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Reclamação ao Ginásio Physical de Famalicão
Olá Estou a reclamar porque as aulas nunca dão para marcar além disso os professores não sabem ensinar. Para além de tudo as aulas de personal trainer são estremamente caras. Não compensa nada neste ginásio. Ás pessoas da receção não são nada simpáticas.
Lentes caíram dos óculos
Boa tarde o meu nome é Rosa santos o meu NIF é o 223011703, e em fevereiro de 2025 dirigi me á vossa loja no rio sul onde comprei uns óculos de sol graduados e outros sem ser de sol também graduados . Boa tarde o meu nome é Rosa santos o meu NIF é o 223011703, e em fevereiro de 2025 dirigi me á vossa loja no rio sul onde comprei uns óculos de sol graduados e outros sem ser de sol também graduados . 3 meses após a compra as lentes dos óculos soltaram se sozinhas na qual uma se quebrou. Dirigi me á loja e o funcionário disse me que não poderia resolver, a garantia não abrangia e então em acreditei e comprei a esse funcionário umas lentes de contacto . Contudo informei me perante a Deco e perante um advogado que me informou que fui totalmente enganada pelo funcionário pois primeiramente os óculos e qualquer artigo tem 3 anos de garantia . O problema não está na armação o problema está na montagem das lentes, pois estas ficaram mal encaixadas ou frouxas para que pudessem cair sozinhas . Nenhuma lente deveria soltar se da armação da forma que estas se soltaram em menos de 6 meses Segundo a lei nr 84/2021 temos o artigo 5 falta de conformidade do produto, artigo 12 direito do consumidor, artigo 13 do prazo de garantia e por último o artigo 15 de reparação e substituição do produto. Mais informo que vou me dirigir á loja física para expor a situação no livro de reclamações e venho através deste meio fazer a minha queixa e aguardo resposta com brevidade para resolução do problema. Caso contrário tomarei outras medidas judiciais Ass. Rosa santos Contacto 967973536 Obrigada sem mais assunto Aguardo resposta com brevidade Enviado de Outlook para Android 3 meses após a compra as lentes dos óculos soltaram se sozinhas na qual uma se quebrou. Dirigi me á loja e o funcionário disse me que não poderia resolver, a garantia não abrangia e então em acreditei e comprei a esse funcionário umas lentes de contacto . Contudo informei me perante a Deco e perante um advogado que me informou que fui totalmente enganada pelo funcionário pois primeiramente os óculos e qualquer artigo tem 3 anos de garantia . O problema não está na armação o problema está na montagem das lentes, pois estas ficaram mal encaixadas ou frouxas para que pudessem cair sozinhas . Nenhuma lente deveria soltar se da armação da forma que estas se soltaram em menos de 6 meses Segundo a lei nr 84/2021 temos o artigo 5 falta de conformidade do produto, artigo 12 direito do consumidor, artigo 13 do prazo de garantia e por último o artigo 15 de reparação e substituição do produto. Mais informo que vou me dirigir á loja física para expor a situação no livro de reclamações e venho através deste meio fazer a minha queixa e aguardo resposta com brevidade para resolução do problema. Caso contrário tomarei outras medidas judiciais Ass. Rosa santos Contacto 967973536 Obrigada sem mais assunto Aguardo resposta com brevidade Enviado de Outlook para Android
Colchão partido ao meio
Comprei um colchão desta marca a pouco mais de 3 meses, e ele tem uma divisão bem no meio que é impossível dormir direito nele. Cada dia que passa fica pior
Lesões causadas por pedicure negligente – falta de resposta e indemnização adequada
Velho por este meio apresentar reclamação contra a sociedade Original Azáfama – Unipessoal Lda (Art Beauty / ART Aesthetics), legalmente registada com o CAE principal 96021 (cabeleireiro), após ter sofrido lesões graves durante um tratamento de pedicure realizado em 11 de junho de 2025. Durante esse procedimento foram praticados atos invasivos, incluindo corte de pele nos calcanhares e remoção parcial de unha do pé, resultando em feridas abertas, dor intensa, inflamação e dificuldade significativa em caminhar. Estas intervenções não se enquadram na atividade legal de cabeleireiro nem correspondem a práticas normalmente autorizadas em serviços de estética