Reclamações públicas

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Auchan Sintra não resolve problema de TV deste 27/05/26

Boa tarde, a reclamação que vou fazer diz respeito a uma televisão que se encontra sem reparação deste dia 27 de Maio de 2026. Como se trata de uma televisão com mais de 42 polegadas, por lei n.º 27/2007, de 30 de Julho. O técnico apareceu apenas no dia 3 de Junho, dia de greve geral. Solicitamos que esperasse só um pouco se fosse possível, já que trabalhamos os dois em Lisboa, não aguardou e esteve no seu direito. Voltámos a contatar para agendar novamente, e informar que qualquer dia era possível a partir das 16h, já que nem é possível agendar hora, apenas se trata do período da tarde ou manhã. Posteriormente fomos contactados pela Auchan a dizer que teríamos que levar a televisão à loja se queríamos que fosse arranjada. Por lei não o podem fazer. Não fomos contactados nunca mais, até que realizei uma reclamação no livro da loja de Sintra no dia 7 de Julho. Ainda não obtive resposta, até o dia de hoje, 3 de Agosto de 2026. Já realizei mais duas reclamações no livro de reclamações online, sem nenhuma resposta por porte do vendedor. Liguei novamente em Julho a perguntar como estava o processo, disseram-me que me iam ligar para ver como estava o processo . Não ligaram. Voltei a ligar. Para meu espanto, fui informada na linha que os colegas da loja já tinham fechado o processo, dado que já tinham informado que a televisão tinha que ir para a loja. Não ligaram, não informaram, e tomaram a atitude que quiseram. Talvez queiram que o cliente perca a garantia do produto. Este caso vai ser exposto em vários sítios e tomará outro rumo senão for resolvido de imediato. É uma falta de respeito para com o cliente, e incompetência em resolver, já que nem informam o cliente das decisões que tomam. Por lei, a reclamação no livro de dia 7 de Julho também já teria que estar respondida, mas nem isso. Como cliente não sei de nada, e apenas sei que fecharam o caso porque tomaram essa decisão sem informam o próprio cliente.

Resolvida
M. M.
03/08/2026

Incumprimento de Prazos Legais de Reembolso e Recusa de Emissão de Créditos

Exmo(a). Sr(a). Gestor(a) de Reclamações, ​Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a Temu, devido ao incumprimento reiterado e injustificado dos prazos legais de reembolso relativos à encomenda PO-163-21903440481910404. ​Resumo da situação e prazos legais: ​A devolução dos artigos foi efetuada e entregue/recebida no ponto PUDO (InPost) no passado dia 9 de Julho de 2026 (comprovativo com o número de rastreio 73517647). ​O prazo legal imperativo de 14 dias para o processamento do reembolso (consagrado nos Artigos 12.º e 13.º do Decreto-Lei n.º 24/2014) encontra-se largamente ultrapassado. ​Embora tenha solicitado a emissão do reembolso sob a forma de créditos Temu, a empresa tem recusado sistematicamente a sua emissão sob a desculpa de que o armazém ainda não recebeu a encomenda. ​Atitude abusiva da empresa: A Temu insiste em transferir para o consumidor a responsabilidade de contactar a transportadora. Contudo, a transportadora foi contratada pela própria plataforma e as regras do setor ditam que as empresas de transporte apenas prestam informações ao cliente contratante (neste caso, a Temu). A gestão logística interna e o extravio ou atraso da rede de transporte são da exclusiva responsabilidade da empresa, não podendo o consumidor ser penalizado nem servir de refém de falhas operacionais internas. ​Face ao exposto, esgotada toda a paciência perante o apoio ao cliente, exijo a emissão imediata dos créditos Temu correspondentes a esta devolução, cumprindo assim as obrigações legais a que a empresa está sujeita em Portugal.

