Reclamações públicas

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F. L.
01/01/0001

Apoio Técnico

Venho por este meio demonstrar a minha insatisfação com os serviços de apoio ao cliente no que concerne aos procedimentos dos serviços de reparações de telemóveis da Samsung.Fiz a aquisição de um telemóvel Samsung Galaxy S Duos que tem apresentado alguns problemas. Em 29/01/2015 dirigi-me a loja Phone House para solicitar a reparação do aparelho. Em 01/03/2015 Voltei a referida loja solicitando novamente a reparação do supracitado aparelho que se encontrava com as mesmas avarias. Em 06/04/2015, mais uma vez, retorno a loja referindo as mesmas avarias do aparelho. Em 18/05/2015, ao retornar a loja, ligo a linha de apoio ao cliente da Sansung, referindo todo o processo e o meu desagrado com esta situação, uma vez que, passado dez dias com o telefone, este continua a apresentar as mesmas avarias. Deste telefonema recebo a informação para por o telemóvel em modo de segurança e voltar a ligar para a linha de apoio passado 48h. Em 11/06 e 12/07, voltou ao centro técnico com as mesmas avarias. Ao longo deste tempo, o centro técnico não resolveu o problema do meu TLM.Atualmente querem que eu envie novamente o aparelho para arranjar, contudo, ficando as despesas ao meu cargo, uma vez que já não se encontra na garantia desde 07/06/2015, pelo que não concordo, bem como não acredito que resolvam o problema.Gostaria que a Samsung tivesse respeito para com os clientes e resolvessem esta situação de forma definitiva e sem custos, pois não resolveram o problema enquanto o TLM tinha garantia. Aguardo resposta.Cumprimentos.

Encerrada
M. R.
01/01/0001

Devolução

Boa tarde,Preciso de uma opinião vossa.No dia 8 de Julho de 2015 comprei uma mesa na AREA das Amoreiras e pedi para fazerem ENTREGA (e nunca me referiram que havia montagem). E no documento de pagamento só diz ENTREGA.Eles foram entregar (eu não estava em casa e por isso foi a minha empregada que recebeu) e os empregados da AREA decidiram montar a mesa (quando eu nunca tinha dado autorização) e levaram as caixas da mesa com eles.No dia útil seguinte fui novamente à loja e vi outra mesa que tinha acabado de chagar muito mais gira (e mais cara que a que tinha comprado) e pedi para a trocarem por aquela que tinham entregue em minha casa. E disseram-me que na loja não podiam responder e que eu tinha que ligar para um contacto da AREA. E assim fiz. Qual não foi o meu espanto quando me informaram que não podia fazer a troca porque não tinha as caixas. E eu disse que eu não tinha dado autorização para montar e levar as caixas e que isso tinha sido da inteira responsabilidade dos empregados da AREA. E responderam-me que sem caixas não podia trocar e que não havia nada a fazer.Isto é inadmissível! Eu só pedi para entregarem (e em todo o lado está escrito ENTREGA e nunca ENTREGA e MONTAGEM).Decidi também enviar email para eles (sav@areastore.com) dia 25 de Julho para ver se voltavam atrás com a decisão mas até à data não tive qualquer resposta. Por isso o que pretendo é que me venham buscar a mesa e me devolvam o dinheiro. Porque caso não o façam estou disposta a ir até às útimas consequências legais. Fico a aguardar a vossa resposta.Caso precisem de mais esclarecimentos por favor contactem-me para 91 377 20 39. ObrigadaMaria jose Ribeiro nº sócio 1452495-17

