Reclamações públicas
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Pagamento de um serviço não requerido
Exmos. Senhores, Sou cliente com o contrato de fornecimento de serviços de comunicações eletrónicas com o nº 4044820. Alerto-vos para o erro existente na(s) fatura(s) enviadas desde 21 de novembro de 2023, dado que nunca requeri, por telefone ou presencialmente nas vossas lojas, qualquer equipamento ou serviço de telefone móvel. Na vossa resposta à minha reclamação 3-849868404289, é referida uma audição da chamada realizada no dia 21 de novembro de 2023, em que terá sido concretizada a venda do número 925487714. Em primeiro lugar nunca fiz ou atendi tal telefonema, Em 2º lugar não faço contratos pelo telefone e em 3º lugar nunca recebi qualquer contrato escrito, nem me foi enviado qualquer cartão telefónico. Deduzindo da vossa comunicação que não serei ressarcido do que considero ser meu por direito, e porque não sei como aceder ao conteúdo dessa hipotética chamada telefónica, fico a aguardar uma nova apreciação do caso. Se dentro do prazo de 5 dias úteis não me for dada resposta favorável, seguirei com uma queixa para a ANACON, usando os canais que, como sócio da DECO, me são postos à disposição. Cumprimentos.
Cobrança sem autorização
Exmos. Senhores, Ontem dia 03/03/2025 foi-me cobrado o montante de 7.99 euros por parte da empresa Domestic & General. Para começar eu nunca sequer ouvi falar de tal empresa e por isso sei que não procurei os serviços da mesma, então porque e principalmente como conseguiram os meus dados e me cobrar um valor ilegalmente? Peço que a situação seja analisa e resolvida. Cumprimentos.
Cobrança indevida
Foi cobrado hoje na conta da minha empresa por esta empresa que nem sei de quem se trata o valor de 12.99€ Cobraram hoje e têm cobrado todos os meses desde novembro 2024 pelo que vi em outras reclamações fazem isso com várias pessoas e com certeza empresas. Nem fatura enviam, não avisam e simplesmente fazem débito automático. Pelo que estou a ver o banco está sendo conivente porque nunca me foi pedido qualquer autorização Exijo a devolução de todos os débitos efectuados indevidamente
Facturação incorrecta
Exmos. Senhores, Sou cliente com o contrato de fornecimento de serviços de TV NET VOZ celebrado a 22.11.24 conforme doc. em anexo. Devo pagar € 67/ mês pelo serviço TV NET VOZ. Têm-me cobrado desde então € 147 mês. Falei pelo assistente virtual TOBI com duas colaboradoras: A Sra. Denise Mendonça que rectificou a situação e emitiu nota de crédito no valor de €133 a meu favor e ontem com a Sra. Ana Coelho que disse que ia encaminhar a questão para a facturação. No entanto continuam a cobrar-me € 147/ mês. Nada mudou e ninguém está preocupado em corrigir a situação pois preferem que eu continue a pagar o dobro do que devo. Vou fazer reclamações às entidades legalmente competentes. Espero que rectifiquem a situação em tempo, pois supostamente a factura errada deve ser paga este mês, e não me cortem os serviços pois recuso-me a pagar as facturas nos termos em que foram emitidas. Solicito a correção imediata da(s) fatura(s) e reservo o direito de recorrer a todos os meios ao meu alcance para obter uma compensação pelos prejuízos sofridos. Cumprimentos.