Resolvida
C. C.
02/08/2026

Garantia não aceite

Venho apresentar uma reclamação relativamente à avaliação efetuada pelo vosso centro técnico autorizado no âmbito da garantia do meu computador portátil Lenovo Idepad Flex 5 14ABR8. Comprei o meu equipamento no site FNAC no dia 25/08/2025, pelo que, ainda não passou 1 ano e encontra-se dentro do período de garantia. A avaria surgiu progressivamente durante a utilização normal, consistindo numa racha grande junto à saída de ar onde saiu plástico que foi alastrando com o tempo para a capa do computador e agora para o desencaixe do ecrã com a capa dura, onde é notório o desnível de um dos lados na parte de um dos encaixes. O computador nunca sofreu qualquer queda, impacto ou utilização indevida. No momento da entrega para reparação, esta situação ficou registada na ficha de receção da assistência, onde consta a descrição da avaria e da racha existente, tendo o técnico da FNAC apresentado concordância comigo relativamente ao que me estava a queixar, e relatando que de facto para o computador fazer o 360º, exercia alguma pressão no lado esquerdo, dizendo que estaria assim essa mesma pressão a lesionar progressivamente o computador. Apesar disso, o vosso centro técnico recusou a reparação em garantia, classificando a avaria como “danos físicos”, apresentando um orçamento de 223,05 €. Não concordando com essa conclusão, solicitei uma reapreciação do processo e uma fundamentação técnica que demonstrasse de que forma foi determinado que a avaria resultou de danos causados pelo utilizador. A minha contestação foi recusada pela segunda vez, mantendo-se a decisão inicial sem que me fosse apresentada qualquer explicação técnica concreta, evidências ou elementos que comprovem que a avaria foi provocada por queda, impacto ou utilização indevida. Considero que a decisão técnica é insuficientemente fundamentada e não corresponde aos factos, uma vez que o equipamento nunca sofreu danos acidentais e a avaria surgiu de forma progressiva durante a utilização normal. Solicito, por isso, uma solução Consciente, exigindo uma 3 avaliação feita por outro técnico, onde terei que novamente enviar o meu computador mas que desta vez não seja em vão! Sendo compradora desta marca, demonstro me muito descontente e claro que perderam mais uma cliente!

Encerrada
B. F.
31/07/2026

Recusa de devolução após 4 tentativas falhadas de reparação.

Exmos. Senhores, Dia 15/12/2024 adquiri um Microsoft Surface Pro 11th Edition por 949,99€. O equipamento apresenta uma avaria persistente e grave no sistema gráfico/ecrã. Por esse motivo, o artigo já deu entrada nos serviços de assistência técnica da Worten por 4 (quatro) vezes consecutivas, regressando SEMPRE com a mesma avaria por resolver (Processo N° WO-33442369, WO-35327148, WO-36709877, WO-36981761). Ser submetido a 4 reparacões falhadas ultrapassa qualquer limite razoável e viola o princípio do mínimo de transtorno ao consumidor. Eu não sou obrigada a aceitar reparações infinitas. Nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, a responsabilidade legal perante o consumidor cabe à Worten enquanto vendedora do equipamento, e não ao centro técnico da marca. Quem me vendeu o produto foi a Worten e é a Worten que tem de responder pela garantia, ponto. A Worten não pode usar a marca como desculpa para não cumprir a lei. Exijo que se pronunciem no prazo máximo de 5 dias. Recuso nova tentativa de reparação e exijo o reembolso do valor do equipamento (949,99€), sob pena de recorrer aos meios judiciais e de arbitragem ao dispor do consumidor. Cumprimentos.

