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Pagamento de portagens
Venho por este meio expor a cobrança que apareceu de Portvias, Portagem de Vias S.A. através da Autoridade Tributária, acerca da cobrança de pagamento de taxas de portagens, duas de 2018 e três de 2019. Ora surgem agora, decorridos cinco e quatro anos, respetivamente, CINCO portagens por pagar, duas com valores em dívida de 0,95€, duas com o valor de 2,50€ e uma com um valor de 1,80€. Neste momento, na AT tenho uma dívida global à Portvias de 448,99€ que inclui taxas administrativas à AT de 38,25€*5 e coimas aplicadas entre os 25€ e os 143,24€. Assim sendo, para pagar 8,40€ tenho em dívida 448,99€. Segundo a lei n.º25/2006 sendo uma contra-ordenação, teria uma coima de 25€ por portagem. Acontece que além da coima, a AT acresce a cobrança de custas, pagando mais de custas do que da coima. Sinto-me completamente lesado, até porque não recebi da Portvias, Portagem de Vias S.A. qualquer pedido de pagamento por parte da entidade durante estes cinco anos decorridos. É meu entendimento, que ainda segundo a mesma Lei, no art.º 10 e art.º 14, é estabelecido que deveria ter sido notificado pela empresa para pagamento destas taxas de portagem (acrescendo custos administrativos), por carta registada com aviso de recepção. Isto nunca existiu. De que forma posso proceder para me defender? Quando sou notificado da coima não há esclarecimento de como recorrer. Na Autoridade Tributária? Na Portvias, Portagem de Vias S.A.? No Instituto de Infra-Estruturas Rodoviárias, I.P?
Agressão de Fiscal de autocarro e Motorista da Carris ignora
Venho, por este meio, comunicar um acontecimento grave que envolveu uma agressão física de um Fiscal da Strong Charon e posterior insulto e fuga por parte do Motorista da Carris ocorrido no dia 28/03/2023.Saí do trabalho em direção à paragem em frente ao Centro Cultural de Belém e, pelas 19:05 entrei no autocarro 729 (direção Bairro Padre Cruz) com um amigo. Fiquei na área frontal do autocarro pois demorei a encontrar o meu passe dentro da mala e, assim que o encontrei, validei-o. Ao fazê-lo apercebo-me que o autocarro estava cheio com pessoas em pé até à porta de trás onde também se encontrava o meu amigo. Não me pareceu viável dirigir-me até ele uma vez que, para além do autocarro estar cheio, eu saíria logo na próxima saída que é a do Mosteiro dos Jerónimos e assim, mantive-me junto dos postes de validação. À minha frente a falar com o Motorista encontravam-se dois Fiscais da empresa Strong Charon e assim que o autocarro chegou à paragem aproximei-me deles e disse “desculpe, com licença” com intenção de perguntar ao Motorista se me poderia abrir a porta da frente -algo que já pedi tantas outras vezes quando a saída pela porta de trás não é viável-. Desta vez, antes de poder fazer a pergunta, o Fiscal impõe-se num tom rude e austero dizendo “A saída é por trás!” ao que eu respondi que, uma vez estando a passagem bastante cheia, me desse licença para poder sair pela frente. Ele volta a repetir “A saída é por trás!” começando a obstruir-me a minha passagem. Eu voltei a frisar a minha necessidade de sair naquela paragem e tentei desviar-me do Fiscal em direção à porta da frente. Após isto, o Fiscal resolve usar a sua força física colocando as mãos nos meus ombros e empurrando-me para trás num movimento brusco e violento. Fiquei transtornada e imediatamente defendi-me empurrando-o de volta, pedindo-lhe a identificação e acusando-o de me ter agredido! O motorista presenciou a situação e em vez de parar imediatamente o autocarro resolve dizer “Tu és é maluca.” e prossegue a sua viagem tendo ficado eu na paragem do Mosteiro dos Jerónimos mais o meu amigo e os dois Fiscais.Chamei a Polícia de Belém ao local, dei o meu depoimento e frisei a importância de ter acesso às gravações do autocarro 729. Abri uma queixa-crime devido à agressão física e abuso de poder ocorrida por parte do Fiscal e o processo encontra-se em desenvolvimento.Quanto ao motorista da Carris, espero que seja identificado e que sofra as devidas sanções. Uma agressão física é um crime público! O Motorista validou a ação do agressor e insultou-me, não tendo sido capaz de parar o autocarro e chamar a polícia ao local. Não consegui trabalhar no dia seguinte dado os danos emocionais que me causou e a sensação total de impotência perante esta situação em que me foi vedada qualquer ajuda por parte do Motorista.
