Reclamações públicas

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A. S.
18/09/2026

Reclamação sobre contrato de crédito credibom

Venho solicitar o apoio da DECO relativamente ao meu contrato de crédito Credibom n.º 80004430489, associado à compra de uma máquina Rainbow no valor de 3.495 €. Gostaria de explicar de forma cronológica o que aconteceu, uma vez que considero que a forma como a compra e o financiamento nos foram apresentados não corresponde ao que a Credibom afirma atualmente na sua resposta. No dia 06/02/2026, comerciais da Rainbow deslocou-se à minha residência para apresentar a máquina. A compra foi feita por mim e pela minha esposa. Durante a apresentação, os vendedores falaram principalmente do valor das prestações e disseram-nos que o financiamento seria sem juros. Informaram-nos que, depois dos primeiros seis meses, o valor das prestações iria aumentar, mas não nos explicaram de forma clara que existiam juros associados ao financiamento, qual seria o valor desses juros, a TAEG ou qual seria o custo total do crédito. Na mesma ocasião, foi-nos apresentada uma oportunidade de negócio ligada à Rainbow. Disseram-nos que poderíamos ganhar dinheiro, ter acesso a viagens e cumprir determinados desafios e objetivos. Um dos aspetos que mais influenciou a nossa decisão foi terem-nos explicado que poderíamos conseguir um crédito/“cheque” no valor da máquina, através da atividade que nos estavam a apresentar, e que esse valor poderia servir para pagar a própria máquina. Ficámos com a ideia de que, se conseguíssemos esse “cheque”, a máquina poderia ficar paga. Foi com base nessas informações que decidimos comprar a máquina e participar na formação e nas atividades da empresa. Eu e a minha esposa participámos efetivamente nessa formação e nessas atividades. O contrato foi assinado na minha residência no dia 06/02/2026. No dia 07/02/2026, recebi uma SMS com um código para validação do processo. Essa mensagem não continha qualquer link para consultar o contrato ou as condições do financiamento. Recebi apenas o código e passei-o à vendedora para que o processo pudesse continuar. Posteriormente, a Credibom afirmou que a documentação relativa ao crédito me tinha sido enviada por email antes da assinatura. No entanto, eu não tive acesso efetivo a essa documentação antes de assinar e não me recordo de ter recebido ou consultado esses documentos nessa altura. Só no dia 21/02/2026 recebi por email o plano de pagamentos. É importante esclarecer que não foi nessa altura que percebi o verdadeiro custo do crédito. O plano apresentava uma tabela de 84 meses. As primeiras seis prestações eram de 42,35 € e, a partir da prestação n.º 7, passavam para 67,26 €. No topo do documento aparecia apenas “Valor solicitado: 3.495,00 €”. O plano não apresentava, para mim, de forma clara e direta, o valor total que iria pagar pelo financiamento. Como a máquina nos tinha sido apresentada como sendo financiada sem juros, e existia também toda a questão do alegado “cheque/crédito” que poderíamos conseguir através da atividade da Rainbow, não fizemos nessa altura a soma de todas as prestações. Só em setembro de 2026, quando quis saber quanto ainda faltava pagar e decidi fazer as contas por minha iniciativa, somei as prestações e percebi o verdadeiro custo do financiamento. Foi nessa altura que descobri que o total a pagar chegava aos 5.500,42 €. Ou seja, uma máquina cujo preço era de 3.495 € acabaria por representar um pagamento total de 5.500,42 €, correspondendo a uma diferença de 2.005,42 € relativamente ao preço. O que aconteceu foi que os juros e o verdadeiro custo do financiamento não nos foram explicados de forma clara. Eu não compreendi que os valores e percentagens constantes da documentação correspondiam a um custo final tão elevado. Se me tivesse sido explicado claramente, antes da contratação, que uma máquina de 3.495 € iria acabar por