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Leitura Estimada Enganosa
Ex. Senhores(as), O meu contador de 12-07-25 a 12-07-26 (1 ano) avançou 21 m3. Uma média de 1,8 m3 por mês. Posso comprovar esta regularidade mensal porque enviei as leituras por email. Para uma fracção do mês de Julho, de 15-07-2026 a 25-07-2026 (11 dias), a Setgás CUR criou um consumo estimado de 4 m3. O que corresponde a 2 meses do meu consumo habitual. De 12-07-2026 a 02-08-2026 (o dia em que escrevo esta reclamação), o contador avançou 1 m3. A Setgás CUR recorre a estimativa enganosa, de modo a inflacionar o valor a pagar, induzindo o cliente em erro. O Regime das Práticas Desleais proíbe este modo de actuação. Enquanto cliente cumpridor e informado, exijo a devolução do valor indevidamente cobrado. Com os melhores cumprimentos, B. B.
ACORDO PAGAMENTO
Exmos. Senhores, Sou cliente com o NIF nº ( 515781851) e recebi a fatura nº (Nº 2026/1846350). Como podem facilmente verificar, consumos com mais de 6 meses. Como será do vosso conhecimento, já enviámos vários e-mails e tentativas de contacto telefónico, sem sucesso ou qualquer resposta da vossa parte. Pretendmos resposta urgente com acordo de pagamentoss em várias prestações e não só em 3 vezes . assim, aguardamos contacto. Cumprimentos.
G9 faturação incorreta
TICKET:390845 Continuamos a aguardar resposta à reclamação apresentada diversas vezes. Sem qualquer resposta da vossa parte.
Renovação automática de contrato sem consentimento, prática comercial desleal.
Contratei o Pack EDP Full em junho de 2025 por telefone, tendo-me sido informado que existia fidelização de 12 meses e que depois poderia cancelar livremente. Ao tentar cancelar após o primeiro ano, a EDP informou que o contrato havia sido renovado automaticamente por mais 12 meses. Nestes termos, e uma vez que a renovação ocorreu sem o meu consentimento informado, solicitei o cancelamento imediato deste contrato com a EDP Comercial por constituir uma prática comercial desleal. A primeira reclamação formal que submeti através do site do apoio ao cliente da EDP foi eliminada sem resposta, obrigando-me a contactar novamente por via telefónica. Este facto configura, na minha perspetiva, uma prática lesiva do direito de reclamação do consumidor. Aquando da minha segunda reclamação, por via telefónica, solicitei a gravação da chamada de contratação, invocando o meu direito de acesso aos meus dados pessoais nos termos do RGPD. Esse pedido não foi atendido, tendo-me sido apenas comunicado, por escrito, que a chamada "foi auditada" e que as condições "foram apresentadas de forma clara", sem qualquer prova concreta anexada. Reitero o pedido de acesso à gravação integral da chamada de contratação, ao abrigo do artigo 15.º do RGPD. A EDP Comercial alega ter enviado comunicação sobre a renovação do contrato para o meu email a 27/03/2026. Não recebi essa comunicação, nem consta qualquer notificação na minha Área de Cliente EDP,e não foi apresentada qualquer prova de envio efetivo desta comunicação, pelo que contesto formalmente a sua existência. Face ao exposto, reitero o pedido de cancelamento imediato do Pack EDP Full, sem qualquer penalização, encargo ou compensação, e reservo-me o direito de reclamar a devolução de quaisquer valores cobrados a partir da data da minha primeira comunicação de rescisão, a 19/07/2026.
Endesa faturação errada
Exmos. Senhores, Sou cliente com o contrato nº (26060310140232999). Já por diversas vezes vos alertei para o erro existente nas faturas enviadas – (Leitura muito acima e resultado igual). Até ao momento, os vossos serviços mostraram-se ineficientes na resolução do problema. Solicito a correção imediata das faturas e reservo o direito de recorrer a todos os meios ao meu alcance para obter uma compensação pelos prejuízos sofridos. Cumprimentos.
Faturação indevida
Exmos. Senhores. Venho por este solicitar a retificação da última fatura, uma vez que o consumo cobrado não corresponde ao consumido. Há já vários dias que ando a contactar tanto por telefone como por email e sem qualquer resposta. Acontece que recentemente mudei de operadora e agora estão a cobrar este valor exorbitante por um consumo que não está correto. Também foi contactada a fornecedora Floene. A fatura tinha data de vencimento o dia 21 de Julho. Estão a 687 M3 quando eram apenas 624 M3.
Facturas não enviadas
Exmos. Senhores, Na qualidade de titular do contrato n.º 33_40294802_40317584, comuniquei-vos já em momento anterior o facto de não receber faturas desde o início de Julho. Além disso a vossa plataforma com disponibiliza a consulta das faturas anteriores. Reforço o meu pedido e informo, desde já, que irei invocar a prescrição, prevista na lei para os fornecimentos com mais 6 meses, caso tal seja aplicável. Solicito ainda que, tratando-se de uma falha vossa, me apresentem a possibilidade de um plano de pagamentos, por forma a minimizar os efeitos no meu orçamento familiar. Cumprimentos.