Alteração da reserva 3065288934
Ao alterar a reserva 3065288934 acidentalmente cancelei minha esposa e filho da reserva acreditando que eu poderia alterar dados ao retirar e reentrar os dados, para minha surpresa não pode ser incluso novamente com isso foi cancelado o bilhete ficando somente eu como passageiro, o mais impressionante é que via chat a empresa disse que não poderia recuperar como estava anteriormente e que eu iria ter que comprar novamente, outro fato contínuo é que a taxa de cancelamento é igual ao valor do bilhete, o que não faz o menor sentido, deveria ser em percentual não em valores fixos. Com isto, fico sem minhas reservas que são para amanhã e sem meu dinheiro.
Reclamo a devolução do saldo na App
Assunto: Pedido de devolução de saldo na App PaysimplexNIF: 218008546Exmos. Senhores,Após ter sido contactado por e-mail no dia 14 de Março de 2023 às 22h43m, por parte da empresa Paysimplex, a informar os clientes que deixavam de estar disponíveis no concelho de Oeiras a partir daquele dia. E a empresa Parques Tejo abrangia o estacionamento no mesmo concelho. E informaram também que os clientes perderiam os valores em saldo na aplicação móvel (App Paysimplex).Assim, serve a presente missiva para me opor à não devolução do saldo que ainda detenho na App. Porque não passam os valores em saldo na App Paysimplex para a empresa Parques Tejo?Aguardo resposta por escrito no prazo de 8 dias e a anulação da vossa decisão.Como cliente sinto-me lesada e indefesa, pois o envio do e-mail foi tardio propositadamente para que os clientes não tivessem tempo para reagir.Com os melhores cumprimentos,Ana Margarida Lopes.
Alteração do contrato de compra de identificador
Venho por este meio reclamar a troca do meu identificador 600699357973 por este estar em bom estado e não apresentar qualquer problema. Quando fiz o contrato de adesão foi me comunicado que seria vitalício pelo que me sinto no direito de manter o identificador que comprei.
Cobrança de multa de portagem indevida
Venho por este meio comunicar a vossas excelências que recebi multa de passagem na scuts sem nunca ter recebido nenhuma notificação por parte da ascendi ou da entidade responsável pelo/s scuts em questão. Ascendi informa que o valor é comunicado as finanças apenas 30 dias após a notificação ao devedor. Eu nunca fui notificada por nenhum meio possível, apesar de ter todos os dados atualizados há muito tempo. Encontrei outros valores em dívida no portal da ascendi , efetuei o pagamento e no dia seguinte efetuaram-me a devolução do mesmo, e deixei de encontrar esses valores para pagar, pelo que creio terem sido enviadas as finanças. Gostaria de saber como solucionar essa questão porque não creio que seja honesto e muito menos justo ser multada sendo que nunca fui notificada acerca da dívida, e a multa só pode acontecer após isso.
Problemas com pagamento de portagens
Circulei com matrícula estrangeira durante algum tempo em Portugal. Para efetuar o pagamento das portagens verifiquei que:1 - no site da Ascendi, apesar de existir a opção matrícula estrangeira, ela não funciona. Testei várias vezes e em vários formatos.2 - no portal pagamentodeportagens.pt nem sempre aparece o valor devido, sendo que neste momento, embora não me apareça nada para pagar, não estou descansado com o resultado3 - custos administrativos exagerados sendo superiores ao valor das portagens: no meu caso 125,97€ e 196,69€4 - a fatura não está descriminada: não sei bem o que estou a pagar.em jeito de conclusão: não deviam ser, a circulação nas auto-estradas, de igual acesso e custo para quem circula nelas? somos obrigados a pagar um aparelho da via verde para depois pagar uma segunda vez sempre que se passa em pórticos? não deveria existir uma forma de pagamento que não obrigue o consumidor a ter de pagar um aparelho extra de colar no vidro do carro?Obrigado
Coima indevida
Boa tarde, necessito de esclarecimentos acerca de uma divida de 88,25€ , recebida no portal das finanças em que consta uma lei 25/2006 de 30/06. Até hoje não recebi qualquer informação em casa para o pagamento de qualquer tipo de coima, pelo que gostava de saber onde me posso informar e reclamar acerca do assunto. Até hoje nunca falhei com nenhum tipo se pagamento de portagens ou outra dívida qualquer e para meu espanto hoje recebo uma carta das finanças. Apenas tomei conhecimento da multa hoje assim que recebi a carta. Gostaria de saber mais informações a cerda desta multa sem fundamento nenhum de 88,25€ da qual nunca tive conhecimento!!! Tentei ligar para a linha de apoio ao cliente varias vezes durante o dia de hoje mas sem sucesso. Obrigada.