Encerrada
D. D.
31/07/2026

Televisão com defeito

No dia 31/05/2026 comprei uma televisão LG OLED de 77 polegadas na Castro Electrónica. O equipamento foi entregue no dia 03/06/2026, por volta das 13h15. Durante a instalação, ao seguir a indicação da aba/autocolante no ecrã para remover a película de proteção, ao puxar manualmente essa aba (sem utilizar qualquer ferramenta), uma camada do painel veio agarrada à película. Mal percebi que algo estava errado, parei imediatamente a remoção. Refiro que a televisão nunca chegou sequer a ser ligada. Pelas 14h57, contactei telefonicamente a loja e pediram-me para enviar um e-mail com fotografias, o que fiz nesse mesmo dia às 16h29. Responderam dizendo apenas para contactar a LG. A LG analisou o caso unicamente com base em fotografias, concluiu que o dano tinha sido provocado pelo utilizador e recusou garantir a reparação ou substituição, sem sequer inspecionar a televisão presencialmente. Solicitei várias vezes esclarecimentos técnicos e questionei a ausência de instruções sobre como remover corretamente a película, mostrando-me disponível para que um técnico analisasse o equipamento. No entanto, nunca vieram ver a televisão nem enviaram qualquer técnico. Todas as decisões foram sempre tomadas à distância. Mais tarde, a própria LG confirmou que a documentação NÃO inclui instruções escritas sobre a remoção da película, dizendo apenas que existem ilustrações, mas nunca me esclareceram quais. A Castro Electrónica limitou-se a repetir sempre a posição da LG, recusando assumir qualquer análise própria à reclamação e remetendo a decisão para o fabricante, sem nunca promover qualquer avaliação independente ao equipamento. Chegaram a citar um dos meus e-mails de forma descontextualizada, afirmando que eu admitia a existência de ilustrações com procedimentos de remoção da película, quando o que escrevi foi precisamente o contrário: existia uma imagem que parecia mostrar a remoção manual da película, mas não explicava como distingui-la de outras camadas do painel, nem continha qualquer procedimento claro de remoção. Apesar de lhes ter pedido que identificassem essas supostas instruções, nunca me deram resposta. Durante todo o processo, senti sempre que não houve verdadeira vontade da Castro Electrónica em ajudar-me ou procurar perceber de facto o que se passou. Desde o início, partiram logo do princípio de que a responsabilidade seria do cliente, sem promover uma análise imparcial e aprofundada que poderia esclarecer se existia anomalia ou defeito de fabrico. Perdi a confiança na forma como as duas marcas trataram o tema e tive mesmo de recorrer ao Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo. Partilho a minha experiência para alertar outros consumidores sobre as más políticas desta empresa, desaconselhando a compra de equipamentos na mesma.

Encerrada
C. L.
30/07/2026

Reclamação formal – Processo pendente desde 13/07/2026 – Pedido de resolução imediata

Exmos. Senhores, Venho apresentar uma reclamação formal relativamente ao processo que abri na Vinted em 13/07/2026, referente a um artigo que recebi danificado. No momento da entrega, verifiquei que o brinquedo apresentava um dos braços partido e separado do corpo. Comuniquei imediatamente a situação através da plataforma, anexando fotografias que comprovam o estado em que o artigo foi recebido. A própria vendedora, Chabada3, reconheceu na conversa realizada através da Vinted que o dano ocorreu durante o transporte, afirmando que o braço “simplesmente se soltou” e lamentando o sucedido. Assim, não existe qualquer dúvida de que o artigo não foi entregue nas condições esperadas. Após a abertura da reclamação, a Vinted informou-me de que seria contactada no prazo de 48 horas. Contudo, até à presente data, já decorreram 17 dias sem que tenha sido tomada qualquer decisão ou apresentada qualquer solução. Este atraso é manifestamente excessivo e incompatível com a informação fornecida pela própria Vinted. Enquanto compradora, paguei a Taxa de Proteção do Comprador, precisamente para beneficiar de um processo de resolução eficaz quando um artigo é recebido danificado ou não conforme. Cumpri todas as obrigações que me eram exigidas: * Comuniquei o problema imediatamente após a receção da encomenda; * Apresentei provas fotográficas do dano; * Colaborei com a análise do processo; * Aguardei, de boa-fé, a resposta da Vinted. Apesar disso, continuo sem qualquer decisão, mantendo o processo injustificadamente pendente. Assim, solicito que a Vinted conclua imediatamente a análise da minha reclamação e proceda ao reembolso integral do montante de 22,85 €, correspondente ao valor total pago pela compra, incluindo o valor do artigo, os custos de envio e a Taxa de Proteção do Comprador. Aguardo uma resposta célere e a resolução definitiva deste processo. Com os melhores cumprimentos, Carla Luís

Encerrada

Recusa do Direito de Rejeição na devolução de iPhone 15 recondicionado com defeito

