade para agendar o transporte para o dia 20 de Agosto 2019, depois de várias perguntas descobri que este transporte era para ir a Clínica da Fidelidade no Porto, fiquei muito surpreendido e incluso mencionei ao funcionário que de certeza havia um erro já que eu estava agendado para fazer uma cirurgia no Funchal e não sabia desta ida ao Porto mas que ia telefonar o medico que estava a seguir o meu caso (Dr. Horácio Sousa) e que depois de isto então falaria com a Fidelidade. Depois de ter falado com a assistente do Dr. Horácio ela disse que se a asseguradora queria que eu fosse ser visto pelo médico da Fidelidade no Porto eu deveria ir, telefonei ao Sr.Paulo Carvalho (Funcionário da Fidelidade assistência) para confirmar de que eu iria ao Porto, após o meu pedido de alguns detalhes referente a viagem e hora da consulta, este senhor disse que quando eu chegasse ao aeroporto o taxista ia-me entregar toda a informação necessária, lamentavelmente não foi assim o taxista veio-me buscar a minha casa as 03,45 (20/08), chegamos ao aeroporto, dirigi-me ao balcão da TAP para levantar o bilhete (bilhete electrónico) e embarquei para o Porto, na minha chegada a esta Cidade o taxista estava a minha espera mas não me deu qualquer tipo de informação, simplesmente me levou até a Clínica da Fidelidade (Rua Direita das Campinas) este senhor deixou-me na porta da Clínica as 09:15 e só disse que quando tivesse despachado que lhe telefonasse para ele me levar de volta ao aeroporto, quando entrei a Clínica, tirei a minha senha e para minha surpresa a consulta só era para as 14.30, não me disseram se eu tinha direito a despesas alimentícias nem nada. Depois de ter comido qualquer coisa num cafezito ao lado da Clínica por ter que tomar os meus medicamentos já que sou Diabético tipo 1, tive que fazer tempo por ali até as 14:30, assisti a consulta do Dr. Manuel Mendonça quem me disse que a Fidelidade não iria autorizar a cirurgia já que ele não concordava de que eu precisasse de esta e que me estava dando de alta por lesão pre existente, incluso disse que esta lesão tinha mais de 5 anos, eu simplesmente disse, Que estranho que o ombro só começo a doer depois da queda (Dia 25 de Junho de 2019) este senhor só respondeu não é preciso cair para fazer uma rotura de tendão, devo dizer que este senhor nem teve a decência de me examinar, só viu a ressonância magnética que eu levei comigo e quem praticamente tirou-ma das mãos dizendo que a ressonância era propriedade da empresa, pronto sai do consultório entregaram-me: o relatório médico, o boletim de alta e o boletim de presença em consulta, telefonei o taxista quem me levou de volta ao aeroporto onde estive até a hora do meu voo de volta ao Funchal (21:50) ao chegar ao aeroporto do Funchal, lá estava o taxista para me levar até a minha casa, só fui capaz de me deitar as 03:00 do dia seguinte (21 de Agosto 2019) ou seja, perdi um dia (24 horas acordado) o qual foi muito cansativo, stress ante, cheio de nervos e impotência para não resolver o assunto, só para me dizer algo que poderiam muito bem o fazer através do médico que estava a par da minha condição e incluso este mesmo médico foi quem deu entrada do sinistro já que este é um representante autorizado, não só da Fidelidade mas sim de muitas outras asseguradoras.Voltei ao Dr. Horácio Sousa para lhe comunicar toda a informação e este continua a afirmar que sem dúvida eu preciso desta cirurgia.Cipriano António Da Silva Gonçalves

Encerrada

Problema com seguro saúde MULTICARE

Ex.mos Senhores,No passado dia 23 de Janeiro, fiz um seguro de saúde com a Multicare através da Fidelidade. Com efeito, após vários contactos telefónicos, que certamente ficaram gravados, nos quais frisei que queria um seguro que me permitisse ter consultas de especialidade, serviço de atendimento permanente e exames com valores fixos para os meus filhos, pensando ter ficado esclarecida e com um seguro com essas vantagens, aceitei o acordo telefonicamente. Acontece que no dia 06 de Abril dirigi-me ao serviço de atendimento permanente do hospital da Cuf do Parque das Nações, no qual paguei pelo atendimento 76,56€ conforme comprovativo em anexo. Após o episódio liguei para a linha de clientes da Multicare, na qual me informaram que a apólice dos meus filhos, contrariamente ao que me tinham sido dito por telefone, informações essas essenciais para a formação da minha vontade em contratar o seguro, não continha a vantagem de ter um valor predeterminado nos serviços de atendimento permanente ou nas consultas de especialidade, e que afinal de contas, os valores variavam de “hospital para hospital”. Entretanto, nesta última chamada telefónica, de dia 6 de Abril de 2019, acabei por fazer uma reclamação telefónica, que resultou num novo contacto telefónico. Essa chamada terá ocorrido no dia 9 de Abril de 2019, na qual, reafirmaram tudo o que me havia sido dito na chamada telefónica que me convenceu a aceitar o seguro de saúde Multicare para os meus filhos. Ainda nesta chamada telefónica de dia 9 foi-me dito que me voltariam a ligar depois de falarem com a Multicare, o que ainda não fizeram. Ora, neste momento, foi-me proposto um Seguro, o qual foi por mim aceite, mas as condições que aceitei contratar nada têm que ver com a realidade experienciada até ao momento, nem às informações que a linha de apoio da Multicare me forneceu. Resumindo, sinto-me enganada. Posto isto, com muita pena minha, ou a situação é esclarecida e eu ressarcida com brevidade, ou irei pedir o cancelamento da apólice, pois não vejo nenhuma vantagem neste seguro e tenho outras seguradoras que já me ofereceram melhores propostas. Sem outro assunto de momento, subscrevo-me com os melhores cumprimentos,Marta Manuelito

