Reclamações públicas

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A. P.
12/08/2026

Debito de valor

Boa tarde Em 11/8/2026 através do IA da NOS tentei resolver um problema de internet fixa. O vosso colaborador nada consegui e aconselhou a ligar para a vossa informática através do 16991. QUANDO ESTAVA A LIGAR OUVI A DIZEREM QUE O CUSTO DA CHAMADA SERIA DE 45 CÊNTIMOS POR MINUTOS.DESLIGUEI DE IMEDIATO ,E NADA FALEI NEM RESOLVI ABSOLUTAMENTE NADA.CONTUDO COM OS VOSSOS PASSOS LENTOS GASTEI 52 SEGUNDO E DEBITARAM 45 CENTIMOS .CONSIDERO GRANDE ABUSO COBRAR SEM FALAR E NADA RESOLVER. AGRADEÇO QUE CREDITEM O VALOR EM CAUSA ( 45 CÊNTIMOS) ,E RESOLVAM DE VEZ A INTERNET. AGUARDO FEEDBACK URGENTE

Encerrada
A. C.
10/08/2026

Cancelamento indevido de número de telemóvel após pedido de suspensão temporária

Encontrando-me a trabalhar temporariamente num país onde a DIGI não dispunha de cobertura, circunstância que impossibilitava a utilização do serviço móvel, contactei previamente aquela operadora, tendo-me sido informado de que existiam apenas duas alternativas: solicitar a suspensão temporária do serviço ou requerer o seu cancelamento definitivo. Na sequência desse esclarecimento, remeti à DIGI, por correio eletrónico de 9 de fevereiro de 2026, um pedido cujo teor é absolutamente claro e não admite qualquer interpretação diversa da sua letra. Nesse pedido solicitei expressamente: a suspensão temporária do serviço por 90 dias; e a reativação automática do serviço no termo desse período(Conforme Anexo 1). Estes dois elementos integram um único pedido, coerente, inseparável e absolutamente inequívoco, não contendo qualquer referência, expressa ou implícita, ao cancelamento definitivo do serviço. Apesar disso, a DIGI decidiu, de forma totalmente unilateral, converter um pedido de suspensão temporária num alegado pedido de cancelamento definitivo. Tal atuação é manifestamente ilegítima. Caso entendesse que a suspensão temporária não constituía uma funcionalidade disponível para o serviço móvel, apenas lhe assistiam duas alternativas legalmente admissíveis: informar-me da impossibilidade de executar o pedido ou apresentar uma solução alternativa, sempre dependente do meu consentimento expresso. O que nunca poderia fazer era substituir a vontade claramente manifestada pelo cliente por uma decisão unilateral, atribuindo ao meu pedido um conteúdo que este manifestamente nunca teve. Na sequência dessa atuação sucederam-se inúmeros contactos telefónicos e por correio eletrónico com os serviços de apoio ao cliente da DIGI. Inicialmente fui informado de que a situação seria regularizada no prazo de dois dias, o que jamais veio a acontecer. Perante a persistência da situação, apresentei reclamação formal junto da DIGI (conforme Anexo 2), à qual se seguiram diversas outras reclamações. Apesar de todas as diligências efetuadas, a DIGI continua a recusar assumir as consequências da decisão unilateral que tomou e a adotar todas as medidas ainda possíveis para repor a situação criada pelo seu próprio erro. Em vez de corrigir a situação, optou por construir uma narrativa sem qualquer correspondência com a realidade, procurando imputar ao consumidor os prejuízos resultantes de uma atuação exclusivamente imputável à própria operadora. Um exemplo particularmente elucidativo desse comportamento consta da resposta de 21/07/2026, na qual a DIGI chegou a afirmar que fui informado do procedimento de cancelamento e que o efetuei. Tal afirmação é manifestamente falsa. Nunca solicitei ou autorizei o cancelamento do serviço. Se esse alegado pedido existisse, bastaria à DIGI apresentar a respetiva prova documental. Contudo, apesar de expressamente interpelada para o efeito (conforme Anexo 3), jamais apresentou qualquer documento suscetível de sustentar essa afirmação. Igualmente reveladoras são as respostas de 21/07/2026 