Venho por este meio apresentar reclamação por falta de conformidade do equipamento adquirido e formalizar o exercício do meu Direito de Rejeição, nos termos do artigo 16.º do Decreto-Lei n.º 84/2021. No passado dia 28/07/2026, levantei na loja da Rádio Popular de Portimão um iPhone 15 recondicionado. No entanto, desde o primeiro dia de utilização que o telemóvel apresenta problemas graves. Por um lado, sofre de falhas constantes e aleatórias de rede móvel, ficando subitamente sem serviço durante períodos que variam entre 1 minuto e cerca de 1 hora, o que me deixa incontactável. Por outro lado, o equipamento foi-me vendido e etiquetado com a indicação de 100% de saúde de bateria. Embora viesse visualmente indicado a 100%, notei desde logo que a bateria descarregava mais rapidamente do que seria expectável e, após mais um ciclo de carga, a indicação desceu para 99% nas próprias definições do iOS. Adicionalmente, o equipamento regista 756 ciclos de carregamento nas definições do sistema e, através de uma verificação de telemetria via computador (software coconutBattery), aponta para uma capacidade real de apenas ~89%. Trata-se de um indício claro de que a informação de "100%" prestada no momento da venda não corresponde ao estado real do componente. No dia 29/07/2026, liguei para a linha de apoio a relatar esta situação e foi-me dito por telefone que poderia deslocar-me a uma loja para efetuar a devolução. Contudo, quando me desloquei no dia 30/07/2026 à loja de Faro, recusaram aceitar a devolução ou troca, insistindo que o telemóvel teria de ir obrigatoriamente para análise/reparação técnica. Quero deixar claro que não estou a pedir uma devolução por mero arrependimento comercial. Estou a acionar o meu Direito de Rejeição ao abrigo do artigo 16.º do Decreto-Lei n.º 84/2021. A lei estabelece que, quando uma falta de conformidade se manifesta nos primeiros 30 dias após a entrega, o consumidor pode optar diretamente pela imediata substituição do bem ou pela resolução do contrato, não devendo ser-lhe imposta a reparação como única solução. Exerço, assim, expressamente a opção pela resolução do contrato de compra e venda, solicitando a devolução integral do valor pago. Não aceito que a reparação seja imposta como única solução e aguardo uma resposta formal a esta reclamação.