Resolvida

Peritagem infiltrações de agua - apolice numero MR23435875: PROCESSO NUMERO 19MR014407/001

Tenho um chuveiro instalado no 1° piso da minha casa que quando ligo, começa a jorar agua para o piso inferior.Tendo esta situação a decorrer, acionei o seguro.A Seguradora Fidalidade enviou o perito a minha casa e pediu para um canalizador avaliar a origem dos danos. Contactei um canalizador mas este não quer fazer obra sem a ordem da seguradora com receio da seguradora Fidalidade nao pagar, porque para indagar a origem do problema, será necessário uma obra civil.Informado o perito, este afirma ser necessário o nosso canalizador fazer a obra até a próxima sexta-feira com penabdo processo fechar.Agradeço o vosso apoio em descurtinar se é mesmo necessário a obra para saber a origem da infiltração e o seguro pagar.Os danos sao visiveis e quando abrimos a aguabdo chuveiro, observa-se a agua a jorar do parte eléctrica.Obrigado.

Resolvida

Veículo de substituição

Fui enganada quanto às condições de carro de substituição em caso de sinistro ou avaria uma vez que a companhia refere que a minha apólice apenas tem assegurado 5 dias de carro de substituição pela fidelidade assistence e não assegurando a reparação do veículo em questão dentro do prazo de 5 dias que têm disponível o carro de substituição. Informam que para os restantes dias de reparação têm um protocolo com a oficia conferindo um carro de cortesia. Tal na está notificado na apólice bem como a questão da Gama ser 3x inferior ao carro assegurado.

Resolvida

Fraude seguro automóvel FIDELIDADE

Eu apresento um seguro da Fidelidade (todos os riscos, sem franquia, Plano Liber 3G Total, nº apólice 754189685). Na sequência de um acidente de viação ocorrido no dia 15/10/18 que resultou num ligeiro choque entre dois automóveis e do qual não tenho culpa, eu fui informada no dia 22/10/18 pelo Gestor de Sinistros da Fidelidade (Sr. João Pedro Caldeira, Nº 1011/18AU264868/001) da decisão de perda total definitiva. Segundo o perito da GEP (Sr. Bruno das Dores Silva, bruno.filipe.gep@gmail.com, 961225268) o orçamento da reparação automóvel na oficina da Audi (nº GPS0599169, JapSport, Faro, vendas@japsport.pt, 289 897 980) é 14 273.16 €, mas este valor é demasiado elevado porque inclui várias peças novas da marca Audi que são desnecessárias (Ex. porta frontal esquerda, jante frontal esquerda, espelho retrovisor esquerdo, porta luvas, escovas limpa-livros, etc.). Além disso este orçamento é suspeito porque foi elaborado com extrema rapidez (no próprio dia) e nem sequer está devidamente assinado pelo responsável. O automóvel apenas apresenta danos na faixa lateral esquerda e sistema de segurança. Trata-se de um carro da Audi (A3, Sportback 1,6 TDI, Diesel, cilindrada 1600, apenas tem 4 anos e 60 000 km). Eu acionei os danos próprios do meu seguro por se tratar de todos os riscos e como sou médica necessito de ter o carro disponível para o trabalho. Enquanto que o outro condutor apenas apresenta um seguro contra terceiros, acionou o meu seguro e segundo ele a decisão da seguradora foi perda total condicional. Eu considero esta situação absurda porque este Sr. tem um veiculo usado (Carrinha Hyndai, 16 anos) cuja reparação é muito superior ao seu valor comercial. Este facto é mais uma prova de que estou a ser alvo de uma burla porque a Fidelidade já me atribuiu a perda total definitiva, mas ao outro condutor ainda não tornou essa decisão oficial. Considero inadmissível a seguradora Fidelidade atribuir a perda total definitiva porque já sou cliente há vários anos, nunca tinha tido um acidente e estou a pagar um seguro de todos os riscos da Fidelidade dispendioso (85 €/mês). Recentemente a apólice do seguro foi renovada para 2019, com o agravamento do montante total, o que constitui uma burla porque a decisão de perda total definitiva anula imediatamente a apólice do seguro. Eu contactei a minha oficina de referência (Oficina Miguel Onofre, S.B. Messines, 282 330405) e o dono referiu que a reparação do automóvel é exequível, o orçamento é mais económico e nunca ultrapassará o valor comercial do automóvel. Eu já contactei um advogado especialista em seguros de automóveis e ele considera que esta decisão não tem fundamentação plausível e portanto trata-se de uma fraude.

