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Bloqueio de cartão de débito sem resolução e falha grave no atendimento ao cliente
Abri conta nesta instituição há cerca de dois meses. Contudo, há aproximadamente duas semanas que o meu cartão de débito se encontra bloqueado, impedindo-me totalmente de realizar pagamentos com cartão físico, contactless ou MB Way. Desde o início do problema: Contactei o apoio ao cliente mais de 6 vezes; Fui sucessivamente encaminhado entre o apoio ao cliente e a gestora de conta; Nunca me foi apresentada uma solução concreta ou definitiva; Foi-me indicado que deveria realizar operações num multibanco para desbloquear o cartão. Segui as instruções fornecidas diversas vezes, sem sucesso. Na última tentativa, uma caixa multibanco de outra instituição reteve o meu cartão e não o devolveu. Desloquei-me ao balcão do banco onde o cartão ficou retido e fui informado de que apenas o poderiam devolver mediante declaração emitida pelo meu banco. Voltei a contactar a ABANCA, que novamente não resolveu a situação, limitando-se a indicar que o assunto só poderia ser tratado num balcão físico — o que não era possível no local onde me encontrava. Consequências: Fiquei duas semanas sem acesso funcional ao meu dinheiro; Não consegui realizar pagamentos básicos; Fui obrigado a recorrer a terceiros para levantar dinheiro e conseguir assegurar despesas essenciais; Total ausência de acompanhamento eficaz por parte do banco. Considero esta situação inadmissível, especialmente tratando-se de uma instituição bancária. Pretensão: Resolução imediata do problema; Esclarecimento formal sobre o ocorrido; Garantia de que situações semelhantes não voltarão a acontecer.
Pagamento mensal de 91 euros por um ano e amortizaram 0 cêntimos da dívida de 1400 euros
Exmos Senhores. Contactei a ONEY em janeiro de 2025 para saber qual a dívida disseram 1400 euros. Depois, passados 12 meses de pagamento de 91 euros aproximadamente em 2026 contacto e pergunto o valor da dívida, disseram 1509 euros. Como é possível nem um centavo da prestação paga mensalmente, foi direcionada para amortização da dívida? É isso legal senhores? Não. Não assinei qualquer contrato em que juros ultrapassam 91 euros mensalmente. Considero estar a ser roubado literalmente e ninguém faz nada. É de lamentar como empresas como essa continuam operando no Mercado. O cartão não é usado há mais de 2 anos. Tratam se então de Bandidos os quais o Governo de Portugal prefere fechar os olhos, este país é uma miséria a termos de transparência, profissionalismo, o que causa a decadência que vemos ao redor. É de lamentar como fecham os olhos a criminosos como esses mas , é Portugal, a decadência dum estado de direito que ganha salário com o dinheiro dos contribuintes e no final fecham os olhos a Justiça que deveria ser implacável. Que vergonha.
Cartão e conta bloqueada
Estou com cartão e aplicação bloqueada desde do dia 12/02/2026, só fiquei sabendo do bloqueio quando estava na fila de um caixa, a partir deste dia ligo quase que diariamente para tentar resolver a situação, porém contactei via telefone e via e-mail e não conseguem resolver nada. Preciso saber o motivo do bloqueio e também pagar a fatura que agora já se encontra em atraso pois não consigo uma solução.
Burla do cartão Universo
Boa tarde Já contactei por várias vezes a endidade Universo,nunca me responderam a situação fraudulenta do uso do cartão Universo Em 02.02.2026 foi remetida a reclamação formal a Universo pela minha Avogada e a resposta foi que iriam tratar da situação e /ou resolução que até ao dia de hoje ainda não aconteceu. Para além disso foram efectuados diversos contactos telefónicos e emails para o serviço da entidade e sem que tivesse sido apresentado solução . Acresce que me continuam a enviar SMS e emails pra a cobrança indevida que. já paguei 3. E vão continuando a empurrar a situação com a barriga. E assim vão continuar a enviar as cobranças . Vou mesmo via judicial e fazer queixa crime .
levantamentos não autorizados e transferências para "mim mesma" não autorizadas
Boa noite hoje recebi 210€ na minha conta da activobank e levantaram 200€ num atm não fui eu, e tambem houve uma transferência para "mim" de 288€ que não fui eu a fazer e o banco não faz nada fora do horário util para alem de cancelar os cartoes eu precisava desse dinheiro este fim de semana para ir para espanha!
