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Reclamação por práticas comerciais agressivas dirigidas a consumidora idosa e vulnerável
Assunto: Reclamação por práticas comerciais agressivas dirigidas a consumidora idosa e vulnerável — contratos com a DS Audio e a Credibom Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal contra a a entidade financeira Credibom e a empresa parceira DS Audio, Unipessoal, Lda. , devido à forma como fui abordada e levada a celebrar um contrato de compra e o respetivo contrato de crédito coligado. Tenho 81 anos e sofro de défice cognitivo, condição comprovada por médicos, encontrando-me, por isso, numa situação de especial vulnerabilidade perante abordagens comerciais desta natureza. A meu pedido, a minha filha ajudou-me a redigir e a apresentar esta reclamação, uma vez que tenho dificuldade em compreender toda a documentação e em tratar deste processo sem apoio. Contudo, a presente reclamação é apresentada por mim e relata aquilo que vivi. 1. Descrição dos factos No dia 21 de julho de 2026, fui atraída a uma carrinha da DS Audio estacionada na rua, em Setúbal, sob o pretexto de realizar uma “consulta auditiva gratuita”. No local, deparei-me com um ambiente que considerei intimidatório e de forte pressão. Fui abordada por vários indivíduos que, apesar de se mostrarem inicialmente simpáticos, adotaram uma forma de comunicação insistente e agressiva. Aplicaram técnicas de venda de alta pressão e fizeram-me diversas perguntas pessoais que considerei intrusivas. Senti-me encurralada e incapaz de resistir à pressão exercida. Saí do local em estado de pânico, com a sensação de ter sido enganada, e na posse de dois contratos cujo conteúdo e consequências não compreendi e que não tenho capacidade financeira para suportar: * Contrato de compra com a DS Audio, no valor de 5.150,00 €; * Contrato de crédito coligado com a Credibom, no valor de 2.544,77 €. Na documentação que me foi entregue, verifiquei que tanto o número do contrato com a DS Audio como os números de referência dos equipamentos apresentam informações incorretas, contraditórias ou referências diferentes. Esta situação aumenta a minha preocupação e receio de que tais irregularidades possam vir a ser utilizadas para dificultar ou impedir o exercício do meu direito de livre resolução. Verificou-se igualmente que a DS Audio não se encontra disponível no Livro de Reclamações Eletrónico. Esta situação já foi comunicada às autoridades competentes. 2. Exercício do direito de livre resolução Perante a gravidade da situação, pedi à minha filha que se deslocasse de imediato a Setúbal para me prestar apoio no exercício do meu direito de livre resolução dos contratos. No dia 22 de julho de 2026, enviei, por correio registado com aviso de receção, comunicações formais de resolução contratual para a DS Audio e para a Credibom. Nessas comunicações, declarei expressamente a minha vontade de resolver os contratos, solicitei o respetivo cancelamento imediato e pedi que me fossem enviadas, por escrito, as instruções necessárias para a devolução dos equipamentos. Os equipamentos encontram-se intactos e não foram utilizados, estando disponíveis para devolução logo que me sejam fornecidas instruções claras e adequadas para esse efeito. 3. Comunicações às autoridades competentes Com a ajuda da minha filha, apresentei também reclamações e comunicações às entidades reguladoras e fiscalizadoras competentes (DGC, ERS, ASAE, ERSF), para que tomem conhecimento das técnicas de venda agressivas e predatórias alegadamente utilizadas pela empresa, especialmente junto de pessoas idosas e vulneráveis. Considero essencial que estas práticas sejam devidamente investigadas, de modo a evitar que outros consumidores em situação de vulnerabilidade sejam sujeitos a experiências semelhantes. 4. Pedido de intervenção Solicito a vossa intervenção no sentido de: 1. Garantir que a DS Audio e a Credibom reconhecem e respeitam o exercício do meu direito de livre resolução, procedendo ao cancelamento dos contratos sem criarem obstáculos ou exigirem pagamentos indevidos; 2. Assegurar que me são fornecidas, por escrito, instruções claras para a devolução dos equipamentos; 3. Investigar as circunstâncias em que os contratos foram celebrados, tendo em conta a minha idade, o meu défice cognitivo e o ambiente de pressão e intimidação que senti; 4. Verificar as irregularidades existentes na documentação contratual, designadamente as diferenças nos números do contrato e nas referências dos equipamentos; 5. Fiscalizar e, se for caso disso, sancionar as práticas comerciais descritas, protegendo outros consumidores idosos ou especialmente vulneráveis. Agradeço, desde já, a atenção dispensada e aguardo informação sobre o desenvolvimento deste processo e as medidas que venham a ser adotadas. Reitero que esta reclamação é apresentada por mim. Devido à minha idade, à minha condição de saúde e à dificuldade que tenho em tratar deste processo, pedi à minha filha que me ajudasse a redigi-la e a encaminhá-la.
