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Valor em divida, errado
Exmos Senhores, Estão a solicitar cobrança de um valor, há vários meses , que não deveriam cobrar. Peço POR FAVOR ATENÇÃO A ESTE ASSUNTO. Há alguns meses atras eu não tinha qualquer valor em dívida. Não voltei a usar o cartão. Podem explicar-me por favor que valores são estes que continuam a cobrar? Já falei com várias assistentes que me explicaram que tinha havido um erro, disseram para eu não pagar nada, que iam resolver e depois me informar. A última vez que liguei a colega disse que realmente eu não devia nada e ia reportar a situação à supervisora. Porquê continuam a mandar mensagens a solicitar pagamento?? Há mais de um ano que não utilizo o cartão Universo. Aguardo uma explicação com seriedade, Rosa Ferreira
Burla e extorsão
Boa noite, vi hoje ser me retirado um montante de 3219.00€ da minha conta bancária da CGD sem o meu consentimento. Fui inserida num grupo do Telegram sem o meu consentimento e sem qualquer vontade própria da minha parte para tal, não carreguei em link's, não forneci dados bancários nem qualquer informação, apenas abri uma conversação a qual ignorei. Após isso passado algum tempo vi através da APP Mbway duas notificações de pagamentos não autorizados, o primeiro no montante de 3.100 euros, após receber essa notificação abri a aplicação do banco a qual já continha uma segunda transferência no valor de 119.00 euros para outra entidade, sendo me deixado 1.81€ de saldo na minha conta. Procedi de imediato ao bloqueio do cartão, e foi apresentado reclamação por parte da entidade bancária e logo de seguida apresentei uma queixa nas autoridades competentes, bem como no livro de reclamações online. Peço por favor auxílio de forma urgente nesta situação uma vez que não me encontro na posse de qualquer rendimento monetário na minha posse neste momento.
Recusa de reembolso de operações não autorizadas
Exmos Srs Venho apresentar reclamação formal relativamente à recusa de reembolso de operações não autorizadas realizadas com o cartão de débito da vossa instituição. No dia 02/05/2026, a titular foi vítima de utilização fraudulenta do seu cartão, tendo um terceiro conseguido adicionar o cartão à Apple Pay e realizar diversas compras na Ásia. Importa referir que não possuímos, nem nunca possuímos, qualquer dispositivo Apple, e nunca estivemos na Ásia na data das transações. As compras surgiram como “pendentes” na aplicação do banco, num total de -950,11 €, e ao detetar a fraude, a titular contactou imediatamente o banco para reportar a situação. Apesar disso, o banco recusou o reembolso, alegando que a adesão à Apple Pay teria sido realizada com “autenticação forte" (OTP). Contudo a titular não forneceu qualquer OTP voluntariamente, Como documentado na imagem das SMS recebidas, existiram múltiplas tentativas de adesão à Apple Pay, sendo o código enviado por SMS (método mais propenso a ser obtido ilegalmente) após 2 tentativas em que o código teria de ser consultado na APP do banco. As mensagens recebidas mostram tentativas repetidas de ativação, típicas de fraude digital, e não de comportamento negligente por parte da titular. As operações encontravam‑se em estado “pendente” no momento em que a titular comunicou a fraude ao banco. Nos termos do Decreto‑Lei 91/2018, o banco tinha o dever de bloquear imediatamente o instrumento de pagamento, impedir a execução de operações não autorizadas e evitar a liquidação de operações pendentes após a comunicação. Ao permitir que estas operações fossem posteriormente liquidadas, o banco incumpriu as suas obrigações legais e tornou‑se exclusivamente responsável pelos montantes debitados. Solicitámos ainda ao banco o Device ID do equipamento Apple onde o cartão foi adicionado, a geolocalização aproximada da ativação e os registos de autenticação associados ao processo. O banco não forneceu estes dados e manteve a recusa de reembolso, sem apresentar qualquer prova de negligência da titular. Importa também referir que esta situação não é isolada. No Portal da Queixa existe um caso praticamente idêntico (publicado no dia 25/04/2026), envolvendo o mesmo