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Corte indevido de serviços e falha no débito direto
No dia 08/09/2025, a DIGI procedeu ao corte dos meus serviços de internet, televisão e tarifário móvel, alegando falta de pagamento. No entanto, sempre tive o serviço em débito direto, com o IBAN fornecido à DIGI desde o início do contrato. Durante dois meses, a operadora não realizou as cobranças automáticas. Após o corte, entrei de imediato em contacto com a linha de apoio da DIGI, que confirmou que os meus dados bancários estavam corretos. Ainda assim, fui informado de que a reativação poderia demorar até 5 dias úteis, apesar de inicialmente me terem garantido que o restabelecimento seria imediato. Esta situação não se deve a qualquer incumprimento da minha parte, mas sim a falhas da DIGI: Não procederam às cobranças via débito direto; Não comunicaram a existência de qualquer irregularidade antes de suspenderem os serviços; Suspenderam indevidamente serviços essenciais de telecomunicações, causando-me transtornos pessoais e profissionais; Forneceram informações contraditórias quanto ao prazo de restabelecimento. Assim, exijo: A reativação imediata dos serviços contratados; A correção do método de pagamento em débito direto para evitar situações futuras; Requeiro ainda que a ANACOM acompanhe este processo, dado tratar-se de uma falha grave de prestação de serviço essencial.
Contestação de dívida, falha de serviço e práticas abusivas
Contestação de dívida, falha de serviço e práticas abusivas Venho denunciar práticas abusivas e fraudulentas da Vodafone. Recebemos cobrança de 959,50€ (conta 314039836), já entregue a cobrança externa, além de novas faturas emitidas em meu nome, mesmo sem serviço ativo. O contrato foi transferido para o meu nome, mas continuam a incomodar o titular anterior. Resumo da situação: - Internet fixa nunca foi instalada; esperei mais de 3,5 meses pela visita de um técnico, que compareceu mas **recusou realizar a instalação** alegando “cabo danificado” e necessidade de obras, apesar de ser um problema técnico simples de resolver; - Continuaram a emitir faturas e notas de crédito sem consentimento, criando valores ocultos; - Apesar de vários contactos e reclamações, Vodafone continua a emitir contas indevidas e a ligar repetidamente, ignorando pedidos de resolução; - Sofri **prejuízos financeiros e desgaste emocional**: trabalho remotamente e precisei usar redes públicas, com custos e insegurança. Exijo: 1. **Anulação de todas as dívidas** (incluindo 959,50€ e valores do novo contrato); 2. **Rescisão imediata do contrato sem penalizações**; 3. **Recolha imediata do equipamento Vodafone**; 4. **Compensação de 1000€** por danos materiais e morais, com base na Lei de Defesa do Consumidor e no Código Civil (Art. 483.º e 562.º). Informo que esta situação já foi comunicada à **ANACOM, Banco de Portugal e DECO**. Considero esta conduta fraude e desrespeito grave ao consumidor. Solicito resolução urgente nos próximos dias.
COBRANÇA INDEVIDA
Exmos. Senhores, A empresa de rastreamento de telemóvel indicada, fez uma cobrança sem prévio aviso, visto que a mesma não especifica no momento do registo que o valor será cobrado se a conta não for cancelada. Apenas dizem que para utilizar o serviço o valor é de 0,50 cêntimos. Foi me cobrado o valor de 39,99€ sem o meu consentimento e sem meu conhecimento. Solução Pretendida: Reembolso: 39,99€
Cobrança indevida
Empresa debitou durante mais de 4 meses valor de plataforma streaming. Agora diz que vai fazer crédito de 1 mês. Mas que tenho que ir a plataforma ativar. Nem dão ajuda de como fazer, como se fosse obrigado a saber mexer na plataforma.
Cobrança indevida
Prezados Srs., Com base no disposto na Lei n.º 27/2007, de 30 de Julho, com a redação que lhe foi conferida pela Lei n.º 74/2020, de 19 de Novembro, cancelei meu serviço com a MEO por justa causa, durante a fidelização, porque retiraram canais importantes da grelha (Clubbing TV, Traveixp HD e Traveixp 4), porém a MEO debitou de minha conta corrente o valor de 252,10 euros, a título de multa, sem meu consentimento e ferindo a lei acima mencionada, inclusive tendo sido informada da situação por carta enviada em 07/08/2025 (carta em anexo). Venho por meio dessa pedir o ressarcimento desse valor. Obrigada.
Cobrança indevida
Queixa contra a DAZN No dia 06/08/2025 foi-me cobrado pela DAZN o valor de 16,99 € por um alegado plano anual com pagamentos mensais. Quero deixar claro que nunca contratei esse plano, nunca aceitei qualquer contrato anual nem me foi apresentada qualquer prova de subscrição. Desde então, a empresa recusa: Cancelar o serviço antes de 06/08/2026; Reembolsar o valor já cobrado; Mostrar documentos ou comprovativos que justifiquem esta cobrança. Em vez disso, limita-se a enviar respostas automáticas e genéricas, ignorando o meu pedido e a minha posição enquanto consumidor. Sinto-me lesado e desrespeitado. Estou a pagar por um serviço que não subscrevi conscientemente e a DAZN não demonstra transparência nem vontade de resolver o problema. Peço: cancelamento imediato da subscrição, devolução do valor cobrado e garantia de que não voltarei a ser cobrado sem o meu consentimento
FALHAS NA COMUNICAÇÃO DE FACTURAS
Boa noite Já foi comunicado anteriormente que não estamos a receber as facturas em papel em casa, COMO FOI PEDIDO VÁRIAS VEZES VIA CHAMADA TELEFÓNICA, ao que me responderam que ia chegar sem falta no dia 4 de setembro. CONTINUAMOS SEM RECEBER ABSOLUTAMENTE NADA. Para além de não cumprirem com a vossa palavra, ainda têm a decência de atribuir um valor mais alto como penalização pela falta de pagamento dentro do prazo. Sabem que isso deve-se à VOSSA FALTA DE PROFISSIONALISMO? ENQUANTO NÃO ENVIAREM AS FACTURAS PARA CASA EM PAPEL, NÃO SERÁ FEITO PAGAMENTO NENHUM. APROVEITO PARA ESCLARECER QUE ENCONTRO-ME A NEGOCIAR COM OUTRAS EMPRESAS para deixar de ser NOS de uma vez por todas. Conseguiram ser a pior experiência até hoje nas telecomunicações.
