Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
Incumprimento de prazo na análise de garantia – Encomenda 106777231 (AUTODOC)
Exmos. Senhores, Apresento reclamação contra a empresa AUTODOC SE devido ao incumprimento do prazo de análise da garantia da encomenda 106777231 (kit CT1049WP1). A peça defeituosa foi entregue à AUTODOC em 30/01/2026 e, em 04/02/2026, a empresa confirmou a receção e indicou um prazo de 6 a 8 semanas para conclusão da análise. Esse prazo terminou há mais de um mês, tendo a própria AUTODOC reconhecido que foi ultrapassado. Apesar disso, continua a informar que não pode decidir sem o fabricante e que o consumidor deve aguardar sem qualquer prazo final. Esta posição contraria o Decreto‑Lei n.º 84/2021, que estabelece que, ultrapassado o prazo razoável para reposição da conformidade, a responsabilidade recai sobre o vendedor, que deve apresentar solução independentemente do fabricante. Toda a documentação necessária foi enviada dentro dos prazos: declaração da oficina instaladora, orçamento da reparação (€1.840,97), formulário de garantia, fotografias e restantes comprovativos. Não existe qualquer pendência da minha parte. A AUTODOC não cumpriu o prazo que definiu, não apresenta data para resolução e mantém o consumidor numa situação indefinida. Solicito a intervenção da DECO Proteste para que a empresa cumpra as suas obrigações legais e apresente uma decisão imediata sobre a garantia.
Recusa de Garantia
Venho solicitar o apoio da DECO relativamente a uma situação que considero um claro desrespeito pelos direitos do consumidor. O meu MINI Countryman híbrido apresentou uma falha crítica no sistema de carregamento da bateria, sem motivo identificado pela própria oficina autorizada. O veículo tem menos de 6 anos, menos de 55.000 km, e todas as revisões foram realizadas na concessionária Santogal (Paço de Arcos), nos prazos indicados pela marca. Apesar de o veículo estar com a garantia da bateria de alta tensão ainda vigente, a MINI Portugal e a Santogal recusam cobrir a reparação, alegando que a avaria se deu num componente 'periférico' à bateria, que por sua vez danificou mais dois componentes do sistema elétrico. O orçamento de reparação equivale a cerca de 20% do valor do veículo novo, para um problema sem qualquer causa imputável à proprietária. Acresce que a MINI realizou nos últimos anos recalls de outro modelo da mesma família por problemas no mesmo sistema, o que evidencia a existência de problemas de fabrico do qual a marca tem conhecimento. Após meses de tentativas de resolução amigável, incluindo correspondência jurídica formal, tanto a MINI Portugal como a Santogal se mantiveram irredutíveis. Solicito a intervenção da DECO na defesa dos meus direitos enquanto consumidora.
Recusa de Garantia
Venho solicitar o apoio da DECO relativamente a uma situação que considero um claro desrespeito pelos direitos do consumidor. O meu MINI Countryman híbrido apresentou uma falha crítica no sistema de carregamento da bateria, sem motivo identificado pela própria oficina autorizada. O veículo tem menos de 6 anos, menos de 55.000 km, e todas as revisões foram realizadas na concessionária Santogal (Paço de Arcos), nos prazos indicados pela marca. Apesar de o veículo estar com a garantia da bateria de alta tensão ainda vigente, a MINI Portugal e a Santogal recusam cobrir a reparação, alegando que a avaria se deu num componente 'periférico' à bateria, que por sua vez danificou mais dois componentes do sistema elétrico. O orçamento de reparação equivale a cerca de 20% do valor do veículo novo, para um problema sem qualquer causa imputável à proprietária. Acresce que a MINI realizou nos últimos anos recalls de outro modelo da mesma família por problemas no mesmo sistema, o que evidencia a existência de problemas de fabrico do qual a marca tem conhecimento. Após meses de tentativas de resolução amigável, incluindo correspondência jurídica formal, tanto a MINI Portugal como a Santogal se mantiveram irredutíveis. Solicito a intervenção da DECO na defesa dos meus direitos enquanto consumidora.
