Reclamações públicas

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A. C.
01/01/0001

Crime de Abuso de confiança

Em 13 de Agosto de 2014 terminei um contrato com a Optimus no qual estava associado 4 telemóveis uma pen Kanguru (para acesso domiciliário à Internet ) e ainda um Router da Wow, como o contrato terminaria nessa data contactei o apoio à Cliente que nessa data já pertencia à NOS após fusão das empresas,como era cliente há várias décadas decidi manter-me na mesma empresa e pedi para ter um novo serviço com melhores condições e mais barato uma vez que na altura eu só tinha os 4 canais nacionais por satélite.Por tal motivo pedi a migração total dos telemóveis e Internet, pedi então um pacote NOS 4 com Internet e unicamente com 3 telemóveis uma vez que um deles já não seria necessário uma vez que iria ter telefone fixo associado e solicitei que o contrato fosse só de um ano ao que me pediram adiantadamente 157 euros os quais paguei e dois dias depois vieram instalar o serviço. No entanto sou contactado pelo novo operador de que seria obrigado a manter o Router da Wow,perguntei o porquê ninguém me soube responder. Reclamei várias vezes da injustiça que estava a ser alvo, para não complicar mais a situação decidi manter o Router até terminar o período de fidelização.Em Dezembro cortam-me o serviço da Wow alegando falta de pagamento,contacto o apoio ao cliente e pergunto o porquê...ao que me responderam que não tinha pago a prestação de Novembro.De imediato paguei e venho a verificar que estava a pagar os serviços que mandei anular, ainda estavam a sacarem-me dinheiro da minha conta sem minha autorização,confrontei a funcionária que ficou embasbacada que me disse que não era verdade. Em Fevereiro deste ano sou contactado para passar o contracto para o NOS 5 fui abordado por um agente da NOS 5 chamado Flávio Teles (salvo erro) foi a minha casa para resolver o problema e garantiu-me que caso eu passa-se para a NOS 5 o problema ficaria solucionado assinei então novo contracto por mais 12 meses com data a partir de 5 de Fevereiro de 2015, nunca me solucionaram o problema. Tempos passados emitem-me duas notas de crédito pelos valores que me roubaram da conta bancária sem minha autorização.Falei novamente com o apoio ao cliente a questionar a razão desta embrulhada disseram que fosse à loja física de Leiria para regularizar a situação,assim o fiz, uma vez que não me estavam a cobrar correctamente o serviço NOS 5 e que me creditassem os valores que me roubaram da minha conta, ou que abatessem as duas notas de crédito que me tinham dado ao valor que eu devia que era muito inferior cerca de 450 euros. Foi-me dito que as notas de crédito não eram válidas e que eu teria de pagar cerca de 450 euros ao que eu respondi :Quem é que deve a quem? ??Vocês vão à minha conta sem minha autorização e levantam cerca de 700 euros. ..e isso é crime de abuso de confiança. Disseram-me que se não pagasse iriam para o contencioso e eu disse-lhes que assim seja vamos ver quem deve o quê a quem. ..Mudei de imediato para a Vodafone todos os 3 telemóveis e fiz um novo contrato com a Vodafone.Agora vêem com ameaças de cobrança coerciva de cerca de 2 mil euros por incumprimento contractual. Eu só tenho um Contracto de um ano que assinei e não de dois anos conforme eles referem. Tenho todas as provas do que supra citei que junto em anexo. Questiono o que me aconselham a fazer ....ajudam-me ou tenho de dar com umas cabeçadas ou uns balázios em algum gestor da NOS. Ou tenho que ir ao Ministério Público apresentar queixa crime por abuso de confiança e difamação. Agradecia uma ajuda vossa.

Encerrada
P. M.
01/01/0001

Duplo pagamento à Nós

Em 05 de junho foi feito acordo de pagamento do qual resultou o pagamento por MB da quantia solicitada. No mesmo dia e desrespeitanto o acordo solicitaram à agente de execução penhora de salário não dando conhecimento à agente de execução do pagamento de Mb . Até à data não foi nem deduzido nem devolvido o valor pago por MB. Solicitei retirada da penhora e pagamento do valor em dívida e informaram que teria de pagar na mesma as custas de tribunal e de agente mais 30%. A agente de execução entretanto contactada informou que a informação transmitida esteve errada e que os 30 % seriam somente em cima do valor em dívida à Nós. Quando questionados sobre onde estaria o valor pois o mesmo nem foi deduzido ou devolvido a colaboradora Telma respondeu-me que não ficou com ele para ela. Agradeço a V/intervenção para rápida solução pois já foi efetuado penhora de 504 euros mais o pagamento de 95 euros por MB. Posteriormente os mesmos serviços da dra Joana Buco continuaram a solicitar o pagamento por MB no mês de Julho. Desta situação foi fado conhecimento à CPEE, Anacom, Provedor Nós. Comissão executiva Nós, Ordem dos advogados e Camara dos solicitadores

