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Impossibilidade de Cancelamento Contratual e Comunicação com a Vodafone – Situação Prolongada e Sem
Em junho de 2024 celebrei um contrato com a Vodafone para dois números móveis em Lisboa. No final de fevereiro de 2025, por motivos familiares urgentes, tive de me ausentar repentinamente para a Moldávia, e solicitei à Vodafone o cancelamento dos contratos por emigração. No entanto, a empresa afirma ter enviado um email no dia 28/02/2025 a solicitar documentação – email esse que nunca recebi. Verifiquei todas as pastas, incluindo spam, e não há qualquer vestígio dessa comunicação. Desde então, tenho tentado resolver esta situação sem sucesso. Paguei as faturas de fevereiro e maio de 2025, inclusive após a cobrança por parte da Intrum, acreditando que isso encerraria o processo. Liguei para a Vodafone e fui informado de que o pagamento resolveria o caso. No entanto, o serviço não foi reativado, e as cobranças continuaram, sem eu poder utilizar os números (serviço cancelado unilateralmente pela Vodafone). Ao regressar a Portugal (Açores) em maio de 2025, dirigi-me pessoalmente à loja autorizada da Vodafone no Pico. A colaboradora contactou a central e forneceu os valores para rescisão contratual com penalizações. No entanto, informaram que, mesmo que pagasse esses valores, não poderiam garantir a anulação da dívida nem a cessação definitiva dos contratos — a menos que fornecesse documentação altamente restritiva exigida para cancelamento por emigração, como comprovativo de residência fiscal no estrangeiro, contrato de trabalho presencial ou declaração da Embaixada Portuguesa. Esses documentos são exigências desproporcionais e difíceis de obter mesmo para quem efetivamente emigrou temporariamente. Além disso, já não estou no estrangeiro, o que inviabiliza o envio desses comprovativos agora. Solicitei por diversas vias um email oficial da Vodafone que confirmasse o cancelamento mediante o pagamento das penalizações — pedido sempre recusado. Tentei contactar a empresa via email (inclusive respondendo diretamente à resposta formal à reclamação no Livro de Reclamações Online), mas recebi uma resposta automática a informar que esse canal não está disponível e que deveria usar os canais “disponíveis” — os quais, ironicamente, exigem validação por SMS para um número que a própria Vodafone desativou. A situação tornou-se kafkiana: não consigo contactar a Vodafone, não consigo cancelar, não posso usar os serviços pelos quais continuo a ser cobrado e a única alternativa apresentada foi viajar a outra ilha (São Miguel) para tentar resolver pessoalmente num balcão oficial — algo completamente desproporcional e impossível de realizar de imediato. É inaceitável que uma empresa de telecomunicações: 1. Cancele unilateralmente um serviço e continue a cobrar mensalidades. 2. Impeça o cliente de aceder à sua conta ou aos canais de contacto (verificação por SMS para número inativo). 3. Responda a uma reclamação formal apenas com uma justificação infundada, sem qualquer solução prática. 4. Se recuse a emitir um documento oficial por escrito a confirmar condições de cancelamento mediante pagamento. 5. Exija documentos excessivos e desproporcionais, sem considerar alternativas justas ou razoáveis. Por isso, solicito à DECO apoio para resolver esta situação, e peço que a Vodafone seja responsabilizada pelo bloqueio ativo da comunicação com o cliente e pela manutenção de cobranças injustificadas. Estou disposto a pagar o valor das penalizações normais de cancelamento contratual, conforme descrito no contrato (50% no primeiro ano, 30% no segundo), mas não a continuar a ser cobrado indefinidamente por um serviço desativado e inacessível.