Encerrada

Transferência de propriedade e/ou abate

No dia 11 de março de 2015 tive um acidente de viação. Não sendo eu a culpada e tendo o veículo sido dado como perda total, foi-me proposto uma indeminização que envolvia a vendo do salvado à empresa Auto Online Portugal.No final de março contactei a referida empresa que me informou que não tinham serviços presenciais e tudo seria tratado por email e correios.Pediram-me diversos documentos, entre eles uma autorização de levantamento do veículo do stand onde estava, um impresso do IMTT já preenchido para um possível cancelamento da matrícula e um documento do registo automóvel para transferência de propriedade.Todos os documentos foram entregues e, no dia 30 de abril, recebo um email da empresa a acusar a boa receção de todos os documentos pedidos.No dia 13 de maio recebo, por transferência bancária, o pagamento referente à venda do veículo.No dia 1 de junho contactei a Audatex uma vez que recebi das Finanças um documento para pagar o Imposto de Circulação do veículo vendido. A Audatex respondeu-me que a empresa adquirente tinha legalmente 60 dias para regularizar a situação. Pediu-me os dados e pagou o referido imposto.No dia 20 de agosto volto a contactar a empresa uma vez que o veículo continua como minha propriedade e os 60 dias para regularizar a situação já tinham passado há mais de 30. A Audatex responde-me no mesmo dia com um encaminhamento de um email para uma empresa de Braga ( AVB auto) pedindo-lhes o comprovativo da transferência do veículo.No dia 28 de setembro volto a contactar a Audatex uma vez que a situação se mantém: 4 meses e meio após a venda a transferência de propriedade ainda não foi realizada. A Audatex responde-me no dia seguinte dizendo que a situação irá ficar regularizada até novembro.No dia 22 de outubro realizo novo contacto com o mesmo propósito. No dia 27 de outubro a Audatex responde-me perguntando como está a situação ao que eu respondi no mesmo dia que está tudo na mesma.Até ao dia de hoje, 10 de novembro, não houve qualquer contacto mais por parte da empresa nem a situação foi regularizada.O veículo não está na minha posse desde abril mas continua em meu nome porque a empresa que o comprou não regulariza a situação.

Encerrada
A. C.
01/01/0001

Sinistro dentro das instalaçoes Pingo Doce - Braga Parque

José António Gomes Moreira PaisSócio nr.1641515-81Rua da Capela 8 – Nogueiró4715-407 BRAGA Braga, 21 de Novembro de 2015Exmos Srs.No dia 25 de Agosto de 2015, a minha mulher Maria do Pilar dos Santos Ribeiro moreira Pais, pelas 11H30 – meio dia, andando a fazer compras no Pingo Doce do Braga Parque em Braga, escorregou, e torceu o pé direito numa zona que apesar de não estar assinalada é muito escorregadia. Acrescento que já varias vezes antes a minha mulher teria participado no apoio ao cliente que tivessem em atenção aos produtos que usam na limpeza pois o chão mesmo depois de seco fica muito escorregadio.Ao passar pela caixa e perante a cara de sofrimento da minha mulher a funcionaria perguntou o que se tinha passado e após relatar os factos , aconselhou a minha mulher a fazer a participação da ocorrência no balcão do apoio ao cliente, o que foi feito de seguida.Nessa tarde, e por não se sentir bem levei-a à urgência do Hospital Privado de Braga, onde depois de radiografada lhe foi diagnosticado fractura do maléolo peronial direito e de seguida engessada desde o pé até ao Joelho. Como apesar disso não se sentir bem e não conseguir andar com canadianas, fomos dois dias depois à consulta com o nosso ortopedista habitual no Hospital da CUF no Porto Dr. João Santos Carvalho. Confirmado o diagnostico, e após se constactar que a minha mulher não consegue andar com as canadianas, o ortopedista receitou-lhe uma espécie de “bota ortopédica”, que compramos numa loja da especialidade no Porto, e ainda nesse dia retirou-lhe o gesso e colocou-lhe meias elásticas e a referida “bota ortopédica”O Pingo doce contactou a minha mulher e informaram-na para apresentar todas as despesas à seguradora/mediadora SABSEG em Braga.Apresentei pessoalmente as despesas havidas até ao momento na Sabseg, D. Daniela bem como uma declaração médica atestando que a minha mulher estava incapacitada para toda e qualquer tarefa doméstica, a saber limpezas cozinhar, passar a ferro etc, deveria estar em repouso absoluto pelo menos durante um mês.À medida que iam aparecendo mais despesas quer medicas e medicamentosas quer de refeições “take away” lavandaria etc fui entregando à Sabseg, ficando sempre em minha posse com cópias devidamente assinadas como recebidas pela D. Daniela da Sabseg.Passando uns tempos que não posso precisar, as despesas médicas começaram a ser pagas pelo Pingo Doce. Após questionar a D. Daniela, fui informado que o Pingo doce assume de imediato os custos médicos e medicamentosos, ao mesmo tempo que a Companhia de seguros do Pingo doce abre um processo de sinistro para averiguar se há ou não lugar a imputar responsabilidades do sinistro ao Pingo Doce, para pagamento das restantes despesas.Cerca de um mês depois do sinistro e em nova consulta com o ortopedista Dr. João Santos Carvalho da CUF, retirou-lhe a “bota ortopédica” tendo contudo mantido a obrigatoriedade de repouso e incapacidade para as referidas tarefas domesticas até às doze semanas.Hoje dia 21 de Novembro de 2015 e apesar de múltiplos contactos com a Sabseg, a Companhia de seguros ainda não assumiu qualquer responsabilidade e bem assim o pagamento das despesas.Pelos motivos expostos venho por este meio solicitar o vosso apoio jurídico para a resolução deste sinistro com a maior brevidade possível.Nota. Tenho em minha posse copias de todos os documentos e facturas acima referido que se assim o entenderem vos enviarei.Melhores cumprimentosJosé António Pais