Cobranças indevidas
Exmos. Senhores, No início do mês de janeiro recebi um contacto por parte desta empresa a parabenizar ter comprado uma máquina de secar, ao qual me começaram a propor um seguro para a mesma, e eu disse que não estava interessada, a senhora agradeceu e cada um seguiu a sua vida. Qual não é o meu espanto quando vejo que todos os meses me estava a ser debitado 2,99€ da conta sem o meu consentimento. Já bloqueei o débito direto, o qual não sei como obtiveram autorização para aceder ao débito direto da minha conta, pretendia o reembolso dos valores. Cumprimentos. Ana Teixeira
Ajuste de tabela de preços
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, expressar o meu profundo descontentamento relativamente à Joaquim Chaves e manifestar a minha indignação face ao recente “reajuste” da tabela de preços. Há meses que realizo procedimentos na área da dermatologia, sendo que o valor sempre foi de 200 euros — um montante já superior ao praticado por clínicas especializadas, mas que estava disposta a pagar pela confiança depositada no médico. No entanto, para minha surpresa e indignação, no momento do pagamento do procedimento realizado hoje, fui informada de que o valor havia sido reajustado para 370 euros. Não contesto a atualização de preços, mas considero absolutamente inaceitável que, num intervalo de apenas cinco semanas, o custo de um procedimento praticamente duplique sem qualquer aviso prévio. Trata-se de uma atitude profundamente desrespeitosa para com os utentes. Acresce que o referido procedimento é simples e o seu custo está inteiramente associado ao trabalho do médico, não envolvendo qualquer medicamento ou substância que justifique um aumento tão desproporcional. Quando questionei a funcionária da receção e solicitei esclarecimentos à supervisão, fui informada de que desconheciam os motivos do aumento, limitando-se a cumprir a tabela definida pela administração, sem me conseguirem fornecer qualquer explicação adicional. Assim, exijo formalmente uma justificação para esta situação, pois, na ausência de um fundamento plausível, a única conclusão possível é que a Joaquim Chaves está a atuar de má-fé. Aguardo uma resposta célere e esclarecedora. Com os melhores cumprimentos, Ana Lopes
Cobrança Indevida
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa à fatura nº FT 0001/134307938, na qual consta a cobrança indevida de 20 € sob o descritivo “Compensação Art.73-2 e 7 do RQS do Cliente”. De acordo com o Regulamento da Qualidade de Serviço do Setor Elétrico e do Setor do Gás Natural, essa cobrança se aplica em casos de ausência do cliente ou incumprimento do prazo para cancelamento ou reagendamento da visita técnica. No entanto, estive presente na data e horário agendados para a instalação, sendo que o técnico da vossa empresa não compareceu, conforme indicado no relatório da Floene. Após notar a ausência do técnico, entrei em contato com o vosso atendimento para obter uma explicação sobre o ocorrido. No entanto, não me foi apresentada qualquer justificativa para a falta de comparecimento, mesmo após minha insistência. Esta chamada pode ser facilmente verificada nos vossos registos. Diante disso, exijo a retificação imediata da fatura, com a remoção do valor indevidamente cobrado. Caso a situação não seja corrigida de imediato, reservo-me o direito de recorrer às entidades reguladoras competentes. Aguardo uma resposta e a devida correção. Cumprimentos.
Faturação
Exmos. Senhores, Sou cliente com numero de contrato 2024031834101. Na sexta-feira dia 28/02 recebi duas faturas em meu e-mail, uma com o valor de 187,75 euros e outra no valor de 122,40 euros. Ao tentar entender com uma atendente o que se passava, verificamos que por um erro da própria Endesa, algumas faturas referentes ao ano passado não estavam corretas. Isso porque não me foram enviadas, pois se tivessem, eu teria efetuado o pagamento. Com o intuito de regularizar esta situação e sem aviso prévio, foi me enviado duas faturas a serem pagas no mesmo mês e nem sequer se importaram se eu haveria como pagar ou não este valor. Enfim, além de todo o descaso com o consumidor, ainda veio incluso uma taxa de serviços no valor de 36,41 euros, referente a "eletrodomésticos que possam vir a queimar" (algo do gênero), no qual eu nunca concordei em pagar e, ao informar a atendente, foi me dito que a fatura já havia sido emitida e não haveria como cancelar. Eu, claro, me recusei a pagar e peço ajuda para resolver toda esta questão. Deixei claro a atendente que os valores de gás e luz que eu consumi e não foram cobrados por erro da ENDESA, eu poderia pagar, mas apenas se fosse parcelado, visto que não consigo efetuar o pagamento de mais de 200 euros de conta em um mês. Entretanto, este serviço contratado, eu não irei pagar e exigi o cancelamento dessa taxa. Dito isso, solicito a correção imediata das faturas e reservo o direito de recorrer a todos os meios ao meu alcance para obter uma compensação pelos prejuízos sofridos. Cumprimentos.
