Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
Prescriçao Valor Devido
Venho, por este meio, comunicar a V. Exas, que no passado dia 1 de julho de 2020 recebi uma carta da empresa onde trabalho referente a um desconto judicial relativo a uma divida de crédito para um automovel.O crédito foi adquirido no dia 24/06/2008 que deixei de pagar as prestaçoes em janeiro/fevereiro de 2009, pois entrei no desemprego. Entretanto começei a trabalhar na ISPORECO a partir de Janeiro de 2010 e em Novembro deste mesmo ano, a empresa recebeu um requerimento de injunçao no valor de 7.291,88€. Este valor foi liquidado entre agosto de 2011 e abril de 2017 no valor prestacional de 145€, o que se resumo a um valor total de 11.600€, aproximadamente.Em Julho de 2020, a empresa onde atualmente exerço a minha profissão, Volkswagen Autoeuropa Lda, recebe uma notificação para penhora no valor de 3.600€.Gostaria de saber se esta dívida se encontra legal ou se já prescreveu, tendo em conta que o valor devido já foi outrora liquidado?Pelo exposto, agradecia um esclarecimento breve pois já começaram a descontaram 1/3 do meu salário mensal em julho 2020.Com os melhores cumprimentos, André Rodrigues
Dívida com a Credibom
Venho por meio desta me informar que tenho uma dívida com a Credibom desde 2012 e o montante é 725 euros mais me estão cobrando um juros a dobrar 1.400 sendo que o processo acabou em 2014 que eles mesmo dizem ,liguei a eles pra fazer um acordo que pagaria até 1 mil euros pra acabar com a dívida mas eles não aceitem .Eu quero solucionar este problema mas está empresa não e confiável .Queria uma ajudar pra solucionar esta dívida . E o meu nome ficar limpo no banco de Portugal . agradeço uma resposta.
Vosso Pedido de Cópia do Cartão de Cidadão
Na sequência do meu pedido de alteração de conta bancária associada ao meu cartão LaRedoute, a Credibom exigiu, para dar seguimento à alteração, uma cópia do meu cartão de cidadão (CC).De notar que, como alternativa, disseram que eu poderia fazer a alteração no multibanco sem apresentar qualquer cópia do CC. No entanto, e como o meu banco não aceita pedidos de crédito directo se não forem efectuados de acordo com as regras da SEPA, a Credibom recusa dar andamento ao processo (entregar o impresso que assinei ao meu banco) se eu não lhes entregar uma cópia do CC (o que não é necessário para a referida alteração).Acrescento que não foi efectuada nenhuma tentativa de efectivamente comprovar a minha identidade: não me foi pedido que me deslocasse às instalações da Credibom, ou que fornecesse um comprovativo de morada, ou que realizasse uma videoconferência em que pudessem comprovar que a minha cara é efectivamente a que consta no meu cartão de identidade, ou até uma solução de compromisso - uma cópia rasurada só da frente do meu CC, onde apenas estivesse visível a foto, o nome e a assinatura. A Credibom aceita que um ficheiro informático, enviado por email sabe-se lá por quem, é prova de identidade.Assim, sinto que qualquer pessoa que possua uma cópia dum cartão de identidade pode abrir uma conta em nome dessa pessoa e, para mim, essa é a melhor razão para negar a referida cópia.Não aceito que a minha recusa me impeça de continuar a utilizar o cartão LaRedoute, crédito de que já desfruto há mais de 10 anos e perante o qual tenho sempre cumprido todas as minhas obrigações.Após minha recusa, depreendo dos emails trocados que a Credibom pretende terminar o meu contrato de crédito em sequência da minha não permissão que retenham uma cópia do meu CC. A Credibom não conseguiu fornecer uma explicação válida para a sua posição, tendo repetido que o Banco de Portugal assim o exige e, ainda, tendo o desplante de afirmar que assim é que protegem os meus dados pessoais, sem explicarem como é que a referida cópia protege os meus dados ou como é que ela é prova da minha identidade.
Contas finais na liquidação do crédito
No dia 29 de Junho, através da Unibanco, com quem assinei um crédito consolidado, procedi à liquidação do crédito pessoal que mantinha na Credibom.Foram pagos à Credibom, nessa data, antes de vencer a prestação do dia 1 de Julho, 8.840,66 euros - o valor que constava do extracto bancário da Credibom.Poucos dias depois, recebi chamada telefónica da Credibom a dizer que faltavam 126 euros para liquidar o crédito na totalidade. Pedi que fossem discriminadas as parcelas que levavam a essa dívida de 126 euros, mas a Credibom não o fez.Alguns dias depois, em nova chamada telefónica da Credibom, o valor em dívida já era superior a 160 euros. Dado que voltei a exigir, telefonicamente e também por email, a descriminação dos valores em dívida, a Credibom enviou-me o documento que anexo - e nesse documento, a dívida já era superior a 200 euros, sendo que, dizia a empresa, estava em falta a prestação de Julho.Recebi durante todo o mês inúmeras chamadas, sms e emails, numa política de grande agressividade por parte da Credibom.A partir do mês de Agosto, através de novos emails, sms e chamadas telefónicas, fiquei a saber que a dívida passara a ser de 410.52 euros, sendo que passara a estar em dívida também a mensalidade de Agosto.Gostaria de saber se os valores apresentados pela Credibom estão correctos e em que se baseiam eles para encontrar um montante tão alto que, a cada momento, não pára de subir.Obrigado.
