Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
R. D.
09/02/2026

Cobrança indevida

Senhores, No dia 23/11/2025 eu fiz um plano promocional, de forma experimental, no valor de 2.45€, por 1 semana. Em momento algum eu autorizei a renovação e nem o uso dos meus dados bancários para comprar nenhuma outra modalidade de plano. Em 06/02/2026, um nova compra foi feita em meu cartão, sem aviso prévio, de um plano o qual eu não escolhi e não quero! Não foi me enviado nenhuma notificação de compra ou fatura, ou pedido de renovação. E no próprio app diz que o plano está cancelado. E outra coisa grave, no app não há qualquer campo em que eu possa excluir o meu cartão de crédito, apenas mostra que a compra foi processada, o que é um abuso.

Encerrada

Factura para comparticipação sem resposta

Exmos senhores, inseri em 27/1/2026 factura no vosso site para reembolso no valor de 1322,58 eur e até à presente data nem sequer foi analisada por vós. Todas as formas de contacto possiveis remetem para chatbot como única forma de tentar resposta, sem sucesso.preciso de resposta urgente.

Em curso
R. C.
08/02/2026

Cobrança fraudulenta

Ex.os Senhores, Fui vitima de cobrança fraudulenta via um dos meus contactos SMS, serviços de saúde, dia 3/02. Fiquei desconfiada mas como o contacto é da saúde eo o grupo Altice parece fiável, fiz o pagamento. Finalizei operação e só depois é que fui pesquisar. Quero denunciar, pois trata-se de um grupo sólido com nome no mercado e muitos podem cair nesta burla.

Encerrada
P. T.
07/02/2026

Faturação

Exmos senhores Vim expor uma situação pelo qual fui exposta. Desde de outubro que me encontro desempregada, logo acumulei faturas por pagar a Vodafone, ao qual mandei um email a explicar como estava desempregada, nao poderia pagar as faturas mas mal começa se a trabalhar iria afectuar os pagamentos, infelizmente os meses passaram e nao consegui pagar, ao qual recebi um email a dizer que ia proceder a parte juridica. Envei um email em resposta a dizer que comecei a trabalhar este mês e que no final iria proceder ao pagamento total da divida. Agora queria saber se me podiam ajudar para evitar que isto va para a parte juridica, dado a que no fim do mes, vou saldar tudo. Muito obrigada

Encerrada
A. O.
07/02/2026

Compras sem autorização

Boa tarde recebi uma factura com uma nota de cobrança de 213 € é inadmissível. Desde que renovaram o contrato em novembro tenho feito reclamações atrás de reclamações e antes dessa mesma renovação no cartao de internet móvel que tenho no pacote tinha barramento de aditivos bloqueada. Com a renovação este mesmo cartão foi utilizado por alguém que pegou nele e comprou várias coisas, quando esse mesmo cartão tinha barramento. Para pior seno um cartão de internet móvel (e não um normal de chamadas…) aVodafone não tem o cuidado de usar códigos ou permissões para essas mesmas compras. Quero saber como vamos resolver esse mesmo valor. Pois nunca dei permissão a Vodafone de esse mesmo cartão fazer compras sendo apenas de internet. E quando havia um barramento. Nestes últimos meses tem sido reclamações atrás de resclamacoes para a Vodafone. Então desde a renovação desde a fatura serviços em baixo tbm sem dar… enfim

Encerrada
M. J.
07/02/2026

Cobrança fraudulenta

Ex.os Senhores, Fui vitima de cobrança fraudulenta via um dos meus contactos SMS, serviços de saúde, ontem 6/02. Só fiquei desconfiada na hora da transferência bancária,pois a entidade é Altice Pay SA, nada a haver com saúde. Finalizei operação, não deveria e só depois é que fui pesquisar. Reconheço erro, não espero recuperar dinheiro, só quero denunciar, pois trata-se de um grupo sólido com nome no mercado,isso me deixou perplexa. Grata pea atenção. Leonor Jardim