Encerrada
A. C.
01/01/0001

COMPRA DE SMARTPHONE A PRESTAÇÕES

Sendo eu cliente da NOS, resolvi, há 3 semanas, comprar um smartphone (Huawei P9) a prestações numa das suas lojas.Para tal, desloquei-me à loja NOS do Saldanha para comprar o referido smarphone a prestações. Fui prontamente informado que não o podia fazer porque o meu pacote de assinante era o Z Total e não o 4 ou o 5 (condição para poder realizar uma compra a prestações nas lojas NOS), ainda que estivesse a pagar mais do que o pacote 4, por exemplo. Como queria mesmo comprar o smartphone, desloquei-me no domingo seguinte à loja do Oeirasparque para mudar o pacote e poder, assim, fazer a compra. Expliquei o que pretendia e disseram-me que podia levar nesse mesmo dia o smartphone porque tinham 3 em stock. Quando a mudança do Z total para o 4 ficou formalizada disseram-me que afinal só podia fazer a compra a partir do momento da activação do pacote 4 (ou seja, no dia em que um técnico da NOS fosse a minha mudar a box). Aceitei o pedido de desculpas pela confusão causada e esperei até que a minha box fosse mudada. Na quinta a seguir a visita do técnico, regressei à loja do Saldanha onde fui informado que já não tinham mais Huaweis em stock mas que, certamente, iria encontra numa loja grande como a do Colombo. No Sábado seguinte, fui de propósito ao Colombo comprar o telemóvel mas sou apanhado de surpresa com a informação de que não poderia comprar porque não tinha o pacote 4 há mais de 6 meses. Reclamei, dizendo que isso não fazia sentido e que colegas dele das outras lojas nunca me tinham informado de tal coisa. No entanto, avisou-me que haveria uma pequena hipótese de comprar o smartphone se aderisse a mais um cartão de telemóvel. Recusei porque já tinha dois cartões NOS e não estava interessado em pagar mais 7 euros mensais por algo que não iria utilizar.Revoltado com a situação, regressei a casa. Fui ao site da NOS confirmar os termos e condições de compra de smartphones a prestações e li a seguinte condição: “A compra de smartphones a prestações está disponível para clientes com serviço de TV da NOS há mais de 6 meses que adiram a um pacote NOS 4 e NOS 5.”. Ou seja, eles apenas exigem que uma pessoa tenha o serviço de TV NOS há mais de 6 meses. Relativamente aos pacotes 4 ou 5, não fazem referência a ao período de compra. (para ser como eles dizem, o texto deveria ser, por exemplo: ... disponível para clientes com serviço de TV e pacote NOS 4 ou NOS 5 há mais de 6 meses).Não conformado, deixei mensagem no Facebook da marca, tendo sido posteriormente contactado telefonicamente. Voltaram a frisar que eu não poderia comprar o smartphone a prestações e nem tentaram perceber que o texto relativo às condições estava mal escrito, levando a que pessoas, como eu, adiram a um novo pacote, baseando-se em informações erradas/falsas que têm no seu site. Além disso, das várias vezes em que fui às lojs NOS, NENHUM colaborador me informou que eu nunca poderia comprar o dito smartphone antes de 6 meses, após a mudança do pacote de serviços NOS.Sinto-me enganado, especialmente porque poderia ter aproveitado as promoções de crédito sem juros oferecidas por várias lojas de telecomunicações e não o fiz por querer comprar na NOS.