Encerrada
F. C.
29/07/2026

material com defeito

Fernando Completo Fornecedor: Worten Online (Marketplace – Vendedor ORION91) Encomenda n.º: 65264278 Data da compra: 08 de agosto de 2025 Valor pago: 117,82 € Produto: Três estantes (20 prateleiras afetadas) Exposição dos factos No dia 8 de agosto de 2025 adquiri, através da plataforma Worten Online, três estantes comercializadas pelo vendedor ORION91, no valor total de 117,82 €. Após alguns meses de utilização normal, as prateleiras começaram a apresentar uma degradação anormal do material, surgindo um pó esverdeado e sinais evidentes de fungos em praticamente todas as prateleiras. Esta situação provocou ainda problemas de saúde no agregado familiar, nomeadamente episódios de alergias e tosse, obrigando-me a retirar imediatamente todas as prateleiras do interior da habitação para salvaguarda da saúde dos seus utilizadores. Primeira reclamação Durante o mês de maio de 2026, comuniquei a situação à Worten, informando que: - as prateleiras apresentavam fungos e um pó verde; - o material se encontrava em deterioração; - a utilização do produto provocava reações alérgicas; - fui obrigada a retirar as estantes do interior da habitação. A Worten informou-me que, tratando-se de um produto vendido através do Marketplace, deveria contactar diretamente o vendedor ORION91. Processo de garantia Após contacto através do Site da worten, foi aberto o processo de garantia: ID Garantia WMKP-1031431 O vendedor solicitou inicialmente informação adicional e vidéo do problema. Enviei fotos uma vez que não tinha feito o vidéo antes de retirar as parteleiras Após análise das imagens, comunicou expressamente que: "Confirmamos que o seu produto está coberto pela garantia de reposição." Posteriormente perguntou se todas as estantes apresentavam o mesmo defeito, tendo eu confirmado que o problema abrangia as 20 prateleiras. Na sequência dessa confirmação, o vendedor propôs proceder à substituição integral das prateleiras, solicitando apenas a confirmação da morada para envio. Falta de resolução Apesar de reconhecer expressamente que o produto se encontrava abrangido pela garantia e de assumir o compromisso de substituir as prateleiras, o vendedor nunca concretizou essa solução. Após um periodo longo e a troca de mensagens, perante o prolongamento injustificado do processo, enviei em 25 de junho de 2026 nova comunicação, informando que: - já tinham decorrido várias semanas desde a primeira reclamação; -continuava sem qualquer solução definitiva; - pretendia a devolução integral do valor pago; - manteria o material disponível para recolha durante 15 dias. Posteriormente fui informada de que a entrega das novas prateleiras seria efetuada na semana seguinte. Demonstrando total boa-fé, aceitei aguardar mais uma semana e até sugeri que a entrega fosse efetuada na loja Worten de Sesimbra para facilitar o processo. Contudo, esse prazo também não foi cumprido. Face ao novo incumprimento, comuniquei novamente que já não pretendia aguardar mais tempo e que pretendia apenas a resolução definitiva do processo através da devolução do valor pago. Apesar disso, em 9 de julho de 2026, o vendedor limitou-se a informar que, segundo a transportadora, a encomenda seria levantada pelo cliente na delegação da transportadora,sem informar qualquer nome ou identificação da transportadora. Ignorando completamente que eu já havia recusado essa solução devido aos sucessivos incumprimentos e ao excessivo atraso. Fundamentação O vendedor: reconheceu que o produto apresentava defeito; confirmou expressamente que o mesmo se encontrava abrangido pela garantia; assumiu a substituição das prateleiras; nunca cumpriu essa obrigação; ultrapassou largamente um prazo razoável para resolver a situação; obrigou o consumidor a sucessivas diligências, contactos, envio de fotografias sem apresentar qualquer solução efetiva. Acresce que o defeito do produto não é meramente estético. Estamos perante um material que desenvolveu fungos e libertou partículas esverdeadas, tornando a sua utilização incompatível com uma habitação e originando problemas de saúde, circunstância que obrigou à remoção imediata do produto. Pedido Face ao exposto, solicito: 1. A ajuda na resolução definitiva do contrato de compra e venda; 2. A devolução integral do montante pago. Junto anexo fotografias do estado das prateleiras;

Encerrada
N. M.
29/07/2026

Reclamação contra Leroy Merlin – Falta de assistência, danos e incumprimento da solução de reembolso