Averbamento do Carro em nome do proprietário
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar reclamação relativamente ao atraso na conclusão do processo de averbamento da propriedade da viatura adquirida em junho de 2026 e financiada através da CREDIBOM. De acordo com a informação que me foi transmitida pelo vendedor Flexicar, após a entrega da viatura em 12 de junho de 2026, toda a documentação necessária para a formalização do registo de propriedade foi remetida para tratamento em 15 de junho de 2026, encontrando-se o processo dependente da intervenção dessa entidade. Contudo, mais de um mês após a aquisição e entrega da viatura, a situação permanece por regularizar, sem que tenha sido concluído o averbamento da propriedade em meu nome. Esta situação é particularmente preocupante, uma vez que me encontro a suportar mensalmente as prestações do financiamento de uma viatura que ainda não se encontra registada em meu nome, o que considero inadmissível e gerador de justificada apreensão quanto à regularização da titularidade do bem que estou a pagar. Acresce que este atraso tem vindo a criar constrangimentos ao nível da gestão da documentação da viatura e do cumprimento das obrigações legais associadas, designadamente no que respeita ao registo de propriedade e demais responsabilidades inerentes ao veículo. Neste contexto, solicito que me seja prestada informação detalhada sobre: O estado atual do processo de averbamento; Os motivos que justificam o atraso verificado; A data previsível para conclusão do registo da viatura em meu nome; As diligências que estão a ser desenvolvidas para ultrapassar a situação. Tendo toda a documentação sido entregue há várias semanas, agradeço que seja dada prioridade à resolução deste assunto e que me seja comunicada, com a maior brevidade possível, uma solução concreta para a sua regularização. Na expectativa de uma resposta célere, apresento os meus melhores cumprimentos.
Declaração de Extinção de Resrva
Venho por este meio expressar o meu profundo desagrado relativamente ao serviço prestado, que considero inadmissível e demonstrativo de uma preocupante falta de profissionalismo no tratamento ao cliente. Apesar de ter efetuado o pagamento de uma segunda via há quase um mês, e de o meu veículo estar pago há quase dois meses, continuo sem receber o pedido de extinção de reserva, mesmo após ter reforçado por diversas vezes a urgência da situação. A comunicação tem sido extremamente deficiente — as respostas chegam com vários dias de intervalo, e limitam-se a repetir o mesmo guião, sugerindo que mantenha os dados atualizados, mesmo quando já o fiz. Esta abordagem revela uma clara incompetência no acompanhamento dos pedidos. Adicionalmente, o meu pedido de alteração de morada não foi respeitado, o que agravou ainda mais a situação.