Cobrança indevida/injustificada
Exmos. Senhores, Sou cliente com o contrato de fornecimento de serviços de comunicações eletrónicas com o nº C834588657. Alerto-vos para o erro existente na fatura aqui enviada em anexo ('20252EBC9C3943614E6AE06333BAA70A3BDC.pdf'): O somatório dos custos devidos a todos os tipos de consumo do WTF do meu filho (estudante na Polónia de dia 23.09.2024 a 07.02.2025 ao abrigo do programa da UE Erasmus+) para as datas da referida factura perfaz no "Histórico de comunicações" disponibilizados na v/ área de cliente €5,56, e não os €5,97 que incluíram na factura. Há pois €0,41 cobrados em excesso. (Tal excesso não é a primeira vez que acontece, como prova a vossa mensagem e respectica nota de crédito referente a uma reclamação anterior, que respectivamente aqui anexo como 'Serviços NOS - N.º Ref.ª INC000162001174.pdf' e '00362650225_48832653_707564414_CM_ORI.pdf'.) Estes cálculos estão suportados pelos dados fornecidos no "Histórico de comunicações" disponibilizados na v/ área de cliente - anexo 'Detalhe de comunicacoes932127919_2025-01-01_2025-02-16.pdf' - que inclui todas as comunicações de dados de 01.12.2024 a 27.01.2025 e com um resumo destes montantes. Mais do que pelo valor em si, porque (como sempre) estou de boa fé (e por isso já paguei a factura sobre a qual estou a reclamar - anexo 'comprovativoPagamentoFacturaFevereiro2025_NOS.pdf'), solicito a correção da mesma ou a explicação do motivo deste excesso e reservo o direito de recorrer a todos os meios ao meu alcance para obter a compensação devida, pois esta cobrança, a não ser devidamente explicada, está errada e colide assim com o contrato convosco estabelecido e com a informação que me forneceram aquando da sua última negociação, carecendo do respectivo crédito . Cumprimentos.
Incúria da SU Electricidade ao pedido de alteração do débito directo
Exmos. Senhores, Na qualidade de representante do titular do contrato n.º 9003100058, algures em Novembro de 2024 tentei criar uma conta no vosso site ("Área Reservada") para aí poder solicitar a alteração da autorização de débito directo, pois a conta bancária que está associada a este contrato tem que ser encerrada, sendo este presente contrato com a SU Electricidade o único motivo para a mesma estar activa. A vossa resposta a esta tentativa chegou uns dias depois por via telefónica, tão somente para me informar que me recusavam a criação desse acesso respeitante a este contrato activo porque tinham tentado contactar a titular do contrato sem sucesso. Foram nessa altura informados (nessa mesma chamada telefónica que disseram ter gravado) que há já muitos anos a minha mãe não se encontrava capaz de responder por si (pois estava institucionalizada e alheada da realidade), e que tinha entretanto falecido no início de Setembro desse ano de 2024. Ignoraram este facto dizendo que não podem dar acesso a um contrato titulado por uma pessoa falecida mas não me deram qualquer alternativa para a resolução nem do meu problema, que é tão-somente a necessidade de alterar a autorização de débito directo, nem para o facto de a conta continuar titulada por pessoa falecida. Pouco depois disso, recebi o vosso email sobre a mesma recusa, onde nenhum esclarecimento mais é fornecido (anexo "Recusa_registo_área_reservada.pdf"). Face a esta recusa, algures em Dezembro de 2024 contactei-vos telefonicamente para expor tanto esta necessidade (alteração da autorização de débito directo) como a vossa resposta anterior (explicada no parágrafo acima) referente a este contrato titulado por pessoa falecida. O simpático senhor que me atendeu, não se tendo minimamente preocupado com o facto de o contrato estar titulado por pessoa falecida (e que portanto nunca conseguirá efectuar a alteração necessária ou qualquer outra) referiu que, para que a alteração da autorização de débito directo fosse possível, eu