Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
Tentativa de persuasão por parte da INTRUM e BE-Fit
Assunto: Pressão psicológica e tentativa de cobrança abusiva por parte da INTRUM, associada ao ginásio Be Fit Exmos. Senhores, Venho por este meio fazer o pedido de apoio, com elementos que considero relevantes e preocupantes. Em Dezembro de 2021 entreguei no ginásio Be Fit um pedido escrito de cancelamento do contrato, de acordo com as orientações dadas presencialmente e publicadas no site da própria empresa. A última mensalidade paga foi em janeiro de 2022, não tendo utilizado qualquer serviço desde então. Apesar disso, e sem nunca ter recebido a confirmação prometida, fui contactado em 2023 e 2024 pela empresa de cobranças INTRUM, que me exige o pagamento de uma alegada dívida no valor de 85,39€, agora com ameaças explícitas de execução judicial, penhora de bens e custos adicionais, caso não efetue o pagamento em 48 horas. Eis um excerto do texto enviado pela INTRUM: Informamos deste modo que, caso esta dívida não seja liquidada num prazo de 2 dias, o nosso cliente dará por concluída a nossa gestão extrajudicial do processo, dando-lhe seguimento e utilizando para tal os meios legais e judiciais ao seu alcance, nomeadamente: ação judicial, que poderá resultar na penhora de salário e/ou bens. Estas declarações são, no meu entender, uma forma clara de pressão psicológica indevida, com linguagem intimidatória e desproporcionada para o valor em causa, e numa situação que, reforço, resulta de falhas internas do ginásio Be Fit no tratamento do pedido de cancelamento. Relembro que: • Cumpri o processo de cancelamento exigido (entrega por escrito, com 30 dias de antecedência); • A dívida é contestada e encontra-se, em todo o caso, prescrita nos termos do artigo 310.º, alínea g) do Código Civil; • A responsabilidade de provar a existência de dívida é da empresa, não do consumidor; • Existem diversas queixas públicas semelhantes contra o ginásio Be Fit, que demonstram um padrão de atuação lesiva para os consumidores. Solicito assim, mais uma vez, o vosso apoio para: 1. Mediar esta situação com o ginásio e com a empresa INTRUM; 2. Esclarecer a legalidade da cobrança e da linguagem utilizada; 3. Garantir que este tipo de prática coerciva e intimidatória seja denunciada e travada; 4. Apoiar na remoção de eventuais registos indevidos em plataformas de crédito, caso tenham ocorrido. Com os melhores cumprimentos, Paulo José Martins Colaço da Silva NIF : 210786175 Contacto 913983596 Morada Rua Teixeira de Pascoais n28 Data: 14/04/2025
Orçamento cirúrgico abusivo sem discriminação de custos – Hospital da Luz Lisboa
Exmos. Senhores, Venho por este meio expor uma situação grave e potencialmente abusiva por parte do Hospital da Luz Lisboa. Foi apresentado um orçamento cirúrgico no valor de 22.100€ para uma cirurgia de endometriose profunda (prevista para dia 24 de abril de 2025), onde mais de 12.800€ estão agrupados sob uma rubrica genérica intitulada “Consumíveis, Fármacos e Materiais”, sem qualquer discriminação técnica ou especificação dos custos. Apesar de vários pedidos formais de esclarecimento, por escrito e presencialmente, o hospital recusou-se sistematicamente a fornecer essa discriminação antes da realização da cirurgia — o que consideramos um desrespeito pelo direito à informação do consumidor, especialmente em contexto de saúde privada, com valores tão elevados. Para agravar, a seguradora (SAMS via AdvanceCare) indicou inicialmente que comparticiparia 5.315€, mas após alterações no plano cirúrgico (com remoção de vários atos médicos), a comparticipação foi ainda reduzida para 4.662€. Mesmo assim, o hospital manteve o orçamento total inalterado, sem apresentar qualquer justificação ou revisão do valor global. Apresentámos reclamação formal no Livro de Reclamações Eletrónico (n.º ROR00000000045249745) e contactámos a ERS, mas até ao momento continuamos sem resposta concreta. O hospital alega que “não pode discriminar antes da fatura final” — o que nos impede de tomar decisões informadas e compromete a relação de boa-fé entre utente e prestador. Solicitamos apoio da DECO para: Avaliar se esta prática é legal e ética; Interceder junto do hospital e/ou da ERS; Aconselhar-nos sobre os próximos passos legais possíveis, nomeadamente após a realização do ato cirúrgico. Estamos disponíveis para fornecer toda a documentação de suporte (orçamento, correspondência, termos do seguro, resposta do hospital, etc.).