representar um pagamento total de 5.500,42 €, eu não teria aceite o financiamento nessas condições. Existe ainda outro aspeto que considero relevante. Em março de 2026, eu e a minha esposa decidimos não continuar com a formação e com a atividade que nos tinha sido apresentada pela Rainbow. A partir desse momento, os vendedores/comerciais da Rainbow começaram a contactar-nos repetidamente, tanto a mim como à minha esposa. Houve um dia em que recebemos muitas chamadas seguidas, chegando a acontecer mais de 10 chamadas no mesmo dia. Os vendedores/comerciais também chegaram a deslocar-se à nossa residência. Numa dessas situações, recebemos uma mensagem que dizia: “Estamos à vossa porta (…) Vimos pequenina na janela. Por favor atende nós ou Abram”. A expressão “pequenina” referia-se à nossa filha menor, que se encontrava dentro de casa, que eles viram pela janela e forçou a gente ter que falar com eles. Sendo que eu ja havia mandado uma mensagem a explicar que não gostaria mais de participar do curso de agente. Esta situação foi muito desagradável para nós e deixou a minha esposa muito nervosa e emocionalmente esgotada. Houve momentos em que ela chegou a chorar perante os vendedores devido à pressão que estava a sentir. Entretanto, apresentei uma reclamação através do Livro de Reclamações Eletrónico. Na resposta, a Credibom afirmou que considera o contrato válido e que os deveres de informação foram cumpridos. A Credibom afirma também que os documentos me foram enviados antes da assinatura. É precisamente essa afirmação que pretendo esclarecer. Já solicitei à Credibom que me apresente a prova dessa alegada disponibilização prévia da documentação, nomeadamente quais os documentos enviados, quando foram enviados e de que forma foram disponibilizados. No entanto, até ao momento, não obtive resposta aos meus emails sobre este assunto. Considero também importante que seja analisada a forma como os vendedores da Rainbow apresentaram a compra, o financiamento e a oportunidade de negócio. Por um lado, foi-nos transmitido que o financiamento seria sem juros. Por outro, foi-nos apresentada a possibilidade de obter um alegado “cheque/crédito” no valor da máquina através da atividade da empresa, dando-nos a entender que, se conseguíssemos esse valor, a máquina poderia ficar paga. Foi neste contexto que tomámos a decisão de comprar a máquina e aderir à formação. Não estou a negar que existe uma assinatura digital nem a afirmar que não existe um contrato. O que estou a dizer é que, antes da contratação, não tive uma explicação clara e compreensível sobre a existência dos juros, o seu impacto no custo do financiamento e o verdadeiro custo final do crédito, e não compreendi que iria pagar mais de 2.000 € acima do preço da máquina. Por este motivo, venho solicitar o apoio da DECO na análise desta situação e, através do procedimento de reclamação, que a minha exposição seja encaminhada à Credibom para que possa apresentar a sua posição e esclarecer os pontos aqui referidos, nomeadamente: * a alegada disponibilização da documentação antes da assinatura; * quais os documentos que alegadamente me foram disponibilizados; * quando e de que forma esses documentos foram enviados; * e a informação que me foi prestada relativamente aos juros e ao custo total do financiamento. Pretendo, nesta fase, tentar esclarecer a situação e encontrar uma solução de forma amigável. Tenho disponíveis para apresentar à DECO a resposta da Credibom no Livro de Reclamações Eletrónico, o plano de pagamentos, os emails trocados com a Credibom, as comunicações relacionadas com a Rainbow e outras provas que tenho na minha posse. Caso, após a resposta da Credibom e a análise da situação, não seja possível chegar a uma solução, gostaria também de saber se poderei nessa altura contar com apoio jurídico da DECO e quais seriam os próximos passos. Agradeço desde já a vossa análise e orientação.