Encerrada
A. C.
01/01/0001

Valores cativos

Nos ultimos tempos, por duas vezes, o banco ficou-me com dinheiro cativo sem me avisarem . Liguei e fui ao banco e só me dizem que o dinheiro esta cativo por causa de dividas a entidades oficiais, as quais não me podem dar o nome.Inclusivé o novo banco não me enviou qualquer informação a dizer que o dinheiro iria ficar cativo nem recebi qualquer notificação de ninguem.Gostaria de saber se o Novo Banco ou qualquer entidade me pode ficar com o dinheiro cativo sem me avisarem de algo ?Neste momento estou com saldo 0 na minha conta, tenho contas para pagar em casa e não tenho meios de as pagar.

Encerrada

dinheiro a mais

fiquei de fiadora do meu filho na compra de um carro a sofiloc.Acontece que ele nao pagou e vieram a minha empresa para retirarem do meu salario todos os meses uma quantia. A divida era de 6583,28 euros mais despesas provaveis de 658.33 o que prefazia 7241.61 euros ja esta paga mas o meu problema e o seguinte .Agora alegam que querem mais 800 euros dizem que esse dinheiro me e cobrado por o meu filho nao ter respondido as cartas que lhe foram enviadas.Gostava que me informassem se sou obrigada a +pagar essa quantia Fico aguardar resposta obrigada