teria que solicitar a alteração de titularidade do contrato através do vosso site, e explicou-me que valores teriam que ter os respectivos campos da página. Referiu ainda que teriam ali que ser adicionados 2 documentos: - Ou a certidão de óbito ou de nascimento da titular do contrato ou a de habilitação de herdeiros da pessoa falecida (onde o novo titular constasse) e - Um comprovativo de vivência em economia comum, que seria obtido na Junta de Freguesia da zona onde se situa o CPE. (Faço questão de acrescentar que a página do vosso sitio da Internet onde este procedimento tem que ser feito é ridiculamente limitativa nas suas capacidades (e desconfio que esse facto seja intencional, para coarctar a capacidade de exposição e o tipo/quantidade de anexos necessários a quem expõe o pedido). O motivo pelo qual é assim afigurasse-me como meramente comercial e, se é verdade que não quero sequer discutir esse motivo convosco, tenho por outro lado a prova cabal de que assim é, e do quão lesivo dos direitos dos vossos utentes isso é.) Assim, em meados de Janeiro de 2025 e após o constrangimento que foi a deslocação à respectiva Junta de Freguesia, procedi tal como por vós indicado e solicitei alteração de titularidade, tendo na altura anexado os mesmos 3 documentos que também aqui anexo: - A certidão de óbito da actual titular do contrato (anexo "Certidão_Obito_20240906.pdf"), - A certidão de habilitação de herdeiros da minha mãe onde consta o meu nome (anexo "Habilitação_Herdeiros_20240906.pdf") e ainda - O anexo "comprovativoIBAN_VT_20250113.pdf" como comprovativo do IBAN da minha conta (que, relembro, é atinente a tudo o que eu pretendo fazer: alterar a conta associada ao débito directo do contrato de fornecimento de electricidade da residência que era da minha falecida mãe). Não entreguei o supra citado "comprovativo de vivência em economia comum" pelo simples facto de este nos ter sido recusado (a mim e à minha irmã, que se deslocou fisicamente à sede da Junta da União de Freguesias de Torres Novas - Santa Maria, Salvador e Santiago) pelo Secretário e pelo Presidente daquela Junta, com a justificação de que esse documento já não é válido há mais de dois anos, e como tal não tem qualquer valor legal, tendo-se por isso recusado à sua emissão, fosse para efeito fosse. Acrescentaram ainda que para o efeito da mudança de titularidade deste tipo de contratos, legalmente bastariam os documentos que acima referi já vos ter entregado (e que aqui vos volto a entregar). Como resposta a este expediente feito no vosso site, recebi no dia 15.Janeiro.2025 a miserável resposta que aqui anexo ("Resposta_SU_Electricidade_CONTACTO_ 501405676028_CPE_PT0002000012561839CR.pdf"), onde fica bem patente a vossa falta de vontade em que este processo avance: limitam-se a dizer que não o fazem porque faltam documentos, sem referir o que falta, ou sem que esta lastimável resposta viesse acompanhada doutra em que explicassem o real motivo da recusa e o que será preciso para levar o pedido a bom porto. Até ao momento, continuamos a pagar as faturas com recurso a uma conta que legalmente tem que ser extinta e não há da vossa parte qualquer passo dado no sentido de resolver a nossa situação, sendo precisamente disso mesmo que reclamo, bem como solicito que procedam urgentemente à alteração requerida, indicando objectivamente e legalmente quais são os dados que dizem faltar (pois a totalidade da vossa resposta foi que "Para mudar o titular precisa de nos enviar alguns dados." ). Porque é óbvio que não queremos entrar em qualquer tipo de incumprimento de pagamento, reservo assim o direito de recorrer a todos os meios ao meu alcance para obter uma compensação pelos prejuízos decorrentes da vossa inação. Com cumprimentos de circunstância, aguardo a vossa resposta com brevidade .
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