Em curso
B. D.
04/09/2026

Prática de Cobrança

Exmos. Senhores, Venho, por este meio, solicitar a intervenção da DECO PROteste relativamente à atuação do CREDIBOM, no âmbito de um contrato de crédito automóvel que se encontra atualmente em situação de incumprimento. Reconheço a existência de valores vencidos e a necessidade de regularização da situação contratual. Tenho, contudo, vindo a receber contactos telefónicos e comunicações por correio eletrónico de forma reiterada, com conteúdo que considero intimidatório, coercivo e desproporcional, designadamente através de referências insistentes à possibilidade de recurso imediato aos tribunais e de outras consequências associadas à minha situação financeira. A existência de uma dívida não confere à instituição credora um direito ilimitado de cobrança, devendo os contactos realizados no âmbito do incumprimento respeitar os deveres de boa-fé, proporcionalidade, transparência e respeito pelos direitos do consumidor. O próprio Banco de Portugal estabelece que os contactos realizados com clientes bancários em incumprimento, quer pela instituição de crédito quer por entidades contratadas para efetuar a cobrança, não podem ser desleais, excessivos ou desproporcionados, sendo expressamente considerados inadequados os contactos de teor agressivo ou intimidatório, bem como aqueles que transmitam informação errada, pouco rigorosa ou enganosa. Neste contexto, considero particularmente preocupante a forma como me têm sido dirigidas comunicações relativas à eventual instauração de processos judiciais, criando uma pressão que ultrapassa, no meu entendimento, uma legítima comunicação para regularização de uma dívida, com a imposição de regularização em imediato. Não contesto o direito do credor de exigir o cumprimento das obrigações contratualmente assumidas e de recorrer aos meios legalmente previstos para cobrança de uma dívida. Contesto, porém, a forma e a intensidade dos contactos efetuados, quando estes assumem caráter intimidatório ou coercivo. O incumprimento de um contrato de crédito pode efetivamente produzir consequências legais, incluindo a possibilidade de recurso à via judicial. Contudo, uma eventual ação judicial deve ser promovida pelos meios legalmente previstos, não podendo a mera ameaça reiterada de tribunal ser utilizada como instrumento de pressão abusiva sobre o consumidor. Os pagamentos estão em atrasos, mas estão sendo efetuados de acordo com minha capacidade financeira nesse período, não ignorando a responsabilidade que cabe ao contrato firmado. Por esse motivo, considero especialmente inadequado que os contactos de cobrança assumam uma natureza de pressão ou intimidação relativamente à minha capacidade financeira. Cumprimentos, Bruna Alves

Em curso
L. A.
23/07/2026

Reclamação por práticas comerciais agressivas dirigidas a consumidora idosa e vulnerável