Credito Prestação
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente à forma como tem sido gerido o meu contrato de crédito junto da Credibom, bem como ao atendimento que me tem sido prestado ao longo dos últimos meses. Em 2024, celebrei um contrato de crédito com a Credibom, tendo, na altura, prestado todas as informações solicitadas sobre a minha situação financeira, incluindo a origem e composição dos meus rendimentos. Após a análise da documentação apresentada, o crédito foi aprovado sem qualquer reserva. No decorrer de 2025, devido a um grave problema pessoal e de saúde que alterou significativamente a minha situação profissional, fui obrigado a abandonar uma das atividades que exercia, o que resultou numa redução considerável dos meus rendimentos. Assim que percebi que esta alteração poderia afetar a minha capacidade de cumprir pontualmente as minhas obrigações financeiras, contactei todas as entidades com as quais possuo créditos, informando-as da situação e solicitando uma reestruturação das condições dos contratos. Todas as restantes entidades demonstraram compreensão e disponibilidade para encontrar soluções adequadas à minha realidade financeira. Contudo, no caso da Credibom, a experiência foi bastante diferente. Durante vários contactos telefónicos, fui frequentemente confrontado com respostas pouco esclarecedoras e, em alguns casos, com uma postura que considerei inadequada e pouco profissional, limitando-se a indicar que teria de proceder ao pagamento sem que fossem analisadas alternativas ou apresentadas soluções. Após cerca de três meses de incumprimento, fui finalmente atendido por uma colaboradora que me explicou, de forma clara e cordial, que uma eventual revisão das condições do contrato apenas poderia ser analisada após um determinado período de vigência do mesmo. Foi-me então sugerido que regularizasse dois meses em atraso, num montante aproximado de 780 euros, permanecendo apenas com uma prestação em dívida. Com grande esforço financeiro, utilizei o subsídio de Natal para efetuar esse pagamento, ficando convicto de que, posteriormente, a situação poderia ser reavaliada. Passados alguns meses, voltei a contactar a Credibom, por telefone e por e-mail, solicitando novamente uma reestruturação do contrato e informando que continuava empenhado em cumprir as minhas obrigações dentro das minhas possibilidades. No entanto, não obtive qualquer resposta aos contactos efetuados. Mais tarde, fui informado de que não seria possível proceder a qualquer alteração por já existir alegadamente um acordo em vigor. Esta informação causou-me surpresa, uma vez que nunca assinei qualquer documento de renegociação, nem recebi qualquer comunicação formal nesse sentido. Solicitei então o envio da documentação referente a esse alegado acordo. Após análise da mesma, verifiquei que o prazo do contrato tinha sido prolongado em mais seis meses relativamente às condições inicialmente contratadas. Perante esta situação, procurei obter esclarecimentos junto da Credibom, mas não me foi apresentada qualquer explicação concreta sobre a origem ou fundamento dessa alteração. Atualmente, continuo sem compreender: Qual o motivo do prolongamento do contrato por mais seis meses; Em que condições foi efetuada essa alteração; Porque não fui devidamente informado ou chamado a dar o meu consentimento; Qual o critério utilizado para os valores que têm vindo a ser reclamados. Adicionalmente, tenho recebido diversos contactos e comunicações relativas a valores cujo enquadramento não me é devidamente explicado e que não parecem coincidir nem com as prestações contratadas, nem com os montantes em atraso identificados. Quero deixar claro que eu e a minha esposa mantemos total intenção de regularizar esta situação e cumprir as nossas responsabilidades. No entanto, atendendo às circunstâncias financeiras atuais, consideramos fundamental que seja analisada uma solução equilibrada e ajustada à nossa capacidade financeira, tal como aconteceu com outras entidades credoras. Desta forma, solicito que a Credibom esclareça formalmente todas as questões acima referidas e reavalie a possibilidade de encontrar uma solução de pagamento adequada à situação atual, privilegiando o diálogo, a transparência e o respeito pelos clientes. Com os melhores cumprimentos, Luís Andrade
Cobrança constante e valores incoerentes no meu mapa de responsabilidades do banco de Portugal