ou pedicure prestados neste tipo de estabelecimento. Na sequência imediata do tratamento foi necessário recorrer a assistência médica e a cuidados de enfermagem regulares durante várias semanas, com limpeza clínica das feridas, aplicação de pensos especializados e utilização de medicação. As lesões tiveram impacto relevante na minha mobilidade, bem-estar e atividades pessoais e desportivas. Importa salientar que antes desta intervenção não existiam quaisquer feridas ou lesões nos pés, situação comprovada por registos fotográficos e pela manutenção de atividade física normal nos dias anteriores ao tratamento. Após o sucedido, a informação prestada pelo estabelecimento revelou-se contraditória e insuficiente, tendo sido referidas diferentes explicações relativamente aos produtos utilizados, sem identificação clara das substâncias aplicadas nem dos potenciais riscos. Foi igualmente necessário deslocar-me presencialmente ao estabelecimento para tentar obter esclarecimentos básicos. Acresce que foram apresentadas duas reclamações formais no Livro de Reclamações, em novembro de 2025 e em janeiro de 2026, não tendo sido prestada qualquer resposta dentro do prazo legalmente previsto. Até ao momento, a situação tem sido desvalorizada pelo estabelecimento e pela seguradora, tendo sido apresentada uma proposta de compensação manifestamente desadequada face à gravidade das lesões, à duração do tratamento, ao sofrimento causado e ao impacto real na minha vida quotidiana. Considero que os factos descritos evidenciam falhas graves na prestação do serviço, na segurança do tratamento realizado, na informação prestada ao consumidor e no cumprimento das obrigações legais, motivo pelo qual solicito a análise desta situação e a adoção das medidas adequadas à proteção dos meus direitos enquanto consumidora. Obigada
Reclamações sucessivas e indeferidas sem critério uniforme para atribuição de NISS
Esta é uma versão em texto corrido, adaptada para o portal de reclamações da **DECO PROTESTE**, focada na clareza dos factos e na demonstração da contradição administrativa da Segurança Social. --- **Assunto: Reclamações sucessivas e indeferidas sem critério uniforme para atribuição de NISS** Venho expor uma situação de profunda insegurança jurídica e falta de critério técnico por parte dos serviços da Segurança Social relativamente ao meu pedido de atribuição de Número de Identificação da Segurança Social (NISS). Entre os meses de fevereiro e março de 2026, submeti quatro solicitações distintas, todas indeferidas com fundamentos contraditórios entre si, apesar de ter cumprido rigorosamente as orientações do Guia Prático oficial da instituição. A primeira tentativa (ID 403921), realizada a 02/02/2026, foi recusada por alegado "Documento de Identificação Inválido", embora tenha sido anexado o passaporte. Na segunda tentativa (ID 408963), a 04/02/2026, submeti o passaporte acompanhado do visto, tendo a Segurança Social respondido em 20/02/2026 que o tipo de documento estava incorreto e que "deveria constar Passaporte". Seguindo estritamente essa instrução direta, submeti uma terceira solicitação (ID 449256) apenas com o passaporte em 22/02/2026. Surpreendentemente, esta foi recusada a 03/03/2026 com um argumento oposto ao anterior: "Falta título de autorização de residência". Esta discrepância de critérios viola o disposto no próprio Guia Prático de Pedido de NISS para Cidadãos Estrangeiros, que estabelece, na secção D2, que o passaporte é um documento de identificação aceite de forma autónoma, não existindo obrigatoriedade de apresentação cumulativa com título de residência quando o requerente apresenta passaporte válido. Na minha quarta tentativa (ID 476396), a 06/03/2026, anexei uma justificativa formal detalhando estas contradições, mas o pedido foi novamente indeferido de forma sumária como "inválido" no próprio dia. Face ao exposto, e considerando que o passaporte constitui documento de identificação válido nos termos das orientações institucionais, solicito que a Segurança Social proceda à reavaliação imediata do pedido e à consequente atribuição do NISS. É inadmissível que um cidadão seja penalizado por seguir instruções oficiais que são depois ignoradas pelos serviços de validação.