Remarcação ou reembolso de passagens - gravidez de risco
Assunto: Pedido de remarcação ou emissão de voucher ou restituição de passagens aéreas sem penalidadesMotivo: Saúde – gravidez de risco – impossibilidade de voarVoos:Ida: Belo Horizonte a Lisboa – TP 104 - 30 de maio de 2023 - 16:55Retorno: Lisboa a Belo Horizonte – TP 103 - 17 de junho de 2023 - 09:55Reservas:QGE3TJ - Carolina de Oliveira ReisNNHY4I - Geraldo Junio de Sá Ferreira No dia 01/08/2022, os reclamantes contrataram a reclamada para prestação de serviço de transporte aéreo para sua viagem de ida de BELO HORIZONTE a LISBOA e volta de LISBOA a BELO HORIZONTE. Assim, os reclamantes emitiram pelo site da TAP as seguintes reservas e passagens aéreas: reserva QGE3TJ e a reserva NNHY4I, com voos de ida e volta de Confins (Belo Horizonte) para Lisboa (ida: 30 de maio de 2023 e retorno 17 de junho de 2023). Os reclamantes são casados e pretendiam viajar inicialmente nesta data contratada.Ocorre que, em razão da gravidez da Sra Carolina, esposa do Sr. Geraldo, o casal se viu impedido de voar na data contratada ou antecipar a data do voo.Conforme documentos em anexo (cartão pré-natal, ultrassom e atestado médico), a Sra Carolina têm previsão de parto para 17/04/2023, e na data marcada para o voo de ida (30/05/2023), o filho do casal ainda estará com apenas 1 mês de vida, ou seja, a criança recém-nascida não poderá viajar e nem os pais, uma vez que a mãe da criança ainda estará amamentando, ou seja, alimentando exclusivamente pelo leite materno. Ainda, o casal se viu também impossibilitado de antecipar o voo após a confirmação da gravidez, pois a Sra. Carolina se encontrava e se encontra atualmente com quadro de anemia e propensão à formação de coágulos (trombos), de modo que os médicos que a acompanham entenderam por não ser recomendável a mesma se submeter a viagens de avião de média e longa duração até a data do parto. Neste sentido, laudo médico em anexo.Assim, por motivos de saúde, que fogem ao controle do casal, os mesmos se viram impedidos de voar na data contratada ou antecipar a data do voo.Trata-se de cancelamento por motivo de força maior, gravidez de risco, e pedido o cancelamento ou remarcação com tempo suficiente para a venda dos bilhetes pela companhia aérea. Desde dezembro de 2022, via contato telefônico e e-mail, ou seja, 5 meses antes do voo, os autores tentam o cancelamento ou remarcação das passagens para data futura.Diante desta situação, os autores entraram em contato com a TAP, via telefone e e-mail, a fim de encontrar uma situação que pudesse atender minimamente a seus interesses, formulando um pedido para emissão de voucher ou remarcação de passagens para uma data posterior, no entanto não obtiveram retorno.Os autores foram aconselhados por telefone a encaminhar e-mail com documentos para os e-mails: “docs@flytap.com” e docs@flytap.pt.Os autores têm encaminhado e-mails para este endereço nos meses de janeiro, fevereiro e março. No entanto, não houve nenhuma resposta até o presente momento, demonstrando um total descaso pela companhia aérea.Em razão desta situação e aproximando a viagem e o parto do filho do casal, não restou outra alternativa aos mesmos, se não a propositura da presente reclamação, visando que a requerida seja compelida a fazer a remarcação das passagens aéreas dos autores, sem multa, para uma data posterior (razoável mínimo de 12 meses), ou a emissão de um novo voucher com o valor das passagens para uso futuro em 1 ano, ou o cancelamento das passagens com o reembolso integral dos valores, sem penalidades.Pede deferimento.Geraldo e Carolina.e-mail para contato: gjunio@gmail.com
Multa por não validação de bilhete
Fui fazer uma viagem para Setúbal, comprei o bilhete de ida e volta, tudo certinho, tenho o comprovante de compra, e na viagem de volta, eu estava a chegar na estação não tive tempo de validar o cartão, pois já estava a sair o comboio, um fiscal me pediu o passe eu apresentei, lhe mostrei o passe que tinha comprado, e o comprovante, expliquei a situação que não consegui validar o passe, mas mesmo assim me multou com 60 euros, eu não achei justo pois eu tinha o passe na hora do ocorrido. Me ameaçaram a ir a tribunal. Eu enviei um e-mail para tentar resolver meu problema, mas me ameaçaram a ir a tribunal, ou até mesmo bloquear minhas contas bancárias. Eu não tenho problema nenhum em ir a tribunal.
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