Débito direto e abusivo
Exmos. Senhores, Venho por este meio, comunicar que realizei uma compra do kit Adn do My Heritage em junho de 2024. Nesse sentido, usei o serviço e fiz o cancelamento assinatura antes de completar os 30 dias, fui surpreendido com um débito direto no valor de 244,77 no dia 2 de junho de 2025. A prática da renovação automática é abusiva e lesiva aos interesses do consumidor, não só por se valer de um descuido de memória, mas por estabelecer unilateralmente um valor pelo serviço, sem antes consultar expressamente o assinante. Não houve autorização expressa minha, como cliente, a autorizar o débito e nem aviso da renovação automática do valor 1 ano depois. Ao ser surpreendido pela cobrança indevida, entrei logo ao site e fiz uma reclamação no chat no myheritage pedindo reembolso e solicitei pra falar com um humano pois o chat era com robô, recebi o e-mail do pedido de reembolso e até agora nada, tenho recebido a 2 dias uma chamada da Inglaterra mas sempre no período que estou no trabalho e não posso atender e alem do mais percebe-seque é em inglês. cancelei qualquer assinatura e recebi uma mensagem extremamente desrespeitosa a dizer . Gostaríamos de chamar a vossa atenção que o pagamento de recorrência automática da sua assinatura Plano Completo parou. Isto significa que a sua atual assinatura termina em 2 de junho de 2026, e neste momento ser-lhe-á dada a opção de prolongar a assinatura manualmente.Na condição de vítima dessa prática abusiva, espero que o My Heritage demonstre o caráter de uma empresa digna que respeita seus clientes parceiros, e desfaça as consequências desse procedimento inadequado e reembolse o valor debitado do meu cartão , no valor de 244,77 €. Aguardo maiores informações.
cobranças consideradas abusivas
Assoc. Deco nº 4457188-38 Assunto : Reclamação a serviço da Nowo Cliente Nowo nº 23589324 contrato nº 4424583 Data : 10 Junho 2025 Estimados/as juristas O abaixo assinado é servido pela Nowo à cerca de 19 meses. A partir de 29 Janeiro, comecei a receber mensagens frequentes, via T. móvel e Internet a fim de aderir ao novo parceiro da Nowo, designado como Digi. Finalmente em Abril, migrei para esta empresa só no serviço telemóvel. A proposta era interessante, 18,00 € com a Nowo para Telefone e Internet FIXOS, e 5,00 € para a Digi no telefone Móvel. Até Abril pagava à Nowo 32,50 € por mês, tal como no contrato. O motivo da reclamação é a fatura de Maio, apresentada pela Nowo, no valor de 75,26 € de total 32, 50 € mensalidade a 5 Maio 1 7, 76 € nova " 13 Maio (correta ) 2 5, 00 € débito inexplicável sem aviso a 23 Maio Indaguei o serviço de apoio da Nowo, na qual uma assistente me explicou ser devido a alteração de contrato ?? !!! No dia seguinte uma outra assistente, deu outra razão absurda, por ter chegado ao fim do contrato. ??? !! Agradeço antecipadamente o obséquio , poderem escrutinar o motivo dos inesperados 57, 50 €. António da Silva Feijão
DESACORDO CONTRATUAL
Exmos. Senhores, Sou cliente com o contrato de fornecimento de serviços de comunicações eletrónicas e TV acabo. Alerto-vos para o erro existente na(s) fatura(s) enviadas – Valor acima do acordado. Renovei o contrato, ficou estabelecido que eu teria um desconto nas 12 próxima faturas e nos 2 meses seguintes a assinatura eu teria as faturas zeradas, não precisando pagar. Não preciso dizer que as faturas não vieram zeradas e o desconto não foi aplicada. Estou pagando as faturas com aumento. Solicito a correção imediata da(s) fatura(s) e reservo o direito de recorrer a todos os meios ao meu alcance para obter uma compensação pelos prejuízos sofridos. Cumprimentos.