banco, com adesão fraudulenta a Apple Pay, compras na Ásia, operações pendentes e recusa de reembolso com base em OTP. Para além disso, a imprensa portuguesa noticiou recentemente um caso grave no Bankinter, onde uma cliente viu o seu cartão ser associado fraudulentamente ao Apple Pay, sofreu 46 movimentos não autorizados e perdeu 44.000 €, tendo o banco alegado que as operações estavam pendentes e “caíram no dia seguinte”. A DECO confirmou publicamente que recebe centenas de reclamações relacionadas com fraudes Apple Pay, operações internacionais e recusa de reembolso por parte de várias instituições bancárias. A cobertura mediática (CNN Portugal, Executive Digest, iFeed) confirma que este tipo de fraude está a aumentar em Portugal, afetando clientes que não possuem dispositivos Apple e que veem os seus cartões associados fraudulentamente a carteiras digitais. Do ponto de vista jurídico, o Decreto‑Lei 91/2018 é claro: o banco deve provar que a operação foi autorizada pelo utilizador (art. 114.º), o utilizador não é responsável por operações não autorizadas quando não houve negligência grave (art. 115.º), e o banco deve reembolsar imediatamente as operações não autorizadas (art. 116.º). A mera utilização de um OTP não constitui prova suficiente de autorização. Nos termos do decreto lei 91/2018, a falta de reembolso imediato constitui o banco em mora, sendo devidos juros moratórios à taxa legal supletiva, acrescida de 10%, desde a data em que o reembolso deveria ter sido efetuado. A jurisprudência do Supremo Tribunal de Justiça, no processo 25239/19.1T8LSB.L1.S1, reforça esta interpretação ao afirmar que a avaliação da negligência deve considerar todas as circunstâncias, que a negligência grosseira exige um grau significativo de imprudência e que cláusulas contratuais que agravem o ónus da prova do consumidor são nulas e sem efeito. No presente caso, o banco não avaliou todas as circunstâncias, não demonstrou qualquer imprudência significativa da titular e está a tentar inverter o ónus da prova, o que é juridicamente inadmissível. Face ao exposto, solicito a reavaliação imediata do processo, o envio dos dados técnicos relativos à adesão fraudulenta à Apple Pay, o reembolso integral das operações não autorizadas e o pagamento dos juros de mora previstos no Decreto‑Lei 91/2018. Caso o banco mantenha a recusa, solicito que a resposta seja fundamentada com base legal concreta e não apenas com referência genérica à utilização de OTP. Aguardo resposta.
João Carlos Cabrita de Oliveira
Bom dia tenho um cartão de crédito do wizink com o numaro 4064 7409 0178 7404 o que se está a passar algum tempo. A minha mensalidade. E ao dia 4 de cada mês. Que fazem o levantamento debito direito que se passa a wizink faz. Muito antes o valor da prestação no valor que tenho em cartao do wizink o que acontece. Vão ao cartão retiram o valor da mensalidade . Muito antes do dia 4 que obrigando a ficar com o salto negativo. Por exemplo tenho em cartao 50 euros positivo a mensalidade e de 130euros vão ao cartão retirar o valor antes da mensalidade que fico com o valor a negativo a o de no mês seguinte descontado mais juros. Tenho 50 Positivo descontam 130 fico com 40 euros positivo assim mais uma vez pago juros mais de 60%e para juros eles deviam espera pelo dia da mensalidade. De cada mês e não retirar o valor antes. Que o diga a fica negativo muito obrigado João cabrita
Cartões
Assunto: Pedido de intervenção urgente – reporte indevido de juros prescritos Exmos. Senhores, O meu nome é Ruben Alexandre de Sousa Santos, titular do NIF 262751186, portador do Cartão de Cidadão n.º 13773527, com o contacto telefónico 961800529. Venho por este meio solicitar a vossa intervenção urgente relativamente a uma situação com o ActivoBank, no âmbito de um contrato de crédito ao consumo. O referido banco encontra-se a reportar ao Banco de Portugal valores respeitantes a juros, os quais se encontram legalmente prescritos. Nos termos do artigo 310.