Mensalidade em atraso
Enviam email constante a dizer que tenho um valor em atraso e quando solicitei informações acerca disso nada mais disseram. Continuam a enviar o email com um valor a aumentar constantemente, mesmo após enviar print onde mostra que todas as prestações estão em dia e sem nunca me ter atrasado sequer no pagamento.tentei entrar em contacto com a credibom sem sucesso, com uma chamada paga por mim. Enviei email a pedir mais informações e não obtive resposta.Ligam dezenas de vezes seguidas, sem interrupção mesmo após rejeitar a chamada por não poder atender.Pouco profissionais, pois para enviar em referencia multibanco com uns números conseguem enviar, para enviar uma descrição pormenorizada da suposta divida e porque tenho a divida, não enviam.
Liquidação de contrato
Pretendo liquidar o contrato de crédito com a instituição e, por esse motivo pedi que me indicassem o valor a pagar.Quando assinei o contrato foi-me indicado que poderia pagar parte ou a totalidade antecipadamente e que, consequentemente, os juros vindouros seriam recalculados.Foi-me indicado que o valor a pagar para liquidar o contrato seria de 8001.87€, no entanto, o valor que eu tenho em dívida é de 7929.54€.Neste caso o valor a pagar é superior ao valor em dívida.
Registo de propriedade de veículo
Em Abril de 2003 adquiri um veiculo automóvel a credito concedido pelo Banco CredibomSa e como garantia de boa fé foi feita uma reserva de propriedade do mesmo. Mas em 2004 tive problemas financeiros e deixei de pagar as prestações e então fui contactado para que entregasses a viatura como forma de pagamento da dívida e de boa fé entreguei a a viatura ao banco.Mais tarde fui contactado por um advogado representante do banco (Dr.António Pedro Rua dos Clérigos nº 64- 3º traseiras, 4050-204 Porto drantoniopedro-4349p@adv.oa.pt) para um acordo de pagamento da dívida uma vez que a viatura tinha sido vendida em leilão e que o valor da venda não cobriu o valor da dívida. Como bom devedor cheguei a um acordo e tenho vindo a pagar em pequenas prestações.Como entreguei a viatura e ela tinha sido vendida pelo banco e tenho estado a pagar a dívida nunca mais pensei no assunto. Até que em 2012 recebi uma carta das finanças para pagar o imposto único de circulação respeitante ao ano de 2008. Perante este facto fiquei indignado e dirigi-me às finanças a explicar a situação onde me disseram que tinha de ir ao IMTT pedir uma declaração em como não tinha a viatura mas chegando lá verifiquei a viatura ainda estava em meu nome e ainda com reserva de propriedade em nome do Banco Credibom. Como não fiquei contente com a situação dirigi-me ao escritório do advogado do banco para mais esclarecimentos. A resposta que me deram foi que era da minha responsabilidade verificar se o novo dono tinha feito o respectivo registo de propriedade e que eu tinha de ir ao IMTT pedir a apreensão do veículo para posterior cancelar a matricula. Ainda no escritório do advogado tive acesso aos dados do comprador do veículo que era um stand de venda automóvel e que em contacto com este stand fiquei a saber que já tinha vendido o veículo a outro.Como não tinha outra opção tive de me dirigir às finanças e pagar todos os impostos do veículo em atraso mais as coimas respectivas por pagamento atrasado e como não tenho muitas facilidades económicas não pude pagar tudo de uma vez e tive de ir pagando aos poucos fazendo aumentar as coimas. Entretanto fui ao IMTT fazer a apreensão do veiculo e passado meio ano (que era o tempo de espera) tornei a ir lá para cancelar a matricula e aí pediram-me a extinção de reserva, documento que o banco só imite após a dívida estar liquidada.Foi então que percebi que não tinha responsabilidade dos impostos pois se a viatura ainda tinha reserva de propriedade o comprador nunca conseguia mudar o registo de propriedade.
Cobrança constante e valores incoerentes no meu mapa de responsabilidades do banco de Portugal
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação formal relativamente à gestão do meu contrato de crédito associado ao Banco Credibom, atualmente em tratamento pela empresa Codeactivos, S.A. No mês anterior, conforme informação constante no mapa de responsabilidades do Banco de Portugal, encontrava-se em dívida o montante aproximado de 151€, o qual foi integralmente liquidado da minha parte. Posteriormente, surgiu um valor adicional de cerca de 11€, também ele prontamente pago. Apesar da liquidação destes montantes, continuo a receber comunicações por parte da Codeactivos indicando valores em dívida divergentes (nomeadamente 123€ e 128€), sem qualquer explicação clara, discriminação de valores ou envio de extrato detalhado do contrato. Acresce que, após contacto escrito da minha parte a solicitar esclarecimentos e documentação comprovativa, a resposta obtida foi genérica e não respondeu a nenhuma das questões colocadas, limitando-se a solicitar novo contacto telefónico, sem qualquer esclarecimento formal por escrito. Considero esta situação grave, revelando: - Falta de transparência na informação prestada ao cliente; - Ausência de discriminação dos valores alegadamente em dívida; - Continuação de comunicações de cobrança após pagamento dos montantes identificados; - Incumprimento do dever de resposta adequada a reclamação formal. Assim, solicito: 1. A apresentação de extrato detalhado e completo do contrato; 2. A discriminação clara de todos os valores cobrados após a liquidação inicial; 3. A justificação contratual e legal dos montantes adicionais apresentados; 4. A confirmação escrita da inexistência de dívida, caso se verifique a regularização total; 5. A cessação imediata de comunicações de cobrança indevidas. Mais informo que, caso a situação não seja devidamente esclarecida, reservarei o direito de apresentar reclamação junto do Banco de Portugal e demais entidades competentes. Adicionalmente, não me é disponibilizado qualquer extrato detalhado do contrato, nem tenho acesso à informação completa na área de cliente, sendo-me apenas apresentados valores avulsos para pagamento, sem qualquer discriminação ou justificação. Com os melhores cumprimentos,
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