Servcos nao utilizados e pagos
Exmos. Senhores, Em 2023, assinei o contrato de fornecimento de servicos de tv ais intenet enquanto vivi la tinha televisao e usava o servico por completo masem outubro de 2024 sai de la e fiz a transferencia para coimbra,mas ai nao tinha televisaao e nao usufria deste servico ,so os telemoveis pedi para me retirarem o servico mas eles disseram que era impossivel que teria de arranjar alguem para ficar com o servico senao teria de pagar e assim fizemos ate este mes que minha filha saia da casa e na casa onde esta ja tem net.voltei a contatar para ser retirado o servico e ficar so com os telemovesis,mas eles voltsram a responder da mesma forma agora tenho de pagar servico que nao utilizo por naao ter tv nem computador so o otelemoveis.eles dizem que a fedelizacao acaba so a 30/10/2026eu gostaria de saber se é legal pagar uma coisa que nao utilizo e o que posso fazer para resolver situacao visto nao ter condicoes financeiras para continuar com tal contrato? Como podem verificar pela fatura(anexa, o valor que pago mensalmente por um servico que nao usufro Cumprimentos.
Cobrança indevida
Exmos. Senhores, Venho por este meio, solicitar a devolução do dinheiro que foi retirado da minha conta, sem a minha autorização. O valor é de 39,50€. Quando pedi a vossa ajuda, apenas informaram do pagamento de 0,50€, durante 24h, não disseram que iram cobrar mais, nem informaram que iriam retirar o dinheiro. Agradeço a resolução do problema rapidamente. Fico a aguardar resposta Cumprimentos. Sandra Valeriano
Serviço cobrado indevidamente
Exmos. Senhores, Sou vosso cliente nº 1484138079, com o nº de conta: 1425962063, NIF: 235746452, referência: 707010391 e CVP: 201096064527, contrato na morada Rua Fernando Pessoa Cerro da Águia 49 AP1 8200-372 Albufeira. (Fatura em anexo) Desde julho de 2024 tenho sido faturado, à parte do pacote de televisão + internet, um serviço designado "WEB SIDE” pelo valor mensal de 8,55 €. Esse serviço: » não foi solicitado nem utilizado; » foi, ao que parece, ativado aquando da renovação contratual (após o termo do período de fidelização) e apresentado como um extra “gratuito”. Apenas depois detetei que afinal estava a ser cobrado. Há mais de 30 dias comuniquei telefonicamente esta situação e pedi o respetivo estorno. Contudo, a última fatura voltou a incluir o valor indevido, demonstrando que o problema permanece. Assim, exijo: 1. Cancelamento imediato do serviço “WEB SIDE” e cessação da cobrança futura. 2. Reembolso integral dos montantes já cobrados — 102,60 € (8,55 € × 12 meses, de julho / 2024 a junho / 2025) — a creditar na próxima fatura ou por transferência bancária, consoante a vossa prática. Agradeço a regularização no prazo máximo de 10 dias úteis a contar da receção desta carta. Findo esse prazo, reservarei o direito de recorrer às entidades competentes (ANACOM, Livro de Reclamações Eletrónico, Julgado de Paz) e de exigir indemnização pelos prejuízos causados. Fico a aguardar a vossa confirmação . Com os melhores cumprimentos, Vítor Ferreira Santos N.º de cliente: 1484138079 Data: 5/6/2025
Cobrança Abusiva
Exmos. Senhores, Venho por meio desse, tentar resolver minha situação junto com a MEO, uma vez que tentei inúmeras vezes a solução através dos meios de contato disponíveis, porém sempre sem solução e sempre dificultando o procedimento para resolução. Estou tentando regularizar uma dívida antiga com a MEO, que se deu devido a grande catástrofe Mundial a Pandemia de 2020 (Covid-19) na época tive que voltar ao meu País de origem, o Brasil , pois já não tinha condições de me manter aqui em Portugal. Fui até uma loja física da Meo e fiz o pedido de Cancelamento dos serviços antes do meu retorno, era por volta do finalzinho do mês de Junho/2020 , porém devido aos protocolos da época não podia ter atendimento presencial para algumas solicitações, então deixei o pedido com um atendente que ficou de fazer e me dar um retorno assim que possível, porém ele não fez. Isso acabou gera do faturas futuras e multas , as quais são indevidas e estou tentando negociar o valor justo das faturas até a data de minha partida para o Brasil, que foi dia 08/07/2020 . Estão me cobrando por juros abusivos além de valor administrativo indevidos . Quero uma solução justa e pagar apenas o que realmente é devido. A MEO e seus atendimentos estão sempre a dificultar a regularização. Por favor preciso de ajuda para solucionar isso. Cumprimentos. Paulo Casali
Encomenda Não Recebida
Exmos. Senhores, Sou cliente com o contrato de fornecimento de serviços de comunicações eletrónicas com o nº Order ID 811744836547946438. Face ao problema detetado, Encomenda Não Recebida, solicito o reembolso da quantia em causa. Solicito a correção imediata da situação e reservo o direito de recorrer a todos os meios ao meu alcance para obter uma compensação pelos prejuízos sofridos. Cumprimentos.