Troca de equipamento
Boa tarde, comprei uma máquina de secar Candy na loja Castro Eletrónica no dia 04/02/2026, fui mãe em Dezembro passado e era um equipamento que me fazia falta para poder secar a roupa do bebé, entretanto a 04/04/2026 a máquina deixou de secar, levava um dia inteiro a fazer um programa de 2h e ainda assim a roupa saia molhada, contactamos a candy para efetuar a assistência no mesmo dia. Á chegada do técnico foi-nos dito que a máquina não tinha reparação pois havia tido uma fuga de gás e teriam de trocar o equipamento. Á data de hoje ainda ninguém tem respostas para me dar, contacto a marca constantemente e a única resposta é que estão a verificar quem irá efetuar a troca/devolução do equipamento, já contactei a loja e eles ainda nem informação do que se está a passar têm. Acho que é uma tremenda falta de respeito estarmos a caminho dos dois meses do sucedido e eu é que estou a ser a lesada, pois adquiri um equipamento e estou sem poder usá-lo praticamente a dois meses. A primeira vez que fui secar a roupa do meu bebé numa máquina secar comum o meu bebé fez alergia, estou de pés e mãos atados.
Devolução
Exmos. Senhores, Em 05/04/2026, adquiri uma colcha com duas almofadas decorativas por €29,99. Sucede que este apresentou defeito logo nos primeiros dias na capa de uma das almofadas. Comuniquei-vos o problema, cerca de uma semana após a compra, e a troca foi efetuada, no entanto, o produto apresentou o mesmo defeito e no dia 08/05/2026, retornei a loja para que atuassem em conformidade, mas recebi como resposta que o produto não tem garantia, o que desrespeita a legislação aplicável, caracterizando prática de abuso comercial, cabendo inclusive denúncia. Exijo que devolvam-me o dinheiro que paguei, conforme a lei 84/2021. Caso não me resolvam a situação nos próximos 7 dias, considerarei o contrato como incumprido da vossa parte. Exijo que me resolvam esta situação o mais rapidamente possível, ou tomarei as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos enquanto consumidor. Cumprimentos.
Exclusão injustificada de garantia e falta de fundamentação técnica
Pretendo apoio relativamente a um conflito de consumo com a FNAC associado à exclusão de garantia de um monitor "Samsung Odyssey G5 32’’ adquirido em janeiro de 2026. O equipamento foi vendido como artigo de exposição e apresentou avaria grave após cerca de 3 meses de utilização normal, consistindo em linhas verticais/horizontais verdes e posterior apagão total. A FNAC recusou a garantia alegando genericamente “LCD danificado internamente”, sem demonstração concreta da causa da avaria nem prova objetiva de dano imputável ao consumidor. Foi ainda contratada extensão de garantia FNAC/SPB (+3 anos), cuja utilidade prática está igualmente a ser recusada sem fundamentação clara. Considero existir falta de transparência, insuficiência de fundamentação técnica e possível incumprimento dos direitos do consumidor previstos no Decreto-Lei n.º 84/2021. Pretendo apoio/orientação relativamente aos mecanismos mais adequados para defesa dos meus direitos enquanto consumidora.
Encomenda chegou com danos fisicos
Bom dia, comprei o Monitor Asus ROG Strix XG27AQWMG Tandem TrueBlack OLED 26.5" Quad HD 280Hz 0.03ms Gaming na Pccomponentes, em que passado 3 semanas, ficou com um pixel estragado. Entrei em contacto com a Pccomponentes, e eles disseram para devolver o monitor, e passado uns dias, recebi um monitor novo. Este monitor novo chegou com danos físicos críticos, em que o monitor nem funcionava. Entrei em contacto com a PCcomponentes e eles disseram para devolver. Agora estão a dizer que a garantia não cobre danos físicos e se quero um orçamento que pode ser superior ao custo do monitor. Estão a tratar este caso como se fosse dano da minha parte, e na verdade este equipamento recebeu danos no transporte ou ate mau manuseamento por parte da Pccomponentes. Em anexo envio fotos do primeiro monitor com o pixel estragado ( verde ) e fotos da embalagem e como chegou o segundo monitor ( que supostamente era novo ) e tambem o relatorio feito pela PCcomponentes.