Reclamação contra Leroy Merlin – Falta de assistência, danos e incumprimento da solução de reembolso comunicada Venho solicitar a intervenção/apoio da DECO PROteste relativamente a um processo de reclamação com o Leroy Merlin que se arrasta há vários meses sem uma resolução adequada. O problema teve origem num resguardo de duche que apresenta uma anomalia na peça/vedação existente entre o vidro e o perfil, permitindo a passagem de água para o exterior durante a utilização normal do duche. A situação foi comunicada ao Leroy Merlin, tendo alertado desde o início que a saída de água estava também a provocar humidade e danos no pavimento vinílico da habitação. Ao longo dos meses efetuei inúmeros contactos telefónicos, reclamações escritas e emails, solicitando uma resolução e alertando para o agravamento dos danos. Inicialmente foi-me transmitido telefonicamente um prazo para contacto da assistência técnica. Posteriormente, foi-me apresentada informação diferente relativamente aos prazos. Apesar das minhas sucessivas insistências, o processo prolongou-se durante meses sem que a assistência técnica resolvesse a situação. O atendimento foi igualmente muito insatisfatório, tendo ocorrido inclusivamente uma chamada em que um agente terminou/desligou a chamada durante o atendimento. Após vários meses, fui finalmente contactada telefonicamente pelo Leroy Merlin e informada de que, face ao tempo já decorrido, já não fazia sentido avançar com a assistência técnica e que seria efetuado o reembolso do artigo. Foi-me indicado que voltariam a contactar-me para dar seguimento ao reembolso e tratar dos elementos necessários à transferência. Em momento algum me foi transmitido que o reembolso estaria condicionado à desmontagem, recolha ou entrega do resguardo numa loja. Nunca aceitei nem acordei qualquer uma dessas condições. Mesmo após esta comunicação, aguardei mais de um mês por novo feedback relativamente ao reembolso. Recebi agora um email do Leroy Merlin informando que, “conforme acordado”, deveria deslocar-me à loja e devolver o artigo para obter o reembolso. Esta afirmação não corresponde ao que foi acordado ou comunicado comigo. Nunca existiu qualquer acordo da minha parte para desmontar ou entregar o artigo em loja. Considero particularmente grave que, depois de meses sem uma resolução e de o próprio Leroy Merlin ter apresentado o reembolso como solução para o processo, sejam agora introduzidas condições que nunca me foram comunicadas, utilizando ainda a expressão “conforme acordado”. As comunicações telefónicas efetuadas através da linha de apoio são gravadas quando tal é indicado no início das chamadas, pelo que solicitei ao Leroy Merlin a consulta, preservação e disponibilização das gravações relativas ao meu processo, nomeadamente das chamadas em que me foi comunicado o reembolso. Estas gravações permitirão comprovar objetivamente aquilo que me foi transmitido. Não aceito a desmontagem do resguardo, não aceito deslocar-me à loja para entregar o artigo e não aceito que sejam agora impostas condições diferentes da solução de reembolso que me foi comunicada. Face a todo o histórico, solicito o apoio da DECO PROteste para que o Leroy Merlin: Cumpra o reembolso que me foi comunicado telefonicamente, sem imposição posterior de condições que nunca foram acordadas; Retifique a afirmação de que a entrega do artigo em loja foi realizada “conforme acordado” comigo; Preserve e disponibilize as gravações das chamadas relacionadas com este processo, nos termos legalmente aplicáveis; Assuma uma posição definitiva relativamente a um processo que se prolonga há vários meses e que já originou inúmeras chamadas, emails e reclamações escritas. Tenho na minha posse o histórico de emails e reclamações, fotografias da situação e demais documentação relacionada com o processo. Depois de todas as tentativas efetuadas diretamente junto do Leroy Merlin, sem uma resolução definitiva, pretendo agora obter apoio na defesa dos meus direitos e, se necessário, avançar pelas vias legalmente adequadas.

Encerrada
A. A.
29/07/2026

Reparação não efetuada

Em 16 de maio de 2025 adquiri um apple iphone 13 pro graphite. A meados de abril de 2026, o aparelho começou a reiniciar sozinho, várias vezes ao dia. Contactei a assistência técnica da tek4life que emitiu o RMA 46642, para a reparação do equipamento. Este foi entregue em loja e, cerca de 30 dias depois, foi-me devolvido com a indicação que tinha sido substituída a bateria. Passados cerca de 3/4 dias de utilização, o mesmo voltou a apresentar exatamente a mesma avaria. Voltei a contactar a assistência, que emitiu o RMA 46999. Nesta reparação, o equipamento foi-me devolvido com a indicação de que tinham sido efetuado extensos testes, uma atualização de software e que o aparelho não denotava qualquer problema. Voltei a tentar utilizar o equipamento e, nas primeiras cinco horas de utilização, o mesmo reiniciou-se mais de 10 vezes. Após isto o mesmo foi abaixo e não ligou mais. Dado que já era a terceira vez que o mesmo avariava, solicitei a devolução do mesmo e a emissão do crédito, por qualquer meio. Foi-me recusado, dando indicação que teria que ser aberto um novo RMA, para uma nova reparação. Este RMA foi o n.º 47243. O telemóvel foi-me entregue a 10 de julho, com a indicação que o "encaixe da bateria estava com uma obstrução, pelo que, após a limpeza ele voltou a funcionar". No dia seguinte, voltei a colocar o equipamento em funcionamento. Ontem, 28 de julho, e após cerca de 15 dias de utilização, o mesmo voltou a apresentar os mesmos sintomas, começando uma serie de reinicios e voltando a deixar sequer de ligar. Face ao numero de avarias com o equipamento, e a incapacidade da marca em proceder à sua correta reparação, pretendo que me seja devolvido o valor pago pelo equipamento. De notar que me encontro impedido de utilizar o equipamento que adquiri desde meio de abril (há já mais de 3 meses).

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