Reclamações públicas

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L. G.
21/01/2026

Holmes Place - Degaste no cancelamento

Cancelamento bloqueado e cobranças indevidas – meu processo e do meu esposo desde novembro (Holmes Place Oeiras) Venho por este meio apresentar reclamação contra a Holmes Place (Clube de Oeiras) pela forma como estão a conduzir os processos de cancelamento do meu contrato e do contrato do meu esposo, com sucessivas dificuldades, falta de transparência e indícios de má-fé, enquanto as mensalidades continuam a ser cobradas, mesmo sem utilização do serviço. Ressalto que toda esta situação foi comunicada diretamente ao Gerente do clube, Geoffray Ramos, que teve conhecimento do caso e, até ao momento, não resolveu a situação, mantendo os contratos ativos e as cobranças a decorrer. Quando foi para aderir ao clube foi “tudo fácil”, com grande disponibilidade e rapidez. Porém, quando o cliente pretende cancelar, o processo torna-se um verdadeiro desgaste: exigências repetidas, respostas vagas, empurrar o cliente de um canal para outro e, no fim, não resolvem, mantendo a cobrança ativa. Relato dos factos (meu processo e do meu esposo) Em novembro, eu e o meu esposo dirigimo-nos à receção do Holmes Place Oeiras para tratar do cancelamento. Nesse atendimento, foram pagas as taxas solicitadas e o cancelamento foi solicitado. A própria equipa confirmou que existe registo dos pagamentos dessas taxas. Posteriormente, em receções de outros clubes, foi-nos informado que o cancelamento também poderia ser solicitado por e-mail para a receção/sede do clube de Oeiras. Com base nessa informação, enviámos o pedido de cancelamento para os e-mails: oeiras@holmesplace.pt e rececao.oeiras@holmesplace.pt (os mesmos que constam no site oficial da empresa na página do clube de Oeiras). Além disso, falei com a atendente Agni, que afirmou ter verificado o caso. Mesmo assim, a situação continua sem solução: liguei para a receção de Oeiras 6 vezes em 5 dias. Em todas as chamadas pedem o NIF, dizem que vão “verificar” e que “vão resolver”, mas nada é concluído. Reforço novamente: o caso foi exposto ao Gerente Geoffray Ramos, sem que tenha havido resolução efetiva. O resultado é um só: apesar de já termos feito o pedido presencialmente, pago as taxas e seguido as orientações fornecidas pela própria empresa (incluindo por e-mail), os contratos continuam ativos e as cobranças continuam — o que considero inadmissível. Se a Holmes Place entende que apenas aceita cancelamento por carta registada, então isso deveria ser informado com clareza e de forma objetiva desde o início, e não depois de meses de tentativas e contactos. Além disso, não é aceitável que o cliente seja “forçado” a continuar a pagar por um serviço que não está a utilizar, apenas porque a empresa não finaliza o processo. Pergunta direta Podemos enviar carta registada, se for realmente obrigatório. Mas, até lá, teremos de continuar a pagar mensalidades por algo que não estamos a utilizar, devido a um atraso que não é da nossa responsabilidade? O que exigimos para resolução imediata Confirmação formal e por escrito do cancelamento do meu contrato e do contrato do meu esposo, com data efetiva (idealmente retroativa à data do pedido feito em novembro, ou no mínimo à data do primeiro pedido válido). Cessação imediata de quaisquer cobranças futuras para ambos. Devolução/estorno de quaisquer mensalidades cobradas após o pedido de cancelamento (caso existam). Emissão de comprovativo/declaração de cancelamento dos dois contratos. Depois de quase 2 anos como clientes, esperávamos respeito e seriedade. Com esta experiência, deixo claro que não recomendo a Holmes Place a ninguém, porque a entrada é facilitada, mas a saída é tratada com obstáculos e desgaste para o consumidor. Aguardo resolução urgente.

Encerrada
J. J.
20/01/2026
EC Prina

Escola de condução não devolve meu pagamento

Estou desde maio de 2025 tentando negociar a devolução de 675 euros pagos por mim a vista para a ESCOLA DE CONDUÇÃO PRINA, porém, eles simplesmente se recusam. Tentei negociar de diversas formas, inclusive comparecendo na unidade de Gafanha da Nazaré, porém, em tom agressivo por redes sociais a ESCOLA DE CONDUÇÃO PRINA disse que eu estava desistindo “ possivelmente depois de perceber que não tem a capacidade de tirar a carta de condução” e que não são obrigados a devolver o que paguei. Disseram que tiveram muitos custos comigo, e que eu buscasse a justiça. Sendo que desconheço quais foram todos esses custos, mesmo pedindo por diversas vezes os mesmos e ainda não me deram o contrato. fNão me recordo de ter lido e nem autorizado o tratamento de meus dados RGPD, mesmo assim me inscreveram no IMT sem nem ao menos me avisar antes e nem depois. Perante ao CNIACC me acusaram de levantar falso testemunho contra a ESCOLA DE CONDUÇÃO PRINA, me chamaram de mentirosa, caluniosa e que se eu tivesse recebido as aulas práticas eu iria usar de má-fé e pediria a devolução do dinheiro na mesma. Me avisaram que farão uma queixa-crime contra mim, o que enxergo como uma violência processual para me calar, sendo que a todo momento meu único intuito é receber o que a mim é direito. Acharei a solução de alguma forma, que seja por um processo e também pedirei autorização judicial para expor tal situação em redes sociais para alertar outras pessoas quanto esta empresa.