Contestação de cobrança indevida e pedido de cancelamento definitivo
Exmos. Senhores, Venho por este meio manifestar a minha contestação relativamente à cobrança que me está a ser feita referente ao plano de saúde da Medicare associado ao meu nome/NIF Gostaria de salientar que: Nunca utilizei qualquer serviço associado ao plano subscrito; Pedi o cancelamento do plano ainda durante os primeiros meses de fidelização, por não corresponder ao que me foi inicialmente apresentado; Nunca assinei qualquer contrato nem recebi documentação formal com as condições completas, nem fui devidamente informada dos termos do contrato, incluindo cláusulas de fidelização; Na altura em que solicitei o cancelamento, encontrava-me desempregada e sem condições financeiras para manter o pagamento do plano, tendo inclusive enviado comprovativo da minha situação de desemprego, sem que qualquer consideração tenha sido dada ao meu pedido; Após o pedido de cancelamento, deixei de autorizar cobranças ou pagamentos, por considerar o serviço inativo e não contratado formalmente. Acrescento ainda que: No Certificado de Existência de Seguro emitido pela APRIL Portugal, com data de início em 23/04/2024, consta claramente que o plano deixa de ter validade caso existam dívidas com a Medicare, o que invalida automaticamente a cobertura desde o momento em que deixei de pagar; Este mesmo documento não contém assinatura nem menção explícita a cláusulas de fidelização acessíveis ou aceites por mim, o que reforça a inexistência de um contrato formalmente validado. Perante os factos acima, solicito: O envio imediato de prova documental ou gravação da chamada onde supostamente aceitei as condições do plano, conforme previsto no DL n.º 24/2014 (Direito do Consumidor); A anulação da cobrança e de qualquer registo negativo de dívida junto de entidades de cobrança externas ou plataformas de crédito; O cancelamento definitivo e sem penalização de qualquer contrato ativo, com efeitos retroativos à data do meu pedido inicial de cancelamento. Caso esta situação não seja resolvida com a devida celeridade, reservo-me o direito de apresentar reclamação junto da Direção-Geral do Consumidor, DECO Proteste, Livro de Reclamações e, se necessário, recorrer a instâncias judiciais para defesa dos meus direitos enquanto consumidora. Aguardo resposta escrita no prazo de 10 dias úteis. Com os melhores cumprimentos, Isabela Quirino Scionte
Pedido de reembolso
Exmos. Senhores, Escrevo para expressar o meu desagrado relativamente à forma como a minha situação foi gerida, o que me leva a questionar seriamente o compromisso da DECO PROTESTE com a defesa dos direitos dos consumidores. Fui contactada no dia 21 de março com uma proposta promocional, tendo-me sido dado um prazo de cerca de uma semana para decidir se pretendia continuar como associada. No entanto, nunca fui informada de que teria de pagar o mês de março, especialmente considerando que a promoção só teve início no final desse mesmo mês. Para minha surpresa, no dia 1 de abril, foi-me debitado o valor referente a dois meses em simultâneo — março e abril. Este tipo de prática não é transparente, nem justa, e contraria completamente os princípios que a vossa organização afirma defender. Sinto-me enganada e desvalorizada enquanto consumidora e associada. Exijo, por isso, o reembolso imediato de €8,60, correspondentes ao valor cobrado injustamente. Estou disposta a manter-me como associada, mas apenas se esta situação for resolvida com a seriedade e respeito que qualquer consumidor merece. Agradeço desde já a atenção dispensada e aguardo uma resposta célere e eficaz. Com os melhores cumprimentos, L. B
Acho que a mesma fatura está a ser cobrada duas vezes desde o início do contrato
Exmos. Senhores, Sou cliente com o contrato nº ( 03308420). Já por diversas vezes vos alertei para o erro existente nas faturas enviadas – (as facturas estão a ser cobradas duas vezes na mesma factura , como tarifa indexada e como tarifa simples). Até ao momento, os vossos serviços mostraram-se ineficientes na resolução do problema. Solicito a correção imediata das faturas e reservo o direito de recorrer a todos os meios ao meu alcance para obter uma compensação pelos prejuízos sofridos. Cumprimentos.
Movimento conta bancária
Exmos. Senhores, Vem por este meio informar que a empresa General Domestic Lisboa tem um movimento bancário pendente de 1,99 euros na minha conta bancária. Desconheço a referida empresa . Gostaria que fosse resolvida esta fraude Os meus cumprimentos. Noel Cunha (DESCREVER SITUAÇÃO) Cumprimentos.