Falso período de fidelização, burla
Assunto: Reclamação da Vodafone SA, por: 1. ausência de resposta a 2 reclamações apresentadas em Maio de 2025 sobre a Factura FT101/093130215, por inexistência de qualquer dívida, 2. comunicação dos meus dados à sociedade Intrum, não obstante o prazo para pagamento em curso e as 2 reclamações por mim apresentadas, e que não tiveram resposta; 3. remoção ilícita da queixa apresentada no Livro de Reclamações Electrónico existente no site da Vodafone em 18/02/2025, pelas 08h55m; 4. alegação da existência de um novo contrato com período de fidelização, factos que são inverídicos e integram uma falsificação de documentos e burla. Notificada pela Vodafone para pagar a factura com a referência FT101/093130215, no valor de 177,93€, até 23 de Maio de 2025, apresentei reclamação por carta registada com aviso de recepção, em 22/05/2025 e em 25/05/2025. Ainda não houve qualquer resposta. Contactei a Vodafone em 20/05/2025, às 11hs, para obter esclarecimentos sobre o que seria o “incumprimento contratual” mencionado na factura supra referenciada, tendo sido informada que o valor da factura respeita a uma penalidade por incumprimento contratual devido ao período de fidelização que estava em curso. Também fui informada que me contactavam no mesmo dia – 20/05/2025 - sobre a resolução deste problema, o que não aconteceu até hoje. Por não ter havido qualquer resposta, em 22/05/2025 enviei uma Carta Registada com AR à Vodafone , que não mereceu qualquer resposta. Não obstante a falta de resposta, em 23/05/2025, pelas 19h24m, por sms, fuinotificada para pagar a quantia em dívida e em 26/05/2025, recebi novo e-mail para pagar a factura no prazo de 15 dias, ameaçando avançar com a acção judicial para cobrança da factura, sem que houvesse qualquer resposta da Vodafone sobre a reclamação apresentada. Por tal motivo, enviei em 28/05/2025 nova carta registada com aviso de recepção à Vodafone, com nova reclamação e, em 30/05/2025, pelas 14h24m, enviei um e-mail para suportecredito@vodafone.com, informando ter impugnado através de duas cartas registadas com aviso de recepção a existência de qualquer dívida, e solicitando que, sem uma decisão sobre tal reclamação, não voltassem a exigir tal pagamento, o que ficou registado sob o nº 6205731. Sem surpresa, e sem que tenha havido qualquer decisão sobre as 2 reclamações por mim apresentadas, no mesmo dia 30/05/2025, pelas 16h47m, estando a decorrer o prazo de 15 dias para pagamento voluntário e sem que tenha havido qualquer decisão sobre as duas reclamações apresentadas, eis que sou “notificada” pela Intrum Portugal para proceder ao pagamento da dívida e no dia 31/05/2025, pelas 13h55m, por sms para o meu telemóvel e pelas 16h32m (Sábado), por e-mail, volto a ser “notificada” pela Intrum para proceder ao pagamento imediato da dívida. Ora, isto é muito expressivo da má-fé da Vodafone, que não respondeu nunca às 2 reclamações e à reclamação electrónica, nem respeitou o prazo de 15 dias concedido para pagamento voluntário, tendo transmitido a outrem os meus dados pessoais – nº de telemóvel, nome, endereço de e-mail – com vista a ser ameaçada de instauração de acção judicial caso não pague. Contudo, não tenho qualquer dívida e nada vou pagar, por não ter qualquer período de fidelização em vigor. Contratei o serviço tv net voz telemóvel em Outubro de 2022 com a Vodafone, por ter mudado de residência, e o período de fidelização era de 24 meses. Em Fevereiro de 2025, pedi a portabilidade do telemóvel, a qual foi feita no dia 16 e, em 