Encerrada

Não pagamento do incentivo

Conclui o meu processo de RVCC no dia 9 de Julho de 2025, os colegas que terminaram em Junho já receberam na 1 quinzena de Dezembro... O meu reembolso não foi pago, não respondem aos emails e também já não atendem chamadas telefonicas exteriores, quem atende as chamadas por norma é a vigilante das instalações, presencialmente também não atendem porque já questionei. É uma vergonha, o prazo estabelecido é de 4 meses e o meu já se alonga à mais de 6 meses!!! Quero respostas!!!

Encerrada

FALTA DE PAGAMENTO DO INCENTIVO

Boa tarde, Mais uma vez venho apresentar a minha queixa e reclamação direcionada à empresa ANQEP pela falta de palavra, consideração, respeito e civismo pelas pessoas. Estamos hoje a 13/01/2026 e continuo sem receber o valor do incentivo que dizem que pagam aos formandos que realizem e terminem a formação de RVCC através do IEFP. A ANQEP tem o meu processo desde o dia 06/08/2025 e até ao dia de hoje ainda estou a aguardar que me seja efetuado o pagamento. No mês passado de Dezembro de 2025 toda a minha turma recebeu o valor do incentivo e eu sou a única que ainda não recebeu. Ora se dizem que quem dá a verba é o Governo, se o Governo tinha dinheiro para pagar ao resto da turma, também deveria ter-me pago a mim, seja o Governo ou a ANQEP dá-me igual, não é problema meu quem paga mas sim que paguem. A mãe do meu afilhado realizou a mesma formação na mesma altura que eu e também está até ao dia de hoje sem receber o valor. A resposta que a ANQEP dá aos formandos é constantemente a mesma, que "não existe prazos", que não seguem uma ordem especifica", etc. Cansada deste tipo de resposta acabei por realizar uma queixa a provedoria de justiça e a direção geral do consumidor a ver se me conseguem ajudar a resolver a situação pois isto já ultrapassou para lá dos limites e ainda só não apresentei queixa na PSP porque não quero chegar a esses extremos, mas se não receber o incentivo em breve é o que serei forçada a fazer. É SIMPLESMENTE VERGONHOSO E UMA FALTA DE HUMILDADE!

Resolvida
A. B.
11/01/2026

Reembolso não realizado após devolução de encomenda

Exmos. Senhores, Venho solicitar apoio para submissão do meu pedido de arbitragem contra a empresa Druni – Perfumarias Portugal Unipessoal Lda, uma vez que o formulário de reclamação online apresenta erro técnico (“Something Went Wrong”) e não é possível concluir o processo. Anexo: prints do erro, emails da Druni a confirmar devolução e a prometer reembolso que não foi efetuado. Solicito instruções para submissão ou processamento do pedido de arbitragem. Com os melhores cumprimentos, Alessandra Barcelos

Encerrada

Ediclube

Ediclube é para acertar os valores como estava apagando 15 € todos os meses?? Eu estou a reclamar

Encerrada
N. P.
08/01/2026

Reembolso Cirurgia Hospital Lusíadas

No passado dia 5 de Novembro de 2025, o meu filho Miguel Maria Varandas Pereira foi sujeito a um cirurgia, no hospital Lusíadas lisboa, ao dedo da mão esquerda. No dia da cirurgia foi feito um pagamento "adiantamento/valor estimativo " de 1880€, tendo sido submetido ao seguro pedido de autorização para comparticipação. Posteriormente foi ainda feito um pagamento de 620€ para perfazer o valor total da cirurgia. Por parte do seguro foi emitido um Termo de Responsabilidade, enviado por e-mail para mim e par o Hospital Lusíadas. No Termo de Responsabilidade é explicito que a seguradora MGEN AdvanceCare se responsabiliza pelas despesas relativas ao segurado. Até ao dia de hoje 08/01/2026 e após muitas tentativas de contacto telefónico e muitos e-mail enviados ao Hospital Lusíadas, este não me dá resposta os meus pedidos de informação acerta da restituição do valor que me é devido.