º do Código Civil, os juros prescrevem no prazo de 5 anos. No presente caso, já decorreu integralmente esse prazo sem que tenha sido instaurada qualquer ação judicial, nem tenha ocorrido qualquer facto interruptivo da prescrição, designadamente reconhecimento da dívida. Apesar disso, tais valores continuam a ser reportados no Mapa de Responsabilidades de Crédito do Banco de Portugal, o que configura, no meu entendimento: * Uma violação das regras legais relativas à prescrição; * Um reporte de informação desatualizada e inexata; * Uma lesão direta da minha reputação creditícia e capacidade de acesso a crédito. Importa ainda referir que a manutenção e comunicação de dados inexatos poderá configurar violação do regime de proteção de dados pessoais, nomeadamente no que respeita ao princípio da exatidão dos dados. Face ao exposto, solicito a vossa intervenção no sentido de: * Avaliar a legalidade da atuação do ActivoBank; * Promover a imediata cessação do reporte dos juros prescritos; * Assegurar a retificação ou eliminação dos dados junto do Banco de Portugal. Mais informo que esta situação já foi anteriormente objeto de litígio, encontrando-se o respetivo processo arquivado. Agradeço, desde já, a vossa atenção e aguardo a vossa resposta com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos, Ruben Alexandre de Sousa Santos
Comissões "quasi-cash"
Comissões "Quasi cash" Comissões debitadas no dia 07-05-2026. Total falta de transpência e falta de informação. Comissão abusivamente debitada.
Falta de clareza e responsabilidade
Bom dia Exmos.. Mais uma vez venho aqui reclamar da referida instituição, onde a vez passada recebi uma notificação onde meu limite seria reduzido e agora me estão a dizer que o cartão será bloqueado por incumprimento, pra estamos a brincar ou o que ? Se a instituição não me quer como cliente é só falar e parar de dar voltas! Caso não seja sanado o problema irei ao tribunal solicitar explicações da referida instituição que não me dá uma justificativa plausível para tal. Espero que resolvam....
Bloqueio de Cartão Universo
Boa Tarde, Eu joão Pedro Valadas Delgado, com o contribuinte 222066202, venho por este meio solicitar a vossa ajuda, pois a CETELEM com o UNIVERSO, efetuaram o bloqueio do meu cartão ( devo cerca de 48 euros). Cada vez que ligo para a linha de apoio da universo me dão uma informação diferente, ou porque estava em incumprimento ou porque os dados não estão atualizados. Há cerca de 3 semanas que está assim, e ja efetuei tudo conforme solicitado mas informam que o sistema está bloqueado.... informação surreal.
Reembolso em cartão cancelado
Bom dia, Efetuei compra de viagens com o cartão universo que estava ativo. Após uma tentativa de compra fraudulenta, sem sucesso, comuniquei ao universo, o qual bloqueou o cartão e de seguida cancelou o mesmo. Referi que tinha reembolsos a receber de viagens canceladas por causa da guerra. A edreams no dia 25 de abril devolveu me 1022 euros através do paypal para o cartão cancelado. Até então o dibheiro não aparece no universo. A linha de apoio ao cliente não sabe esclarecer me, não sabe onde está o dinheiro, o formulário de contacto também não. O paypal disse me que como tinha devolvido o dinheiro para um cartão cancelado teria de falar com o banco para este localizar o dinheiro. Estou desesperada, são 1022 euros. Para além disso estou a aguardar mais um reembolso da edreams de 1058 euros através do paypal também para o cartão cancelado. Ninguém me ajuda. Quero que localizem o dibheiro e mo devolvam, pf. Não sabem solucionar a situação no universo.
Fraude bancária
Após um aviso do ActivoBank de que havia movimentos suspeitos no meu cartão de crédito com pedido para confirmar se tinha sido eu a fazê-los, informei que não (compras de hotel e restaurante na Indonésia), pedi para bloquear o cartão de crédito e eles ficaram de analisar a situação enquanto os movimentos estavam pendentes. No dia seguinte, informaram que consideraram que eu tinha feito as compras pelo Apple Pay com mecanismos de segurança fortes pelo que os débitos caíram na conta. CONVÉM DIZER QUE NUNCA ADERI AO APPLE PAY e que não aceito esta resposta praticamente automática. Já fui apresentar queixa na PSP, crimes de fraude, assim como no Portal da Queixa.
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