Penalização por alegada fidelização não consentida após mudança de operadora – Vodafone Portugal
Venho solicitar o vosso apoio devido à cobrança injustificada de uma penalização por “incumprimento contratual” pela Vodafone Portugal, alegando uma nova fidelização que nunca consenti explicitamente. Factos: Solicitei a portabilidade do número e o cancelamento do serviço Vodafone, tendo já mudado de operadora. Apenas autorizei, por SMS, a renovação do tarifário (anexo mensagem), nunca tendo sido informado verbalmente, por carta ou sms de qualquer compromisso de nova fidelização de 24 meses. Ouvi a gravação da chamada (solicitada à Vodafone) e não existe qualquer referência clara a nova fidelização ou ao meu consentimento informado para tal. Todas as comunicações recebidas, incluindo cartas, mensagens, prints e respostas da Vodafone, demonstram ausência total de consentimento válido para nova fidelização. Reconheço e aceito a dívida apenas relativa à última mensalidade do serviço utilizado. Estou a ser alvo de cobrança externa (Ophelos), reportada nesta reclamação, respeitante ao valor global, quando apenas aceito o pagamento da última mensalidade. O que solicito: Apoio da DECO Proteste para anulação da penalização cobrada, reconhecendo apenas o valor da última mensalidade do serviço efetivamente prestado. Intervenção para regularização da situação de portabilidade e fecho imediato de todos os processos de cobrança externos relativos à penalização contestada. Confirmação da legalidade da atuação da Vodafone à luz da Lei n.º 16/2022, que exige consentimento explícito e informado para fidelizações. Garantia de resposta e resolução ao abrigo dos princípios da proteção do consumidor. Provas anexas: SMS da renovação de tarifário (sem referência a fidelização) Carta de cobrança da Vodafone Comunicações recebidas de empresas de cobrança externa Referências de reclamações anteriores feitas à Vodafone e respostas recebidas Fico a aguardar o vosso contacto para esclarecimento e regularização deste processo. Com os melhores cumprimentos, Idilia Paula Nascimento Sérgio NIF 187863237, NR 914260735, idilia_paula123@hotmail.com
Cancelamento de subscrição
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação contra a empresa DAZN Limited, com sede em Londres, Reino Unido, pelo seguinte: 1. No dia 26/06/2025 subscrevi o serviço DAZN em Portugal, aproveitando uma promoção para o Mundial de Clubes sem que fosse claramente explícito que estaria a subscrever um plano anual com fidelização de 12 meses, bem como, renunciar a um direito (o de desistência e cancelamento). Até porque assim como subscrevi imediatamente (no próprio dia) o cancelei pois apenas queria usufruir da promoção do mês em curso - 1 mês grátis. 2. Contactei a DAZN hoje mesmo uma vez que houve lugar a um pagamento do qual eu não concordei e para todos os efeitos já tinha cancelado. 3. A DAZN recusa o cancelamento imediato, alegando que: "O plano tem um compromisso de 12 meses; A renúncia ao direito de resolução foi feita no momento da subscrição; A informação estava clara no processo de inscrição e nos Termos e Condições." 4. Considero esta prática abusiva e desleal, pela falta de transparência sobre o processo de fidelização e bem como nas condições de cancelamento. Face a estes factos - que acabo de verificar na plataforma da DecoProteste, não é caso único - pede-se o cancelamento imediato da subscrição; Intervenção da DECO PROteste para avaliar a conduta da DAZN em práticas comerciais desleais e cláusulas abusivas. Obrigada
Promoção Enganosa da DAZN!
Venho por este meio apresentar reclamação relativamente à subscrição que efetuei na DAZN no dia 15/08/2025. A adesão foi feita ao abrigo da campanha que indicava claramente “1 mês gratuito”, levando a crer que se tratava de um período de teste sem compromisso, no qual seria possível cancelar a qualquer momento antes da renovação. No entanto, ao tentar cancelar percebi que estava associado a uma fidelização obrigatória de 12 meses no valor de 16€/mês, o que não estava explícito no momento da adesão. A forma como a promoção foi apresentada é enganosa, uma vez que induz o consumidor em erro quanto às condições reais da subscrição. A publicidade dava a entender que se tratava de um mês gratuito com possibilidade de cancelamento a qualquer altura, algo que não correspondeu à realidade. Esta prática viola o dever de informação clara e transparente previsto na legislação de defesa do consumidor. Deste modo, solicito o cancelamento imediato da subscrição sem qualquer penalização, visto que aderi com base numa informação incompleta/enganosa. Caso contrário, reservo-me o direito de apresentar queixa às entidades competentes, por publicidade enganosa e falta de transparência contratual.
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