Encomenda com problemas
Eu estou cansada de estar a espera que tratem do meu problema, estou a tentar há 1 mês. O colchão quando recebi, veio sem etiqueta não tem nada mesmo, tenho há poucos meses e ele por baixo está a ficar amarelo com as marcas da cama, por não ter etiqueta não me querem resolver o problema, sendo que têm acesso a fatura, data de compra , tudo… se ele veio mesmo com etiqueta porquê que não provam?
Encomenda com o selo de controlo violado e peças em falta
No passado dia 1 de março de 2026, efetuei uma encomenda na Farmaciasdirect, com o valor de 48,64€ pago por mbway, porque não têm pagamento por paypal. Ao receber os artigos no dia 5 de março, verifiquei com grande preocupação que a caixa exterior do dispositivo médico Rhinodouche apresentava o selo de controlo violado e, no seu interior, faltavam componentes essenciais . Contactei imediatamente o apoio ao cliente, enviando as fotografias e vídeos solicitados como prova do estado do produto. A resposta da empresa limitou-se a agendar uma recolha, ignorando por completo a urgência clínica que comuniquei: tenho um exame marcado para o dia 13 de março e a necessidade de iniciar o protocolo médico é urgente. Enviei diversos emails detalhando a minha situação médica, a necessidade de utilização imediata do produto e a minha disponibilidade para, inclusive, pagar os portes de envio de uma nova peça, mas a empresa optou por ignorar as minhas comunicações, não dando qualquer resposta desde o passado dia 6 de Março, nem para dizer se realmente vinham fazer o levantamento, se seria possível enviar só a peça em falta. Considero esta conduta de uma gravidade extrema, não apenas por ter recebido um artigo não conforme, mas pela negligência demonstrada perante a saúde do cliente e pelo incumprimento das próprias políticas de resolução do site .
Cobrança indevida
Em janeiro de 2026 solicitei o cancelamento da minha inscrição por motivo de saúde. Até aí tudo bem, só que pra minha surpresa, agora em março veio a cobrança referente ao período que não frequentei o ginásio. Solicito a devolução do valor cobrado.
Produto fora da validade
Exmos. Senhores. No dia 14 de Janeiro de 2026 fiz uma compra online da empresa FARMACIASdirect (#253520), atraves do seu site online. No dia 22 de Janeiro a encomenda chegou na minha casa. Tratou-se de um medicamento - Priorin Cabelo saudável sem queda de cabelo, 2X60 cápsulas. Esse medicamento chegou fora do prazo mínimo de validade, com validade de Fevereiro 2026, quando o tratamento é de 2 meses. Dada a gravidade de vender medicamentos fora do prazo de validade, decidi recorrer à DECO, após a empresa negar-se a fazer a troca do medicamento.
Pedido de Resolução Contratual e Falta de Resposta – Master.D
No dia 9 celebrei contrato presencial com a Master.D para frequência do curso “Auxiliar de Educação Infantil e Babysitting”. Já liquidei 4 mensalidades. Por motivos pessoais e financeiros supervenientes, enviei comunicação escrita à entidade em 23 solicitando a resolução do contrato. Até à presente data não obtive qualquer resposta. Considero que a ausência de resposta constitui violação do dever de boa-fé contratual (art. 762.º do Código Civil). Não pretendo continuar a frequentar a formação e considero desproporcional a eventual exigência da totalidade das prestações vincendas sem prestação efetiva de serviço, podendo configurar cláusula contratual desproporcionada nos termos do DL 446/85. Solicito a intervenção para que seja promovida a resolução proporcional do contrato, com cessação das obrigações futuras e sem penalizações abusivas.
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