18 de Fevereiro de 2025, pelas 07h18m, fui surpreendida com um e-mail da Vodafone, do endereço noreply@vodafone.pt, alegando uma adesão que não ocorreu e juntando um contrato que não foi celebrado nem solicitado “Obrigada pela sua adesão. Na sequência da sua adesão (…)”. Com efeito, só pedi a portabilidade do telemóvel para outra operadora, nada solicitei à Vodafone nem aderi a nenhum contrato, muito menos com período de fidelização. Por esse motivo, nesse mesmo dia submeti uma queixa electrónica no Livro de Reclamações Electrónico da Vodafone, em 18/02/2025, pelas 09h55m, que foi retirada de seguida, abusivamente, pela Vodafone, e onde explicava que não queria qualquer novo contrato, que não aceitava qualquer novo contrato ou fidelização, e que qualquer referência a um novo contrato, adesão ou fidelização se tratava de fraude, burla e falsificação de documentos por parte da Vodafone, pois nenhum novo contrato tinha sido celebrado ou aceite. Esta reclamação foi ilicitamente retirada pela Vodafone e nunca mereceu qualquer resposta nem fui informada do número de registo respectivo. Pelas 09h26m desse dia 18/02/2025, através de contacto telefónico com a Vodafone, frisei repetidamente que não queria qualquer fidelização, tendo a funcionária dito que sem fidelização o valor mensal seria 52,90€, tendo sido frisado que não pretendia qualquer fidelização, pois queria rescindir todos os serviços. Tal telefonema foi gravado pela Vodafone, sendo todos os telefonemas sempre gravados. Voltei a frisar que não havia fidelização nem a queria em 24/03/2025, pelas 13h17m, em novo contacto mantido com a Vodafone, tendo solicitado a rescisão imediata de todos os serviços. Em 24/04/2025, pelas 14hs, tive de contactar novamente a Vodafone, pois, por “lapso”, fouinotificada para pagar a quantia de 120,15€, tendo a funcionária dito que se tratou de “lapso”, que era só 61,58€. Estou francamente cansada destes lapsos e desta má-fé, dirigidos a cobrar dinheiro indevidamente aos clientes. Não tenho qualquer contrato com período de fidelização em vigor e não tem qualquer dívida para com a Vodafone, tendo sim um crédito no valor de 58,57€, a NC 201/003246465 e outro no valor de 17,58€, a NC 201/003246484,. Um contrato é celebrado entre duas partes e não celebroei qualquer novo contrato, apenas fiz a portabilidade do telemóvel e rescindi depois todos os serviços. Qualquer alusão a um período de fidelização em curso consubstanciará uma burla, uma fraude e uma falsificação de documentos - como é evidente se ouvirem as gravações dos telefonemas que os vossos próprios serviços fazem, porquanto recusei expressamente qualquer período de fidelização - , e que implicará a apresentação da correspondente queixa crime. Requeiro que seja dada sem efeito a factura emitida e creditadas as quantias correspondentes às notas de crédito emitidas. Requeiro que a Vodafone me entregue as gravações integrais dos telefonemas mantidos entre mim e a Vodafone, nos dias 18/02/2025, 24/03/2025, 24/04/2025, contactos efectuados com os números de apoio ao cliente da Vodafone. Requeiro que me informem sobre o local e a data e hora para proceder ao levantamento das gravações em causa. Requeiro que toda e qualquer comunicação sobre este assunto seja doravante efectuada por e-mail ou por carta, e não por telemóvel, pretendendo que fique por suporte escrito qualquer comunicação efectuada. Requeiro que contactem a Intrum, com vista à suspensão de contactos com a minha pessoa. A reclamante, AO
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