Encerrada
H. M.
01/01/0001

Resolução contrato no período experimental

Venho por este meio e em nome do meu pai, Cesário Marques Caniço, uma vez que sou eu que administro estas questões, fazer a seguinte reclamação:No passado dia 11 de abril de 2017 foi celebrado na residência do meu pai, entre ele e um comercial da NOS, o Sr. Diogo Dias, um contrato de comunicações eletrónicas de TV + Internet + Telefone + Telemóvel (2 cartões), estando eu presente. De acordo com a informação prestada pelo comercial teríamos um período de 14 (catorze) dias para experimentar o serviço, durante o qual poderíamos resolver livremente o contrato e que poderíamos solicitar a recolha dos equipamentos sem qualquer custo. Os equipamentos foram instalados no dia 15 de abril por um técnico da NOS.No dia 21 de abril foi enviada, via CTT, uma carta registada com aviso de receção (em anexo) para a NOS a cancelar o serviço, ou seja, dentro do período experimental. A carta foi rececionada no dia 24 de abril.No dia 9 de maio o meu pai recebeu um telefonema da NOS para aferirem a satisfação com o serviço, tendo sido eu a falar com a funcionária do call center à qual informei que tinha enviado a carta supra indicada. Após verificação a funcionária confirmou a receção da mesma, por outro departamento que ainda não tinha dado seguimento ao processo. Foi-me referido que teria de pagar o valor da ativação/instalação, no montante de 390,00€, e que essa informação estava e passo a citar explícita na lei, nomeadamente nas Condições Gerais e no Decreto-Lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro.No dia 16 de maio recebi novo telefonema da NOS onde me foi novamente referido que teria de pagar os 390,00€ e que estava explícito na legislação. Fui questionado, novamente, se queria cancelar o serviço. Indiquei que iria verificar essa situação no diploma legal que me foi referido e solicitei que me ligassem novamente. Tendo enviado a carta a cancelar o serviço, praticamente há um mês, pareceu-me muito estranha a questão se queria ou não cancelar o serviço.No dia 22 de maio recebo novo telefonema da NOS a questionar o porquê de cancelar o serviço e se queria efetivamente cancelá-lo, sendo que, ao cancelar seria automaticamente emitida uma fatura no valor de 390,00€ referente à ativação/instalação. Neste telefonema foi-me dada informação relativamente ao serviço que não me foi transmitida pelo comercial que vendeu o serviço. Quanto à legislação, desta vez a base legal foi uma legislação que saiu em agosto, portanto, uma informação vazia de conteúdo. Ao questionar qual o diploma legal, não me foi dada essa informação porque, segundo a funcionária do call center, a mesma não era do departamento jurídico e que teria de contactar a ANACOM. Neste dia recebi um e-mail da NOS (em anexo) a confirmar que iriam desativar o serviço, referindo que me encontro dentro do período de fidelização até 15-09-2019 o que implica o pagamento de 797,50€. Refere, ainda, que caso não entregue os equipamentos terei de pagar uma penalidade de 150,00€ + 100,00€ (tratam-se de duas boxes). É indicado, ainda, o motivo de não agendamento e passo a citar motivo de não agendamento: cliente não aceita. Esta informação não me foi prestada tendo a funcionária do call center indicado que eu iria receber um telefonema para marcar a recolha do material. O mesmo e-mail indica que a data de fim da faturação é 30-06-2017, o que não compreendo tendo em conta que resolvi o contrato com a carta supra indicada, datada de 21 de abril de 2017. Mais informo, que não me foi referido qualquer valor relativo ao custo da devolução dos equipamentos.

Encerrada
D. N.
01/01/0001

O contencioso da NOS exige pagamento de divida de 2015.

Boa noite. Chamo-me Daniela, e estou aqui para tentar resolver uma divida que o meu companheiro tem.Em 2015, aderimos ao serviço de telecomunicações e tv com a empresa NOS. A pessoa que estava a morar na casa onde o serviço foi instalado deixou de poder pagar pois ficou desempregada. No final, o contrato acabou por ser cancelado por falta de pagamento, não cancelamos antes de isto ter acontecido pois na altura já tinham passado 6 meses, que é o tempo que dápara proceder ao cancelamento de contrato, então a empresa não aceitou o pedido de cancelamento do mesmo. Há cerca de um ano, o contencioso da NOS entrou em contacto, enviando uma carta para casa, a dizer que estávamos quase com uma dívida de 1000€. Parte dela foi causada pelo cancelamento do contrato por falta de pagamento e a outra parte foi pelos serviços que não foram pagos devido à situação de desemprego. Em maio de 2017 foram feitos dois acordos, pagar todos os meses 52€ de uma divida e 48€ da outra, com a duração de mais ou menos um ano.Foi também dito que se uma das dividas não fosse paga ao mesmo tempo, o valor da dívida aumentaria. Atualmente, recebemos mensagens por parte do contencioso da NOS com ameaças de levar o processo a tribunal, pois o contrato não está válido, embora tenha sido feito tudo exatamente como foi combinado com o contencioso (incluíndo envio por correio do contrato de dívida devidamente assinado, posteriormente recebido por mail, só que disseram que não estava autenticado pelo notário, quando não falaram disso, para além de que sóenviaram um dos dois contratos). Em vez de reenviarem o contrato para poder autenticar o documentado, não o enviaram e mais uma vez, chegaram ameaças a avisar que o processo seria enviado a tribunal.Para além de que estamos a pagar a divida desde Maio de 2017, e as ameaças de levar a tribunal continuam. Dito isto tudo, quero referir também que antes de ter este acordo , já tinha feito um anteriormente com a NOS, mas disseram que não tinham provas de pagamento, e que o contrato havia sido cancelado, embora já tivesse sido pago 150€ desse acordo mensal.