e 29/07/2026, nas quais a DIGI invoca a regulamentação da ANACOM para evitar responder à única questão verdadeiramente essencial: quem decidiu cancelar o meu serviço e com que fundamento?A invocação dessa regulamentação é manifestamente irrelevante para o caso concreto, uma vez que as normas da ANACOM apenas disciplinam os efeitos jurídicos de uma cessação validamente ocorrida. Não conferem, nem poderiam conferir, legitimidade para cancelar um serviço sem pedido ou autorização do respetivo titular. A DIGI sabe, por conseguinte, que nunca lhe foi solicitado o cancelamento definitivo do serviço. Sabe igualmente que o pedido apresentado era perfeitamente legítimo e que, conforme veio entretanto reconhecer, a suspensão temporária era tecnicamente exequível. O que efetivamente ocorreu foi um erro na execução do meu pedido, erro esse que a operadora continua a recusar admitir, optando antes por responder de forma evasiva e por evitar esclarecer quem tomou a decisão de cancelar o serviço. Acresce que a gravidade da situação criada não pode ser minimizada. O número de telemóvel em causa é da minha titularidade há mais de 30 anos e constitui o meu único contacto telefónico associado a múltiplos serviços públicos, instituições bancárias, seguradoras, prestadores de cuidados de saúde e inúmeras outras entidades com as quais mantenho relações jurídicas permanentes. A privação ilegítima desse número compromete gravemente as minhas comunicações, impede o acesso a serviços essenciais, inviabiliza mecanismos de autenticação, dificulta o relacionamento com inúmeras entidades públicas e privadas e causa prejuízos patrimoniais e não patrimoniais cuja responsabilidade recai exclusivamente sobre a DIGI. A operadora não pode, pois, eximir-se às consequências da decisão unilateral que tomou. Incumbe-lhe desenvolver todas as diligências ainda possíveis para repor a situação que existiria se o meu pedido de 9 de fevereiro de 2026 tivesse sido corretamente executado ou, caso entendesse não ser possível executá-lo, legitimamente recusado. Face ao exposto, exijo que a DIGI proceda, com caráter de urgência, à reposição do meu número de telemóvel, mediante a respetiva reativação ou, caso tal se revele tecnicamente necessário, através da emissão de um novo cartão SIM associado ao mesmo número, reconstituindo integralmente a situação que existiria se o meu pedido de suspensão temporária tivesse sido corretamente executado. Caso a reposição já não seja tecnicamente possível em consequência da atuação da própria DIGI, deverá esta assumir integralmente a responsabilidade pelos prejuízos patrimoniais e não patrimoniais daí decorrentes, não podendo, em caso algum, fazer recair sobre o consumidor as consequências do erro exclusivamente imputável à própria operadora.

Em curso

Carta da aima cartão cidadão não recebido

Boa tarde! No site da ctt foi entregue minha carta de residência dia 7 de agosto 2026 porem não recebi! Tive no correios o carteiro diz não saber aonde entregou

Em curso
L. R.
09/08/2026

Condicionamento ilegítimo

Exmos. Srs. Esta mensagem terá de ser analisada por um humano. O Facebook bloqueou quase totalmente a minha ação como utilizador porque partilhei uma informação acerca de uma petição contra a construção e urbanização num local que deveria ser preservado. Este procedimento do Facebook denota que esta rede social asdume uma posição contra a preservação da Natureza; e revela claramente uma negação da liberdade de expressão e dos direitos dos cidadãos portugueses, bem como da medidas a favor a garantia de condições ecológicas e paisagísticas cruciais para o distrito de Lisboa, para Portugal e para o mundo. Consequentemente, solicito de imediato o cancelamento da inibição da minha atividade no Facebook e deveriam emitir uma compensação pecuniária por ter sido lesado no usufruto da rede social Facebook.