Não me dados os dados para cancelamento de cartão!
Nas últimas semanas temos tentado estar a entrar em contacto com o banco WiZink para pagamento de dívida e cancelamento de cartão, nas últimas chamadas nunca fornecerão os dados para pagamento ou quando estão a fornecer a chamada vai a baixo e depois já não atendem a chamada, passando horas a ouvir a gravação.
Tratamento desumano
Fui alvo de burla neste banco, ao balcão do work café Coimbra fui persuadido pelo Sr Sérgio a fazer um cartão de crédito, passado algum tempo fui burlado em 3000€ neste mesmo cartão. Após primeira apreciação,o banco refere que a SIBS atestou que o pagamento foi autorizado pelo utilizador e considerou que eu teria que ficar com o prejuízo. Acontece que o sistema interno do banco, no dia seguinte á burla,dava a compra como tendo sido efetuada a uma empresa de Coimbra, e passados alguns dias dava a compra como tendo sido feita em Londres, ora como cliente, isto para mim levanta muitas dúvidas relativamente á cybersegurança do banco, e quanto ao verdadeiro responsável pela falha de segurança. Fiz uma exposição, expondo estes factos e alegando mais uma vez a minha inocência, apelei também a alguma sensibilidade , dado o facto de estar a fazer tratamentos para uma doença oncológica há 2 anos, fui vítima de burla, tive uma baixa grande de rendimentos e as contas mantém-se...mas o banco foi completamente insensível a tudo, e mantém a decisão..sou inocente e fui uma vítima, o sr. Sérgio, ao ligar-me para dar a notícia disse textualmente "o banco manteve a decisão, agora o sr. faça o que entender..". Condeno o Banco por duas razões, a primeira porque não reconhece a minha inocência bem como o facto de eu ter registos que indicam que o sistema interno do banco foi hackeado, a segunda porque se mostrou totalmente intransigente e insensível com a minha situação. Recomendo que se mantenham longe deste Banco, só interessam os números, os profissionais são também eles desumanos.
Autorização de levantamento indevido em MB acima do estipulado por lei.
Exmos. Senhores. No dia 12-11-2025, o meu Pai deixou cair a bolsa onde se encontravam os documentos e o seu telemóvel. Quando se apercebeu, voltou para trás, tendo a mesma sido furtada com todo o seu conteudo. O meu Pai têm 85 anos, e como devem calcular, a memória de vez em quando falha. Dentro da bolsa, num papel, perdido, estava o código do multibanco, disfarçadamente junto com outras informações. Após verificar que tinha sido roubado, dirigiu-se ao banco Millennium BCP (Damaia) para cancelar o cartão. Foram verificar se tinha algum valor descontado da sua conta sem a sua autorização. Qual não é o seu espanto que em poucos minutos, cerca de 7 min, tinham sido retirados da sua conta, através de levantamentos, 1000 € (mil euros). A nossa reclamação vai no sentido de, em Portugal, o máximo permitido por dia sobre levantamentos em MB e por cartão, são de 400€ (quatrocentos euros), mas como poderão verificar através do extrato do banco enviado em ficheiro anexo, conseguiram efetuar levantamentos superiores ao máximo diário permitido por cartão (600€, seiscentos euros) Como é possível esta falha de segurança no sistema nacional de MB? Vimos então por este meio pedir a vossa ajuda para que seja reposto o valor na conta do meu Pai, a mais, permitido por o sistema português de redes de MB Nacionais, e identificar os locais concretos, para serem apresentados às autoridades, queixa crime que já foi efetuada na PSP.