Faturação excessiva por erro de informação de operadora
Exmos. Senhores, Sou cliente com o contrato de fornecimento de serviços de comunicações eletrónicas com o nº 314959956. Alerto-vos para o erro existente na(s) fatura(s) enviadas – no iníciodo mêsde Março foi me informado um valor exorbitante relacionado com a minha conta cliente, devido a uma excessiva subscrição de canais ao qual eu pedi que fosse cancelada imediatamente, sendo que a operadora da Vodafone me informou ao telefone que os mesmo canais subscritos tinham sido desativados, entretanto ao iniciar o mês de corrente de Abril recebi uma fatura com um valor excessivo novamente arredondando mais ou menos nos 100€, ao qual me foi informado que tal valor se deve a subscrição de canais extra, sendo que os mesmos supostamente teriam sido cancelados de subscrição. Solicito a correção imediata da(s) fatura(s) e reservo o direito de recorrer a todos os meios ao meu alcance para obter uma compensação pelos prejuízos sofridos. Cumprimentos.
Cobrança indevida
Exmos. Senhores, Venho por este meio mostrar o meu profundo desagrado pela tentativa de cobrança indevida. Tenho feito a vacina de imunoalergologia há 6 meses no Hospital dos Lusiadas e tenho paga uma taxa de injeção de 1,26 €. Tinha hoje agendado mais uma injeção quando sou confrontada com uma taxa adicional de 20€ (que coincidentemente dizem que sou a primeira cliente a ser cobrada....) e quando questiono a que se deve esta taxa não me sabem dizer o quê. Informei a recepção que apenas pagaria a taxa habitual pois a meu ver trata-se de uma cobrança indevida. Se existe uma taxa adicional 1) o cliente deve ser informado antes do dia da injeção 2) deve ser comunicada antes do procedimento qual o tipo de taxa cobrada (apenas soube quando recebi a fatura por email).
Esquema abusivo de faturação por parte da Plenitude
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, manifestar o meu desagrado relativamente à forma como têm vindo a ser emitidas as vossas faturas e notas de crédito. Sou cliente da Plenitude há cerca de um ano, e recentemente reparei que as minhas faturas mensais seguem um padrão estranho e enganador: - É emitida uma fatura com um determinado valor a pagar; - No mês seguinte, é emitida uma nota de crédito referente à fatura anterior; - No entanto, essa nota de crédito não é deduzida automaticamente, e a nova fatura soma-se à anterior, o que me obriga, na prática, a estar constantemente a pagar uma fatura a mais. Isto leva a que, na prática, esteja constantemente a pagar uma fatura “a mais”, acumulando valores indevidamente pagos. Contactei a linha de apoio e fui informado de que deveria "fazer as contas e pagar só a diferença", o que é completamente inaceitável, já que as referências Multibanco constantes na fatura não permitem introduzir um valor diferente do que está indicado. Além disso, foi-me ainda solicitado o envio de todos os comprovativos de pagamento desde o início do contrato — o que considero totalmente despropositado. Sou vosso cliente há cerca de um ano, todos os pagamentos foram feitos por referências Multibanco geradas por vós, pelo que têm acesso direto a todos os registos. É incompreensível que, além do erro, pretendam transferir para o cliente a responsabilidade de fazer prova de pagamentos que estão perfeitamente acessíveis no vosso sistema. Acresce ainda o facto de que nenhuma pessoa comum tem como adivinhar que tem de “fazer as contas” e deduzir manualmente as notas de crédito ao valor indicado nas faturas — especialmente sem qualquer informação ou indicação prévia nesse sentido. Esta prática não é apenas confusa, como também configura um processo enganoso e lesivo para os consumidores. Assim, solicito com urgência: 1- O apuramento e devolução imediata por transferência bancária do valor total que paguei a mais até à data; 2- A correção do vosso sistema de faturação para que as notas de crédito sejam corretamente refletidas nas faturas seguintes, com os valores corrigidos e respetivos meios de pagamento atualizados; 3- Que não me seja exigido o envio dos comprovativos de pagamento, uma vez que os mesmos estão claramente disponíveis nos vossos registos.
Incorrect bill
Recent current failure at home was checked by local electrician to confirm that the problem was caused by e-redes and everything inside the house is good. I called e-redes who came and carried out replacement of fuses belonging to e-redes and confirmed there will be no cost for the repairs as it was outside my house. Inspite of this MEO charged me € 20,00. In addition, MEO has no respect for customers as two .reclamações asking for explanation of the wrong bill remain unanswered. Very bad business practice. I demand refund of € 20,00. Cumprimentos,
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