Em curso
J. C.
08/08/2026

Falta de resolução de avaria prolongada

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar queixa sobre a Vodafone, por falta de resolução de avaria prolongada. Fazemos nota que esta reclamação reiterada foi enviada para o Serviço de Apoio ao Cliente da Vodafone, para o Provedor do Cliente da Vodafone e Livro de Reclamações digital. Esta avaria permanece desde o dia 17 julho, sem que a Vodafone tome diligências efetivas para resolver a avaria.

Em curso
I. D.
06/08/2026
WOO

Interrupção prolongada do serviço de internet e falta de resolução

Estou há sete dias sem serviço de internet devido a uma avaria exterior e, até ao momento, a situação continua por resolver. Compreendo que possam existir problemas técnicos, mas considero inadmissível estar tanto tempo sem um serviço pelo qual estou a pagar. Durante estes dias, tenho contactado o apoio ao cliente, mas continuo sem uma previsão concreta para a resolução da avaria. A falta de comunicação e a demora na resolução têm provocado vários transtornos. Espero que a situação seja resolvida o mais rapidamente possível e que exista uma compensação pelos dias em que estive sem acesso ao serviço, já que continuo a pagar por algo que não estou a conseguir utilizar. Não recomendo este serviço enquanto a empresa não melhorar a rapidez na resolução de avarias e a comunicação com os clientes.

Resolvida

Encomenda alterada sem contacto ou pedido.

Exmo.(a) Senhor(a), Venho apresentar uma reclamação relativamente à alteração da entrega da minha encomenda, efetuada sem o meu consentimento. Após contactar o apoio ao cliente, aguardei cerca de 1 hora e 30 minutos até ser atendido. Foi-me informado que o estafeta teria tentado efetuar a entrega, o que considero altamente improvável, uma vez que na morada se encontravam várias pessoas (a minha avó, mãe e irmãos), sendo impossível que ninguém se tivesse apercebido da sua presença. Acresce que, habitualmente, os estafetas ligam à chegada para agilizar a entrega ou, caso esta não seja possível, deixam um aviso para levantamento numa Loja CTT. Nenhuma destas situações ocorreu. Por fim, foi-me indicado por telefone que a encomenda foi encaminhada para uma Loja CTT devido a uma tentativa de entrega falhada. No entanto, a aplicação dos CTT indica um motivo diferente, referindo que **foi solicitado por mim** que a encomenda fosse entregue numa Loja CTT, o que é completamente falso deixo aqui avisado que a melhor maneira de resolver e mandar emails aos vossos clientes que usam os vossos servicos como empresas grandes para verem o mau suporte, maus entregadores e ma qualidade de servico que a CTT de Portugal oferece para que possam imigrar para empresas melhores que isto. Solicito o esclarecimento desta discrepância e a resolução da situação com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos.

Em curso

Encomenda perdida e nao restriavel com número que derem

Minha incomenda de devolução de ali express está perdida há 2 mês. Fiz reclamação com provas que tenho. CTT quer encerrar recamacao por falta de talão. Faz me perder volta de 60 euro

Em curso
L. C.
05/08/2026
WOO

Impossibilidade de contactar o apoio ao cliente da WOO

Exmos. Senhores, Sou cliente WOO e pretendo apresentar uma reclamação relativa à total ausência de canais de apoio ao cliente funcionais. A WOO não disponibiliza número de telefone nem endereço de email para contacto. O único canal existente é o chat de assistente virtual dentro da aplicação, que dá crash à aplicação sempre que tento utilizá-lo, impossibilitando qualquer contacto. Isto significa que, na prática, não existe forma de contactar a WOO para resolver problemas com a conta ou o serviço. Considero esta situação particularmente grave num operador de telecomunicações, uma vez que impede o acesso a apoio em situações urgentes. Por exemplo, o bloqueio de um cartão SIM em caso de perda ou roubo do telemóvel, algo que deveria ser possível resolver rapidamente e que, neste momento, não é. Solicito que a WOO disponibilize um canal de apoio ao cliente funcional e efetivamente acessível, incluindo pelo menos uma alternativa ao chat de assistente virtual (como email, telefone, ou um chat que não apresente falhas técnicas). Com os melhores cumprimentos, Luís Calejo