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação formal relativamente à gestão do meu contrato de crédito associado ao Banco Credibom, atualmente em tratamento pela empresa Codeactivos, S.A. No mês anterior, conforme informação constante no mapa de responsabilidades do Banco de Portugal, encontrava-se em dívida o montante aproximado de 151€, o qual foi integralmente liquidado da minha parte. Posteriormente, surgiu um valor adicional de cerca de 11€, também ele prontamente pago. Apesar da liquidação destes montantes, continuo a receber comunicações por parte da Codeactivos indicando valores em dívida divergentes (nomeadamente 123€ e 128€), sem qualquer explicação clara, discriminação de valores ou envio de extrato detalhado do contrato. Acresce que, após contacto escrito da minha parte a solicitar esclarecimentos e documentação comprovativa, a resposta obtida foi genérica e não respondeu a nenhuma das questões colocadas, limitando-se a solicitar novo contacto telefónico, sem qualquer esclarecimento formal por escrito. Anteriormente, dia sim e dia não mandavam emails com dados de pagamento, após questionar valores e querer ter acesso ao extrato simplesmente não responderam mais . Considero esta situação grave, revelando: - Falta de transparência na informação prestada ao cliente; - Ausência de discriminação dos valores alegadamente em dívida; - Continuação de comunicações de cobrança após pagamento dos montantes identificados; - Incumprimento do dever de resposta adequada a reclamação formal. Assim, solicito: 1. A apresentação de extrato detalhado e completo do contrato; 2. A discriminação clara de todos os valores cobrados após a liquidação inicial; 3. A justificação contratual e legal dos montantes adicionais apresentados; 4. A confirmação escrita da inexistência de dívida, caso se verifique a regularização total; 5. A cessação imediata de comunicações de cobrança indevidas. Mais informo que, caso a situação não seja devidamente esclarecida, reservarei o direito de apresentar reclamação junto do Banco de Portugal e demais entidades competentes. Adicionalmente, não me é disponibilizado qualquer extrato detalhado do contrato, nem tenho acesso à informação completa na área de cliente, sendo-me apenas apresentados valores avulsos para pagamento, sem qualquer discriminação ou justificação. Com os melhores cumprimentos,
Falta de documento do veículo
Boa noite, Fiz a aquisição de um veículo na empresa magnetic cars, em aveiro com o financiamento pelo Banco Credibom e levantei a viatura na data 11/03/2026, o vendedor me informou que o DUA chegaria em minha morada de 20 dias. Recentemente liguei para o stand e me informaram que a emissão do documento é feita pelo banco, entrei em contacto com o Banco Credibom e fui informado que o stand não enviou o documento, então entrei em contato novamente com o stand e fui informado que já havia enviado o documento após isso entrei novamente em contato com a credibom e lá fui informado que era em outro setor que tratava disso que ali eles não saberiam me dizer se o documenta já estava em posse deles(credibom) sendo que antes não tinha tido essa informação, só me informaram que não tinha sido entregue o documento pelo stand, após isso pedi para me transferir para esse setor e fui informado que não poderiam me transferir porque esse setor era contactado somente pelo stand, então entrei em contato com o stand e fui informado novamente que o documento está lá após isso fui contactado pela credibom e fui informado que seria resolvido e que quando emitissem o documento eu iria receber uma mensagem de texto a informar, mais isso faz mais de um mês que estou a espera, agora já fiquei com o carro sem inspeção, e não consigo fazer sem o respectivo documento, estou a mais de 2 meses com o carro e não posso fazer a inspeção porque não tenho o documento Gostaria que me ajudassem nesta situação pois não sei mais o que fazer, a não ser começar a ver outros meios de comunicação para reclamações a respeito do meu caso e em último caso medidas contratuais.
NEGOCIAÇAO DE DIVIDA
Venho por este meio expor a minha situação relativamente ao contrato de financiamento da viatura adquirida em 2023, no valor de 19.000€. Cumpri integralmente as minhas obrigações contratuais até dezembro de 2025. Contudo, por motivos graves de saúde familiar, fui obrigada a regressar ao meu país de origem, Brasil, onde me encontro atualmente a residir por tempo indeterminado. Aquando da devolução da viatura, fui informada de que a mesma seria vendida em leilão e que seria posteriormente contactada com os detalhes da venda e da eventual regularização do valor remanescente. No entanto, apenas em março de 2026, após contacto da minha parte, fui informada de que a viatura teria sido vendida por 4.000€, resultando num valor em dívida com prestações mensais de aproximadamente 234€ até 2033. Atualmente, face à minha realidade financeira no Brasil, não me é possível suportar esse valor mensal. Ainda assim, reitero que reconheço integralmente a minha responsabilidade pela dívida e mantenho total interesse em regularizar a situação. Neste sentido, venho propor a revisão das condições de pagamento, nomeadamente através: da redução do valor da prestação mensal para um montante compatível com a minha capacidade financeira (na ordem dos 100€ a 150€ mensais), e do eventual prolongamento do prazo de pagamento, se necessário. O meu objetivo é encontrar uma solução viável para ambas as partes, evitando o incumprimento e garantindo o pagamento da dívida de forma sustentável. Agradeço, desde já, a vossa atenção e fico a aguardar uma proposta concreta que permita a regularização da situação.