Encerrada

Recusam comparticipar cirurgia

Boa tarde, venho por este meio pedir a vossa ajuda pois estou desesperada e muito triste com a seguradora em causa.No mês de Outubro de 2015 entrei em contacto com a Multicare, na esperança de saber se a mesma comparticipava cirurgia bariatrica, uma vez que infelizmente sofro de obesidade. Mas, apesar de ser considerada doença, o que me levou a essa mesma cirurgia ( recomendada pelo meu ortopedista assistente, com urgência) foram motivos muito mais sérios: desvio rotuliano bilateral nos dois joelhos( fui operada em abril ao esquerdo e devido ao peso a recuperação tem sido muito difícil), fasceíte plantar crônica, Protusao discal cervical e em Setembro de 2015 uma trombose venosa provocada pela obesidade e por sedentarismo... Pois devido a todos estes problemas a minha qualidade de vida é muito fraca, não consigo praticar desporto, não aguento mais de uma hora em pé, mesmo sentada sofro muito de dores na coluna e dormência no braço e mao e o joelho que deveria estar melhor, que foi operado é o que me dificulta mais a vida, até mesmo subir umas escadas ou conduzir, coisas que deveríamos conseguir fazer no dia a dia... Sinto - me muito desanimada com a minha vida, estas entraves não me deixam viver, tenho apenas 22 anos e sinto que em nada posso ser feliz... Ultimamente tenho voltado a ter dores na minha perna, desconfio que seja novamente a veia entupida, e penso? ComoPosso viver assim? Voltando ao assunto de ter entrado em contacto com a Multicare, questionei os acerca da cirurgia e a resposta que obtive após se informarem na minha apólice foi que por estética não cobriam mas por doença SIM. Senti a luz ao fundo do túnel fui para a cliria, o doutor cirurgiao Joel Esteves acompanhou me , fiz todos os exames, tive consulta de nutrição, endocrinologia e psicologia e todos me deram o ok, analisaram a minha situação e apoiaram-me... Quando veio a primeira resposta negativa da Multicare, alegando que a minha apólice não cobria, questionei os acerca da informação que me tinham dado que por doença cobriam e então disseram que a informação me foi dada incorrectamente. Não desisti, o doutor Joel fez um relatório médico em que explicava por todas as palavras que a minha indicação médica para esta cirurgia era estritamente por doença e não por estética, anexei os meus exames e mesmo assim veio um NÃO, agora dizem que as minhas doenças não são suficientes e não justificam a cirurgia pois é simplesmente uma cirurgia de regularização de peso. Mesmo assim voltei a não desistir pois esta era a minha luz ao fundo do túnel e escrevi uma reclamação a explicar novamente o meu problema e inclusive a incoerencia das respostas nas chamadas que foram feitas tanto por mim como pela minha mãe, e a resposta volta a ser que a minha apólice não cobre. Estou neste momento à espera que me enviem as gravações das chamadas feitas pelo contacto 910346443, 932888162 e 966253148, que comprovam as diferentes desculpas que me deram para não comparticipar a minha cirurgia e mesmo nisso estão a arranjar desculpas e demoras. Peço por favor que me ajudem, sou uma jovem, a minha qualidade de vida é tão fraca sinto que nem estou a viver, que a vida passa por mim... Não poder ser activa, não poder fazer o que os outros fazem, viver constantemente com dores... Não sabia que mais fazer a não ser recorrer a vocês ainda com esperança que tudo se resolva, que ainda veja a luz ao fundo do túnel, agradeço a vossa atenção a este assunto, muito obrigada, aguardo uma resposta.

Encerrada

Pedido de resolução de pagamento do pagamento de notificação.

Fui notificado por este srº a pagar uma penhora de uma habitação a qual eu já não estava a residir(mesmo que o contrato estava em meu nome,porque o senhorio não foi homem de palavra, a cancelar o mesmo a quando da minha saída da habitação),sabendo que,quem lá ficou,foi a minha ex-mulher(tenho provas e testemunhas do caso) a residir com os meus filhos(visto que nos tinhamos separados)estou a pagar uma penhora de valor em falta de pagamentos de renda,a quais teria que ser ela a pagar,ou mesmo que não seja,o senhorio deveria dar-me essa informação.Não tenho culpa dos actos dessa senhora,nem muito menos sou como ela(dado que sempre cumpri com o meu dever). Estão-me a penhorar o salário e como tal,tenho vida pessoal e o que ganho não dá para sustentar-me,nem muito menos que seja para pagar a notificação(visto ter deveres com o tribunal de família a pagar pensão de alimentos aos meus filhos,renda e outros).