Falta de assistencia
No dia 01/02/2026 comprámos uma máquina de lavar loiça no site da Cecotec, recebida em 09/02/2026. Após dúvidas sobre o funcionamento do ciclo ECO, a máquina foi substituída em 02/03/2026. Contudo, em 23/04/2026, o novo equipamento deixou de utilizar corretamente o detergente, quer em pastilha quer em gel. A água aquece e o compartimento abre, mas o detergente permanece intacto. Em 05/05/2026 recebemos uma visita técnica, mas o técnico informou não compreender a origem da avaria. Posteriormente, foi indicada necessidade de nova visita para verificar cablagens. Até hoje, 18/05/2026, nada foi resolvido. A máquina tem apenas cerca de 2 meses de uso. Não aceitamos reparação ou troca de peças, apenas substituição integral ou devolução do valor pago.
Anomalia persistente em veículo Volkswagen sem resolução
Adquiri um veículo do grupo Volkswagen um Skoda Scala, com cerca de 2 anos e meio. Após um mês e meio da compra o veículo começou a dar os primeiros sinais do problema, e desde novembro de 2023 que o mesmo apresenta uma anomalia ao engrenar a marcha-atrás, nomeadamente um “arranhar” da caixa de velocidades. A situação foi reportada ao concessionário Carby de Vila Real, tendo sido inicialmente desvalorizada, com a indicação de que se trataria de uma característica do veículo e não de uma avaria. Após insistência da minha parte, o veículo foi finalmente intervencionado em oficina, tendo sido supostamente, realizada a substituição da embraiagem. No entanto, logo após a intervenção, verificou-se que o problema persistia. Ainda assim, o chefe de oficina manteve a posição de que seria uma característica normal. Importa referir que a embraiagem supostamente substituída apresentava sinais evidentes de desgaste e danos, algo estranho para um veículo com tão poucos anos, conforme foi inclusive demonstrado pelo próprio responsável da oficina. Desde essa intervenção, a situação agravou-se, sendo atualmente possível verificar o “arranhar” não só na marcha-atrás, mas também, ocasionalmente, na 1.ª velocidade, inclusive uma persistente dificuldade de engatar a mencionada velocidade. Entre outubro de 2023 e setembro de 2025, foram feitas várias tentativas de resolução junto do concessionário, sem qualquer solução efetiva. Mais recentemente, aquando de uma revisão em setembro/outubro de 2025, foi solicitada uma resposta formal por escrito, tendo sido facultado o contacto de email. Até à data, essa resposta nunca foi enviada. Considero esta situação inaceitável, tanto pela persistência do problema como pela falta de acompanhamento, transparência e resolução por parte da marca e da sua rede autorizada. Pretendo uma resolução definitiva da anomalia e um esclarecimento formal sobre o sucedido. Caso contrário, reservarei o direito de recorrer às vias legais para defesa dos meus direitos enquanto consumidor.
CUIDADO COM COMPRAS NA AMAZON
Quero deixar o meu alerta e indignação como consumidor. Comprei dois robots aspiradores da mesma marca, no mesmo dia, sendo que cada equipamento custou cerca de 500€. Ambos apresentaram exatamente o mesmo defeito na base/tábua de lavagem. Os produtos já foram enviados para assistência técnica, regressaram da reparação e o defeito voltou novamente. Agora a solução apresentada é enviar outra vez para reparar. Pergunto: quantas vezes o consumidor terá de aceitar reparações sucessivas até terminar a garantia legal? Depois disso, ficará com dois equipamentos de quase 1.000€ inutilizados? Existe um forte indício de defeito de fabrico, defeito de série ou vício oculto. A legislação portuguesa e europeia protege o consumidor nestas situações, nomeadamente: • Decreto-Lei n.º 84/2021 — garante o direito do consumidor à reposição da conformidade dos bens, incluindo reparação, substituição, redução do preço ou resolução do contrato quando o produto apresenta falta de conformidade. • Diretiva (UE) 2019/771 — estabelece regras europeias relativas à venda de bens e proteção do consumidor em casos de produtos defeituosos ou não conformes. • Lei de Defesa do Consumidor – Lei n.º 24/96 — protege os direitos e interesses económicos do consumidor e garante qualidade dos bens e serviços. O consumidor não pode ficar preso eternamente num ciclo de reparações sem solução definitiva. Muito cuidado ao comprar produtos eletrónicos caros online sem apoio presencial adequado.
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