Encerrada

Carteira nao entrega o correio

Venho por este meio expor uma situação a qual ja reclamei junto da provedoria do cliente dos CTT mas tal não deu em nada.A carteira que distribui o correio na minha area de residência (Carteira chama-se Fatima) não entrega o correio sendo que por vezes toda a zona esta sem ver algum correio que seja por duas semanas. Ela guarda as cartas no seu automóvel pessoal e so entrega quando lhe apetece sendo que quando entrega ja vem faturas fora do prazo, pensões atrasadas e cartas de consultas no hospital que ja passaram.Ja foram feitas finuras queixas contra a esta senhora mas foi no indicado que a mesma nunca iria ser despedida ou trocada de posto pois estava numa relação com o chefe dos correios da zona! Ora pois bem... Como resolver a situação? Ja vi situações muito caricatas a acontecer em que residentes da zona queria obrigar a carteira a ir ao carro buscar as cartas mas a mesma recusa-se e simplesmente não as entrega. Pessoalmente ja recebi varias cartas fora do prazo, encomendas que foram para traz, pois nem os avisos de receção ela deixa ou toca as campainhas. Neste momento estou sem receber qualquer correio a cerca de 2 semanas e meia!

Encerrada

Extravio de encomenda pelos CTT, valor da indmenização

Enviei uma encomenda (uma cana de pesca no valor de 86€) pelo cttexpresso, foi notificado para saber que queria fazer com a encomenda extraviada, foi-me entregue na morada e eu reclamei do extravio do artigo que foi prontamente declarado negligência/acidente por parte dos ctt. Mais tarde foi-me solicitada uma factura com o valor do objecto enviado, que enviei conforme pedido (fatura no valor de 86€), porem passados 7 dias e alguma insistência junto dos serviços telefónicos, la me foi enviado um e mail onde segundo os ctt iria ser indmenizado pelo valor do peso da encomenda. Deixo abaixo o texto com a descrição do que me irão indeminazar e a justificação: No que concerne ao processo de reclamação por danos no EMS EA145015864PT, vimos por este meio declarar que a indemnização foi processada, encontrando-se neste momento a aguardar emissão e envio do respetivo cheque de indemnização. O seguro contratualizado (gratuitamente disponibilizado no ato de subscrição do serviço EMS), contempla um limite máximo de 10,00€ por kg de mercadoria para extravios, furtos e danos, pelo que foram reunidas condições para desenvolvimento processual de carácter indemnizatório no valor de 17,87€ (peso do objeto 1,787kg), acrescido do montante pago pelo envio (6,19€). Ou seja foi considerado o peso do objecto em vez do seu valor real, apesar de me ter sido solicitada fatura do mesmo, rectifiquei o regulamento dos CTT expresso que diz o seguinte na alinea 12.2 : . A responsabilidade máxima da CTT Expresso por quaisquer prejuízos comprovadamente sofridos em consequência da perda ou danos na Mercadoria será a seguinte:- Por objeto/mercadoria: indemnização monetária nos termos da legislação em vigor para o transporte rodoviário nacional de Mercadorias.Pelo que nada refere que tenha q ser indeminado pelo peso...sinto-me lesado pela falta de cuidado com o objecto que tive o cuidado de referir que era fragil, e ainda pelo facto de que ser restituido um valor irrisorio tendo em conta o prejuizo que tenho, agardecia auxilio na resolução desta situação, os meus mais sinceros agradecimentos estimados cumprimentos

Encerrada
B. C.
01/01/0001
MEO

Serviço indisponível

Prezados, gostava de saber se por acaso existe algum padrão minimamente aceitável a ser seguido, tendo em conta a experiência do cliente, pois no meu caso isto está muito longe de ser aceito. Os prazos que são dados ao cliente para resolução de problemas de conectividade são dos piores que já experimentei e tenho um arrependimento amargamente doloroso de ter deixado minha antiga operadora de internet. Para alguém que cujo trabalho depende da rede na morada (no meu caso muitas vezes fora da velocidade contratada, diga-se) ter que amargar mais de 48hs para uma “possível resolução” é sem dúvida um dos piores SLA’s que já tive de experimentar com internet. Vergonha!

Resolvida

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