Encerrada
R. D.
01/01/0001

Problema com Garantia automóvel Mapfre

Boa tarde,Venho por este meio reclamar pelos seguintes motivos,eu tenho uma garantia que foi feita a quando da compra da minha viatura em Janeiro de 2014 com a companhia de seguros Mapfre Warranty na qual de venderam uma extensão de garantia automóvel por 108 meses com a cobertura more.dados estes dois anos nada se passou mas ,no passado dia 17 de Janeiro de 2016 tive uma avaria na qual me acendeu a luz de falta de óleo no motor efectuei a minha paragem verifiquei o óleo que estava a nível tudo como deve ser parei a viatura chamei o reboque na qual a minha viatura com a marca Audi A4 S-line de 06/2008 foi para a marca neste caso na Caetano Sport na Adroana/Cascais foi feita toda a documentação de recepção da viatura e com a participação de que avaria seria da bomba de óleo do motor. Pois então participei no dia seguinte dia 18 de Janeiro a mapfre na qual foi marcada uma peritagem para verificar o que se tinha dado com a carrinha era mesmo da bomba de óleo como os profissionais da Audi teriam me dito.A peritagem foi feita no passado dia 10/02/2016 cujo me foi enviado um email a dizer que foi feita a peritagem com sucesso mas que lamentavam ter de informar que não poderiam proceder ao pagamento dos danos porque a peça que originou a falha ou dano da viatura era uma peça não coberta por eles neste caso passo a explicar.a peça em questão trata se do veio de accionamento da bomba de óleo que esta dentro da bomba de óleo peça que no contrato esta coberta pela cobertura More na qual eu estou inserido.e essa dita peça não é vendida avulso nem muito menos é um componente aparte é uma componente da bomba de óleo peça que segundo a escritura no manual de garantia esta coberta pela Mapfre Warranty.tal como o resto dos componentes que se danificaram.tentei por duas vezes contactar a mapfre a segunda tentativa atenderam o telefone na qual negaram quaisquer acordos feitos por mim citando que como a peça é uma peça de desgaste que esta no interior da bomba de óleo não é assegurada por eles Mapfre,ou seja se for a bomba de óleo é pago juntamente com o veio de accionamento da bomba se for só o veio que neste caso foi só isso não pagaram a mesma isso é ridículo porque no perfeito juízo nenhum consumidor com o seu veiculo andara todas as semanas a abrir o motor para verificar se o veio que esta dentro da peça coberta esta danificado ou não e voltar a montar o motor e andar.peço a vossa compreensão e ajuda.Com os Melhores Cumprimentos,Ricardo Moreira

Encerrada
A. F.
01/01/0001

pagamento de divida

boa tarde,Sou portadora de 2 cartoes de crédito,um da Unibanco e outro do Barclays,ambos estao bloqueados já há algum tempo.Eu entrei em acordo com ambas as entidas para o pagamento mensal dum montante,no caso do Unbanco,120€ e no caso do Barclays 160€,o que acontece é que o valor da dívida nao desde,muito pelo contrário,aumenta com os juros e esta situaçao arrasta-se há bastante tempo e parece me que alimento uma situaçao sem fim,deixo aqui alguns exemplos:Unibanco em Julho de 2014 a divida era de 5.016,31€,eu já estava a pagar 120€ mensalmente e,ao dia de hoje a divida é de 5.084,07€.NO caso do Barclays,em Março de 2013 a divida era de 14.833,66€ e ao dia de hoje é de 15.382,29€,no Barclays pago todos os meses 160€.Esta situaçao é insustentável,desde que tenho os cartoes que faço pagamentos,nalguns meses no passado tive alguns atrasos,mas também tive alturas em que paguei a totalidade da divida,o que vejo agora é que faço pagamentos e nunca abato a divida de ambos os cartoes.Neste momento gostaria de pedir um emprestimo ao meu banco para pagar uma só mensalidade destas despesas e nao osso porque a situaçao do cartao Unibanco está registada como renegociado e o banco nao aprova o crédito para pagar isto.A verdade é que me sinto defraudada porque efectuo pagamentos e nao vejo melhoras na situaçao.Agradeço o vosso apoio para melhorar esta stuaçao.Cumprimentos,Ana Variz

Encerrada

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