Encerrada
N. N.
07/02/2026
Ginásio New life

Cláusula penal abusiva e desproporcional- Ginásio New life Vagos

Venho solicitar o apoio da DECO relativamente a uma situação de cobrança abusiva por parte do ginásio New Life em Vagos. Sou detentora, juntamente com o meu namorado, de um Contrato Family. O contrato tem apenas 2 meses de vigência. O valor base da mensalidade é de 39,99€, sobre o qual nos foi aplicado um desconto de 10% (fidelização), ficando o valor final em 35,99€ por pessoa. Ao solicitarmos o cancelamento, o ginásio exige o pagamento de uma taxa fixa de 120€ por cada um (total de 240€). Considero este valor manifestamente ilegal e abusivo pelos seguintes motivos: Falta de Proporcionalidade: O benefício económico que recebemos foi de apenas 4€/mês cada um (total de 16€ em 2 meses). Exigir uma penalização de 120€ para recuperar um desconto de 8€ (por pessoa) viola o Artigo 19.º, alínea c), do Decreto-Lei n.º 446/85, que proíbe cláusulas penais desproporcionais aos danos sofridos. Ambiguidade e Falta de Informação: No ato da adesão ao "Pack Family", não fomos informados de que as taxas de rescisão seriam individuais e duplicadas, sendo que a informação sobre a taxa está dispersa no contrato. Apesar das mensalidades serem individuais, reforço que os contratos estão juridicamente interligados, uma vez que a manutenção do meu desconto de 10% está contratualmente dependente da permanência do segundo elemento (Pack Family). É, por isso, contraditório e abusivo que o ginásio considere os contratos unidos para efeitos de benefício, mas pretenda tratá-los como isolados para duplicar a taxa de cancelamento, especialmente quando o valor da penalização (120€ por pessoa) é astronómico face ao desconto recebido (8€ acumulados por pessoa). Disponibilizamo-nos para pagar o pré-aviso de 30 dias e a devolução dos descontos usufruídos. Solicito a mediação da DECO para a anulação desta taxa abusiva e para impedir que outros consumidores sejam lesados por esta prática.

Resolvida
D. M.
06/02/2026

Penhora indevida

Venho por este meio reclamar da atuação da Moey na execução de uma penhora sobre a minha conta bancária. 1. O meu salário mensal é de 980 €, encontrando-se protegido pelo Salário Mínimo Nacional (920 €), pelo que apenas 60 € poderiam ser penhorados, nos termos do art. 738.º do Código de Processo Civil. 2. Foi penhorado o montante de 196 €, incluindo transferências de terceiros (136 €), que não constituem rendimento do trabalho e não podem ser utilizadas para reduzir o montante protegido. 3. A Autoridade Tributária confirmou por escrito que não recebeu qualquer valor relativo a esta penhora e que cabe à entidade bancária assegurar o cumprimento dos limites de impenhorabilidade. Diante do exposto, solicito: • A correção imediata da penhora excessiva • A libertação do valor em excesso • Informação por escrito sobre o prazo concreto de resolução Após mais uma semana de tentativa de contacto, continuo sem uma explicação por escrito sobre este assunto. Tentaram apenas por chamada telefónica dizer que estavam a cumprir todos os procedimentos, sem me enviarem provas escritas (como pedidas) de como estavam a penhorar valores permitidos por lei.

Em curso
Y. S.
06/02/2026
Emigra Já

Serviço pago não prestado e reembolso não efetuado

No dia 30 de junho de 2025, efetuei o pagamento do valor de 120 € à entidade TWOFOLD DESIGN STUDIO F UNIPESSOAL LDA, no âmbito de um serviço de obtenção do NISS, comercializado sob a marca Emigrajá – O Coração Manda. O serviço não foi prestado, não tendo recebido o NISS nem qualquer comprovativo de que o pedido tenha sido submetido junto da Segurança Social. No dia 16 de janeiro, solicitei formalmente o cancelamento do serviço e o reembolso integral do valor pago. Foi-me confirmado por escrito que o prazo máximo para o reembolso seria de 14 dias úteis, prazo esse que já foi ultrapassado sem que o valor tenha sido creditado, nem tenha sido enviado comprovativo de pagamento. Apesar de várias tentativas de contacto, não obtive resposta nem a devolução do montante. Solicito a regularização imediata do reembolso integral, bem como uma resposta formal nos termos legais aplicáveis. Em anexo segue o comprovativo de pagamento e as comunicações trocadas.

Resolvida
M. P.
06/02/2026

Falha na prestação de serviço / Recusa de procedimento clínico solicitado

Venho apresentar queixa contra a médica executante do exame de ecoendoscopia realizado no dia Data 23/01/2026. A paciente, Maria de Lourdes P. Ferreira, foi encaminhada para este exame com o objetivo explícito de realizar uma biópsia a um tumor no pâncreas. Todos os formulários de consentimento e riscos (incluindo o de hemorragia) foram lidos e assinados. No entanto, a médica decidiu não realizar a biópsia, tornando o exame inútil para o diagnóstico e tratamento oncológico urgente da paciente. A médica assistente da paciente, assim como outros quatro médicos consultados, consideram que a decisão de não realizar a colheita foi tecnicamente injustificada e contrária à urgência do caso. Esta omissão obriga a paciente a submeter-se a um novo procedimento invasivo e a um novo gasto financeiro ao qual não tem condições de arcar, além de atrasar perigosamente o início do tratamento. Exijo a devolução imediata do valor pago por um serviço que não cumpriu a finalidade médica solicitada (a biópsia), bem como a assunção de responsabilidade pelo atraso causado no processo clínico da paciente.

Encerrada

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