Cobrança indevida e frase inapropriadas do colaborador
Exmos. Senhores, Na qualidade de cliente, apresento reclamação formal por incumprimento contratual, manutenção de cobranças indevidas e falta de cumprimento dos deveres de informação e boa-fé por parte dessa entidade. Existe um acordo previamente celebrado que não está a ser devidamente respeitado, mantendo-se, ainda assim, contactos e cobranças que extravasam o estipulado. No âmbito das comunicações efetuadas, o colaborador “Nuno” adotou comportamento inadequado, com respostas pouco claras e uso de expressões como “o senhor gosta de confusão”, “o senhor gosta de conflito” e “o senhor gosta de reclamar”, “seus histórico é só de reclamações” “deixe de reclamar e pague o que deve” as quais considero impróprias, desrespeitosas e totalmente desqualificadas. Nos termos da Lei n.º 24/96 (Lei de Defesa do Consumidor), solicito: 1. Cumprimento integral do acordo em vigor; 2. Cessação imediata de cobranças e contactos indevidos; 3. Esclarecimento formal sobre a situação; 4. Averiguação interna da conduta do colaborador identificado. Mais informo que a chamada de 29/04, através do número 214 138 535, encontra-se registada.
Reclamação formal – Falta de entrega de documentação automóvel e prejuízos associados (CREDIBOM) Ex
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente à entidade financeira CREDIBOM, no âmbito de um contrato de financiamento automóvel celebrado em agosto de 2025. Na referida data adquiri um veículo automóvel, tendo recorrido a financiamento junto da CREDIBOM. No entanto, até à presente data, não me foram entregues os documentos necessários do veículo, situação que tem causado sucessivos prejuízos e constrangimentos graves. Desde novembro de 2025 que tenho vindo a contactar regularmente a CREDIBOM, por vezes semanalmente ou até com maior frequência, no sentido de obter esclarecimentos e resolver a situação. Contudo, a informação prestada tem sido inconsistente e contraditória, sendo constantemente indicados novos documentos em falta, sem que exista uma resolução efetiva do problema. Numa fase inicial, foi-me indicado que faltava a Resolução do Contrato de Locação Financeira. Posteriormente, fui informado de que seria necessário um documento da Cofidis a prescindir dos direitos sobre a viatura. Perante estas informações, entrei em contacto com o stand vendedor, que confirmou o envio de toda a documentação solicitada, tendo inclusive procedido ao reenvio dos mesmos. Cheguei ainda a contactar diretamente os anteriores proprietários do veículo, no esforço de ultrapassar os entraves colocados. Já no mês de abril de 2026, fui informado pela CREDIBOM de que toda a documentação estaria finalmente reunida e que o processo seria enviado à Conservatória no dia 10 desse mês. Contudo, no dia 16 fui novamente informado de que tal não havia ocorrido, sendo novamente alegada a falta de documentação. Foi-me então enviado um modelo de documento para preenchimento, o qual preenchi e devolvi prontamente. Ainda assim, fui posteriormente informado de que o mesmo não teria sido aceite pela Conservatória. Importa salientar que a inspeção obrigatória do veículo expirou no dia 29/12/2025, e desde essa data não me é possível utilizar o automóvel por ausência dos documentos necessários à regularização da situação. Apesar disso, continuo a cumprir integralmente com o pagamento das prestações mensais do financiamento. Esta situação tem-me causado prejuízos financeiros diretos, nomeadamente com despesas adicionais de transporte, bem como transtornos pessoais significativos, agravados pelo facto de ter um familiar direto doente que depende do meu apoio. Face ao exposto, considero inaceitável a falta de diligência, a desorganização processual e a ausência de uma solução concreta por parte da CREDIBOM, motivo pelo qual solicito a intervenção dessa entidade no sentido de: Garantir a rápida regularização da situação documental do veículo; Apurar responsabilidades pelo sucedido; Avaliar a possibilidade de compensação pelos prejuízos financeiros e transtornos causados. Agradeço desde já a atenção dispensada e fico a aguardar uma resposta célere. Com os melhores cumprimentos, Rodrigo Veloso
Duvida sobre financiamento
Exmos Senhores tinha um contrato de financiamento de um veículo com a empresa Credibom paguei 22 parcelas e depois disso precisei trocar o segundo titular do contrato e após adicionar o segundo titular ao contrato eles fizeram um novo contrato assim começando do zero e sem contar o aumento do valor das parcelas mas também aumentou o números de parcelas sendo assim as 22 parcelas que paguei não valeram de nada !!!
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