Encerrada

FAUDE seguro automóvel FIDELIDADE

Eu apresento um seguro da Fidelidade (todos os riscos, sem franquia, Plano Liber 3G Total, nº apólice 754189685). Na sequência de um acidente de viação ocorrido no dia 15/10/18 que resultou num ligeiro choque entre dois automóveis e do qual não tenho culpa, eu fui informada no dia 22/10/18 pelo Gestor de Sinistros da Fidelidade (Sr. João Pedro Caldeira, Nº 1011/18AU264868/001) da decisão de perda total definitiva. Segundo o perito da GEP (Sr. Bruno das Dores Silva, bruno.filipe.gep@gmail.com, 961225268) o orçamento da reparação automóvel na oficina da Audi (nº GPS0599169, JapSport, Faro, vendas@japsport.pt, 289 897 980) é 14 273.16 €, mas este valor é demasiado elevado porque inclui várias peças novas da marca Audi que são desnecessárias (Ex. porta frontal esquerda, jante frontal esquerda, espelho retrovisor esquerdo, porta luvas, escovas limpa-livros, etc.). Além disso este orçamento é suspeito porque foi elaborado com extrema rapidez (no próprio dia) e nem sequer está devidamente assinado pelo responsável. O automóvel apenas apresenta danos na faixa lateral esquerda e sistema de segurança. Trata-se de um carro da Audi (A3, Sportback 1,6 TDI, Diesel, cilindrada 1600, apenas tem 4 anos e 60 000 km). Eu acionei os danos próprios do meu seguro por se tratar de todos os riscos e como sou médica necessito de ter o carro disponível para o trabalho. Enquanto que o outro condutor apenas apresenta um seguro contra terceiros, acionou o meu seguro e segundo ele a decisão da seguradora foi perda total condicional. Eu considero esta situação absurda porque este Sr. tem um veiculo velho (Hyndai, 16 anos) cuja reparação é muito superior ao seu valor comercial. Este facto é mais uma prova de que estou a ser alvo de uma burla porque a Fidelidade já me atribuiu a perda total definitiva, mas ao outro condutor ainda não tornou essa decisão oficial. Considero inadmissível a seguradora Fidelidade atribuir a perda total definitiva porque já sou cliente há vários anos, nunca tinha tido um acidente e estou a pagar um seguro de todos os riscos da Fidelidade dispendioso (85 €/mês). Recentemente a apólice do seguro foi renovada para 2019, com o agravamento do montante total, o que constitui uma burla porque a decisão de perda total definitiva anula imediatamente a apólice do seguro. Eu contactei a minha oficina de referência (Oficina Miguel Onofre, S.B. Messines, 282 330405) e o dono referiu que a reparação do automóvel é exequível, o orçamento é mais económico e nunca ultrapassará o valor comercial do automóvel. Eu já contactei um advogado especialista em seguros de automóveis e ele considera que esta decisão não tem fundamentação plausível e portanto trata-se de uma fraude.

Encerrada

Débito direto

A conta que era utilizada para cobrança (débito direto) já não é utilizada e pedi à fidelidade para alterar o número de conta. Enviaram-me a documentação, mas não me foi possível tratar do assunto em tempo útil e já tinha desativado o débito direto da conta antiga. Por isso, entrei em contacto com a fidelidade para pagar de forma alternativa. Deram-me um NIB para o qual teria de fazer a transferência e um email para onde deveria enviar o comprovativo de pagamento. Assim fiz, mas continuaram a tentar cobrar-me por débito direto os valores já pagos no mês seguinte (e assim sucessivamente todos os mês, ou seja, já vai em centenas de euros). Esta situação com a Fidelidade aconteceu em junho de 2018. À exceção desse mês, em que o pagamento foi feito depois da data prevista, todos os outros pagamentos (que fiz por transferência bancária e enviei o comprovativo) foram feitos na data prevista do débito direto, mas continuam todos os meses a tentar fazer a cobrança por débito direto dos valores desde junho. Como se não bastasse, há cerca de uns dias, recebi 2 cartas registadas, datadas de 10 de setembro de 2018, acusando-me de falta de pagamento, o que é totalmente falso (apresentando-me centenas de euros para pagar). Já entrei em contacto 2 vezes com a fidelidade para acabar com o débito direto (email + telefone), mas dizem-me que não há outra forma de pagamento e que é o que está previsto no contrato que assinei.

Resolvida

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