Resolvida Pedido de intervenção à DECO PROteste

Rescisão de contrato e devolução do curso

Exmo(a). Sr(a), Venho por este meio solicitar a vossa compreensão e ajuda numa situação muito difícil para mim. Adquiri um curso de formação em terapias assistidas por animais convosco, mas infelizmente não tive oportunidade de o começar devido a problemas de saúde que me levaram a estar de baixa. Apesar de ter começado a pagar as prestações, a minha situação financeira atual é muito complicada e não me permite continuar a cumprir com os pagamentos. Tenho consciência de que o prazo de devolução já expirou, mas gostaria de solicitar a possibilidade de devolver o curso e rescindir o contrato. O motivo é a minha carência financeira, que me impede de continuar a investir no curso neste momento. Quero que entenda que não é falta de interesse ou compromisso, mas sim uma situação de vulnerabilidade que me obriga a tomar esta decisão. Peço desculpas por qualquer inconveniente que isto possa causar e agradeço desde já a vossa atenção e compreensão. Estou disponível para fornecer qualquer informação adicional que seja necessária. Aguardo ansiosamente a vossa resposta e agradeço a vossa ajuda neste assunto. Atenciosamente, Ana Cristina Godinho

Encerrada
I. S.
06/01/2026

Contestação de alegada dívida

Exmos. Senhores, Venho por este meio manifestar o meu desagrado relativamente ao contacto efetuado por esta empresa, no qual é alegada a existência de uma dívida para com a Medicare, a qual considero ilegal e infundada. Esclareço que nunca usufruí de quaisquer serviços associados ao alegado contrato e que nunca existiu da minha parte qualquer confirmação por escrito relativamente à adesão ao serviço, nem tão-pouco à sua renovação. Nestes termos, invoco o disposto no Decreto-Lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro, nomeadamente o artigo 5.º, n.º 7, que transpõe a Diretiva n.º 2011/83/UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de outubro de 2011, relativo aos direitos dos consumidores, o qual estabelece que: “Quando o contrato for celebrado por telefone, o consumidor só fica vinculado depois de assinar a oferta ou enviar o seu consentimento escrito ao fornecedor de bens ou prestador de serviços.” Não tendo sido prestado qualquer consentimento escrito da minha parte, não existe vínculo contratual válido, pelo que a alegada dívida carece de fundamento legal. Assim, exijo que a alegada dívida seja considerada sem efeito, bem como a cessação imediata de quaisquer contactos futuros relacionados com este assunto. Com os melhores cumprimentos, Inês Santos

Encerrada
P. R.
03/01/2026

Alta injustificada e não pagamento

Assunto: Decisão de alta médica com falhas graves de procedimento Venho apresentar reclamação formal relativamente à decisão de alta médica atribuída por Junta Médica em 17/11/2025, no âmbito do meu processo de verificação de incapacidade, a qual considero injusta e irregular devido a falhas graves de procedimento administrativo e médico. No próprio dia da Junta Médica confrontei um dos técnicos presentes com o facto de não estarem a ser analisados exames médicos atualizados, bem como com a circunstância de me encontrar em lista de espera desde janeiro para consulta da dor e realização de infiltrações, solicitadas ao Hospital de Aveiro. Foi-me então comunicado que nessa Junta Médica não seriam analisados relatórios nem exames médicos, alegando que tais elementos “seguiriam pelos técnicos anteriores”. Tal demonstra que a decisão foi tomada sem avaliação da minha situação clínica atual, o que constitui falha grave do procedimento. Acresce que não foi considerado tratamento médico prescrito e ainda não realizado, encontrando-me até à presente data em lista de espera, por motivos alheios à minha vontade. Não é clinicamente nem administrativamente aceitável concluir pela existência de capacidade laboral sem que o tratamento indicado pelo SNS tenha sido efetuado. No dia 23/12/2025, desloquei-me presencialmente a um serviço da Segurança Social, onde entreguei exames médicos atualizados e continuação da baixa passada pela minha médica de família. Até ao momento, não obtive confirmação de que essa documentação tenha sido analisada. Mais se informa que, apesar de constar no sistema a emissão de um ofício com data de 23/12/2025, nunca recebi qualquer notificação formal, por via postal ou eletrónica, o que viola o direito à informação e ao contraditório. Encontro-me atualmente sem qualquer rendimento, situação agravada por uma decisão administrativa que ignorou documentação médica atualizada, tratamento prescrito não realizado e ausência de notificação válida. Face ao exposto, solicito: A reapreciação urgente da decisão de alta médica; A confirmação escrita de que a documentação entregue em 23/12/2025 foi devidamente analisada; O esclarecimento quanto à alegada notificação do ofício; A correção dos efeitos administrativos da decisão enquanto se mantiver tratamento prescrito não realizado. Apresento a presente reclamação ao abrigo dos princípios da boa administração, transparência e proteção social, aguardando resposta clara e fundamentada.

Encerrada

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