Assunto: Reclamação por práticas comerciais agressivas dirigidas a consumidora idosa e vulnerável — contratos com a DS Audio e a Credibom Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal contra a a entidade financeira Credibom e a empresa parceira DS Audio, Unipessoal, Lda. , devido à forma como fui abordada e levada a celebrar um contrato de compra e o respetivo contrato de crédito coligado. Tenho 81 anos e sofro de défice cognitivo, condição comprovada por médicos, encontrando-me, por isso, numa situação de especial vulnerabilidade perante abordagens comerciais desta natureza. A meu pedido, a minha filha ajudou-me a redigir e a apresentar esta reclamação, uma vez que tenho dificuldade em compreender toda a documentação e em tratar deste processo sem apoio. Contudo, a presente reclamação é apresentada por mim e relata aquilo que vivi. 1. Descrição dos factos No dia 21 de julho de 2026, fui atraída a uma carrinha da DS Audio estacionada na rua, em Setúbal, sob o pretexto de realizar uma “consulta auditiva gratuita”. No local, deparei-me com um ambiente que considerei intimidatório e de forte pressão. Fui abordada por vários indivíduos que, apesar de se mostrarem inicialmente simpáticos, adotaram uma forma de comunicação insistente e agressiva. Aplicaram técnicas de venda de alta pressão e fizeram-me diversas perguntas pessoais que considerei intrusivas. Senti-me encurralada e incapaz de resistir à pressão exercida. Saí do local em estado de pânico, com a sensação de ter sido enganada, e na posse de dois contratos cujo conteúdo e consequências não compreendi e que não tenho capacidade financeira para suportar: * Contrato de compra com a DS Audio, no valor de 5.150,00 €; * Contrato de crédito coligado com a Credibom, no valor de 2.544,77 €. Na documentação que me foi entregue, verifiquei que tanto o número do contrato com a DS Audio como os números de referência dos equipamentos apresentam informações incorretas, contraditórias ou referências diferentes. Esta situação aumenta a minha preocupação e receio de que tais irregularidades possam vir a ser utilizadas para dificultar ou impedir o exercício do meu direito de livre resolução. Verificou-se igualmente que a DS Audio não se encontra disponível no Livro de Reclamações Eletrónico. Esta situação já foi comunicada às autoridades competentes. 2. Exercício do direito de livre resolução Perante a gravidade da situação, pedi à minha filha que se deslocasse de imediato a Setúbal para me prestar apoio no exercício do meu direito de livre resolução dos contratos. No dia 22 de julho de 2026, enviei, por correio registado com aviso de receção, comunicações formais de resolução contratual para a DS Audio e para a Credibom. Nessas comunicações, declarei expressamente a minha vontade de resolver os contratos, solicitei o respetivo cancelamento imediato e pedi que me fossem enviadas, por escrito, as instruções necessárias para a devolução dos equipamentos. Os equipamentos encontram-se intactos e não foram utilizados, estando disponíveis para devolução logo que me sejam fornecidas instruções claras e adequadas para esse efeito. 3. Comunicações às autoridades competentes Com a ajuda da minha filha, apresentei também reclamações e comunicações às entidades reguladoras e fiscalizadoras competentes (DGC, ERS, ASAE, ERSF), para que tomem conhecimento das técnicas de venda agressivas e predatórias alegadamente utilizadas pela empresa, especialmente junto de pessoas idosas e vulneráveis. Considero essencial que estas práticas sejam devidamente investigadas, de modo a evitar que outros consumidores em situação de vulnerabilidade sejam sujeitos a experiências semelhantes. 4. Pedido de intervenção Solicito a vossa intervenção no sentido de: 1. Garantir que a DS Audio e a Credibom reconhecem e respeitam o exercício do meu direito de livre resolução, procedendo ao cancelamento dos contratos sem criarem obstáculos ou exigirem pagamentos indevidos; 2. Assegurar que me são fornecidas, por escrito, instruções claras para a devolução dos equipamentos; 3. Investigar as circunstâncias em que os contratos foram celebrados, tendo em conta a minha idade, o meu défice cognitivo e o ambiente de pressão e intimidação que senti; 4. Verificar as irregularidades existentes na documentação contratual, designadamente as diferenças nos números do contrato e nas referências dos equipamentos; 5. Fiscalizar e, se for caso disso, sancionar as práticas comerciais descritas, protegendo outros consumidores idosos ou especialmente vulneráveis. Agradeço, desde já, a atenção dispensada e aguardo informação sobre o desenvolvimento deste processo e as medidas que venham a ser adotadas. Reitero que esta reclamação é apresentada por mim. Devido à minha idade, à minha condição de saúde e à dificuldade que tenho em tratar deste processo, pedi à minha filha que me ajudasse a redigi-la e a encaminhá-la.

Resolvida
M. C.
16/07/2026

Averbamento do Carro em nome do proprietário

Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar reclamação relativamente ao atraso na conclusão do processo de averbamento da propriedade da viatura adquirida em junho de 2026 e financiada através da CREDIBOM. De acordo com a informação que me foi transmitida pelo vendedor Flexicar, após a entrega da viatura em 12 de junho de 2026, toda a documentação necessária para a formalização do registo de propriedade foi remetida para tratamento em 15 de junho de 2026, encontrando-se o processo dependente da intervenção dessa entidade. Contudo, mais de um mês após a aquisição e entrega da viatura, a situação permanece por regularizar, sem que tenha sido concluído o averbamento da propriedade em meu nome. Esta situação é particularmente preocupante, uma vez que me encontro a suportar mensalmente as prestações do financiamento de uma viatura que ainda não se encontra registada em meu nome, o que considero inadmissível e gerador de justificada apreensão quanto à regularização da titularidade do bem que estou a pagar. Acresce que este atraso tem vindo a criar constrangimentos ao nível da gestão da documentação da viatura e do cumprimento das obrigações legais associadas, designadamente no que respeita ao registo de propriedade e demais responsabilidades inerentes ao veículo. Neste contexto, solicito que me seja prestada informação detalhada sobre: O estado atual do processo de averbamento; Os motivos que justificam o atraso verificado; A data previsível para conclusão do registo da viatura em meu nome; As diligências que estão a ser desenvolvidas para ultrapassar a situação. Tendo toda a documentação sido entregue há várias semanas, agradeço que seja dada prioridade à resolução deste assunto e que me seja comunicada, com a maior brevidade possível, uma solução concreta para a sua regularização. Na expectativa de uma resposta célere, apresento os meus melhores cumprimentos.