Burla Cartão Universo
Exmos. Senhores, Através de várias tentativas de resolução do estorno do valor indevido no meu Cartão Universo, me vejo novamente a vir fazer mais uma reclamação. Além da queixa crime. A burla foi realizada em outro país, sendo informada pelo apoio ao cliente que foi através da Google Pay, de segurança muito forte. O fato é que essa tal “segurança muito forte” não existe, uma vez que, permitiu a compra indevida sem eu ter recebido nem sequer uma notificação e nem um aviso, atribuindo ainda o direito de estourarem o plafond. Outro fato é que eu não autorizei nenhuma adição de cartão a Wallet, pois se tivesse feito iria para o meu telemóvel e não pro telemóvel do infeliz que realizou a burla, e pra constar meu telemóvel não se trata de Android e portanto, jamais seria atribuído a Google Pay. A questão é que com essa situação toda estão me atribuindo ainda a uma dívida que não é minha no valor de 791€. Enfatizo ainda que eu nunca utilizei o cartão desde quando o aderi no dia 11/12/2025 e a compra foi feita dia 10/01/2026. Não vejo mais nenhuma outra alternativa a não ser os meios Judiciais, já que todas as tentativas incansáveis de solução de forma amigável é se abstendo da responsabilidade e dizendo que o caso está encerrado. Me custa acreditar que o Direito do Consumidor não existe e que exista ainda esse tipo de empresa de cartão de crédito que não tem qualquer condições de operar em um mundo que cada vez mais há burlas eletrônicas, já que a mesma só causa danos aos seus próprios clientes.
DUA
Venho por este meio mostrar o meu desagrado. Comprei um carro dia 11 dezembro de 2025. Desde o dia 6 de janeiro de 2026, que tenho contactado a vendedora Teresa Carvalho relativamente ao Documento Único Automóvel, uma vez que a declaração aduaneira tinha validade até 25 de janeiro. Foi-me dito que a situação seria verificada junto da secretaria, mas até à data de 14 janeiro não obtive qualquer resposta, apesar dos vários emails enviados. Perante a ausência de informação, contactei a Linha do Automóvel Online, onde fui informado de que não existe qualquer registo iniciado associado à matrícula, o que demonstra que, passados mais de um mês, o processo nem sequer foi iniciado. Fui a concessionaria em que foi me dito pela responsável de vendas Patrícia Villas-Boas que estavam em contacto com a financeira, e que no dia a seguir me dava informações de como estaria o processo. Só dia 19 janeiro é que recebi uma chamada por parte do Gestor de Negócios, José André, em que me foi transmitido que existiu um erro por parte da financeira Cetelem relativamente a um dos documentos. Foi ainda referido que, nos dias 22 ou 23, alguém da concessionaria se deslocaria pessoalmente à financeira, em Lisboa, para levantar a documentação, seguindo posteriormente o processo para a Casa da Moeda. Solicitei que já que foi um erro por parte da financeira, que assumissem a mensalidade do mês de fevereiro e/ou a taxa de urgência, uma vez que se trata de um carro de trabalho (TDVE) e que sem documentos não consigo trabalhar, e tenho prejuízos, de realçar que a mensalidade de janeiro já foi paga. Foi me informado que como se encontra no prazo de 60 dias para concluir o processo, que não podiam assumir nem a mensalidade nem a taxa de urgência, no entanto, esta justificação não me parece razoável, pois, caso decidam apenas iniciar o processo no penúltimo dia desse prazo, eu ficaria impedido de trabalhar durante cerca de um mês ou mais, apesar de, formalmente, se encontrarem “dentro do prazo”. Hoje dia 29 janeiro recebi uma chamada por parte da vendedora Teresa Carvalho a dizer que os documentos já tinham vindo da financeira, e que nesse seguimento, colocaram a questão sobre a submissão do pedido com taxa de urgência ou pelas vias normais. Pelas vias normais, não existe qualquer previsão de prazo, o que prolongaria ainda mais a minha situação de inatividade profissional, e pela via da taxa de urgência demoraria 2 semanas a vir, como me encontro sem trabalhar desde o dia 26 janeiro, e continuarei sem trabalhar, irei optar pela taxa de urgência. No entanto, sem estar a trabalhar, não tenho qualquer fonte de rendimento que me permita suportar os encargos associados a uma empresa (Segurança Social, mensalidade do carro, seguros, entre outros), e se o procedimento tivesse sido realizado de forma adequada, não teria agora que pagar a taxa de urgência, devido a um erro que foi da financeira. Encontro-me profundamente desiludido e insatisfeito com toda esta situação, que me tem causado sérios prejuízos pessoais e financeiros. Estou sem trabalhar, sem qualquer fonte de rendimento, e continuo a suportar encargos fixos, o que agrava ainda mais um problema que não foi causado por mim. Esta situação está a ser tratada, mas fá-lo de forma lenta e ineficaz, prolongando desnecessariamente um processo que já deveria estar resolvido. O impacto desta falha tem sido significativo, colocando-me numa posição de grande instabilidade e frustração, pelo que considero inaceitável a forma como todo este assunto tem sido conduzido.
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