Troca de contador
venho expor uma situação grave com a E-REDES que já se arrasta há semanas e está a causar prejuízos diários na minha obra. No dia 10 de abril de 2026, foi instalado um contador para fornecimento trifásico, substituindo o anterior, mas a E-REDES registou a troca de forma incorreta no sistema, mantendo associado o contador antigo. A 22 de julho, o novo contador foi retirado sem qualquer aviso ou autorização, deixando a obra completamente sem luz. Apresentei queixa na GNR, mas a E-REDES já enviou piquetes ao local 4 vezes sem resolver o problema, e chegou mesmo a enviar uma SMS a dizer que a situação estava resolvida quando a eletricidade continuava cortada. Para piorar, estou a ser alvo de dupla faturação: a EDP fatura consumos reais enquanto a Galp continua a faturar com base no contador que a E-REDES insiste em manter registado, mas que não está instalado. Esta situação é absurda e está a paralisar a obra, causando-me prejuízos, deslocações e tempo perdido. Já recorri ao Provedor do Cliente, mas a falta de energia é urgente e a E-REDES continua sem me dar uma solução. Solicito o apoio da DECO para mediar esta situação e exigir a correção do registo, o reembolso do que foi cobrado indevidamente e o restabelecimento imediato da luz na obra.
Faturas indevidas, baseadas em leituras erradas
Exmos. Senhores, Sou cliente com o contrato nº AG-251110-3107958 Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a Galp Energia, S.A., relativamente à faturação indevida de gás natural, resultante de uma leitura errada (apresentada como real, mas que configura uma estimativa incorreta) no âmbito do processo de mudança de comercializador, ocorrido a 1 de junho de 2026. Factos: No dia 1 de junho de 2026, cessei o meu contrato com a Galp, tendo iniciado o fornecimento com uma nova comercializadora, uma vez que as faturas da Galp chegavam sistematicamente com atraso e com consumos acumulados indevidos. No dia 6 de junho de 2026, a Galp emitiu uma fatura extraordinária (que entretanto liquidei) onde consta uma pretensa leitura "real" do contador de gás no valor de 1561 m³. Na altura do pagamento, não confirmei esse valor. No entanto, ao verificar posteriormente, constatei que a leitura de 1561 m³ está manifestamente incorreta, uma vez que, mesmo passados quase dois meses, o meu contador ainda não atingiu esse valor. Para comprovar o sucedido, enviei à Galp, por diversas vezes e através de vários canais, fotografias do contador que provam a leitura correta à data da mudança, bem como a primeira fatura da minha nova comercializadora, que regista a leitura real efetuada no local. Após longa espera, recebi da Galp uma resposta por SMS, onde a empresa se escusa a corrigir a fatura, alegando que, por não ter sido solicitada uma “leitura extraordinária”, a mudança foi efetuada com base numa leitura estimada, nos termos das Diretivas n.º 7/2018 e n.º 15/2018 da ERSE, remetendo a responsabilidade para a minha nova comercializadora. Pretendo: A anulação imediata da fatura emitida a 6 de junho de 2026, com a leitura de 1561 m³. A emissão de uma nova fatura com base na leitura real comprovada (fotografias do contador e leitura da nova comercializadora), que corresponde ao consumo efetivo verificado à data da mudança. A devolução do montante pago em excesso, por transferência bancária para a conta associada ao meu contrato, no prazo legalmente estipulado. O pagamento de juros de mora pelo atraso na devolução do valor indevidamente cobrado, nos termos da lei. anexo: fatura GALP 5 junho, Foto contador em data 5 de julho, leituras feitas ENDESA no dia 4 e 12 de Junho
Preços muito acima da media
Venho expor uma situação de publicidade enganosa por parte da MEO Energia. Aderi ao serviço motivado pela promessa de uma poupança direta de 3 cêntimos por kW face ao meu operador anterior. No entanto, a fatura do primeiro mês totalizou uns absurdos 333,74€, valor que é mais do que o dobro do meu consumo médio normal. Sentindo-me enganado por esta omissão de custos reais, mudei imediatamente de operador.O caso foi entretanto entregue à empresa de cobranças Intrum Portugal (Referência: E24969794, Contrato: PT0002000036817404JL). Para demonstrar boa-fé, já propus à Intrum o pagamento faseado em duas prestações (novembro e dezembro de 2026), mas não aceito o valor total cobrado.Solicito a intervenção da DECO junto da MEO Energia para que a faturação seja revista e recalculada de acordo com as condições publicitadas.Atentamente,Márcio Henrique Teixeira Neves
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