Em curso
L. O.
04/08/2026

Mesmo defeito em três telemóveis diferentes e recusa de reembolso

Em fevereiro de 2026, adquiri um iPhone recondicionado à Swappie, em Portugal. Após alguns meses de utilização, o telemóvel começou a apresentar um defeito grave relacionado com a gestão da bateria. O equipamento desligava-se inesperadamente apesar de ainda ter carga disponível, chegando por vezes a desligar-se quando apresentava mais de 90% de bateria. Ao voltar a ligar, a percentagem de bateria passava a ser inferior a 10%, o que demonstrava um comportamento claramente anormal. Acionei a garantia e a empresa substituiu o equipamento. Infelizmente, o segundo telemóvel começou a apresentar exatamente o mesmo problema. Voltava a desligar-se inesperadamente apesar de ainda ter bateria e, quando reiniciava, a percentagem de carga diminuía drasticamente. Além disso, em várias ocasiões o equipamento desligou-se e deixou de ligar novamente, só voltando a funcionar depois de ser ligado ao carregador. Perante a repetição do mesmo defeito, acionei novamente a garantia. No próprio dia em que entreguei o segundo telemóvel à transportadora para ser enviado para a Swappie, contactei o apoio ao cliente para questionar se existia alguma solução alternativa, como o reembolso ou a substituição por um equipamento com especificações diferentes. Expliquei que, após duas ocorrências do mesmo defeito em apenas alguns meses, tinha perdido a confiança de que uma nova substituição por um equipamento idêntico resolvesse definitivamente o problema. A empresa informou-me que apenas poderia proceder à reparação ou, caso esta não fosse possível, ao envio de outro equipamento com as mesmas especificações. Quando recebi o terceiro telemóvel, verifiquei que o seu estado geral era visivelmente inferior ao dos dois aparelhos anteriores, apesar de todos terem sido classificados como “Muito Bom”. Esse facto reforçou a minha insatisfação com toda a experiência, mas não foi o motivo pelo qual solicitei o reembolso. O pedido já tinha sido apresentado durante o segundo processo de garantia, antes mesmo de receber este terceiro equipamento, por considerar que a repetição do mesmo defeito demonstrava que as sucessivas substituições não estavam a resolver o problema. A empresa recusou o pedido de reembolso, alegando que o prazo de devolução de 14 dias é contado apenas a partir da receção do primeiro telemóvel e que as suas obrigações de garantia tinham sido cumpridas através das substituições efetuadas. Após essa recusa, decidi utilizar o terceiro telemóvel. No primeiro dia de utilização, o equipamento voltou a apresentar exatamente o mesmo defeito. Depois de receber a notificação de que a bateria tinha atingido os 20%, o telemóvel desligou-se inesperadamente apesar de ainda ter carga. Quando voltou a ligar, a percentagem de bateria era inferior. Assim, o mesmo defeito ocorreu em três telemóveis diferentes associados à mesma compra. Ao longo deste processo, fiquei várias vezes sem telemóvel enquanto aguardava a conclusão dos processos de garantia. Em cada substituição tive de voltar a configurar um novo equipamento, transferir todos os meus dados e autenticar novamente aplicações essenciais, incluindo aplicações bancárias, o que me impediu temporariamente de aceder às minhas contas e realizar transferências bancárias. Na minha perspetiva, as sucessivas substituições não resolveram o problema subjacente. Pelo contrário, ao fim de aproximadamente seis meses desde a compra, continuo sem um equipamento fiável, tendo recebido três aparelhos diferentes que apresentaram o mesmo defeito. Perante a repetição do mesmo defeito em três equipamentos diferentes associados à mesma compra, as sucessivas substituições efetuadas e os transtornos causados ao longo de todo este processo, considero que tenho direito à resolução do contrato e ao respetivo reembolso, ao abrigo da legislação portuguesa e europeia de defesa do consumidor.

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