Resolvida
B. F.
13/07/2026

Declaração de Extinção de Resrva

Venho por este meio expressar o meu profundo desagrado relativamente ao serviço prestado, que considero inadmissível e demonstrativo de uma preocupante falta de profissionalismo no tratamento ao cliente. Apesar de ter efetuado o pagamento de uma segunda via há quase um mês, e de o meu veículo estar pago há quase dois meses, continuo sem receber o pedido de extinção de reserva, mesmo após ter reforçado por diversas vezes a urgência da situação. A comunicação tem sido extremamente deficiente — as respostas chegam com vários dias de intervalo, e limitam-se a repetir o mesmo guião, sugerindo que mantenha os dados atualizados, mesmo quando já o fiz. Esta abordagem revela uma clara incompetência no acompanhamento dos pedidos. Adicionalmente, o meu pedido de alteração de morada não foi respeitado, o que agravou ainda mais a situação.

Resolvida
L. A.
02/06/2026

Credito Prestação

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente à forma como tem sido gerido o meu contrato de crédito junto da Credibom, bem como ao atendimento que me tem sido prestado ao longo dos últimos meses. Em 2024, celebrei um contrato de crédito com a Credibom, tendo, na altura, prestado todas as informações solicitadas sobre a minha situação financeira, incluindo a origem e composição dos meus rendimentos. Após a análise da documentação apresentada, o crédito foi aprovado sem qualquer reserva. No decorrer de 2025, devido a um grave problema pessoal e de saúde que alterou significativamente a minha situação profissional, fui obrigado a abandonar uma das atividades que exercia, o que resultou numa redução considerável dos meus rendimentos. Assim que percebi que esta alteração poderia afetar a minha capacidade de cumprir pontualmente as minhas obrigações financeiras, contactei todas as entidades com as quais possuo créditos, informando-as da situação e solicitando uma reestruturação das condições dos contratos. Todas as restantes entidades demonstraram compreensão e disponibilidade para encontrar soluções adequadas à minha realidade financeira. Contudo, no caso da Credibom, a experiência foi bastante diferente. Durante vários contactos telefónicos, fui frequentemente confrontado com respostas pouco esclarecedoras e, em alguns casos, com uma postura que considerei inadequada e pouco profissional, limitando-se a indicar que teria de proceder ao pagamento sem que fossem analisadas alternativas ou apresentadas soluções. Após cerca de três meses de incumprimento, fui finalmente atendido por uma colaboradora que me explicou, de forma clara e cordial, que uma eventual revisão das condições do contrato apenas poderia ser analisada após um determinado período de vigência do mesmo. Foi-me então sugerido que regularizasse dois meses em atraso, num montante aproximado de 780 euros, permanecendo apenas com uma prestação em dívida. Com grande esforço financeiro, utilizei o subsídio de Natal para efetuar esse pagamento, ficando convicto de que, posteriormente, a situação poderia ser reavaliada. Passados alguns meses, voltei a contactar a Credibom, por telefone e por e-mail, solicitando novamente uma reestruturação do contrato e informando que continuava empenhado em cumprir as minhas obrigações dentro das minhas possibilidades. No entanto, não obtive qualquer resposta aos contactos efetuados. Mais tarde, fui informado de que não seria possível proceder a qualquer alteração por já existir alegadamente um acordo em vigor. Esta informação causou-me surpresa, uma vez que nunca assinei qualquer documento de renegociação, nem recebi qualquer comunicação formal nesse sentido. Solicitei então o envio da documentação referente a esse alegado acordo. Após análise da mesma, verifiquei que o prazo do contrato tinha sido prolongado em mais seis meses relativamente às condições inicialmente contratadas. Perante esta situação, procurei obter esclarecimentos junto da Credibom, mas não me foi apresentada qualquer explicação concreta sobre a origem ou fundamento dessa alteração. Atualmente, continuo sem compreender: Qual o motivo do prolongamento do contrato por mais seis meses; Em que condições foi efetuada essa alteração; Porque não fui devidamente informado ou chamado a dar o meu consentimento; Qual o critério utilizado para os valores que têm vindo a ser reclamados. Adicionalmente, tenho recebido diversos contactos e comunicações relativas a valores cujo enquadramento não me é devidamente explicado e que não parecem coincidir nem com as prestações contratadas, nem com os montantes em atraso identificados. Quero deixar claro que eu e a minha esposa mantemos total intenção de regularizar esta situação e cumprir as nossas responsabilidades. No entanto, atendendo às circunstâncias financeiras atuais, consideramos fundamental que seja analisada uma solução equilibrada e ajustada à nossa capacidade financeira, tal como aconteceu com outras entidades credoras. Desta forma, solicito que a Credibom esclareça formalmente todas as questões acima referidas e reavalie a possibilidade de encontrar uma solução de pagamento adequada à situação atual, privilegiando o diálogo, a transparência e o respeito pelos clientes. Com os melhores cumprimentos, Luís Andrade

Resolvida
J. F.
28/05/2026

Cobrança constante e valores incoerentes no meu mapa de responsabilidades do banco de Portugal

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação formal relativamente à gestão do meu contrato de crédito associado ao Banco Credibom, atualmente em tratamento pela empresa Codeactivos, S.A. No mês anterior, conforme informação constante no mapa de responsabilidades do Banco de Portugal, encontrava-se em dívida o montante aproximado de 151€, o qual foi integralmente liquidado da minha parte. Posteriormente, surgiu um valor adicional de cerca de 11€, também ele prontamente pago. Apesar da liquidação destes montantes, continuo a receber comunicações por parte da Codeactivos indicando valores em dívida divergentes (nomeadamente 123€ e 128€), sem qualquer explicação clara, discriminação de valores ou envio de extrato detalhado do contrato. Acresce que, após contacto escrito da minha parte a solicitar esclarecimentos e documentação comprovativa, a resposta obtida foi genérica e não respondeu a nenhuma das questões colocadas, limitando-se a solicitar novo contacto telefónico, sem qualquer esclarecimento formal por escrito. Anteriormente, dia sim e dia não mandavam emails com dados de pagamento, após questionar valores e querer ter acesso ao extrato simplesmente não responderam mais . Considero esta situação grave, revelando: - Falta de transparência na informação prestada ao cliente; - Ausência de discriminação dos valores alegadamente em dívida; - Continuação de comunicações de cobrança após pagamento dos montantes identificados; - Incumprimento do dever de resposta adequada a reclamação formal. Assim, solicito: 1. A apresentação de extrato detalhado e completo do contrato; 2. A discriminação clara de todos os valores cobrados após a liquidação inicial; 3. A justificação contratual e legal dos montantes adicionais apresentados; 4. A confirmação escrita da inexistência de dívida, caso se verifique a regularização total; 5. A cessação imediata de comunicações de cobrança indevidas. Mais informo que, caso a situação não seja devidamente esclarecida, reservarei o direito de apresentar reclamação junto do Banco de Portugal e demais entidades competentes. Adicionalmente, não me é disponibilizado qualquer extrato detalhado do contrato, nem tenho acesso à informação completa na área de cliente, sendo-me apenas apresentados valores avulsos para pagamento, sem qualquer discriminação ou justificação. Com os melhores cumprimentos,

Resolvida
M. G.
18/05/2026

Falta de documento do veículo

Boa noite, Fiz a aquisição de um veículo na empresa magnetic cars, em aveiro com o financiamento pelo Banco Credibom e levantei a viatura na data 11/03/2026, o vendedor me informou que o DUA chegaria em minha morada de 20 dias. Recentemente liguei para o stand e me informaram que a emissão do documento é feita pelo banco, entrei em contacto com o Banco Credibom e fui informado que o stand não enviou o documento, então entrei em contato novamente com o stand e fui informado que já havia enviado o documento após isso entrei novamente em contato com a credibom e lá fui informado que era em outro setor que tratava disso que ali eles não saberiam me dizer se o documenta já estava em posse deles(credibom) sendo  que antes não tinha tido essa informação, só me informaram que não tinha sido entregue o documento pelo stand, após isso pedi para me transferir para esse setor e fui informado que não poderiam me transferir porque esse setor  era contactado somente pelo stand, então entrei em contato com o stand e fui informado novamente que o documento está lá após isso fui contactado pela credibom  e fui informado que seria resolvido e que quando emitissem o documento eu iria receber uma mensagem de texto a informar, mais isso faz mais de um mês que estou a espera, agora já fiquei com o carro sem inspeção, e não consigo fazer sem o respectivo documento, estou a mais de 2 meses com o carro e não posso fazer a inspeção porque não tenho o documento Gostaria que me ajudassem nesta situação pois não sei mais o que fazer, a não ser começar a ver outros meios de comunicação para reclamações a respeito do meu caso e em último caso medidas contratuais.

Resolvida
M. D.
04/05/2026

NEGOCIAÇAO DE DIVIDA

Venho por este meio expor a minha situação relativamente ao contrato de financiamento da viatura adquirida em 2023, no valor de 19.000€. Cumpri integralmente as minhas obrigações contratuais até dezembro de 2025. Contudo, por motivos graves de saúde familiar, fui obrigada a regressar ao meu país de origem, Brasil, onde me encontro atualmente a residir por tempo indeterminado. Aquando da devolução da viatura, fui informada de que a mesma seria vendida em leilão e que seria posteriormente contactada com os detalhes da venda e da eventual regularização do valor remanescente. No entanto, apenas em março de 2026, após contacto da minha parte, fui informada de que a viatura teria sido vendida por 4.000€, resultando num valor em dívida com prestações mensais de aproximadamente 234€ até 2033. Atualmente, face à minha realidade financeira no Brasil, não me é possível suportar esse valor mensal. Ainda assim, reitero que reconheço integralmente a minha responsabilidade pela dívida e mantenho total interesse em regularizar a situação. Neste sentido, venho propor a revisão das condições de pagamento, nomeadamente através: da redução do valor da prestação mensal para um montante compatível com a minha capacidade financeira (na ordem dos 100€ a 150€ mensais), e do eventual prolongamento do prazo de pagamento, se necessário. O meu objetivo é encontrar uma solução viável para ambas as partes, evitando o incumprimento e garantindo o pagamento da dívida de forma sustentável. Agradeço, desde já, a vossa atenção e fico a aguardar uma proposta concreta que permita a regularização da situação.

Resolvida
V. P.
29/04/2026

Cobrança indevida e frase inapropriadas do colaborador

Exmos. Senhores, Na qualidade de cliente, apresento reclamação formal por incumprimento contratual, manutenção de cobranças indevidas e falta de cumprimento dos deveres de informação e boa-fé por parte dessa entidade. Existe um acordo previamente celebrado que não está a ser devidamente respeitado, mantendo-se, ainda assim, contactos e cobranças que extravasam o estipulado. No âmbito das comunicações efetuadas, o colaborador “Nuno” adotou comportamento inadequado, com respostas pouco claras e uso de expressões como “o senhor gosta de confusão”, “o senhor gosta de conflito” e “o senhor gosta de reclamar”, “seus histórico é só de reclamações” “deixe de reclamar e pague o que deve” as quais considero impróprias, desrespeitosas e totalmente desqualificadas. Nos termos da Lei n.º 24/96 (Lei de Defesa do Consumidor), solicito: 1. Cumprimento integral do acordo em vigor; 2. Cessação imediata de cobranças e contactos indevidos; 3. Esclarecimento formal sobre a situação; 4. Averiguação interna da conduta do colaborador identificado. Mais informo que a chamada de 29/04, através do número 214 138 535, encontra-se registada.

Resolvida

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